quinta-feira, 31 de março de 2011

Lançamento do Teresina Rock terá volta da banda Gramophone

 

O festival Teresina Rock, que acontece dentro da programação do Salão Internacional de Humor do Piauí, faz lançamento oficial no dia 08 de abril no Bar do Churú. E a atração especial da noite será a volta aos palcos da banda teresinense Gramophone.

Depois de um ano e meio de hiato, a Gramophone volta com um novo show contendo músicas inéditas que estarão no disco que a banda deve gravar a partir de abril. Além do público, foram convidados para a festa os grupos Validuaté e Último Romance.

O lançamento acontece dia 08 de abril, às 22h00, no Bar do Churú, que fica na Rua Piauí, 943, próximo à UESPI. Já o festival Teresina Rock acontece entre os dias 09 e 15 de maio, dentro do Salão de Humor do Piauí.

Para lembrar o golpe

Não poderia haver manifestação mais representativa para marcar os 47 anos do golpe de 31 de março de 1964 do que a mais recente performance pública do deputado-capitão Jair Bolsonaro (PP-RJ). Ao dar ampla publicidade aos destemperos preconceituosos do parlamentar, a imprensa ajuda os mais jovens, que não viveram o período da ditadura, a entender a mentalidade que os militares tentaram impor à sociedade brasileira durante os vinte anos do regime.
Jair Bolsonaro é um representante típico daquele período, embora, para seu desgosto, não tivesse idade para assumir postos de poder. Nascido em Campinas, em 1955, ele era criança quando ocorreu o golpe, mas teve sua formação militar durante o regime autoritário. Suas referências são, portanto, de ouvir falar e das ordens do dia que recebia no quartel.
Liberdade desprezada
Ele parece não ter aprendido mais nada de1984 para cá, quando o Brasil iniciou seu processo de redemocratização. A oportunidade para mais uma de suas manifestações obscurantistas foi criada pelo programa CQC, transmitido na segunda-feira (28/3) pela Rede Bandeirantes.
Respondendo perguntas gravadas pela cantora Preta Gil, ele deu vazão a seus preconceitos contra homossexuais e negros. Posteriormente, ameaçado de processo por quebra de decoro, acovardou-se e tentou se justificar, dizendo que se confundiu com uma pergunta, embora ainda mantendo o tom agressivo que o caracteriza.
Ele escolheu um momento emblemático para tentar se explicar: o velório de outra personalidade pública, o ex-vice-presidente José Alencar Gomes da Silva. "Estou me lixando para gays", esbravejou o parlamentar.
No noticiário de quinta-feira (31/3), não há como escapar à comparação entre sua personalidade e a de Alencar, que recebe justificadas homenagens através da imprensa.
O episódio envolvendo Bolsonaro é um desses casos em que a liberdade de imprensa ajuda a entender o que são as demais liberdades. Ao exercer a liberdade de expressão que, como defensor das ditaduras, sempre desprezou, o deputado inspira um debate interessante sobre os limites da tolerância democrática.
Terrorismo e covardia
O capitão-deputado Jair Bolsonaro é personagem patético, cujas diatribes beiram o ridículo em ambientes menos obscuros. Sua presença na Comissão de Direitos Humanos da Câmara é uma dessas provocações.
Como militar, ele pertence à estirpe do hoje coronel Wilson Luiz Chaves Machado, que em 1981 foi um dos conspiradores que tentaram armar um ato terrorista durante um show de música no Riocentro, e que hoje se esconde da Justiça atrás de supostos interesses de Estado.
Talvez a imprensa pudesse aproveitar a grotesca manifestação do parlamentar para lembrar aos brasileiros do que são capazes personagens como esses. Para ilustrar os mais jovens sobre o padrão de covardia que se mantinha no regime militar, basta lembrar que o então capitão Wilson Machado foi um dos agentes que tentaram explodir uma bomba durante um show comemorativo do 1º de maio, em 1981, no Rio de Janeiro.
A bomba acabou explodindo no colo de seu companheiro de terrorismo, o sargento Guilherme Pereira do Rosário, o episódio vazou para a imprensa mas acabou abafado pelas pressões do governo militar e por conveniência de alguns grupos de comunicação.
No dia em que se registra mais um aniversário do golpe militar que remeteu a sociedade brasileira para o passado, talvez fosse o caso de rememorar um dos episódios mais representativos da mentalidade que predominava em certos setores das Forças Armadas, dos quais Jair Bolsonaro é representante no Congresso Nacional.
Também é apropriada a ocasião, produzida por Bolsonaro, para rememorar o episódio de 1981 no Riocentro, apontar os comandantes do atentado que colocaria em risco a vida de 18 mil jovens, e, por que não, esclarecer como agiram os veículos de comunicação na ocasião.
Seria um excelente contraponto às homenagens que se fazem ao outro personagem da semana, o ex-vice presidente José Alencar.

                                  Liberdade de expressão hoje e sempre!

EM DEFESA DAS ATRIZES DO PIAUI

A Paixão de Cristo em Bom Jesus deve atrair mais de oito mil pessoas. Pelo menos, essa é a expectativa da comissão organizadora do evento, que terá o ator Fernando Pavão como o protagonista, "ATÉ AÍ TUDO BEM" no papel de Jesus Cristo, e Gretchen como Maria Madalena.


Seria Gretchen melhor opção para um papel tão importante no espetaculo?...ou será que não temos um nome melhor por aqui?...depois dizem q teresina é o c... do mundo e a galera fica protestando!...Será que não fazemos por onde não?...ainda bem que não sou de Bom Jesus!!!!!!
 
                                   Isso é só uma questão de meu ponto de vista!

