sábado, 30 de julho de 2011

Felipe Xavier no Encontro Sou do Rádio

O DOUTOR PINPOLHO


Felipe Xavier no Encontro Sou do Rádio
Na ultima sexta feira, 29 de julho as 16 hs, irá aconteceu mais um  “Encontro Sou do Rádio na Radioficina” com transmissão ao vivo no portal. Desta vez, o convidado especial para um bate papo descontraído com Cyro César é o radialista Felipe Xavier, do programa humorístico “Chuchu Beleza”,  apresentado  na Jovem Pan 100.9 em São Paulo e retransmitido em mais de  160 emissoras pelo Brasil inteiro.
 
O quadro tem o intuito de apresentar aos internautas do Sou do Rádio os radialistas que fazem o rádio acontecer em meio a tanto sucesso. Em parceria com a Cross Host e a escola Radioficina, o primeiro encontro aconteceu com o radialista e publicitário Irineu Toledo, e desta vez com todo o humor do rádio brasileiro, as perguntas serão para Felipe Xavier, autor e interprete do famoso Dr. Pimpolho e tantos outros personagens.
  
Aguardem o video com a reportagem em breve aqui
mais curta um agora abaixo:

Fernando Sanches comenta saída do CPM 22

"Percebi que não rolava mais a partir do momento em que eu estava há um mês dormindo quatro horas por dia", conta o músico


O CPM 22, ainda com seu ex-baixista Fernando Sanches (dir.)







 

Após seis anos no comando do contrabaixo no CPM 22, o baixista Fernando Sanches anunciou seu desligamento do grupo em uma carta conjunta da banda para os fãs, publicada nesta quinta, 28. No texto, os integrantes remanescentes (Badauí, Japinha e Luciano) fazem questão de esclarecer a inexistência de qualquer tipo de atrito que tenha causado a saída dele, que assumiu o instrumento após a saída de Portoga, em 2005.

"Percebi que não rolava mais a partir do momento em que eu estava há um mês dormindo quatro horas por dia e distante do meu filho. Dentro da banda não houve nada, na verdade todos ficaram surpresos com minha decisão", conta Fernando, em entrevista à
Rolling Stone Brasil. Questionado se fato semelhante pode ter levado ao principal compositor e guitarrista do grupo, Wally, a sair em 2009, ele se mantém imparcial: "Pode ser também. Cansei um pouco dessa coisa de 'banda grande', acho meio chato trabalhar com prazos. É até meio cruel com o artista. Pra mim não funciona muito".

Aparentemente, Fernando não demonstra receio de se arrepender no futuro com sua decisão. "Tenho trabalhado demais nos últimos tempos. Tive alguns problemas familiares, que prefiro não entrar em detalhes. É uma decisão que eu tinha tomado há muito tempo, mas que esperei a banda se estabilizar para tomar", conta. "Eu percebo que não conseguia dar 100% de mim. Ninguém me cobrava isso, mas eu sentia. Estou feliz com o que faço agora, cuidando do estúdio da família."


Sobre o disco novo,
Depois de um Longo Inverno, o primeiro de inéditas do CPM 22 desde Cidade Cinza, de 2007, ele afirma que a recepção do público foi uma "surpresa, e a banda está muito animada com a repercussão, que foi além das expectativas".

O CPM 22 já escolheu um novo baixista, Heitor Gomes (confira a primeira imagem de Heitor com a banda, na galeria de fotos), recomendado pelo próprio Fernando. Ele tocou por sete anos com o Charlie Brown Jr., e recentemente saiu após o retorno do baixista original da banda, Champignon, ao grupo .


A banda o apresentou durante um ensaio via Twitcam nessa sexta, 29, às 19h. A estreia do novo integrante acontecerá em um show no Kazebre Rock Bar, em São Paulo, no dia 6 de agosto. Badauí (vocais), Japinha (bateria) e Luciano (guitarra) permanecem como integrantes originais da banda, em atividade desde 1995.
 

A lição digital

Do computador à lousa digital, pesquisas inéditas mostram quando e como a tecnologia realmente funciona na escola
Patricia Stavis/Época
Alunos do 6º ano da Graded School, de São Paulo. Pesquisa em bancos de dados e vídeos para aprender sobre fotossíntese
Poucos segundos depois de bater o sinal que anunciava o início da aula de ciências, os alunos do 6º ano começaram a entrar na classe da professora Leika Procopiak, cada um carregando seu próprio laptop, trazido de casa. Ao se acomodar nas mesas, nenhum deles tirou da mochila um caderno ou um livro. Abriram seus computadores, conectaram-se à internet (sem fio e de alta velocidade) e estavam prontos para aprender a lição do dia: fotossíntese. “Cada dupla decide quais das atividades fará hoje”, disse ela, no início da aula.
Sem usar a lousa e movimentando-se pela sala, Leika passou os 80 minutos seguintes orientando pesquisas em bancos internacionais de dados on-line sobre fontes de energia. Ajudou a fazer simulações gráficas de como variações da luz e da temperatura podem afetar o resultado da fotossíntese. Corrigiu exercícios propostos a partir de vídeos a que os alunos assistiram em sites especializados na web. Depois, cada dupla de alunos produziu um relatório, compartilhado com os colegas e com a professora pelo serviço de arquivos on-line Google Docs. O sinal marcando o fim da aula bateu e nenhum caderno saíra das mochilas.
Essa aula aconteceu na Graded School, uma das melhores escolas de São Paulo. É o tipo de atividade com que sonham pais deslumbrados com a parafernália tecnológica que atualmente é alardeada por colégios particulares. Escolas que muitas vezes cobram mensalidades mais altas por isso. Há mais de 25 anos tenta-se comprovar a eficácia do uso da tecnologia no ensino. Mas depois de tanto tempo, e de tanto marketing, ainda resta a pergunta: usar tecnologia para ensinar faz os alunos aprender mais?
A resposta é sim. Dois estudos inéditos demonstram como a tecnologia ajudou a melhorar as notas de alunos da rede pública. A Fundação Carlos Chagas (FCC) acaba de concluir uma avaliação dos alunos de todas as escolas públicas do município de José de Freitas, no interior do Piauí, que desde o início de 2009 estudam com o apoio de lousas interativas, laptops individuais e softwares educativos. De acordo com o estudo, esses alunos melhoraram sua média de matemática em 8,3 pontos, enquanto os que não usaram a tecnologia avançaram apenas 0,2 ponto. O segundo estudo, da Unesco, braço das Nações Unidas para a educação, avaliou o desempenho de alunos de escolas públicas de Hortolândia, em São Paulo, que usaram salas de aula com lousa digital e um computador por aluno. O avanço foi de duas a sete vezes em relação aos colegas em salas de aula comuns.


O sucesso, porém, depende de como a tecnologia é usada. Não adianta trocar o caderno por notebook ou tablet sem ter estratégias e conteúdo para usá-los. Isso ficou claro em alguns fracassos no uso dos computadores. O Banco Mundial divulgou, no fim do ano passado, a avaliação de um programa do governo colombiano que distribuiu máquinas para 2 milhões de alunos. O impacto nas notas de espanhol e matemática foi próximo de zero. Em alguns casos, as notas até pioram depois da chegada dos aparelhos. Em 2007, uma pesquisa do Ministério da Educação do Brasil mostrou que alunos que estudaram, por três anos, em escolas com computador estavam pelo menos seis meses atrasados no aprendizado em relação aos outros. Em ambos os casos, os pesquisadores se limitaram a contar se havia computador na escola. Não avaliaram se as máquinas eram usadas para dar algum conteúdo, além dos cursos de processadores de texto e planilhas.
É por isso que, nos países mais adiantados na implantação de tecnologia, a discussão hoje é como usar a tecnologia da melhor forma. Nos países ricos, a questão do acesso às máquinas foi superada. Cerca de 97% da rede pública americana tem um computador por aluno. Na Alemanha, mais de 30 mil escolas estão equipadas desde 2001. Mas, depois de tanto tempo usando computador na sala de aula, as estatísticas de aprendizado nacionais não melhoraram significativamente. A pergunta é como usar a tecnologia de um jeito diferente. A Inglaterra criou um departamento só para pesquisar e avaliar o uso inovador da tecnologia em sala de aula. Na Coreia do Sul, o governo percebeu que, sem um conteúdo curricular fortemente relacionado à tecnologia, ela teria pouco efeito. Começou a produzir novos materiais didáticos para os computadores. “Ainda tendemos a conceber o papel da tecnologia como algo a que basta o aluno ter acesso que as coisas vão melhorar”, afirma o americano Mark Weston, estrategista educacional da fábrica de computadores Dell. “Essa era a ideia há 30 anos, mas agora sabemos que também é preciso ter boas práticas de ensino.” (Leia a entrevista com Weston)A seguir, cinco práticas que ajudam a tecnologia a ensinar.

