domingo, 18 de fevereiro de 2018

JOÃO DÓRIA PRONTO PRA DESEMBARCAR DO PSDB, DEM É O CAMINHO MAIS PROVÁVEL DO PRÉ FAKE!



Com poucas chances de ser candidato a governador pelo PSDB o pré fake ver as janelas se fechando e corre contra o tempo para poder viabilizar sua campanha, sem o apoio do MBL e com o seu partido lhe virando as costas, Dória deve optar pelo DEM. Mas já encontra oposição de Fernando Holiday vereador de São Paulo pelo DEM é uma das figuras mais influentes da corja MBL.


O prefeito de São Paulo, João Dória, sofreu uma grande derrota nos seus planos de concorrer o governo de São Paulo pelo PSDB. Apesar de ter avançado nas conversas para contar com o apoio do DEM, ele viu as prévias do partido, previstas inicialmente para o próximo dia 4, serem adiadas.

A cada dia que a votação for postergada, a situação piora para Dória. Ele tem até o dia 7 de abril para renunciar ao atual cargo se quiser ser candidato ao Palácio dos Bandeirantes. Se as prévias ocorrerem depois disso, justamente o que pretendem seus adversários, ele teria que arriscar deixar a Prefeitura sem a garantia de ter a legenda para disputar o governo. Derrotado nas prévias, também não teria mais a opção de se filiar a outro partido em tempo para disputar qualquer cargo.

João Dória já conversou com o ministro das Cidades e ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), que cogita convidar para ser o seu candidato a vice-governador. Ele aproveitou o Carnaval e viajou para Bahia, onde foi hostilizado pelos foliões junto com ACM Neto, os três paspalhos aproveitaram para conversar, o assunto principal foi a candidatura de Dória, junto com as duas principais lideranças nacionais do DEM: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), e o prefeito de Salvador, ACM Neto que recebeu a informação que o partido está de braços abertos para recebe-lo e que seria um grande nome para a disputa do governo de São Paulo.

A ideia do pré fake é sacramentar o acordo em um almoço com o pré-candidato do partido ao governo, o secretário de Habitação Rodrigo Garcia, e convidá-lo para ser um dos candidatos ao Senado em sua chapa. O outro seria o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB).

Por fim, atento às movimentações e ao risco de concorrer à Presidência com sua base aliada fracionada em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin ainda não desistiu da ideia de trazer seu vice, Márcio França (PSB), para se filiar ao PSDB e ser o candidato tucano ao pleito. As ideias tucanos parecem não serem as melhores para o futuro de João Dória, que no começo chegou a sonhar com o palácio do planalto, mas tudo indica que o mesmo vai ter que se conformar e ficar mais um tempinho na prefeitura de São Paulo. Tudo isso só implica o mau gerenciamento de Dória frente a prefeitura de São Paulo que até para muitos coxinhas está sendo um desastre.



Texto: Henrique Sousa e Ana Fernandes
Informações: Veja e Estadão
Finalização: Gabriel Hammer

sábado, 17 de fevereiro de 2018

STF rejeita ação contra decreto de intervenção federal no Rio

 


 
O caso chegou ao Supremo por meio de um advogado de São Bernardo do Campo, que afirmou que Michel Temer não poderia ter editado do decreto antes de consultar o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional.

 
Os dois colegiados estão previstos na Constituição Federal e teriam a função de assessorar o Presidente da República. O Ministério da Justiça divulgou nota ressaltando que a Constituição "não define que tais consultas devem ser feitas antecipadamente" e que os órgãos são "meramente consultivos, sem qualquer poder de deliberação". A pasta reiterou que o decreto obedece rigorosamente o rito constitucional, cumpre o ordenamento jurídico.


Fonte: Agência Brasil
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Colunista de O Globo diz que STF vai mudar prisão em 2ª instância

Se a tendência se confirmar, cai um dos pilares da Lava-Jato 

A ministra Cármen Lúcia, presidente do STF. Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ



De acordo com a coluna Poder em Jogo, do Globo, já é dada como certa no Supremo uma decisão da Corte contra a prisão após condenação em segunda instância. Apesar de a presidente Cármen Lúcia ter negado a intenção de retomar o assunto, a decisão do ministro Edson Fachin de levar ao plenário o pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-presidente Lula forçará uma deliberação.