Tico Santa Cruz acusa Restart de cobrar pra receber fãs no camarim

            O roqueiro afirma que o grupo cobra para receber os admiradores após os show




Em um post publicado em seu blog, o vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, acusou os integrantes de banda Restart de cobrarem para receber os fãs no camarim após as suas apresentações. “Isso é o mais puro oportunismo. Atitude de quem não dá valor nenhum aqueles que lhes consideram importante”, escreveu.
Procurada, a banda, criada em 2008, negou que cobre para que os fãs sejam recebidos no camarim, mas admitiu que existe algo, que, vulgarmente, pode ser chamado de ‘kit camarim’, que traz, além de ingressos para os shows e produtos da banda, a possibilidade do fã chegar perto dos integrantes da banda. “Não temos tempo hábil para atender a todo mundo que vai aos nossos shows”, diz o vocalista Pe Lu.
Segundo o músico, os seguidores da banda, que ficaram conhecidos como ‘Família Restart’ ainda podem optar pela chamada ‘Photo Party’, na qual é marcada uma data, geralmente um dia antes do show, para que os fãs tirem fotos com seus ídolos. Tem direito a participar da ‘Festa da foto’ quem comprar ingresso para a apresentação.
“Sempre fomos ligados aos fãs e sempre fizemos de tudo para não perder essa proximidade. O “kit camarim” é só uma das diversas formas que as pessoas têm de ir ao camarim, a uma passagem de som ou de simplesmente dar um beijo na gente”, afirma Pe lu.
Essa não é a primeira vez que o cantor Tico Santa Cruz entra em uma polêmica com o Restart. No começo deste ano, o roqueiro afirmou, via Twitter, que o som dos garotos “parecia com a boneca Barbie”, provocando a ira dos fãs da jovem banda. Diante dos protestos que recebeu, escreveu, provavelmente se dirigindo aos fãs do grupo: “Foi mal aí, criançada. Sem revolução na creche.”
Tico, além de sustentar suas acusações, ainda diz que o Restart “infantiliza o rock brasileiro”. Já Pe Lu diz não ter nada contra o veterano roqueiro e que admira seu trabalho, independente de qualquer crítica que ele faça ao grupo.

Facebook supera metade do número de visitantes do Orkut

 Líder no Brasil, Orkut teve 32,41 milhões no mesmo período

 
                                     Facebook supera metade do número de visitantes do Orkut
                Segundo a ComScore, são 17,92 milhões de visitantes únicos em fevereiro
 
O Facebook, maior rede social do mundo, atingiu uma marca importante em fevereiro de 2011. No segundo mês do ano, o site teve 17,92 milhões de visitantes únicos no Brasil, e pela primeira vez superou a metade dos acessos do líder Orkut, do Google. A rede preferida dos brasileiros fechou o mês com 32,41 milhões de acessos, segundo dados publicados na edição desta quinta-feira (31) do jornal "O Estado de S. Paulo".
O Facebook terminou 2010 com 12,3 milhões de visitantes únicos, com crescimento de 45,5% no ano. Nos últimos seis meses, a audiência do site criado pelo americano Mark Zuckerberg disparou 65,7% no país. No mesmo período, o Orkut cresceu 2,85%.
A ComScore mede a audiência com base em usuários com mais de 6 anos. A companhia leva em conta acesso doméstico e corporativo, em empresas. Foram avaliados dados de 45,23 milhões de usuários.
Em julho de 2010, o Facebook atingiu a marca de 500 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo, número cinco vezes maior que os 100 milhões de cadastros no Orkut. O site do Google segue como o mais popular em apenas dois países: Brasil e Índia.
 
 

UM MOMENTO HISTÓRICO (ADEUS JOSÉ ALENCAR)

UM MOMENTO HISTÓRICO
(ADEUS JODE ALENCAR)

Quatro canhões fazem uma homenagem ao Ex-Vice-Presidente da republica, ele que governou o Brasil por oito anos ao lado de Luis Inácio Lula da Silva. Cerca de 200 pessoas acompanharam está ultima, a qual só participou à família e autoridades. A cerimônia final antecede a cremação de seu corpo e dura em torno de duas horas. Foi emocionante o momento em que o caixão chega ao local designado em Minas Gerais “sua terra natal” acompanhado por militares da aeronáutica e coberto com a bandeira do Brasil. Que à alma de José Alencar possa descansar em paz!...E que Deus o abençoes pela sua contribuição feita ao Brasil e és um exemplo de força por ter enfrentado essa cruel doença por onze anos. José Alencar morreu ao 79 anos.
Teresina quinta-feira, 31 de março de 2011
Homenagem deste blog à José Alencar.

U2 abre sequência de shows em cidade Argentina lotada de fãs

AFP 
Buenos Aires - A banda irlandesa U2 abriu nesta quarta-feira sua sequência de três apresentações na cidade argentina de La Plata, no meio da expectativa de milhares de fãs que lotaram os dois mil quartos de hotéis do distrito e até recorreram a casas particulares para se hospedarem.
A Prefeitura da cidade de La Plata indicou nesta quarta-feira que astão praticamente 100% ocupadas as 300 casas particulares inscritas para alojar os fãs da banda irlandesa, que também se apresentará no sábado e no domingo no Estádio Único do distrito, situado a cerca de 60 quilômetros de Buenos Aires.
Depois de acampar por dois dias em frente ao estádio, centenas de fãs entraram ansiosos no local do espetáculo em busca de uma boa posição para assistir ao grupo liderado por Bono, que nesta terça-feira foi recebido por mais de uma hora pela presidente argentina, Cristina Kirchner, na sede do Governo.
"O cantor irlandês pediu à governante argentina que como membro do G20 seja através desse grupo que fomente a produção e impulsione a tecnologia destinada à geração de vacinas", indicou um comunicado da Presidência.
O artista também solicitou a Cristina que transmita os conhecimentos locais sobre produção agrícola aos países em desenvolvimento e que "peça no G20 que todas as grandes empresas tornem públicos seus investimentos, os impostos que pagam e seus lucros", acrescentou a nota oficial.
Nos últimos dias, mais de mil funcionários trabalharam contra o tempo para deixar tudo pronto para a apresentação, na qual espera-se que 70 mil espectadores desfrutem do imponente palco circular do concerto "360º Tour".
O público espera que a banda repasse seus grandes sucessos e toque algumas das músicas de seu último trabalho, "No Line on the Horizon".
Os irlandeses chegaram no domingo à Argentina, onde também chegaram fãs de países vizinhos para assistir ao show, depois de sua passagem por Santiago do Chile, onde a banda prestigiou no sábado mais de 70 mil pessoas no começo de sua viagem latino-americana.
Esta é a terceira vez que o U2 se apresenta na Argentina, onde estreou em 1998 com três shows e retornou, em 2006, com outras duas apresentações.
Após sua passagem por La Plata, a banda continuará a turnê latino-americana por Brasil e México
.