1. Saber para que usar a tecnologia
A tecnologia precisa ser usada com um propósito. A professora Leika, da Graded School, planejou a aula descrita no começo desta reportagem porque queria que os alunos aprendessem na prática a teoria que ela tinha ensinado, do jeito tradicional, na aula anterior. “Planejei em casa e pesquisei as melhores fontes para que isso acontecesse”, diz. Na sala de aula, quem domina a estratégia é o professor, mas também é decisão da escola, ou até de uma rede inteira, como usar determinada tecnologia.

Em segundo lugar, o conteúdo tecnológico deve ser complementar ao transmitido da forma tradicional. “Não adianta dar para o aluno ler no computador o mesmo texto que ele leria no livro didático ou na apostila. Isso não o fará aprender mais ou melhor”, afirma Marcos Telles, diretor da Dynamic Lab, uma empresa de tecnologia de educação.


Essa integração entre a tecnologia e o conteúdo das aulas é o maior desafio das escolas. As escolas municipais de Matinhos, no Paraná, tinham uma demanda específica: melhorar as notas de português e matemática de todos os 3 mil alunos da rede, com equidade. Foram atrás de um software educacional feito sob medida para isso. No computador, o aluno faz atividades interativas e evolui para as mais difíceis, de acordo com seu ritmo de aprendizado. “Alunos aprendem de jeitos diferentes e, no ensino tradicional, os que estão para trás acabam fadados ao fracasso por não receber acompanhamento adequado”, afirma Betina von Staa, pesquisadora da Positivo Informática, que faz os softwares educativos. Marcos Vinicyus de Oliveira, de 7 anos, poderia ter sido um deles. Em 2010, estava no 2º ano e ainda não conseguia ler nem cumprir tarefas mais simples, como copiar a lição da lousa. “Agora consigo juntar as letras no computador”, diz. Marcos aprendeu a ler e a escrever depois de começar a usar o programa.

Patricia Stavis/Época
PROJETO
Alunos do 6º ano do COC Vila Yara, em Osasco, numa aula de robótica. Eles aprendem habilidades como trabalhar em grupo e dividir tarefas
2. Transformar o jeito de dar aula
Para usar qualquer tecnologia, da câmera digital ao computador, é preciso abandonar a geografia tradicional da sala de aula, aquela que coloca o professor na frente do quadro e os alunos enfileirados anotando tudo. Uma das tecnologias mais antigas em prática nas escolas brasileiras e que dá certo é a robótica. Ela reforça a ideia de ensinar de forma diferente: são aulas em que os alunos, sempre em grupo, precisam executar um projeto: programar e montar um robô. “Aprendi a trabalhar em equipe e a prestar atenção em pequenos detalhes”, diz César Henrique Braga. Ele acabara de terminar seu primeiro robô, um jipe lunar, com outros três colegas do 6º ano do colégio COC Vila Yara, em Osasco, São Paulo. “O aluno precisa aprender a usar o conhecimento para criar”, diz Paulo Blikstein, professor da Escola de Educação da Universidade Stanford.

Blikstein ensina professores da rede pública dos Estados Unidos a ensinar em ambientes com tecnologia. Para ele, a vocação da tecnologia é ajudar no ensino por projetos. Essa estratégia parte dos conteúdos do currículo tradicional, como escrita e matemática, para desafiar os alunos a executar tarefas criativas, como fazer um filme. E essas habilidades dificilmente são ensinadas nas aulas tradicionais.

3. Mudar a relação entre professor e aluno
Segundo Blikstein, um dos maiores desafios na hora de usar tecnologia é mudar a prática e a mentalidade dos professores. Isso aconteceu no início do projeto em Hortolândia, estudado pela Unesco. Ele foi elaborado e executado por especialistas em educação da fabricante de computadores Dell e da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. O objetivo era melhorar o aprendizado de português e matemática de 5.500 alunos do 6º e 7º ano do ensino fundamental e 1º e 2º ano do ensino médio, de 23 escolas estaduais. As salas de aula ganharam um computador por aluno e lousa digital, com material didático digital desenvolvido por educadores da Universidade de São Paulo (USP).

Foi preciso um ajuste de cara. As aulas não estavam durando o tempo planejado. O material fora criado para aulas de 50 minutos. Mas elas acabavam em apenas 20. Isso porque os professores usavam a lousa digital como se fosse um quadro-negro tradicional. “Eles não davam espaço para os alunos interagirem com a lousa”, diz Ricardo Menezes, diretor da área de educação da Dell para o Brasil.

A prática do professor também está ligada a sua relação com o aluno e a seu domínio sobre a classe. A concentração dos alunos na aula é um dos fatores mais determinantes para que eles de fato aprendam. Várias pesquisas e estudos já foram feitos sobre isso, mas não existe uma fórmula mágica que garanta que garotos se interessem mais por cálculos de raiz quadrada do que por bater papo com um colega. Mas alguns especialistas dizem e pesquisas demonstram que, usada da maneira correta, a tecnologia pode sim ajudar a prender a atenção. “Como é uma linguagem que o aluno conhece, o professor se aproxima com mais facilidade”, diz Maria Elizabeth Almeida, professora do programa de pós-graduação em educação curricular da PUC de São Paulo.

4. Formar e treinar os professores
No Brasil e no mundo, a maioria dos professores ainda não consegue justificar o uso da tecnologia na classe. “Eles não têm a formação adequada para isso”, diz Weston, da Dell. Não por acaso, o projeto de Hortolândia foi executado pela Escola de Formação de Professores do Estado de São Paulo. “Não adianta colocar tecnologia na escola sem dar a formação adequada aos professores”, diz Vera Cabral, diretora da escola. O próximo passo é levar o projeto para toda a rede e treinar professores em grande escala.
Há duas maneiras de fazer a formação dos professores. A primeira é colocar os formadores, monitores especializados na tecnologia e no conteúdo, dentro das salas de aula, como fez um projeto conjunto do Estado do Piauí, do município de José de Freitas, e da Positivo. Francisca das Chagas Lopes da Silva dá aula no 4º ano de uma escola estadual da cidade. Formada em pedagogia, ela não sabia como fazer o planejamento diário de suas aulas, nem aprendeu na faculdade a avaliar seus alunos de outra forma a não ser as tradicionais provas bimestrais. Ao participar do projeto, Francisca passou a dar aulas acompanhada por monitores. O planejamento das atividades fazia parte do treinamento, assim como fazer o registro de tudo o que acontecia em classe para avaliar melhor o desenvolvimento dos alunos. “Aprendi a ensinar usando a tecnologia, mas também aprendi a planejar. Se eu for planejar uma aula qualquer, do jeito tradicional, farei isso melhor do que antes”, diz.