Há certo desconforto entre ministros com a estratégia da defesa de apostar numa declaração de impedimento de Cármen e de Luiz Fux como forma de reduzir o quórum e garantir placar favorável. Em 2016, ambos deram dois dos seis votos pela execução da pena depois da condenação em segunda instância.

Mas, mesmo sem a presença dos dois, hipótese hoje remota, a tendência no STF é a mudança de entendimento. Há sinais claros de que Gilmar Mendes mudará o voto dado pela prisão, e de que Rosa Weber manterá sua posição contra a execução da pena após a segunda condenação. Se a tendência se confirmar, cai um dos pilares da Lava-Jato. Pode ser o início do fim. 



Fonte: Portal Fórum
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A intervenção Federal expôs a fragilidade, falta de planejamento e o descaso do Brasil com a segurança pública.




O desespero chegou ao pico máximo, a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro mostra a falência do sistema de segurança público do estado,. A medida vem logo após o Fernando Pezão (MDB-RJ) reconhecer sua incompetência para solucionar um problema que se originou há décadas. A má gestão da segurança e a falta de um programa voltado ao combate da violência e o crime organizado; mas que isso a intervenção federal tira do armário o esqueleto que há anos vem sendo escondido pelos governantes do estado, mas que assombra a sociedade.


Para muitos cidadãos a intervenção federal é a solução imediata que faltava para solucionar de vez a questão, mas a verdade é que não passa de um mero remendo para curar uma perna quebrada. Um paliativo para um problema que vem se arrastando a anos e que abre um precedente perigoso para todos os estados, é comum os cidadãos em momentos de insegurança pedirem o exercito nas ruas, os saudosos pela ditadura claro comemoram. Quem não lembra da invasão ao morro do alemão? Por um tempo parecia que a decisão fora acertada, o problema apenas se transferiu de local, saiu do Rio de Janeiro e se instalou em outros estados e agora volta a estourar no Rio.


A constituição brasileira falhou ao atribuir aos estados o papel da segurança pública e não estabelecer ao governo federal um plano de ação e um programa de segurança nacional, outro fator importante que leva a crises sistêmicas na segurança é o fato de o Brasil ser um dos poucos países do mundo a possuir uma policia militar que não investiga, essa atribuição cabe a policia civil que tem se mostrado um verdadeiro fracasso, apenas 1% dos homicídios são solucionados, nem mesmo nos estados onde existem delegacia e  divisão especifica para isso tem se mostrado algum resultado visível. Podemos pegar como exemplo a capital cearense que tem se tornado a cada dia mais violenta, pior que isso, o governo do estado é acusado de ter feito acordo com facções criminosas, inclusive cedendo a cada uma delas o comando de um presidio.


A velha forma de se fazer segurança no Brasil se mostra falha não só em seu modelo como em todos os modos operandi, falta investimento em investigação e prevenção dos crimes, o sistema carcerário obsoleto e falho, faz com que o preso se sinta num hotel, tendo direito até visitas intimas que por si já é um absurdo. Leis brandas e falhas, somado tudo  isso a morosidade da justiça que teima em fazer política ao invés de seu papel constitucional, temos a receita completa para o caos que hoje assola a nação.


Mas qual a solução para o problema da violência no Brasil?


O problema brasileiro de segurança passa por uma conscientização não só dos governantes, mas como de toda a iniciativa privada e da sociedade como um todo, primeiramente se faz os investimentos em programas educacionais, como melhorias nas escolas públicas, criação de escolas profissionalizantes com participação da iniciativa pública e privada, criação de cursos de capacitação técnica e de e ensino superior, toda via a iniciativa privada tem de entender seu papel com a criação de novas oportunidades e trabalhar o social dentro das comunidades.


É por essas e outras razões que a intervenção federal não é uma solução para o problema, é apenas mais um reajuste desajustado numa cortina cheia de furos de traças (pra não falar balas) ou uma transfusão de sangue num paciente com morte cerebral. Mais como usamos o pano de fundo chamado Rio de Janeiro não custa nada finalizar e deixar a nossa pergunta que pode valer para outros estados no futuro - Intervenção federal é a solução para violência no Rio de Janeiro? Ou estamos caindo em mais uma armadilha chamada golpe? Vamos refletir que o passado pode até não mais voltar, mais com ele temos muito que aprender.