Com novas e clássicos, Iron Maiden se apresenta na capital federal

A banda Iron Maiden fez mais um show nesta quarta-feira (30), o terceiro da turnê The Final Frontier no Brasil. Com pontualidade britânica, o fundador da "Donzela de Ferro", o baixista Steve Harris, o vocalista Bruce Dickinson, os guitarristas Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers e o baterista Nicko McBrain subiram ao palco às 21h09, após quatro minutos de uma introdução no telão com raios, fogos, meteoros e estrelas cadentes para a ansiedade dos brasilienses - nove mil segundo a Polícia Militar, 18 mil de acordo com a organização - que foram ao Estádio Mané Garrincha, na área central da capital federal.
Show esperado desde o Natal por João Octávio, 25, que, de máscara aguardava para desfrutar o presente de amigo oculto do irmão, Leandro Ferreira, 33, que levou pela segunda vez o filho Ian, de 10 anos, para ver o Iron. "Vimos o show anteontem no Rio, mas esquecemos de levar a máquina fotográfica. Hoje vamos registrar tudo em casa", comemorou o pai. E a banda tem essa magia de ser transmitida de geração para geração. Depois de passar pelo detector de metais, os pequenos Lucas Bastos, 9, e Pedro Fleury Moreira,7, bradavam em uníssono: "eles são demais! Não entendo tudo, mas eles são demais".
O público conferiu ao vivo músicas do novo disco. Foram 200 toneladas de equipamento em um cenário com um foguete gigante em uma base espacial. Logo na primeira música, o recado para os fãs: "aê Brasília!", saudou Dickinson ao cantar Sattleite 15 do Final Frontier. E não parou por aí: a interlocução com o público teve destaque antes da balada Coming Home "É bom ver vocês de novo em Brasília. E o Final Frontier? Gostaram? Que tal irmos para casa?", brincou o vocalista com os fãs.

Novo Disco
Após uma hora de performance arrebatadora da banda, Dickinson voltou a falar com a platéia. Desta vez, para comentar sobre o terremoto e o tsunami que devastaram o nordeste japonês. Bruce contou que a banda estava na Austrália há três semanas e que dedicavam Blood Brothers a todos que estavam sofrendo e tendo de reconstruir suas vidas. O palco salpicado de estrelas e efeitos de luz afastou a chuva fraca quando as enormes caixas de som soaram o eterno clássico 2 minutes to midnight. Outro momento tradicional foi na apresentação de Dance of Death, com execução impecável do trio de guitarristas e emocionante coro dos fãs.
Eddie
Show do Iron Maiden que se preze, tem que ter a presença do mascote da banda, Eddie. Nesta turnê, a figura apareceu ao final do espetáculo, nos hits Fear of death e Iron Maiden. Como um robô gigante de oito metros, o simpático monstrinho surgiu atrás da bateria de Nicko McBrain e fez um duelo com os guitarristas, para delírio do público, inclusive dos cadeirantes que tiveram área exclusiva para assistir a banda.
Confira a setlist:
Satellite 15... The Final Frontier
El Dorado
2 Minutes to Midnight
The Talisman
Coming Home
Dance of Death
The Trooper
The Wicker Man
Blood Brothers
When the Wild Wind Blows
The Evil That Men Do
Fear of the Dark
Iron Maiden

Bis:
The Number of the Beast
Hallowed Be Thy Name
Running Fre



Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, durante show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Foto: Ronaldo Silva/Divulgação
Dave Murray, no destaque, acompanha Bruce Dickinson no terceiro show da turnê nacional do disco The Final Frontier  Foto: Ronaldo Silva/Divulgação

13ª Poesia Tarja Preta leva Fernando Pessoa ao palco

    O coletivo Academia Onírica, realiza hoje a apresentação às 20 horas, no Canteiro de Obras.

A poesia de Fernando Pessoa vai ganhar forma e som durante a 13ª edição do Poesia Tarja Preta, uma realização do coletivo Academia Onírica, que acontece logo mais, às 20 horas, no Canteiro de Obras. Nessa edição Kilito Trindade – um dos acadêmicos do grupo – mescla suas poesias com as do escritor português, numa espécie de diálogo. “Decidimos mudar um pouco o formato do encontro, sempre com poesias de alguém da casa e de um poeta de fora. Montamos numa roda aberta, onde todo mundo pode participar”, explicou Demétrios Galvão, um dos sete oníricos da academia.

Ele explica que o formato do encontro é uma mistura entre poesia, sonoridades, exposições e vídeo. A sonoridade será comandada pela “Estação Gandaia”. A exposição vai reunir obras do artista plástico Miguel Arcanjo. “A exposição é projetada através de um datashow. Além disso é exibido um documentário. É imagem, som e poesia, reunidos no mesmo evento, interligando várias linguagens”, define Demétrios.

A última edição do evento foi realizado em janeiro desse ano. “Já temos um público fiel e muita gente nos questionava nas ruas o porquê de não termos realizado nenhum encontro nesses últimos meses”, disse.
Além de poesia, vídeo e som, os organizadores ainda incluíram na programação uma performance do ator Adalmir Miranda, que já tem uma experiência com Fernando Pessoa.

Na ocasião os membros da academia onírica vão aproveitar para divulgar o CD “Veículo QSP (Quantidade Suficiente Para)”. O trabalho reúne poemas do grupo e músicas da banda “Quaterão” e foi lançado em dezembro do ano passado. O CD tem o selo Trimera, que vem se firmando como marca de divulgação de produções culturais em Teresina.
A capa do disco traz um copo – americano, daqueles fáceis de serem vistos nos botequins, meio – cheio de comprimidos, sugerindo as doses de cachaça, em medidas conhecidas por quarteirão. A contra-capa vem como o copo virado.

O coletivo “Academia Onírica: poesia Tarja Preta” completou um ano em janeiro. Sobre a escolha da expressão “tarja preta”, Demétrios explica que a poesia atua como um remédio para a alma, mas não é um remédio qualquer. “É uma poesia para combater a esquizofrenia do mundo que vivemos”, justificou.
O Canteiro de Obras está localizado na rua Anísio de Abreu, no Centro.
 

Sabbath em Porto Alegre

Apostando nos clássicos de sua ex-banda, Black Sabbath, e dos discos de sua carreira solo nos anos 1980 e 1990, o roqueiro inglês Ozzy Osbourne abriu sua série de cinco shows no Brasil com uma apresentação de pouco mais de 1 hora e 30 minutos de duração na noite desta quarta-feira (30), no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre.
Sem surpresas no repertório, o reencontro do Príncipe das Trevas com seus súditos brasileiros repetiu as 15 canções apresentadas dois dias antes em Santiago, no Chile. Nada que decepcionasse os fãs do Pai do Metal, ávidos por ouvir os sucessos dos discos da primeira formação do Black Sabbath, que teve Ozzy como líder entre 1969 e 1978.
Ozzy Osbourne usa uma camisa do Grêmio, dentro do Gigantinho. (Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS)Ozzy Osbourne usa uma bandeira do Grêmio dentro do Gigantinho. (Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS)
Foram essas canções que marcaram os principais momentos do espetáculo, com mais de 12 mil pessoas cantando junto com Ozzy músicas como “War pigs”, “Iron man”, “Fairies wear boots”, além, é claro, de “Paranoid”, escolhida para encerrar a noite.
Também fizeram a plateia vibrar as performances da fase pós-Black Sabbath. O público entoou os consagrados refrões de “I don´t want to change the world”, “Road to nowhere”, “Shot in the dark” e “Mama, I´m coming home”, incluída no bis.
“Bark at the Moon” abriu o show, iniciado 30 minutos antes do horário anunciado pela organização, mas já com o Gigantinho lotado.
Bandeira do Grêmio
Logo na primeira música, uma provocação, provavelmente involuntária, do astro. Cantando no ginásio que pertence ao Internacional, e localizado ao lado do Estádio Beira-Rio, Ozzy se vestiu com uma bandeira do Grêmio, maior rival dos colorados, arremessada ao palco por um dos fãs. O gesto durou pouco, nem foi até o fim da música. Percebendo o incômodo de parte do público, uma assistente da produção retirou a bandeira das costas do cantor.