A segunda estratégia para formar os professores é mais comum nas escolas particulares. Ali, a formação acontece mais por iniciativa de cada professor do que em cursos oferecidos pelos gestores. No Beit Yaacov, colégio particular de São Paulo, a estratégia adotada foi deixar a cargo dos professores quando e qual tecnologia usar. Os profissionais são estimulados a pesquisar por conta própria novas tecnologias e as maneiras de usá-las, inclusive no ensino infantil. A partir da experiência de cada um, o que dá certo é adotado pelo resto da escola e o que deu errado é aperfeiçoado. “Sem o envolvimento de todos os professores, não há como criar e fortalecer uma cultura digital dentro da escola”, afirma Silvana Del Vecchio, coordenadora de tecnologia do colégio.

10 coisas que eles e elas esquecem durante o sexo


Acabo de ler dois textos nem um pouco novos no The Frisky, mas eles são tão engraçados e pertinentes, que me sinto obrigada a reproduzir suas ideias principais. Um fala sobre as 10 coisas que as mulheres esquecem durante o sexo. Segundo o site, a lista nasceu de uma consulta com homens reais e, espero, atentos. O outro fala sobre as 10 coisas que os homens esquecem – e aí vem a vingança das mulheres, para aquelas que acham que esse é um jogo de quem ganha e quem perde. Para mim, melhor é quando todas as partes vencem.
O QUE ELA ESQUECEM...
1. Gemer e falar: Não seja tímida e expresse seu prazer através da voz. Muitos homens ficam megaexcitados quando elas traduzem seu êxtase com um “estou quase…”. Só não exagere no volume, ok?
2. Deixar ejacular: Oferecer para ele ejacular na boca vai fazê-lo feliz durante uma semana. Se for demais para você, tente no peito, ou nas costas. Nada que um banho não resolva.
3. Um pouco mais de ação: Sexo devagarinho não combina com homem. Seja mais hardcore.
4. O prazer no ânus: Alguns homens não gostam de carícias no ânus. Outros, sim. Conheça as preferências do homem com quem está na cama: vá tentando até o farol fechar, ou ficar totalmente verde.
5. Levantar da cama: Saia do quarto, teste a pia do banheiro, a mesa da cozinha, o tapete da sala…
O QUE ELES ESQUECEM...
1. Onde está o clitóris: Ele está ali, não em cima, nem em baixo, nem do lado… ele não se move! Tente focar e brincar com ele, ok?
2. Meias: Tire-as antes de pensar em transar.
3. Lubrificante: As mulheres podem se sentir molhadas, mas se o sexo se prolongar por um certo tempo, o lubrificante será um ótimo parceiro da brincadeira.
4. Falar sobre sexo: As mulheres ficam bem excitadas ao imaginar sexo, então não se esqueça de contar a elas o que pretende fazer em seguida. Isso estimulará seu cérebro, e ele é bem importante para elas na hora H.
5. Sensibilidade: Às vezes um toque delicado excita mais que uma pegada pesada. E um selinho doce é melhor que uma batedeira dentro da boca dela. Importantíssimo.
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Morrissey comenta declaração polêmica sobre ataques

O cantor Morrissey aprimorou sua declaração em um comunicado oficial publicado em seu site.


Morrissey durante show no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho deste ano

Após causar polêmica ao declarar que os ataques na Noruega "não se comparavam ao McDonald's", o cantor Morrissey aprimorou sua declaração em um comunicado oficial publicado em seu site.
"Se você se sentiu horrorizado com a matança na Noeruga, então é natural que se sinta assim com a matança de qualquer ser inocente. Não podemos ignorar o sofrimento animal simplesmente por que os animais 'não são [iguais a] nós'".
O cantor criticou ainda a "fama" dada ao terrorista Anders Behring Breivik. "Como é de praxe nesses casos, a mídia deu ao assassino exatamente o que ele queria: fama mundial. Ninguém fala o nome das pessoas que foram mortas, quase como se elas não fossem importantes o suficiente. Ninguém deveria dizer o nome dele, ele não deveria ser fotografado, mas sim, levado para longe discretamente", disse Morrissey. A lista de nomes foi divulgada nesta sexta-feira.
Fonte: Folha Online
 



sexta-feira, 29 de julho de 2011

O começo de tudo (FAROESTE CABOCLO O FILME)

Quando criança só pensava em ser bandido, ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu…
Não é difícil imaginar a dor e a revolta do pequeno João. O difícil deve ter sido representar essa fase tão determinante da vida de João de Santo Cristo. E essa missão coube não a um, mas dois atores: os gêmeos Marcos Antônio e Antônio Marcos Santana dos Santos mais conhecidos como Marquito e Tony.
Chegar até eles foi um demorado processo de garimpagem da nossa produtora de elenco Marcela Altberg. A busca de um ator que tivesse a energia e a essência que o personagem pedia passou por São Paulo e Rio, onde foram realizados cerca de 200 testes. Embora tivesse encontrado bons candidatos, o diretor René Sampaio queria algo mais e percebeu que só encontraria isso na Bahia, berço de Santo Cristo.
Nessa empreitada teve um aliado fundamental: o próprio Fabrício Boliveira, também baiano, que interpreta o protagonista do filme, disse ao diretor: “você não vai sozinho, quero ajudar a descobrir esse menino na Bahia”, lembra René. E lá se foram mais 100 testes, aproximadamente. E nosso Santo Cristo participando ativamente da seleção, dando réplica para cada um dos 100 meninos testados.
A busca pelo “mini Fabrício” acabou quando os gêmeos de nove anos, “idênticos”, apareceram no hotel da produção, já no último dia de seleção. Os irmãos chegaram aos 45 do segundo tempo trazidos pelas mãos de Seu Valtemir, pai deles e, depois do teste, diretor e protagonista se olharam e tiveram a certeza que haviam encontrado o pequeno João de Santo Cristo. “Eles tinham uma energia, uma verdade, um tempo impressionantes”, conta René.
Mas a procura era por um ator e não dois, não é mesmo? A solução foi dada pelos próprios gêmeos: enquanto Marquito tinha características que se adaptavam melhor a determinadas cenas, Tony tinha maior identificação com outras nuances. Então revezaram-se nas filmagens e quem for ao cinema assistir a “Faroeste Caboclo”, garante o diretor, “terá dificuldades de saber quem é quem”, tamanha a semelhança física dos meninos.
Tony e Marquito. Foto: Valéria Stéfani.
Embora talentosos, os gêmeos eram diamantes brutos, que precisavam ser lapidados. E a lapidação dessas jóias ficou a cargo da preparadora de elenco Débora Landim, que havia indicado os meninos para o teste. Com dez anos de experiência como encenadora de teatro infanto-juvenil, a frente do grupo Novos Novos, Débora gostou do desafio de preparar os meninos em tão pouco tempo.
Ela conta que a presença do diretor contribuiu muito para o trabalho. “Acredito que para trabalhar com criança em cena torna-se fundamental ter essa propriedade do que está fazendo e a presença do René ajudou a direcionar as ações do trabalho”, afirma.
A preparação começou pelo texto, para que os atores se apropriassem da história. Depois, através de jogos de improvisação os meninos vivenciavam situações propostas no texto. Ao final de cada dia, Débora pedia aos dois que desenhassem o que haviam vivenciado. A preparadora conta que a experiência de trabalhar com dois atores gêmeos para o mesmo papel foi nova, mas estimulante. “Além do que, o universo conspirou a favor desse trabalho!”, completa.
O resultado não poderia ser melhor. “Eles chegaram prontos para filmar”, comemora o diretor René Sampaio: “depois da preparação excelente da Débora eles estavam concentrados, dentro do personagem, tinham entendido toda a história”, completa. O diretor diz ainda que encontrar esses dois foi uma “benção dos céus”. Axé!
O resultado final você confere nas telonas em 2012! 
OUÇA ENTÃO O SOM ORIGINAL ABAIXO: 

Familiares de Amy Winehouse se reúnem para celebrar a vida

 
Familiares de Amy Winehouse se reúnem para celebrar a vida

Quando tinha 10 anos, Amy fundou uma banda chamada  Sweet 'n' Sour, as Sour. Foto: Divulgação
                                     Familiares e amigos comemoram a vida de Amy Winehouse

Familiares e amigos de Amy Winehouse se reuniram nesta sexta-feira (29) no clube de jazz preferido da cantora para celebrar sua vida. Antes disso, eles passaram pela casa de Amy, em Candem Town, Londres, para contemplar as diversas homenagens feitas por fãs.