Por: Pedro Oliveira e Gabriel Hammer
Edição: Gabriel Hammer

Sem prova de vida, aposentados podem ficar sem benefícios


  
Alex Capuano

 

Depois de ter o menor reajuste dos últimos 24 anos, 3,2 milhões de aposentados e pensionistas ainda correm risco de ficar sem pagamento porque não fizerem prova de vida. O prazo terminou no dia 31 de dezembro de 2017, mas foi estendido até o dia 28 de fevereiro para que os aposentados se recadastrem.

O corte no pagamento de benefícios pode afetar, especialmente, os aposentados mais pobres, que não têm acesso a informação e recebem no máximo um salário mínimo de aposentadoria. Segundo a Secretaria da Previdência Social, do total de benefícios pagos em 2016, 68% era de até um salário mínimo.

Esse é mais um exemplo do descompromisso do governo ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) com a população. No caso dos aposentados, é uma obrigação do governo informar amplamente sobre a necessidade de fazer prova de vida para continuar recebendo a aposentadoria. E isso não pode ser feito apenas com alertas nas telas de computadores ou caixas eletrônicos. Muitos trabalhadores vão receber na ‘boca do caixa’, portanto, não são alertados sobre a necessidade de fazer aprova de vida nas agências onde recebem o benefício.

“Enquanto gasta milhões de reais para enganar o povo sobre a reforma da Previdência, o governo age com total descaso no caso dos aposentados que precisam se recadastrar. Por que não informou sobre os riscos do trabalhador e da trabalhadora de ficarem sem o benefício, caso não provem que ainda estão vivos”? questionou a secretária de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Uehara.

 

“É um descompromisso total com a classe trabalhadora”.

 
O ex-ministro da Previdência Social do governo da presidenta Dilma Rousseff, Carlos Eduardo Gabas, confirma que há realmente descaso do governo na hora de informar os aposentados. E a desinformação começa ao não fazer campanhas alertando que, todos os anos, no mês de aniversário, os aposentados têm de fazer a prova de vida.

“O governo não explica que o recadastramento deve ser feito no mês de aniversário e que esse prazo, até o dia 28 de fevereiro, é só para quem ainda não foi ao banco”, disse Gabas.

Além disso, Gabas ressalta que piorou muito a comunicação do governo golpista com os trabalhadores, os aposentados e pensionistas.

“No governo da presidenta Dilma, a comunicação era feita diretamente com trabalhador ou a trabalhadora. Eles eram informados com alertas personalizados que eram colocados no rodapé do extrato do pagamento. Ou, o servidor ia até a porta da casa do aposentado ou do pensionista alertar sobre os prazos de recadastramento”, contou Gabas.

 

Maioria dos aposentados não acessa a internet

 
Segundo o presidente da FENAPI (Federação Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), Wilson Ribeiro, o governo está desrespeitando o trabalhador e a trabalhadora que não está mais ativa. Ele questiona a eficácia dos alertas colocados nos caixas eletrônicos e computadores.

“Os aposentados têm uma dificuldade em acessar a internet e a grande maioria não usa caixa eletrônico. Vai até a boca do caixa para receber o pagamento”.

“A prática da informação do prazo para a prova de vida não chegar para os aposentados e aposentados é justamente para cancelar o beneficio e o dinheiro ser usado com outras coisas. Esse governo não está nem ai com os trabalhadores”, denuncia Wilson.

Uma recente pesquisa desenvolvida pelo Instituto Locomotiva estimou que 5,2 milhões de pessoas com mais de 60 anos acessam a internet. Um número bem inferior à população de pessoas nessa faixa etária, que hoje representa 40 milhões de pessoas.

Segundo o INSS, 34 milhões de aposentados já fizeram prova de vida. Provavelmente, estão dentro dos 40 milhões de brasileiros idosos que acessam a internet, segundo a pesquisa.

 

Serviço:

 
A prova de vida é obrigatória mediante a apresentação de um documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação e outros) e deve ser feita no banco em que o aposentado recebe seu salário. Quem não fizer a comprovação de vida no tempo previsto poderá ter o pagamento interrompido.

Os beneficiários que não puderem ir até às agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção podem realizar a comprovação de vida por meio de um procurador devidamente cadastrado no INSS.