O deslize futebolístico com metade dos gaúchos foi consertado três músicas depois, quando Ozzy recebeu do público uma bandeira do Rio Grande do Sul. Colocou-a nas costas e a prendeu ao pescoço - lembrando um lenço gaúcho -, bem ao gosto do público local.
Apesar de dar nome à atual turnê internacional, o último álbum do cantor, “Scream”, cede apenas uma música para o show: “Let me hear you scream”. Foi a canção menos conhecida tocada no Gigantinho, estrategicamente colocada logo no início, antes do show engrenar com a sucessão de clássicos.
Ozzy Osbourne durante apresentação nesta quarta (30) em Porto Alegre (Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS)Ozzy durante apresentação nesta quarta (30) em Porto Alegre. (Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS)
Água e espuma
Desafiando seus 62 anos, o roqueiro mostrou vivacidade incomum para quem tem mais de seis décadas nas costas. Brincando com o público, jogou água e espuma nos fãs presentes na pista, com o auxílio de baldes e de uma mangueira.
Os baldes também serviam para Ozzy molhar o cabelo e o corpo, o que fazia em quase todo intervalo entre as músicas.
Com o microfone, no centro do palco, o ex-líder do Black Sabbath não abriu mão de pulos e danças ao cantar suas músicas. O ar juvenil desaparecia, no entanto, quando os passos curtos e a postura curvada ao caminhar de um lado para o outro denunciavam o peso da vida de excessos.
Para descanso do velho roqueiro, o setlist incluia a instrumental “Rat salad”, do Black Sabbath, momento que abre espaço para performances, algumas um tanto longas, da banda, principalmente do guitarrista virtuoso Gus G.
O Príncipe das Trevas volta a cantar no Brasil neste sábado (2), na Arena Anhembi, em São Paulo. Depois, o roqueiro ainda passará por três capitais: Brasília (5), Rio de Janeiro (7) e Belo Horizonte (9).
As músicas apresentadas em Porto Alegre:
1 - “Bark at the moon”
2 - “Let me hear you scream”
3 - “Mr. Crowley”
4 - “I don´t know”
5 - “Fairies wear boots”
6 - “Suicide solution”
7 - “Road to nowhere”
8 - “War pigs”
9 - “Shot in the dark”
10 - “Rat salad”
11- “Iron man”
12 - “I don´t want to change the world”
13 - “Crazy train”

Bis
14 - “Mama, I´m coming home”
15 - “Paranoid”

quarta-feira, 30 de março de 2011

Luta pela democratização da comunicação ganha força no Rio

Rio de Janeiro – A luta pela democratização da comunicação ganha força no Rio de Janeiro. Em 2011, três grandes plenárias já aconteceram no estado para discutir temas como o novo marco regulatório das comunicações no país e o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), entre outros. A mais recente, realizada na semana passada no Sindicato dos Jornalistas, contou com a participação de representantes de organizações da sociedade civil e aprovou um documento-base com base em diversas propostas. Além disso, está prevista para os próximos dias o lançamento da Frente Parlamentar pela Democratização da Comunicação e da Cultura, que deve reunir vereadores e deputados de diversos partidos.
No texto-guia que orientou as discussões da plenária, os movimentos sociais fazem um alerta quanto à “qualificação da intervenção e organização dos grandes grupos empresariais da mídia no último período”. São citadas entidades representativas desse setor, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner).
Estas entidades, segundo o texto, estariam associadas a organizações de direita como o Opus Dei e a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) e, com a criação de organizações intermediárias como o Instituto Millenium e o Palavra Aberta, patrocinariam, “além do boicote e da tentativa de desqualificação da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), uma campanha aberta e truculenta contra o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) e contra qualquer proposta de regulação da publicidade e de controle social da mídia”.
A plenária deliberou que a mobilização gerada pela 1ª Confecom, que teria arrefecido por conta do ano eleitoral, deve ser retomada com afinco em todo o Rio de Janeiro. O documento-base saúda a Conferência como fruto de “um amplo processo de mobilização do setor não empresarial da sociedade civil” e não esconde a expectativa de que o governo de Dilma Rousseff aprofunde esse processo: “a realização da 1ª Confecom e seu resultado marcam uma nova etapa de construção da luta pela democratização da comunicação no Brasil, deixando condições extremamente positivas para a sua retomada nos próximos anos”, diz o texto.
O apoio à presidenta Dilma também foi manifestado em outros momentos, como nos elogios à escolha de Paulo Bernardo para o Ministério das Comunicações e à condução até aqui do PNBL: “Ao indicar um quadro como Paulo Bernardo, o novo governo dá indícios de que o Ministério das Comunicações será fortalecido como instância de formulação e implementação de políticas públicas para o setor, ao invés de servir como moeda de barganha na composição política das forças que compõem o governo”.
Em relação ao PNBL, foram consideradas bem vindas pelos movimentos sociais algumas iniciativas já anunciadas pelo governo, como a criação de mecanismos que permitam o acesso ao financiamento do BNDES para os pequenos provedores e a decisão de dar à Telebrás um papel de destaque na condução do plano. No documento-base, está a proposta de que o PNBL garanta “redução de custos e massificação da oferta” do acesso à internet no país e que seja aplicado a partir de um “amplo processo de consulta e negociação envolvendo todos os segmentos sociais”.
Marco regulatório
O movimento pela democratização da comunicação no Rio de Janeiro também manifesta claro apoio à proposta de Marco Regulatório das Comunicações apresentada pelo governo Lula e pede que o ministro Paulo Bernardo torne público o conteúdo do projeto apresentado pelo então chefe da Secretaria de Comunicação (Secom) do governo federal, Franklin Martins: “Nos parece urgente que o projeto em questão seja o mais brevemente possível divulgado, para que se possa garantir um amplo processo de debate na sociedade, com audiências públicas, seminários e consultas”.
A plenária também fechou posição em defesa da implementação do Conselho de Comunicação Estadual do Rio de Janeiro, a partir do aperfeiçoamento de um projeto apresentado ano passado na Assembléia Legislativa (Alerj) pelo deputado estadual Paulo Ramos (PDT). O movimento também defende a criação de conselhos municipais de comunicação: “Além da importância local para a democratização da comunicação, os conselhos municipais poderão cumprir importante papel de referência política para a nossa luta em nível estadual”, diz o texto-base.
Frente parlamentar
Alguns parlamentares do Rio de Janeiro também rearticulam sua movimentação pela democratização da comunicação. Durante um ato realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, também na semana passada, foi anunciada a criação da Frente Parlamentar pela Democratização da Comunicação. Além de diversos vereadores e alguns deputados, participaram do anúncio o jornalista e professor de comunicação, Muniz Sodré, e a integrante do Conselho Federal de Psicologia, Roseli Goffman, entre outros.
Principal articulador e futuro presidente da frente parlamentar, que deve ser oficialmente lançada na Câmara Municipal no início de abril, o vereador Reimont (PT) afirma que o objetivo é intervir nas discussões local e nacional sobre comunicação: “Queremos entender como é que, no Rio de Janeiro, a gente pode engrossar esse caldo que já existe no Brasil inteiro para discutir a democratização não só da comunicação como também da cultura”, diz.
Apesar de a legislação não permitir o trabalho conjunto de vereadores e deputados em uma mesma frente parlamentar, Reimont avalia que a frente lançada na Câmara Municipal, com o apoio inicial de 26 vereadores, servirá como ponto de partida para aglutinar diversos parlamentares fluminenses envolvidos com a luta pela democratização da comunicação: “A frente é pluripartidária, mas tem uma posição coesa, pois os parlamentares que enfrentam de fato essa questão são pessoas mais ideológicas, mas envolvidas com a esquerda da política”, avalia Reimont, citando como principais parceiros os deputados federais Alessandro Molon (PT) e Chico Alencar (PSOL), os deputados estaduais Marcelo Freixo (PSOL), Róbson Leite (PT) e Gilberto Palmares (PT) e os vereadores Eliomar Coelho (PSOL) e Paulo Pinheiro (PPS).