Seu pai , Mitch, decidiu doar algumas peças de roupas da filha para aqueles que permaneciam no local.
Em seguida, partiram para comemorar os momentos bons que a cantora viveu. Mitch e Janis, pais de Amy, estavam no local acompanhados de Reg Travis, ex-namorado de Amy, e das amigas Kelly Osbourne e Eliza Doolittle.
Amy foi encontrada morte no último sábado (23) na casa onde morava na Inglaterra. Foi realizada uma autopsia, mas o exame não foi conclusivo e a causa não divulgada. Os resultados dos exames toxicológicos devem ser sair daqui a quatro semanas. 

Pai de Amy Winehouse quer criar fundação com nome da cantora

Mitch, pai da cantora Amy Winehouse, contou que tem um plano de abrir uma fundação que levara o nome da estrela, encontrada morta no último sábado (23). A instituição visará ajudar pessoas que lutam contra vícios. As informações são da BBC.

"Se você não pode pagar uma clínica de reabilitação particular, tem uma lista de espera de dois anos para receber alguma ajuda", disse durante o funeral, nessa terça (26), em Londres.
Mitch Winehouse disse que a cantora de 27 anos "conquistou" seu vício em drogas e "estava tentando lidar com seu problema com a bebida". Segundo ele, ele nunca viu a filha tão feliz quanto em seus últimos dias de vida.


A Verdade Caseira do Kings of Leon

Família, fé e rock and roll: quarteto revela tudo no documentário Talihina SkY

A Verdade Caseira do Kings of Leon

                   EM FAMÍLIA (a partir da esq., em sentido horário) Nathan, Matthew, o tio Cameron, o pai Ivan, Caleb, Jared e os avós Mildred e Leon

A história do Kings of Leon é tão improvável que as pessoas achavam que era inventada: os três irmãos Followill (mais o primo Mathew, que toca guitarra) foram criados no sul dos Estados Unidos, eram cantores de gospel e foram educados em casa pelo pai, Ivan, um pastor pentecostal itinerante. Como deixa claro o novo documentário da banda, Talihina Sky, era tudo verdade. "Todo mundo tentou contar a nossa história e todos foderam com tudo", diz o líder, Caleb Followill. "Bom, aqui está a porra da história."
Trailer do documentário Talihina Sky
 
 

Sob as Estrelas da Bahia

Gal Costa e Caetano Veloso retomam em 2011 uma das parcerias mais duradouras, intensas e prolíficas da música brasileira – uma história de amor nascida nos anos 60 e que gera frutos até hoje

Capa edição 58










Sentados lado a lado, cada um em uma ponta de um sofá bege de listras marrons no camarim de um estúdio fotográfico em Salvador (BA), Caetano Veloso, 68, e Gal Costa, 65, têm 50 anos de história para lembrar. Caetano senta-se reto, atento; Gal está à vontade, com as costas fundas no sofá. Passeando entre os muitos pontos de intersecção em duas carreiras sempre próximas e distantes, falam dirigindo-se tão frequentemente um ao outro quanto a mim, sentado em uma cadeira de frente para os dois. Enquanto reconstroem memórias em par, completam as frases mútuas com intimidade além daquela de namorados ou irmãos, mas de amizades que se orbitam, não importa quantas vezes o planeta gire. Se amizade é identificação, confiança, comunhão de raízes, empatia ilimitada, amigos são mais do que a família que escolhemos, são aqueles que continuam nos conhecendo quando mudamos.

Alguém entra na sala, traz água de coco para Gal e sai. Caetano cruza as pernas embaixo de si, no sofá. Estamos aqui por uma ocasião especial: Caetano, vindo de uma fase especialmente carregada de frescor, depois dos discos
Cê e Zii e Zie (e um ao vivo com Maria Gadú, vá lá), se viu tomado por inspiração para desencadear um processo semelhante com Gal, compondo todo um disco para ela e direcionando as gravações (se nada mudar, o álbum, previsto para setembro, deverá se chamar Doce). A última vez que ela entrou em estúdio para fazer um álbum foi em 2005 - Hoje, lançado pela gravadora Trama. O novo disco terá o apoio da gravadora Universal, que também lança os discos de Caetano e recentemente compilou os LPs de Gal gravados entre 1967 e 1983 em uma caixa com 16 CDs.

Gal e Caetano estão apreensivos, em pleno processo de finalização do álbum: faltam poucos dias para terminarem de registrar as vozes definitivas no estúdio de Carlinhos Brown, no Candeal. As bases já foram gravadas no Rio com a ajuda de Moreno Veloso - filho de Caetano e afilhado de Gal - e com participações de jovens músicos cariocas. Assim que o último rec virar stop, os arquivos de áudio ganharão mixagem, masterização, título e capa. Hoje, sábado nublado de junho, estamos na Bahia para falar do passado no presente - Bahia que já existia em mim através das músicas e agora se materializa no momento vivido e no cenário de lembranças do compositor e da cantora.


"O Caetano para mim é muito importante por tudo que a gente viveu e conviveu", Gal começa. "Por tudo que ele compôs, tantas músicas que ele fez para mim, direcionadas a mim, falando para mim. Eu adoro as canções de Caetano. Ele é o compositor que melhor escreve para mim, para a minha voz, para mim mesmo. A gente tem uma identificação musical. Neste momento, Caetano fazer este trabalho comigo é maravilhoso. É muito importante historicamente e emocionalmente."


Caetano, propulsor da ideia há um ano e meio, quando pela primeira vez contou a Gal do novo projeto, explica que a vontade deste álbum nasceu de pensar na história da presença de ambos na música e na história da própria música brasileira. "Gal tem uma qualidade de emissão vocal muito especial e um papel histórico muito importante, e as duas coisas estavam relativamente subvalorizadas nos últimos tempos", reflete. "Tenho necessidade de ter uma visão histórica mais equilibrada, e isso me pareceu como uma necessidade para mim mesmo e tenho certeza que para os outros também. Então fiquei com desejo de fazer o repertório e produzir um disco todo para Gal. Me interesso muito por fazer este disco agora, para reequilibrar a visão histórica."


Gal, entretanto, deixa claro que em nenhum momento a ideia foi homenagear o que houve, mas sim o que ainda há para haver. "Não vai ter nada a ver com nenhum disco que eu já fiz na vida, nem com nenhum disco que ele já fez na vida", explica. "Vai ser uma coisa nova, repertório novo, tudo novo, mas é claro que tem a ver com passado porque a nossa história está impregnada na gente."
 saiba quais são as 20 músicas de Caetano Veloso e Gal Costa mais tocadas no Brasil

saiba quais são as 20 músicas de Caetano Veloso e Gal Costa mais tocadas no Brasil

1 - "Beleza Pura"
2 - "Você É Linda"
3 - "Baby"
4 - "Menino do Rio"5 - "Linha do Equador"
6 - "Você Não Entende Nada"
7 - "Sou Você"
8 - "Queixa"
9 - "Força Estranha"
10 - "London London"
11 - "Gatas Extraordinárias"
12 - "Naquela Estação"
13 - "Sampa"
14 - "Panis et Circenses"
15 - "O Leãozinho"
16 - "Tá Combinado"
17 - "Alegria, Alegria"
18 - "Menino Deus"
19 - "Não Enche"
20 - "De Noite na Cama"
 