Os segurados que residem no exterior também podem realizar a comprovação de vida por meio de um procurador cadastrado no INSS ou por meio de documento de prova de vida emitido por consulado, bem como pelo Formulário Específico de Atestado de Vida para o INSS, que está disponível no site da Repartição Consular Brasileira ou no site do INSS.

Caso o beneficiário opte por usar o Formulário, este deverá ser assinado na presença de um notário público local, que efetuará o reconhecimento da assinatura do declarante por autenticidade.

Já quando o beneficiário estiver residindo em país signatário da Convenção sobre Eliminação da Exigência de Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros (Convenção de Haia/Holanda, de 05 de outubro de 1961), aprovada pelo Decreto Legislativo nº 148, de 12 de junho de 2015, o Formulário deverá ser apostilado (certificado de autenticidade) pela autoridade competente da mesma jurisdição do cartório local.

Em se tratando de país não signatário, o Formulário deverá ser legalizado pelas representações consulares brasileiras.


 


Por Érica Aragão no site da CUT
Via: Vermelho

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

RODRIGO MAIA DEVE SEGURAR VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA PARA DEPOIS DE OUTUBRO COM OLHAR NAS ELEIÇÕES!

 
De olho na eleição para presidente, Rodrigo Maia deve engavetar por hora a reforma da previdência para após das eleições. 
 
 
 
Rodrigo Maia tenta fugir da imagem de uma reforma impopular e imoral. Avaliação do grupo de Maia é de que o anúncio pode favorecer a candidatura dele à Presidência da República, pois o descolaria de uma pauta impopular.
 
Incrédulo com a força do governo para reunir os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência até o final de fevereiro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já estaria preparando o discurso em que anunciará o engavetamento da matéria, segundo apurou o Estadão/Broadcast.
 
Para evitar que a culpa do anúncio recaia sobre o Congresso Nacional e, muito menos, sobre ele, Maia deve responsabilizar o Palácio do Planalto por não ter obtido apoio suficiente à proposta, segundo informou o Estadão. Maia analisa que não vale a pena colocar a matéria em votação para ser derrotada e assim desgastar ainda mais a imagem de Michel Temer, nos bastidores, outras lideranças partidárias também dão como certo de que a proposta será engavetada.
 
Porém a revista exame publicou que o governo federal e seus aliados colocam os últimos esforços na ofensiva para votar a reforma da Previdência na semana que vem. Nesta quinta-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamou para si a tentativa de fechar a pauta governista.
 
O deputado vai capitanear uma reunião com secretários da Fazenda dos estados para tentar engajá-los na briga e articular com demais deputados em prol da aprovação. A reunião acontece na Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Casa, às 14 horas. Em troca de apoio, o governo oferece um fundo de ativos para aliviar as contas das unidades federativas com aposentadorias do funcionalismo público. É ali que está comprometida boa parte dos orçamentos dos estados para o ano de 2018. 
 

Mas para alguns interlocutores dependendo do resultado dessa reunião, Rodrigo Maia decidirá se vai ou não pautar a votação da reforma antes das eleições. Caso a reunião não renda o aguardado, Maia fará o engavetamento da reforma antes mesmo do dia 28, data limite prevista para a votação. 

O parlamentar fluminense, contudo, pretende manter o discurso de que a reforma é “necessária” e investir na tese de que as eleições presidenciais de outubro é que resolverão o futuro da proposta, a intenção de Maia é acenar para o mercado que fará a reforma custe o que custar após as eleições de outubro de 2018, garantindo o máximo de deputados reeleitos e para a população se apresentar como o herói que barrou a reforma.

Maia é esperto e articula com o mercado sua própria sobrevivência política, sabe que se a reforma for aprovada boa parte da população não irá comprar a ideia e muito menos a briga ao seu lado. Contudo se engavetar a reforma pode trazer para si e aliados e a simpatia da população menos informada e após as eleições o mesmo traria a pauta de volta destruindo o sonho de aposentadoria de muitas pessoas.

Maia pode até ser esperto como a maioria dos políticos brasileiros. Mas o mau do esperto é achar que é mais esperto que todo mundo. Me parece mais um caso de falta de sanidade mental em achar que depois de tanto que ele fez fez e tem feito contra a democracia e o povo brasileiro, ainda achar que terá condições de ser presidente do Brasil. Só se ele for candidato único. Ainda assim poderá perder para ele mesmo.