Decretos de 1995 e 1996 estenderam para as concessões de radiodifusão as licitações válidas para a prestação de outros serviços públicos. Acreditava-se que teria fim a utilização das concessões de rádio e TV como moeda de barganha política.

Logo se viu, todavia, que pelo menos duas "brechas" legais permitiriam a continuidade do "coronelismo eletrônico": as outorgas de radiodifusão educativa e as chamadas "retransmissoras mistas" de rádio e TV estavam dispensadas de licitação. Além disso, uma lei de 1998 também excluiu a radiodifusão comunitária.
Catorze anos depois que as primeiras licitações foram realizadas, a avaliação que se pode fazer é, no mínimo, constrangedora.
Em artigo recente no Observatório da Imprensa (ver "Critérios técnicos não servem para nada"), o consultor legislativo Cristiano Lopes mostrou que mais de 93% das licitações concluídas desde 1997 foram vencidas pela empresa que apresentou a melhor oferta.
Os critérios técnicos – tempo destinado na programação a conteúdos jornalísticos, educativos e culturais; e programas produzidos na própria área de prestação do serviço- são sempre incluídos nas propostas.
Mais de 90% das propostas técnicas apresentadas obtiveram nota máxima. Na maior parte das licitações os concorrentes empatam na avaliação técnica e é apenas a proposta de preço que define o vencedor.
Marco regulatório
Como inexiste a fiscalização do Estado no que se refere ao cumprimento daquilo que é proposto, as empresas vencedoras simplesmente não cumprem a proposta.
A reportagem de ontem [27/3] da Folha revela agora um outro lado do total fracasso das licitações: não há nenhum controle do Estado em relação a quem de fato se candidata, vence ou coloca em operação uma emissora de rádio e televisão.
A reportagem levanta três hipóteses para explicar o uso de laranjas: lavagem de dinheiro; evitar acusações de exploração política e burlar a regra que impede igrejas de serem concessionárias.
Qualquer delas constitui ilícito e deveria ser objeto de investigação. Ou não?
Confirma-se a necessidade urgente de que a radiodifusão seja repensada e o Estado proponha, finalmente, um marco regulatório para o setor de comunicações.

Kyuss Live! confirma único show no Brasil

                                 






A veterana banda Kyuss, que voltou à ativa no ano passado como Kyuss Live!, confirmou através de sua agenda no MySpace que virá pela primeira vez ao Brasil.

O show do quarteto está agendado para o dia 13 de novembro e será realizado no palco da Clash Club. Por enquanto esse é o único show confirmado no país. A turnê pela América do Sul inclui ainda shows no Chile e na Argentina.

Considerado um dos precurssores do Stoner Rock, o Kyuss foi formado no final dos anos 80 e encerrou as atividades em 1995. Entre seus integrantes da formação original estava Josh Homme que, posteriormente, ficaria conhecido à frente do Queens of the Stone Age.

A atual formação conta com John Garcia (voz), Bruno Fevery (guitarra), Nick Oliveri (baixo) e Brant Bjork (bateria).
13/11/2011 - São Paulo/SPClash Club - Rua Barra Funda, 969

AVRIL LAVIGE MOSTRA SEU TALENTO COMO SURFISTA NA AUSTRALIA



APROVEITE E CURTA ESSE VIDEO DELA

Que ela sabe cantar, todo mundo sabe. E que também é bem sucedida no mercado fashion, já não é mais segredo para ninguém. Mas muitos fãs de Avril Lavigne ficaram impressionados com um "novo" talento da cantora: o surf.

Sim, pelo Twitter, a canadense deixou os fãs a par de seu dia em Manly Beach, em Sidney. Além de dar os detalhes sobre suas ondas, a cantora postou também uma foto em plena ação em cima da prancha (ao lado).

"Acabei de surfar em uma onda de 4 pés em uma prancha de sete pés. Minha menor prancha e maior onda até hoje! Estou cansada agora", disse Avril.

Ainda pela Twitter, a cantora prometu aos fãs que vai postar um vídeo dela surfando no WTH.TV, seu canal oficial de vídeos.
Avril Lavigne

Leitores da Rolling Stone americana escolhem Joshua Tree do U2 como melhor dos anos 80

 

U2 letras
Joshua Tree de 1987 foi escolhido pelos leitores do site da Rolling Stone americana o melhor disco dos anos 80. O segundo lugar ficou com Appetite for Destruction do Guns n' Roses seguido por Thriller de Michael Jackson, Born in the U.S.A. de Bruce Springsteen e Purple Rain de Prince.