Cineastas de Gaza criticam censura do Hamas


 
GAZA - "Fazer cinema na Faixa de Gaza é como escrever com os dedos em cima de pedras," diz o roteirista e diretor palestino Sweilem Al-Absi.
Não é apenas a escassez de recursos, equipamentos e estúdios que arranca essa queixa de cineastas na Faixa de Gaza. Quatro anos depois de o grupo islâmico Hamas ter assumido o controle de Gaza, censores culturais estão enfraquecendo a indústria do cinema local, que já era frágil.
Imerso em conflito com Israel e enfrentando seus rivais palestinos seculares na Cisjordânia ocupada, o Hamas vem investindo em programas de jornalismo, educativos e até mesmo clipes de animação veiculados na TV e na Internet e que promovam suas posições políticas.
Mas artistas independentes dizem que o Ministério da Cultura de Gaza, onde os projetos precisam ser aprovados antes serem exibidos para o público, se apressa a reprimir conteúdos que não se enquadrem nos editos do Hamas.
Foi esse o caso do curta-metragem de 2010 "Masho Matook" ("Algo Doce"), dirigido por Khalil al-Muzzayen e que mostra as interações entre soldados israelenses e crianças palestinas que jogavam futebol em Gaza, na época em que o território era ocupado por Israel.
Embora a vinheta em vídeo tenha sido oferecida ao Festival de Cinema de Cannes, o Hamas proibiu sua exibição local, citando uma cena de quatro segundos em que soldados israelenses lançam olhares de apreciação para uma palestina bela que passa por eles com os cabelos descobertos.
O ministro da Cultura, Mustafa al-Sawaf, disse que as imagens são "fora de contexto." "A mulher estava inclinada, rindo e olhando para os soldados israelenses, e isso foi inapropriado. Mulheres palestinas não fariam isso," disse Sawaf, descrevendo como mínimas as intervenções de seu ministério em produções de cinema e televisão.
Boa parte da disputa vem do fato de que o filme, ambientado nos anos 1970, mostra uma mulher com os cabelos descobertos - coisa que raramente é vista hoje em Gaza, onde os costumes islâmicos deitaram raízes.
Negando a realidade
Enquanto a censura é comum nas sociedades árabes e muçulmanas conservadoras, alguns palestinos enxergam na censura do Hamas um excesso de zelo nascido de seus esforços para impor a ordem no território pobre encurralado entre Israel, o Egito e o Mediterrâneo.
"Foi injusto proibir o filme em função de uma cena que mostra uma moça sem lenço na cabeça. Por que negar a realidade?", indagou o cineasta de 23 anos Ahmed Abu Naser, que como seu irmão gêmeo e parceiro artístico Mohammed, ajudou Mouzzayen com "Masho Matook."
Os próprios irmãos são figuras incomuns na sociedade palestina por terem cabelos longos e fumarem cachimbos.
Gaza não tem cinemas: três que existiam antes da retirada dos soldados e colonos israelenses em 2005 foram incendiados durante choques entre facções palestinas. Há televisores em toda parte, muitas vezes recebendo TV por satélite, mas não há lugares para exibições públicas de filmes.
Um festival de cinema promovido este mês pelo Centro de Assuntos Femininos de Gaza também teve problemas com os censores do Hamas.
A programação incluía documentários e trabalhos de ficção do Egito, Líbano, Tunísia e México sobre questões ligadas às mulheres. Mas todos tiveram que passar pelas "tesouras" do Ministério da Cultura, disse Absi.
Um filme teve cortada uma cena em que uma mulher, enquanto falava com seu amado, estando cada um em sacadas diferentes, abaixou seu vestido de um lado, mostrando seu ombro. Em outro, foi cortado um diálogo em que um homem irado xingava sua mulher.
Sawaf descreveu a censura como sendo consensual, dizendo que os filmes entregues ao Ministério para serem aprovados antes do festival foram devolvidos com "comentários para os diretores."
"Precisamos ter uma postura em relação a qualquer trabalho que viole os valores tradicionais. Queremos conservar o legado da comunidade," disse Sawaf.
 AQUI VOCÊ VÊ FILME FEITO LÁ SIM




Globo e SBT vetam homossexuais por conservadorismo da audiência


Os homossexuais nunca estiveram tão presentes na telenovela brasileira como em 2011. Para além do clichê que tradicionalmente é construído, autores da Globo e do SBT têm se esforçado para apresentar na TV aberta um cotidiano muito próximo da realidade destas minorias.
Isto envolve construção de personagens não estereotipados, submetidos a contextos que, no folhetim televisivo, antes pertenciam exclusivamente ao universo heterossexual. A evolução no discurso é mérito da genialidade dos novelistas, que identificaram o momento propício para renovar seus núcleos a partir de abordagens inovadoras, mesmo limitadas ao que é admissível em veículos massivos como a televisão. Novela com o maior número de personagens homossexuais dos últimos anos,Insensato Coração (Globo, 21h10) possui gays bem-comportados que enfraquecem a mitologia da promiscuidade. Ainda que em menor medida, Amor e Revolução (SBT, 22h15) recentemente também surpreendeu, ao exibir um beijo de língua entre mulheres. A surpresa maior ficou por conta da emissora que a exibiu, sabidamente despreocupada com inovações em sua teledramaturgia.
No entanto, como grande parte da audiência de ambas novelas ainda é conservadora, não tardou para que as emissoras recuassem na temática. Na Globo, Gilberto Braga e Ricardo Linhares foram convocados para uma reunião emergencial com a direção da emissora, que solicitou aos autores que acalmassem os anseios dos personagens homossexuais. No SBT a ordem partiu diretamente de Silvio Santos ao autor Tiago Santiago, que foi aconselhado a desfazer um casal de rapazes em vias de se formar e que seria o responsável pelo primeiro beijo homossexual entre homens em uma novela nacional. Foram cortadas também cenas já gravadas que mostravam a ambiguidade sexual de um jovem padre.
Pai e filho espancados
Os discursos abordados em novelas não raramente estão condicionados a pesquisas de opinião, sendo estes os indicativos responsáveis pelo avanço ou recuo de determinado personagem. Pelo impacto gerado por uma novela do prime time da Globo, Insensato Coração pode ser considerada a mais positiva tentativa de apresentar ao telespectador ortodoxo uma realidade talvez desconhecida. Apesar da negativa aos personagens homossexuais revelada pelas pesquisas, a novela de Braga e Linhares nutre-se de uma realidade muito presente na vida cotidiana. Neste momento cumpre, inclusive, um importante trabalho de divulgação da homofobia, termo introduzido nos anos 1960 para explicar a aversão, ódio e demais níveis de discriminação contra homossexuais.
Para abordar a questão, os autores construíram cenas em que os personagens gays são perseguidos e violentados. A carga de realidade presente nos capítulos finais de Insensato Coração foi inspirada no caso de três estudantes homossexuais vítimas de homofóbicos que utilizaram lâmpadas fluorescentes para agredi-los. A violência gratuita virou manchete nos principais veículos de comunicação, uma vez que câmeras de segurança capturaram o exato momento da agressão. Mais recentemente, pai e filho confundidos com homossexuais foram espancados na rua, no momento em que se abraçavam. Enquanto o adolescente desmaiou com os golpes que sofreu, o homem de 42 anos teve parte da orelha decepada.
O crime dos skinheads
Não se pode negar que os meios de comunicação massivos foram co-responsáveis por midiatizar uma espécie de categorização da sexualidade humana. Em escala global, imagens de mulheres extremamente masculinizadas e homens feminizados colaboraram para a formação simplificada e caricata dos homossexuais. O poderio das igrejas, detentoras de infinitas outorgas de emissoras espelhadas pelo território nacional, aponta para a propagação deste mesmo discurso nos próximos anos.
Acostumada a ser crucificada por extremistas religiosos, a senadora Marta Suplicy (PT) recentemente revisou seu antigo Projeto de Lei da Câmara (PLC), disposto a criminalizar os homofóbicos. A proposta original batia de frente com membros da bancada evangélica e grupos chamados pró-família. Na verdade, algumas comunidades religiosas assumiram temer medidas como a prisão de seus membros, no caso de pronunciamentos contra os homossexuais. No entanto, uma nova proposta – ora redigida em comum acordo com a Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT) – focou na violência contra os homossexuais, chegando mesmo a ser defendida pelo senador religioso Magno Malta (PL).
Assim como aconteceu com a Lei Maria da Penha, estima-se que a proposta seja batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente de mesmo nome, assassinado pelo fato de ser gay. Alexandre Thomé Ivo Rojão, então com 14 anos, foi sequestrado, torturado e assassinado no município de São Gonçalo (RJ), em 2010. O crime foi praticado por skinheads, uma espécie de seita conhecida por odiar os homossexuais e que ainda pode ser vista cometendo atrocidades na novela das nove.