Por Pedro Oliveira
Com informações do Estadão/Broadcast/Exame
Finalização: G. Hammer
 
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SENADOR GOLPISTA QUER CRIAR PENA DE MORTE PARALELA

O senador sem votos, José Medeiros (Podemos), propôs um projeto de lei para autorizar os agentes de segurança pública a matar ou lesionar quem portar ilegalmente arma de fogo de uso restrito. Se aprovada, a ementa irá alterar o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal e tratará o fato como legítima defesa, resumindo pena de morte legalizada.
O Brasil vive uma crise na segurança pública como jamais vista na história da nação, todos tentam soluções, planos para conter a onda de violência que assola o país de norte a sul. Na contramão de todas as propostas que parecem fazer bem a sociedade o senador sem votos e sem noção, José Medeiros do (Podemos), deseja apresentar uma solução que beira a insanidade e leva a cabo o discurso de bandido bom é bandido morto. O projeto visa autorizar a policia a matar suspeitos que portem arma de uso restrito, quando o mais coerente seria aumentar a pena e privar o direito de cumprimento em liberdade ou mesmo qualquer indulto .

 
O projeto de lei n° 352, de 2017, de sua autoria cria “presunção jurídica de legítima defesa de terceiros, ou legítima defesa da sociedade, quando o agente de segurança pública mata ou lesiona quem porta ilegalmente arma de fogo de uso restrito, representando perigo direto e iminente à integridade física das pessoas próximas”.

 
“Foi se criando um consenso que pode ter um verdadeiro exército de pessoas com fuzis e a polícia não pode fazer nada. Se o agente fizer, corre risco de ser punido e preso. Temos que dar instrumentos para que eles se sintam protegidos em proteger a sociedade. A Segurança Pública tem sido tema de discussão em tudo quanto é roda. O cidadão está percebendo que não tem mais aquela barreira que o protegia”, disse o senador.

 
Atualmente, a matéria está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (Secretaria de Apoio à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) de forma terminativa. Por isso, se for aprovada poderá seguir diretamente para a Câmara de Deputados. Em uma enquete, presente na página do Projeto de Lei, 3.566 apoiaram a proposta do senador mato-grossense e 222 são contra.
O projeto seria maravilhoso teoricamente se de fato resolvesse o problema. Mais segundo o advogado Marcelo Viana, “O projeto é uma pena de morte disfarçada”, ele conta que recentemente uma família entrou na justiça para pedir indenização pela morte do filho que foi assassinado pela policia, a versão oficial dava conta de que o rapaz supostamente disparou contra os policiais com uma arma de uso restrito e que em legitima defesa a policia reagiu. Porém quando o caso foi analisado e investigado, pedimos acesso as câmeras de segurança de um bar da região, as imagens deixaram claro que os policiais assassinaram o rapaz que não portava arma e estava rendido, policias forjaram os tiros contra a composição, “o que eles não contavam é que a família fosse em busca de justiça” completa o advogado.

 
Casos como esse não são casos isolados, diversas vezes a imprensa já flagrou casos em que policiais alteraram e forjaram cenas de crimes para tentar sair impunes de assassinatos mesmo quando não há reação por parte das vitimas.

 
O problema do projeto é que os números não mentem e a policia brasileira é uma das mais violentas do mundo, quando se fala em forjar provas para incriminar inocentes o Brasil é o campeão mundial, caso o projeto tenha sua aprovação poderá está criando um verdadeiro derramamento de sangue nas ruas do país, não atacando o problema real. 

Para a socióloga Raquel Mendes “combater a violência requer principalmente por mudar o quadro social de uma comunidade, o ideal seria combater a violência com programas de inclusão social e educacional como fez a Islândia no inicio dos anos 90”. Dentro da realidade brasileira tem aparecido diversas formulas mágicas que nada tem efeito. O ultimo foi divulgado hoje e é um novo ministério que mais parece  a famosa  forma de estancar a sangria. Sobre isso falaremos em breve.