O resto do top 10 traz algumas supresas. Como a presença dos ingleses dos
Smiths e Cure (The Queen is Dead e Disintegration respectivamente em sétimo e nono lugar) e de duas bandas de rock pesado (Back in Black do AC/DC em sexto e Master of Puppets do Metallica na décima posição). O oitavo disco escolhido foi London Calling do The Clash.
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U2 letras
Joshua Tree foi o álbum que tornou o U2 mega. Nele estão alguns dos maiores sucessos do grupo com presença obrigatória até hoje nos shows como With Or Without You, Where The Streets Have No Name e I Still Haven't Found What I'm Looking For além de faixas menos conhecidas mas queridas pelos fãs da banda como Running To Stand Still.

O
U2 começou na última sexta-feira no Chile sua turnê latino-americana que os levará ainda para a Argentina e o Brasil (nos dias 09, 10 e 13 de abril).

A maior surpresa do setlist foi justamente uma canção de
Joshua Tree. A raramente tocada ao vivo One Tree Hill que contou com a presença da cantora chilena Francisca Valenzuela. Bono disse que "essa é uma canção que tocamos apenas em ocasiões muito especiais". Confira o vídeo abaixo e torça para que o grupo também prepare alguma surpresa para o Brasil.

Owl City lança mais uma música: "Alligator Sky"

O autor de "Fireflies", hit que tomou conta das rádios em 2009 e 2010, lança mais um single. Dessa vez, com a participação do rapper Shawn Chrystopher.
 
O ritmo pop e agradável de ouvir da nova canção Alligator Sky nos faz lembrar por que Fireflies fez tanto sucesso um tempo atrás: o som cai como uma luva para nos ouvidos dos fãs de pop.

Na nova
Alligator Sky, Adam Young conta com a participação do rapper Shawn Chrystopher ainda desconhecido no Brasil.

Essa parceria deu um resultado muito bom, que chega a lembrar a música
Airplanes (Ft. Hayley Williams), do rapper B.O.B., ou até mesmo Billionaire (feat. Bruno Mars), de Travie McCoy.

Não deixe de conferir a seguir o novo single
Alligator Sky, do Owl City, que estará em "All Things Bright And Beautiful", o próximo álbum da banda:


 

U.D.O.: Ingressos à venda para único show no país

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                                                  CURTA ACCEPT - BALLS TO THE WALL
Udo Dirkschneider, fundador e vocalista original do Accept, volta ao Brasil para um único show na capital paulista. O vocalista vem com sua banda U.D.O., formada por Stefan Kaufmann (guitarra), Igor Gianola (guitarra), Fitty Wienhold (baixo) e Francesco Jovino (bateria).

A apresentação em São Paulo acontece no próximo dia 07 de maio de 2011 no Carioca Club. O repertório do show contará com grandes clássicos do Accept e sucessos da carreira do U.D.O. Faixas do novo album do grupo, “Rev Raptor”, o 13º na carreira, que chega ao mercado em maio, também serão apresentadas ao público.
Confira o serviço do show:07/05/2011 - São Paulo/SPCarioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Horário: 19h00
Ingressos: R$ 60,00 (Pista, meia-entrada), R$ 80,00 (Pista, promocional), R$ 90,00 (Camarote, meia-entrada) e R$ 130,00 (camarote, promocional)
Vendas online:
www ticketbrasil com br
Posto de Venda na Galeria do Rock: Die Hard (11 3331-3978)
Classificação etária: 14 anos (menores de 14 anos acompanhados dos pais ou responsável legal)
Informações:
www.radiocorsario.com.br

Dave Grohl diz que Foo Fighters fez pausa para poupar os fãs

 . Foto: Getty Images

Depois de um hiato de quase quatro anos, o Foo Fighters lança no dia 12 de abril Wasting Light, sétimo álbum de estúdio do grupo. A pausa, explicou o líder Dave Grohl, foi para não cansar os fãs. As informações são do site musical Gigwise.
Em entrevista para a revista Q Magazine, o vocalista da banda disse: "nós estávamos trabalhando em um ciclo de lançar um álbum a cada dois anos nos últimos 15 anos. Nós estávamos cansados de voar o mundo inteiro fazendo shows cinco vezes por semana. Mas mais do que isso, eu comecei a pensar: 'Será que eles (os fãs) não estão cansados da gente ainda?'"
O músico ainda acrescentou: "Há mais de uma década a banda toca em grandes festivais todo o verão; estamos nas rádios toda a hora. Se eu fosse um fã estaria cheio da gente."
Como parte de divulgação do novo disco, o Foo Fighters lança o documentário Back and Forth, que conta a história da banda desde o início da carreira, e tem shows marcados até o segundo semestre na América do Norte e Europa.