* são, respectivamente, jornalista e doutorando em Ciências da Comunicação na Unisinos, onde coordena o Núcleo de Análise da Teledramaturgia (NAT); e graduando em Publicidade e Propaganda e pesquisador do NAT na mesma instituição] 
 VEJA UM  VIDEO FALANDO DO ASSUNTO ABAIXO:

Como escolher um nome para sua empresa

we.do.logos
Muitas pessoas possuem facilidade par criar nomes interessantes para o seu negócio, outras vêem nessa etapa um momento de grande dificuldade. O nome de uma empresa deve ser criativo a fim de impressionar e permanecer na lembrança do consumidor, caso contrário, o nome pode transmitir a mensagem errada causando confusão com relação ao negócio. Mas, nunca é tarde para mudar, muitas empresas fazem isso quando uma nova e melhor opção surge.
Não há um método certo para escolher um nome. O mesmo pode aparecer espontaneamente ou após uma vasta pesquisa. Porém existem características que na hora da escolha podem facilitam e melhorar sua aceitação no mercado.
Certos nomes facilitam a recordação. Durante a escolha dedique-se a avaliar toda opção de idéias, as melhores, geralmente são as aquelas lembradas sem olhar a lista, pois são nomes com mais facilidade para memorizar. Nomes curtos são lembrados frequentemente pelos consumidores - Nike, Twitter e Pixar, por exemplo. Ser breve ajuda na lembrança.

Leve em consideração a função prestada por seu produto ou serviço. O nome precisa refletir a personalidade e a ideia da empresa. Inventar uma palavra deve ser a primeira opção. Combinar duas palavras ou conceitos é pensar fora da caixa e mostrar capacidade criativa. Os consumidores gostam de novidades.
No We do Logos você encontra diversos criativos a fim de trabalhar exclusivamente em um nome para sua empresa. Acesse o site e cadastre seu projeto!
Fonte: blogdosempreendedores.com.br

LEI DE INCENTIVO A CULTURA OU LEI A. TITO FILHO É FRAUDADA POR ARTISTAS PIAUIENSES

Fundação Monsenhor Chaves

 Lei Nº 2.194, de 24 de março de 1993, alterada pela Lei º 2.548, de 10 de julho de 1997, lei que tem a gestão da Fundação cultural Monsenhor Chaves, gestora do Fundo Municipal de Cultura, os equivocos são muitos, a partir de sua gestão. Para ajudar musico escritores, teatrólogos e cinéatras e várias outras atividades culturais foram usadas de forma irregular e até hoje nunca foram devidamente investigadas. As pessoas que deveriam fiscalizar os recursos e prestar contas do que fora realmente feitos com o dinheiro investido nos projetos não se sabe como, nunca se interessaram em esclarecer nada ao seu órgão e a sociedade como um todo.
Sabe-se apenas que os desvios de recursos culturais já é um circulo vicioso que se estende desde vários anos e envolvem governos passados e outros já bem mais atuais. Todo meio artístico conhece o caso ou os casos, mais por motivos desconhecidos nunca foram a publico. Muitas vezes por medo de represarias e até mesmo por medo de perderem espaços nos eventos que dia a dia são organizados pelas diversas casas de shows de Teresina e até mesmo medo de perder espaço na grande mídia que é de conhecimento também que algumas pessoas do meio sabiam e se calam, perante a opinião publica.
Muitos desses “artistas” usaram o dinheiro nas mais diversas formas como; viagens a cidades da região sudeste, drogas, álcool na compra de veículos e até mesmo em noitadas com prostitutas e coisas do gênero. O fato é grave e merece que os órgãos ligados ao ministério público e até mesmo parlamentares deveriam ter procurado as devidas prestações de contas e tudo que estava escrito na devida lei.
Não se sabe até hoje como e quem criteriavam os projetos culturais para serem aprovados e como eram feitos os pagamentos. Sabe-se apenas que tudo funcionava da seguinte maneira. Os projetos eram aprovados e divulgados e depois o dinheiro seria liberado. Os “artistas” mau intencionados que nunca agiam sozinhos fraudavam notas e prestavam contas inexistentes e assim tudo ficava como se tudo estivesse normal.
Mais cabe também informar a nossos teresinenses de bem que não podemos generalizar isso e muito menos sugerir nomes. Cabe ao órgão responsável procurar analisar caso a caso nos últimos 15 anos e terão assim o nome dos responsáveis e empresários que com toda certeza participavam dessa forma escandalosa de desviar o dinheiro publico e desmoralizar nossa frágil e ignorada cultura.
 De cada 30 mil reais bancados pela lei A. Tito Filho no Máximo cinco mil eram realmente investidos no projeto aprovado. Se por exemplo o dinheiro fosse para confeccionar 10 mil copias os caras maquiavam as notas e gravavam mil copias e colocavam como se fossem 10 mil. Isso é só pra exemplificar como funcionou até pouco tempo mais esta vergonhosa historia da cultura pobre e frágil de nossa Teresina e conseqüentemente do nosso Piauí.
Infelizmente este é mais um dos escândalos que envolvem o povo do Piauí que devera ser investigado. E os envolvidos prestem as devidas contas com a sociedade e sejam punidas na forma da lei!... Há de se sobressaltar que nem todos os artistas que se beneficiaram com fato desta natureza estão ou foram envolvidos. Só sei que muitos deles que se envolveram estão quase todos os dias se apresentando nas emissoras de TVs e casas noturnas com ar de bons moços, como se nada tivesse acontecido. Está mesma lei foi usada recentemente no festival de inverno de Pedro II. Não é de nosso conhecimento se existe ou não a participação de funcionários da Fundação Monsenhor chaves nas irregularidades. E os números usados nesta matéria são apenas fictícios, e não nos cabe a nós deste blog investigar quem quer que seja. Apenas denunciar as praticas ilegais e imorais por parte de certos artistas e gestores públicos.
TEXTO E EDIÇÃO: GABRIEL HAMMER.
Veja abaixo uma matéria de Aci Campelo sorbre a lei A TITO FILLHO:

SOBRE AS LEIS DE INCENTIVO

Vez por outra vem à tona as discussões sobre as leis de incentivo cultural - Lei A. Tito Filho, da Prefeitura Municipal de Teresina e o Sistema de Incentivo Estadual à Cultura-SIEC, do Governo do Estado do Piauí. As discussões sempre foram pontuais, sem profundidade e, muito menos, esclarecedoras do real papel que essas leis têm para o nosso desenvolvimento cultural.
O Sistema de Incentivo Estadual à Cultura - SIEC, Lei Nº 4.997, de 30 de dezembro de 1997, reformulada e modificada pela Lei Nº 5.405, de 14 de julho de 2004, compreende os mecanismos de Mecenato e Fundo, e foi criada no Conselho Estadual de Cultura, por nossa iniciativa, quando èramos conselheiro. De tanto ser modificado o Projeto original, é uma lei quase morta, pois ficou inviabilizada sua efetivação pela baixa renuncia fiscal do governo, ficando em 70% do valor do projeto em se tratando de patrocinio e de 50% em se tratando de investimento. Qual o incentivador que se arrisca a aplicar na lei, tendo em vista ainda a grande burocracia, a devassa em sua empresa e a demora do governo em restituir seus créditos fiscal? Mas não tem só isso: O Conselho Deliberativo da Lei não é paritário e tem como presidente do Conselho a presidente da Fundação Cultural do Piauí, portanto, sem autonomia.
Um aspecto questinável do Siec são as regras de aprovação de projetos. Só para exemplificar, no edital 2008, publicado no Diário Oficial, foram distribuidos o minimo de projetos a serem aprovados e a quantia a ser recebido, em cada área: Artes Cênicas - 15 projetos de R$ 15.000,00 e 05 projetos de R$ 25.000,00 mil, na lista final de aprovados sairam mais de 20 projetos. Não signiicaria quebra de regra do edital? Ora, ou foram aprovados projetos fora dos valores estipulados ou foram diminuidos orçamentos dos projetos. Até se entende que algum produtor faça projeto de 8.000,00 concorrendo na faixa de 15.000,00 mas isso não seria falha na confecçao do projeto? Portanto, essas coisas confundem o produtor cultural. Não fica claro quais as regras, que deveriam também constar do edital. Além do que o SIEC precisa ser estruturado com sua comissão de funcionamento, que vá desde o acompanhamento do projeto à sua execução e prestação de contas. O mais fica-se boiando num emaranhado de respostas mal dadas.
Quanto a Lei A.Tito filho, Lei Nº 2.194, de 24 de março de 1993, alterada pela Lei º 2.548, de 10 de julho de 1997, que tive a honra de participar da elaboração do anti-projeto, lei que tem a gestão da Fundação cultural Monsenhor Chaves, gestora do Fundo Municipal de Cultura, os equivocos são muitos, a partir de sua gestão.
Em primeiro lugar, a Lei é um fundo, portanto, não deveria ter publicidade em seus produtos. Ora, quem aplica na Lei tem 100% de isenção fiscal, portanto, a marca é da prefeitura Municipal de Teresina. Alguém pode dizer que sem a publicidade das empresas a lei não funcionária, mas é bom lembrar que a empresa só estar adiantando seu dinheiro. Além do que a própria Prefeitura poderia acabar com essa coisa e ela mesmo colocar o dinheiro no Fundo Municipal de Cultura. Outra coisa é que a FCMc sugere aos incentivados que procurem as empresas para patrocinar seus projetos, ora, isso é Mecenato não é fundo.
Outro fato é que a Prefeitura Municipal de teresina não está destinando a dedução fiscal do IPTU para a lei A.tito Filho, só o ISS. Isto é fato. Ademais é vergonhoso um montante de apenas 500.000,00 mil reais para uma capital com mais de 800 mil habitantes. Vamos fazer um calculo simples com dados da Prefeitura do ano de 2007: entre as receitas tributárias, arrecadadas diretamente pela Prefeitura- ISS 54.009,760,62 e IPTU 14.304,012,51. Agora vamos deduzir os 3% de isenção para a Lei A.tito Filho, isso daria aproxidamente 2.270.000,00 dois milhões e duzentos e setenta mil reais. Para onde vai esse dinheiro?
A Prefeitura Municipal de Teresina diz que aplica 2% de seu orçamento em cultura, parabens à Prefeitura. No entanto, esse dinheiro é destinado para a manutenção da máquina burocrática, manutenção de equipamentos culturais e de eventos da FCMC, às vezes mla produzidos e sem retorno de público. O Investimento mesmo na àrea cultural é zero pelo fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, que parece não passar de gestora de problemas estruturais.
Dito isto, se tiver uma coisa que defendemos são as leis de incentivo, por que nos parecem instrumentos democráticos de livre concorrencia, onde ganham aqueles projetos de excelencias artisticas, ou que assim deveriam ser. Mas como vimos as leis precisam de ajustes. Também, não é preciso que os orgãos oficiais de cultura joguem tudo para as leis de incentivo, esquecendo seus principios básicos de estimulo à arte e a cultura, de uma forma mais ampla.
Postado por Ací Campelo 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

REGULAÇÃO DE TVs E RADÍOS (veja um video no final de como são tratadas as pessoas em um programa que se auto denomina "O PROG. DA FAMILA PIAUIENSE".


O marco regulatório da radiodifusão não existe ainda nem perspectiva. A decisão de propor ao congresso uma nova legislação havia sido tomada ainda pelo ex-presidente Lula. Mas, por falta de tempo, o projeto não foi concluído no mandato de e ficou PA a gestão de sua sucessora, que lista como prioridade na área das comunicações, mais ainda não tem prazo para enviá-lo aos parlamentares “que estes estão motos de preocupados com o fato”.
Encarregado de fechar um texto e apresentar a presidenta, o ministro das comunicações Paulo Bernardo, adotou uma postura cautelosa “para não dizer medrosa”, por entender que a proposta, por si, vai gerar muita polemica no congresso, dada a predisposição negativa das empresas de TV e radio. Em outras palavras fere os interesses dos grandes empresários da comunicação, como no Piauí que é comandada pelos irmãos donos da Antena 10 e Cidade Verde, do Sr. Paulo Guimarães, da família Valter Alencar e seus descendentes e do próprio governo que implantou no Piauí as piores emissoras de radio e TV do Brasil.
No dia 8 de janeiro ele recebeu uma espécie de pré projeto deixado pelo ministro da comunicação social do Lila, Franklin Martins, que comandara o debate em 2010. Desde então, a equipe de Bernardo submete a minuta ao que se chama de “pente-fino”. E cogita colocá-la, ao menos em parte, em consulta pública. O objetivo, segundo ele, é evitar que o projeto tenha uma redação que dê aos inimigos da idéia argumentos para dizer que se trata, no fundo uma tentativa de amordaçar a mídia.
No segundo encontro nacional de blogueiros progressistas, realizado em Brasília em meados de junho, Bernardo foi explicito em sua preocupação. “O governo acha [O MARCO REGULATORIO]     extremamente importante. Mas temos sido zelosos porque [O PROJETO] está marcado como censura, afirma ele na ocasião. “Parte da mídia faz criticas ácidas e hostis. Não gosta nem de ouvir falar [EM REGULAÇÃO]. “Quando mandarmos ao congresso vai ser uma briga danada”.
Os defensores do marco regulatório temem que “o pente-fino” de Bernardo, no fim, descaracterize o espírito original da proposta: submeter emissoras de TV e radio. Que são concessões publica a regras de regulação como acontece em outras áreas em que também há concessões, como energia elétrica ou telefônica.
O marco regulatório não tratará de jornais e revistas, que o governo considera que são empresas privadas como outras quaisquer. Mais bem que devia sim ter algum tipo de regulamentação principalmente na educação das pessoas e evitarem certos constrangimentos a sociedade como uso abusivo de comerciais de bebidas alcoólicas em programas policiais na TV e fatos lamentosos que não deviam fazer parte de nosso cotidiano como o que os leitores vão ver no vídeo abaixo:
(veja um video no final de como são tratadas as pessoas em um programa que se auto denomina "O PROG. DA FAMILA PIAUIENSE".

 São coisa desse tipo que denomino de "BIZARROS DA TV" que deveriam ser abolidos.
Fonte: SINTTEL
Adaptação e edição final: Gabriel Hammer

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Falha no Facebook revelou dados de vídeos privados

Um erro na programação do facebook deixou usuários em maus lençóis. De acordo com o site de tecnologia, TechCrunch, durante a última semana foi possível ver a lista completa dos vídeos publicados na rede social. Títulos, descrições, tags, contatos identificados e até a imagem de abertura de cada vídeo pode ser acessado, independente de o usuário ter ou não acesso a eles.
A falha não permitiu que o vídeo fosse assistido, mas, muitas vezes, o título ou a descrição foram o suficiente para causar constrangimentos.
Um acessor do Facebook confirmou o problema e garantiu que erro foi corrigido. A rede social ficou por cerca de uma semana com a falha na programação.
Vale deixar claro somente vídeos postados por amigos foram afetados, não era possível ver informações sobre vídeos de pessoas desconhecidas.