Por Pedro Oliveira
Edição: Gabriel Hammer


Cresce adesão a greves no dia 19 contra a reforma da Previdência

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Aumenta em todo o Brasil a adesão a paralisações contra o fim da aposentadoria orquestrado pelo governo Temer. Trabalhadores mobilizam suas categorias para cruzar os braços na segunda-feira
 
Aumentou a adesão às paralisações contra a "reforma" da Previdência, que serão realizadas na segunda-feira (19) por várias centrais sindicais em todo o país. De acordo com a CUT, após diversas assembleias, mais atos foram marcados pelo país. A proposta do governo deve ser votada no dia 19, 20 ou 21 na Câmara dos Deputados. A base aliada precisa garantir 308 votos para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287. “Não votaram até agora porque não têm votos. Os deputados estão com medo de aprovar essa proposta nefasta e não serem reeleitos”, diz o presidente da central, Vagner Freitas.

Segundo Vagner, a campanha “se votar, não volta”, feita sem recursos, que contou apenas com a militância es dirigentes que foram a aeroportos e às bases eleitorais dos deputados, fez mais efeito do que a montanha de dinheiro que o governo distribuiu e que as campanhas milionárias do Temer nas rádios e TVs. “Temos de aumentar ainda mais a pressão nos deputados. Quem aprovar o fim da aposentadoria pode vestir o pijama, pois pra Brasília não volta. Nunca mais vai ser eleito", afirma o dirigente.

Em São Paulo, várias categorias já realizaram assembleias e decidiram cruzar os braços no dia 19. Entre elas, motoristas de ônibus – que já marcaram nova assembleia no dia 16 para organizar a paralisação –, e professores das redes estaduais e municipais. Outras categorias que já haviam fechado posição pela greve, caso a reforma entrasse em votação, como metroviários e bancários, vão realizar assembleias para ratificar a decisão.

Na capital paulista, o ato público está marcado para as 16h, em frente ao Masp, na Avenida Paulista. Na região do ABC, já aprovaram a greve em assembleia popular metalúrgicos, bancários, servidores e químicos, entre outras categorias.

No Nordeste, já realizaram assembleias os trabalhadores da Saúde e Previdência do Serviço Público Federal de Pernambuco e da Bahia e os servidores públicos de Sergipe, entre outras dezenas de categorias. Em Recife, haverá ato público marcado a partir das 15h, no Parque 13 de Maio.

Na Bahia, será realizada uma plenária nesta quinta-feira (15) para discussão dos pontos onde serão realizados atos, panfletagens e caminhadas. Já tem confirmação de paralisação de petroleiros, químicos, rodoviários, professores, bancários, servidores e metalúrgicos, entre outras categorias. Também atos estão sendo marcados em cidades como Juazeiro, Paulo Afonso, Vitória da Conquista, Itapetininga, Itabuna e Ilhéus, entre outras.

Em Sergipe, foi realizada uma assembleia geral unificada e os servidores públicos aprovaram por unanimidade a participação na greve do dia 19. Aprovaram a proposta os servidores organizados no Sintese (professores), Sindasse (assistentes sociais), Sindinutrise (nutricionistas), Sinpsi (psicólogos), Sindijor (jornalistas), Sindijus (Judiciário), Grupo Atitude (trabalhadores da Saúde), Sindifisco (Auditores), Sintrase (Servidores), Sinter, Sintasa (Saúde), Sinpol (Policiais), Senge (Engenheiros) e o Sindicato dos Enfermeiros. 

No Ceará, haverá atos e paralisações em todas as regiões do estado, sendo a maior delas marcada no centro de Fortaleza. A partir das 9h haverá uma caminhada, com concentração na Praça da Bandeira. Em Teresina, tem ato marcado para as 8h, na Praça Rio Branco. Em Natal, haverá ato a partir das 14h, em frente à agência do INSS, Rua Apodi, 2.150 (Tirol).

No Distrito Federal, as ações serão realizadas durante todo o dia, culminando numa atividade conjunta entre os sindicatos e os movimentos sociais no final da tarde, a partir das 17h, no Museu da República, em Brasília.

Em Minas Gerais, professores da rede estadual também sinalizaram que vão aderir à paralisação.

Em Santa Catarina, municípios de todo o estado se unirão à luta contra a reforma da Previdência. O Sinte/SC está orientando que todos os trabalhadores da rede estadual de educação paralisem completamente as atividades nas escolas e participem de atos e mobilizações em suas cidades. Em Florianópolis, o transporte coletivo ficará paralisado durante todo o dia 19. Os trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem) também vão aderir à greve em defesa da aposentadoria.