terça-feira, 29 de março de 2011

Laranjas compram rádios e TVs do governo federal

Donas de casa e cabeleireira são proprietárias de concessões milionárias. Por trás das empresas há igrejas, políticos e especuladores que, assim, conseguem ocultar a participação
Empresas abertas em nome de laranjas são usadas frequentemente para comprar concessões de rádio e TV nas licitações públicas realizadas pelo governo federal, aponta levantamento inédito feito pela Folha.
Por trás dessas empresas, há especuladores, igrejas e políticos, que, por diferentes razões, ocultaram sua participação nos negócios.
Durante três meses, a reportagem analisou os casos de 91 empresas que estão entre as que obtiveram o maior número de concessões, entre 1997 e 2010. Dessas, 44 não funcionam nos endereços informados ao Ministério das Comunicações.
Entre seus "proprietários", constam, por exemplo, funcionários públicos, donas de casa, cabeleireira, enfermeiro, entre outros trabalhadores com renda incompatível com os valores pelos quais foram fechados os negócios.
Alguns reconheceram à Folha que emprestaram seus nomes para que os reais proprietários não figurem nos registros oficiais. Nenhum, porém, admitiu ter recebido dinheiro em troca.
Há muitas hipóteses para explicar o fato de os reais proprietários lançarem mão de laranjas em larga escala.
Camuflar a origem dos recursos usados para adquirir as concessões e ocultar a movimentação financeira é um dos principais.
As outras são evitar acusações de exploração política dos meios de comunicação e burlar a regra que impede que instituições como igrejas sejam donas de concessões.
Não há informação oficial de quanto a venda das concessões públicas movimentou. De 1997 a 2010, o Ministério das Comunicações pôs à venda 1.872 concessões de rádio e 109 de TV. Licitações analisadas pela reportagem foram arrematadas por valores de até R$ 24 milhões.
Também não existem dados oficiais atualizados sobre as licitações disponíveis para consulta. As informações do ministério deixaram de ser atualizadas em 2006.
Para chegar aos donos das empresas, a Folha cruzou informações fornecidas pelo governo com dados de juntas comerciais, cartórios, da Anatel e do Senado, que tem a atribuição de chancelar as concessões.
Em nome de Deus
Pessoas que admitiram ter emprestado seus nomes dizem que o fizeram por motivação religiosa ou para atender a amigos ou parentes.
Donos, respectivamente, das Rádio 630 Ltda. e Rádio 541 Ltda., João Carlos Marcolino, de São Paulo, e Domázio Pires de Andrade, de Osasco, disseram ter autorizado a Igreja Deus é Amor a registrar empresas em seus nomes para ajudar a disseminar o Evangelho.
Políticos também podem estar por trás de empresas. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, é apontado pelo sócio no papel da Paraviana Comunicações como o real dono da empresa, que comprou duas rádios FM e uma TV em licitação pública.
Em e-mail enviado à Folha, João Francisco Moura disse que emprestou o nome a pedido do amigo Geraldo Magela Rocha, ex-assessor e hoje desafeto de Jucá.
Magela confirmou a versão. O senador foi procurado quatro vezes pela reportagem para responder à acusação, mas não se pronunciou.
O radialista e ex-deputado estadual Paulo Serrano Borges, de Itumbiara (GO), registrou a Mar e Céu Comunicações em nome da irmã e do cunhado. A empresa comprou três rádios e duas TVs por R$ 12,7 milhões e, em seguida, as revendeu.
Borges disse apenas que usou o nome da irmã por já ter outras empresas em seu nome, sem dar mais explicações. E que revendeu as concessões por não ter dinheiro para montar as emissoras.
Chama a atenção o fato de que algumas concessões são adquiridas com ágio de até 1.000%. Empresários do setor ouvidos pela Folha dizem que as rádios não são economicamente viáveis pelos valores arrematados. O setor não tem uma explicação comum para esse fenômeno.
A rádio de Bilac (SP), por exemplo, foi vendida por R$ 1,89 milhão, com 1.119% de ágio sobre o preço mínimo do edital. A empresa está registrada em nome de uma cabeleireira moradora de Itapecerica da Serra (SP).

Comércio ilegal de rádio e TV funciona sem repressão

No rastro das licitações de venda de concessões de rádio e TV surgiu um mercado ilegal de emissoras que o governo, reconhecidamente, não reprime.
Concessões recém-aprovadas pelo governo estão à venda abertamente em sites especializados na internet, contrariando a lei.
A legislação só permite a transferência de controle de emissoras depois de cinco anos em funcionamento, e ainda assim com autorização do governo e do Congresso, que aprova cada concessão.
Antes do prazo, só é permitida a transferência de 50% das cotas. Mas as concessões mudam de mãos por contratos de gaveta.
O secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins de Albuquerque Neto, reconhece que não tem meios para coibir o comércio ilegal.
Segundo ele, os contratos de gaveta devem ser investigados por Polícia Federal e Ministério Público, assim como o uso de laranjas para a compra de concessões.
Como a Folha revelou ontem, os laranjas são usados para camuflar os reais donos de veículos de comunicação -em geral especuladores, políticos e igrejas.
Aparência Legal
A Folha apurou que igrejas são os principais clientes desse mercado. Elas adquirem principalmente rádios em sites que trazem links do Ministério das Comunicações e da Anatel para dar aparência de legalidade.
O site Radiodifusão & Negócios, por exemplo, anuncia a venda de uma rádio FM "por montar" em São Paulo por R$ 4,8 milhões.
Emissoras educativas e retransmissoras de TV, distribuídas gratuitamente, também estão à venda em outros sites e por corretores autônomos. Os preços variam de acordo com o local.
A venda é feita por meio de um contrato de transferência imediata de 50% do capital da empresa, e de direito de opção sobre os 50% restantes. Assim, o vendedor não pode recuar do compromisso com o comprador.
Simultaneamente, o comprador recebe uma procuração que lhe dá poderes para responder pela empresa junto ao Ministério das Comunicações e à Anatel.
Sem se identificar, a reportagem conversou com um vendedor, pelo celular, sobre o aluguel de rádios a igrejas.
"O contrato é assinado com pagamento adiantado de dois meses de aluguel. A igreja fica com o comando total da rádio. É assim que funciona", disse o corretor.
A Folha não conseguiu localizar os responsáveis pela página na internet.

segunda-feira, 28 de março de 2011

ATO DE REPULSA

CURIOSIDADES DE UM PAÍS DE LOUCOS
Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata !

Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.


Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado , com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, Mas não passa de um mero estafeta de correspondências, e ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.

O INSS paga a um médico por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito a importância de R$ 70,00 , o que equivale ao que uma
diarista cobra para fazer a faxina num apartamento de dois quartos.

PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE, NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA , ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO.



OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS E VEREADORES.


TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA
BRASILIENSE COSA NOSTRA
O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS.
JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNARMOS. PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.
VALE A PENA TENTAR.

PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA
.. REPASSE, NÃO SEJA OMISSO. NA ÉPOCA DO COLLOR A IMPRENSA SE MOVIMENTOU E DEU NO QUE DEU, HOJE A IMPRENSA É REFEM DO GOVERNO, POIS ESTÁ PENDURADA EM DÍVIDAS DE IMPOSTOS E NÃO PODE REPETIR A DOSE.


NÃO TENHO UMA GOTA DE MEDO EM COLOCAR ESSE ATO EM MEU BLOG!!!!

Rompimento de grade cancela show do Iron Maiden no Rio

Algumas pessoas que estavam próximas da grade, inclusive fotógrafos, tiveram ferimentos leves.

Iron Maiden faz show em clima de "paz e amor" no estádio do Morumbi, em São Paulo, na noite de sábado
 
O rompimento de uma grade que separava o público do palco montado para o show da banda Iron Maiden no Rio provocou o cancelamento do espetáculo na noite deste domingo.

De acordo com a polícia, o acidente ocorreu logo após a banda tocar a primeira música. Algumas pessoas que estavam próximas da grade, inclusive fotógrafos, tiveram ferimentos leves.
A banda se recolheu e o placo ficou vazio por alguns instantes. Pouco antes das 22h, o vocalista Bruce Dickinson e uma tradutora comunicaram o público que o show seria cancelado por motivo de segurança.


O público protestou ao receber a notícia, vaiou, mas não houve tumulto.

O show foi remarcado para esta segunda-feira (28) a partir das 20h, e ainda não foi divulgada nenhuma informação sobre a possibilidade de devolução dos ingressos.