A partir das 9h, as centrais sindicais e entidades farão um arrastão no centro da capital para fechar o comércio e os bancos. E, a partir das 16h, acontecerá um grande ato na Praça de Lutas, que terminará com uma passeata até a agência do INSS. Em Criciúma, haverá um ato a partir das 8h, em frente à agência do INSS. Haverá mobilização também em Araranguá, Blumenau, Chapecó e Joinville .

Em Porto Alegre, a mobilização começará antes do sol nascer. Às 5h, haverá concentração junto do Monumento ao Laçador, seguida de caminhada até o saguão de embarque do Aeroporto Internacional Salgado Filho.

Às 7h, concentração na Estação Rodoviária, onde serão também distribuídos panfletos para esclarecer a população sobre as mentiras espalhadas pelo governo e pela mídia tradicional. Às 8h30, haverá marcha até o prédio do INSS, na Travessa Mário Cinco Paus, ao lado do Mercado Público, no centro da cidade. Lá, será realizado um grande ato público em defesa da Previdência e denunciando os deputados que estão se posicionando a favor da reforma.

No Rio de Janeiro, tem ação no aeroporto Santos Dumont de manhã, no embarque dos deputados. Às 16h, haverá ato na Candelária. 


Com informações da CUT
 Via: RBA

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Tuiuti: “Fizemos uma crítica que está entalada na goela do brasileiro"

 


A disputa foi acirrada e a cada nota ouvia-se Fora Temer. A Beija-Flor foi campeã com 269,6, seguida da Paraíso do Tuiuti com 269,5 e do Salgueiro também com 269,5. O quesito samba-enredo foi o primeiro usado para estabelecer o desempate entre agremiações que obtiverem a mesma pontuação.

A Paraíso do Tuiuti, escola de São Cristóvão, despontou no primeiro quesito (enredo), com quatro notas 10. A escola foi para a avenida questionando se a abolição da escravatura de fato ocorreu e apontou as novas formas de escravidão, denunciando a reforma trabalhista.

“A escola fez uma crítica que está entalada na goela do brasileiro. Os empresários e governantes sempre ficam fazendo o povo de escravo. Mas nós estamos felizes com o segundo lugar por mostrar para o mundo que não somos escravos. A bateria não foi o que esperávamos ainda. Mas a gente ainda não está pensando no ano que vem, agora é comemorar”, afirmou Mestre Ricardinho, um dos diretores da bateria da Tuiuti.

Já a escola de Nilópolis conquistou público e jurados com o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”.

“Quem ganhou esse Carnaval, foi a minha comunidade, a nossa bravura”, declarou Luís Fernando Carmo, conhecido como Laíla. “Meu povo sofreu muito esse ano no barracão”, completou.

A azul e branco ganhou o Carnaval de 2018 levando para a Sapucaí uma crítica à crise política do Brasil e os efeitos sociais que acarreta. Durante a transmissão, a Globo buscou transformou a crítica da escola num apoio à Lava Jato e ao seu discurso da antipolítica.

A Beija-Flor trouxe para a avenida o prédio-sede da Petrobras que, tomado pela criminalidade, se transformava em uma favela com todas as mazelas atuais presentes: pobreza, criminalidade e mortes, ou seja, as consequências da corrupção.

Partindo de um outro ponto de vista, a Tuiuti também retratou o efeito devastador da crise política para o país. Um dos últimos carros alegóricos trazia um vampiro com faixa presidencial rodeado de dinheiro no topo do carro, juntamente com mãos gigantes manipulando figurantes com a camisa da seleção brasileira batendo panelas chamados de Manifestoches, referindo-se aos manifestantes que defenderam o impeachment de Dilma Rousseff.

Enquanto a arquibancada da Sapucaí levantava com o enredo “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão? ”, composto por Claudio Russo, Moacyr Luz, Dona Zezé, Jurandir e Aníbal, a transmissão da TV Globo ficou em silêncio. Comentaristas que costumam detalhar o desfile, silenciaram.

Na apuração, nesta quarta (14), a jornalista da Globo não escondeu o seu espanto e descontentamento com o resultado da Tuiuti. “Essa ninguém acertaria no bolão”, disse.

O desfile da Tuiuti foi o mais comentando nas redes sociais. “Fizemos um carnaval que gerou grande repercussão. E desde que o enredo foi decidido, sabíamos que ele bombaria muito. O nosso próprio enredo ‘Meu Deus, meu Deus, está extinta à escravidão?’ era um grande questionamento e não uma afirmação. Jogamos para o povo e a maioria deu a resposta”, disse Thiago Monteiro, diretor de carnaval da escola.

Jack Vasconcelos, carnavalesco da Tuiuti (foto acima, primeiro à direita, ao lado de Moacyr Luz e outros compositores do enredo) comemorou o vice-campeonato nas redes. “Beija-Flor em primeiro, Tuiuti (!!) em segundo: a consagração do carnaval politizado e de denúncia da tenebrosa condição do Brasil. E mais: a consagração do samba-enredo como força motriz do desfile de escolas de samba (os dois melhores sambas na frente). Parabéns!”, salientou.

Também pelas redes sociais diversas escolas confraternizaram com a Tuiuti. “Parabéns à nossa vizinha, irmã G.R.E.S. Paraíso do Tuiuti pelo brilhante desfile, pelo vice-campeonato. Em 1988, a Mangueira trouxe o enredo, ‘100 anos de liberdade, realidade ou ilusão?’ Fomos vice-campeões do carnaval, repete-se a história. Viva o povo negro, pobre, favelado, marginalizado do nosso Brasil. Queremos democracia, direitos iguais, paz, saúde e educação! ‘Será que já raiou a liberdade, ou se foi tudo ilusão?’. Valeu Tuiuti!”, postou a Estação Primeira de Mangueira.


Fonte: Portal Vermelho/Agências

Bolívia e Chile repudiam ameaças dos EUA contra a Venezuela

 Evo pediu uma reunião de emergência da Unasul para tratar a questão da Venezuela 

 Evo pediu uma reunião de emergência da Unasul para tratar a questão da Venezuela


Evo pediu que seja feita uma reunião de emergência da Unasul (União Sul-Americana de Nações) para discutir as ameaças.

“Quero aproveitar esta oportunidade para expressar nossa solidariedade com a Venezuela, ante as constantes ameaças de intervenção. Os EUA têm que deixar de nos ameaçar. A Unasul deveria convocar uma reunião de emergência e fazer respeitar a soberania de um povo irmão”, disse, pelo Twitter.

Por sua vez, Muñoz afirmou, em Lima, que o Chile nunca estaria a favor “de uma intervenção militar ou de outra natureza na Venezuela”.

“Nos opomos aos golpes de Estado e ao uso da força; queremos uma saída pacífica, eleitoral, política para a situação”, disse o chanceler que, apesar disso, esteve reunido na capital peruana com outros representantes diplomáticos americanos e declarou rechaço às eleições presidenciais marcadas para 22 de abril.

O Partido Comunista do Chile também se pronunciou sobre as ameaças. Em nota, a agremiação fez um chamado aos “democratas para defender a soberania e autodeterminação dos povos. “A política exterior estadunidense, tanto no passado, como no presente, nos mostra que está disposta a avalizar intervenções militares e golpes de Estado. (…) Não ao intervencionismo dos Estados Unidos na Venezuela”, diz o comunicado.

 
Ameaças dos EUA

 
Há uma semana, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, fez uma viagem por México, Peru, Argentina e Colômbia logo após sugerir, em uma palestra na Universidade do Texas, que militares poderiam intervir na Venezuela.

Logo após a viagem de Tillerson, o presidente colombiano Juan Manuel Santos anunciou medidas para restringir a entrada de refugiados venezuelanos no país e mobilizou 3.000 unidades militares para “reforçar” o controle militar na fronteira.

No começo da semana, o procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, denunciou supostos planos colombianos, com apoio norte-americano, para uma invasão em seu país. "Da Colômbia, estão planejando nada mais, nada menos que um bombardeio militar, a invasão militar, a ocupação a sangue e fogo de um país pacífico como a Venezuela", afirmou, em discurso transmitido pela emissora estatal VTV. "Aqui vamos combater e vamos resistir. Não temos medo!", completou.

 
 

Fontes: Portal Vermelho/Telesur
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