Iron Maiden faz show em clima de "paz e amor" no estádio do Morumbi, em São Paulo, na noite de sábado

domingo, 27 de março de 2011

Músico e escritor pernambucano Lula Côrtes morre em Recife


Sergio Figueiredo/Folhapress

O musico, produtor e escritor Lula Côrtes, gravou com Zé Ramalho o álbum "Paêbiru", considerado o mais raro do Brasil

O artista pernambucano Luiz Augusto Martins Côrtes, conhecido como Lula Côrtes, 61, morreu na madrugada deste sábado (26) no hospital Barão de Lucena, em Recife. O artista foi um dos pioneiros na mistura do rock com ritmos nordestinos.
O corpo do artista foi velado nesta manhã na Câmara de Jaboatão dos Guararapes (região metropolitana de Recife), município onde ele trabalhava como assessor especial da prefeitura.
O enterro dele está marcado para as 16h de hoje, no cemitério da Muribeca, também em Jaboatão dos Guararapes. Ele tinha câncer na garganta.
Côrtes foi cantor, compositor, artista plástico e escritor. Uma das obras mais famosas do artista foi o disco "Paêbirú", gravado na década de 1970 com Zé Ramalho.
Considerada a principal expoente da chamada psicodelia nordestina, a obra é uma das mais procuradas por colecionadores porque, em 1975, uma enchente que atingiu Recife destruiu quase todas as cópias do vinil, exceto 300 delas que estavam na casa de Côrtes.

Jamiroquai editam novo álbum em Novembro



Os Jamiroquai, que integraram o cartaz do Festival Sudoeste deste ano, editam em Novembro um novo álbum, «Rock Dust Light Star». Recentemente tinha sido avançado 2011 como data para o novo disco.
O álbum, o sétimo do grupo inglês, será antecedido pelos singles «White Knuckle Ride» e «Blue Skies», refere uma nota da Universal Music. Às pistas de dança chegam no final do mês as remisturas de «White Knuckle Ride», feitas por Seamus Haji, Monarchy.
Os álbuns do grupo funky venderam mais de 25 milhões de exemplares, numa carreira de 18 anos.
«Com ¿Rock Dust Light Star¿ os Jamiroquai afastaram-se do som que ajudaram a popularizar e viraram-se para um som mais orgânico, ao vivo. Este movimento revitalizou a banda e produziu o seu álbum mais empenhado e vital em muitos anos», lê-se na nota de imprensa da Universal Music.
O líder da banda, Jay Kay, citado pelo comunicado da editora, afirma que este álbum é mais «orgânico» e «vivo» tendo todo o disco sido feito «de seguida» e «é a gravação de uma banda real».
«Tudo o que está no disco é ao vivo. É um disco de uma banda verdadeira. O álbum anterior era fantástico, mas todo ele foi um pouco estéril. Desta vez, capturámos o fluir das nossas atuações ao vivo», afirma Jay Kay.
O álbum foi gravado maioritariamente no estúdio caseiro de Kay, em Buckinghamshire, e também no estúdio Hook End Manor, em Oxfordshire.
Totalmente composto por Kay e os seus companheiros de banda, o álbum é também produzido por Kay, juntamente com Charlie Russell e Brad Spence, que se estreiam com a banda.
Os Jamiroquai conquistaram já cinco Prémios MTV, um Ivor Novello e um Grammy.


sábado, 26 de março de 2011

Winehouse está apavorada com canções que ex vai lançar

Amy Winehouse
Amy Winehouse está apavorada porque seu ex-namorado, Alex Clare, vai lançar um disco em breve com músicas que falam do relacionamento do casal. Segundo uma fonte disse ao jornal "The Sun", ela não para de falar sobre o assunto.
"Amy está apavorada que ele revele tudo sobre a relação dos dois. A pior coisa é que ela sabe que a música é boa, então ela imagina que vão fazer sucesso", diz. 

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cavalera Conspiracy vai abrir show do Iron Maiden em São Paulo

Será a segunda apresentação da banda dos irmãos Cavalera no país.
Bruce Dickinson e Cia. tocam no Estádio do Morumbi em 26 de março.

Do G1 RJ
A banda Cavalera Conspiracy (Foto: Divulgação)A banda Cavalera Conspiracy (Foto: Divulgação)
O Cavalera Conspiracy, nova banda dos irmãos Max e Igor Cavalera, foi anunciada como atração de abertura do show do Iron Maiden no dia 26 de março, no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Essa será a segunda apresentação do grupo no país, que lança no mesmo mês seu segundo álbum.
O projeto inclui, além dos irmãos Cavalera (Max nos vocais e guitarra; e Igor na bateria), Marc Rizzo, guitarrista do Soulfly; e Johnny Chow, baixista.
Batizada inicialmente como Inflikted, o grupo lançou seu primeiro álbum, homônimo, em 2008. O segundo disco, já com a banda rebatizada, está previsto para chegar às lojas de todo o mundo em março, com o título "Blunt force trauma".
Trechos da primeira música de trabalho, chamada “Killing inside”, já foram disponibilizados na internet através do site oficial da banda.
Além de São Paulo, o Iron Maiden toca também no Rio de Janeiro, Brasília, Belém e Curitiba. A venda de ingressos para todos shows, exceto Brasília, já podem ser compradas nos sites http://www.livepass.com.br/, bis.showdeingressos.com.br e http://www.ingressorapido.com.br/.
Iron Maiden no Brasil
São Paulo
Quando: 26 de março (sábado), às 21h30
Onde: Estádio do Morumbi
Quanto: de R$ 100 (arquibancadas azul, vermelha, laranja e especial vermelha) a R$ 350 (pista premium)
Rio de Janeiro
Quando: 27 de março (domingo)
Onde: HSBC Arena
Quanto: R$ 60 (cadeira nível 3) a R$ 400 (pista premier)
Brasília
Quando: 30 de março (quarta)
Onde: Estacionamento do Ginásio Nilson Nelson
Belém
Quando: 1 de abril (sexta-feira)
Local: Parque de Exposições
Quanto: de R$ 170 (pista) a R$ 500 (camarote)
Recife
Quando: 03 de abril de 2011 (domingo)
Onde: Estacionamento do Centro de Convenções
Quanto: de R$ 80 (pista, 1º lote) a R$ 300 (Front Stage, 1º lote)
Curitiba
Quando: 05 de abril de 2011 (terça-feira)
Onde: Estacionamento do Expotrade
Quanto: de R$ 100 (pista, 2º lote) a R$ 310 (pista VIP, 2º lote)

Lobão mete o pau em Fiuk, Restart, Luan Santana e Cia

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