Presidente da TV Record ameaça demitir 14 jornalistas, diz site

                                                               Rede Record de Televisão
               Rede Record Logo.png

O presidente da Rede Record, Alexandre Raposo, ameaçou, durante reunião realizada na semana passada com diversos profissionais da emissora, a demissão de 14 funcionários que trabalham na redação, segundo informa a Coluna do Flávio Ricco (Uol), nesta terça-feira (26/7). De acordo com a informação, todos os advertidos ocupam cargos de chefia no canal em São Paulo.
Durante a reunião com os funcionários, Raposo teria novamente cobrado para que não houvesse mais abuso das horas extras. Na coluna do jornalista do Uol também afirma-se que o presidente da Record chegou a declarar que os jornalistas posteriormente demitidos não teriam problemas em conseguir outro emprego.
Enquanto na capital paulista alguns colaboradores poderão deixar a Record, na emissora do Rio de Janeiro alguns jornalistas já deixaram a empresa de Edir Macedo, casos da repórter e apresentadora Cristina Berndt e da editora-chefe Cristiane Moreira.
Procurada pelo Comunique-se, a direção da TV Record, por meio da equipe de comunicação, declarou que não vai comentar as afirmações que foram publicadas pelo jornalista Flávio Ricco.

Idec lança campanha contra 'AI-5 digital'


Instituto quer reunir assinaturas para barrar projeto que ameaça o direito à privacidade na rede
São Paulo – Os críticos do Projeto de Lei 84/99, apelidado de “Lei Azeredo”, ganharam um reforço nesta terça-feira (26). O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou uma campanha, batizada de “Consumidores contra o PL Azeredo”, com o objetivo de recolher o maior número possível de assinaturas contrárias à proposta e apresentá-las logo na volta do recesso parlamentar, em agosto.
Os pontos mais criticados do projeto de autoria do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que também recebeu o cognome de “AI-5 digital”, envolvem a criação de mecanismos para monitorar as ações de quem navega na internet, com a alegação de que é necessário facilitar a identificação de cibercriminosos. Um desses itens é a sugerida guarda dos "logs" dos usuários – arquivos com dados de endereçamento eletrônico da origem, hora e data da conexão – por até três anos.
Mas não é somente a memorização dos logs que está em jogo. De acordo com o advogado do Idec Guilherme Varella, o projeto, que tramita há mais de 12 anos no Congresso, “é uma preocupação com o direito do consumidor”, pois irá atingir também os usuários em suas práticas comuns e usuais, como passar músicas de um CD para um tocador digital.
O Instituto defende que o assunto seja amplamente debatido com diversos setores da sociedade. Os interessados podem engrossar o coro da campanha por meio do Idec (http://www.idec.org.br/campanhas/facadiferenca.aspx?idc=24). Quando o recolhimento de assinaturas for finalizado, uma petição será entregue diretamente à Câmara dos Deputados.
“O PL Azeredo passa por cima do Código de Defesa do Consumidor. Ele retira um princípio da boa fé objetiva, no qual todos estão se relacionando em boa fé até que se prove o contrário. O que o PL faz é inverter essa lógica e estabelecer o princípio do monitoramento cotidiano na internet, em que todos são suspeitos de cometer algum tipo de crime, desde que se prove o contrário”, explica o advogado.
"O objetivo da campanha é alertar o consumidor que ele será atingido de forma direta em ações comuns do dia a dia, além de pressionar o presidente da Câmara (Marco Maia) para encaminhar o projeto à Comissão de Defesa do Consumidor para análise", acrescenta o advogado. A petição também seguirá para o presidente da comissão, Roberto Santiago (PV-SP).

Festival Planeta Terra anuncia novos nomes no line-up

Interpol, White Lies, Broken Social Scene, Goldfrapp, The Name, Criolo e Garotas Suecas foram confirmados na edição de 2011 do evento
Interpol é confirmado no Planeta Terra 2011

Foi realizada nesta terça, 26, a entrevista coletiva de imprensa do Festival Planeta Terra. Interpol, White Lies, Broken Social Scene, Goldfrapp, The Name, Criolo e Garotas Suecas foram confirmados na edição de 2011 do evento, que acontece em 5 de novembro, no parque de diversões Playcenter.

As bandas acima se juntam no line-up a Strokes, Peter Bjorn and John, Toro Y Moi e Beady Eye, anteriormente anunciados. O Vaccines, que havia sido confirmado no evento meses atrás, cancelou sua vinda ao Brasil . De acordo com os organizadores na coletiva, faltam ainda quatro nomes a serem anunciados para que a lista de atrações fique completa (o que deve acontecer até o mês de novembro).


Foi questionado na ocasião a ausência de representantes com um pé na música eletrônica nesta recente lista de anunciados. Segundo os organizadores, entre os nomes a serem confirmados haverá representantes do gênero (não foi especificado se apenas um artista dos quatro ou mais de um).


Os três lotes de ingressos para o Planeta Terra deste ano esgotaram-se no início do mês de junho, poucas horas após o começo das vendas. A rápida comercialização foi uma surpresa para a organização do evento. Visando auxiliar no esquema de fluxo dentro do Playcenter (uma das queixas no ano passado era a dificuldade de transitar de um palco a outro devido ao grande número de pessoas), uma reforma será feita no parque.


Foi anunciado também durante a conversa nesta terça, 26, que o festival terá uma edição em Lima, no Peru, que deve acontecer ou no final de 2011 ou início de 2012. A ideia é que o festival chegue a diversos países nos próximos anos. 
 
 

Michael Franti & Spearhead, 311 e Primus confirmados no SWU

Michael e sua banda se apresentam em 12 de novembro, enquanto as duas outras atrações, inéditas no Brasil, sobem ao palco no dia 14

MIchael Franti é uma das novas atrações confirmadas para o SWU
O SWU Music and Arts Festival divulgou na manhã desta terça, 26, mais três atrações que integram seu line-up. Elas são o cantor e compositor norte-americano Michael Franti, que faz show ao lado de sua banda, o Spearhead; o 311, grupo que vem pela primeira vez ao país e, também em sua primeira visita, o Primus, banda californiana com quase três décadas de existência.

Michael Franti & Spearhead sobem ao palco no sábado, dia 12, enquanto o 311 e o Primus tocam no SWU no dia 14 de novembro, segunda.

As outras atrações confirmadas para o SWU 2011 são Faith No More, Sonic Youth, Peter Gabriel & The New Blood Orchestra, Black Eyed Peas, Snoop Dog, Damian Marley, Neil Young (que participará do Fórum de Sustentabilidade) e os DJs James Murphy e Frankie Knuckle.

O festival, que acontece nos dias 12, 13 e 14 de novembro, será realizado em Paulínia, interior de São Paulo.

O primeiro lote de ingressos está sendo vendido, até 29 de agosto, por um valor promocional: R$ 210 (pista) e R$ R$ 535 (passaporte). É possível adquirir meia entrada nos dois casos.

Os bilhetes estão sendo comercializados por telefone, pelo número 4003-1212 (segunda a sábado, entre 9h e 22h, e aos domingos e feriados, entre 11h e 22h); internet, por meio do site site www.ingressorapido.com.br e nos pontos de venda, que são 67 (clique aqui para ver a lista).

Conforme já havia sido anunciado, este ano, a venda nos pontos não terá cobrança de taxa de conveniência. Via internet e telefone, a taxa de envio será de 10%, não de 20%, como em 2010.

No caso das entradas de valor inteiro, cada pessoa poderá comprar até seis ingressos por CPF. Já para a meia entrada, cada CPF pode adquirir apenas um. A venda de ingressos para camping e o pacote VIP começa em agosto, mas não há uma data específica ainda, tampouco valores definidos. 
 
 

O triste adeus a Amy Winehouse

Matt Dunham/AP Photo
Amy, em foto de 2007, quando seu disco Back to Black tornou-se um dos mais vendidos em todo o mundo

A revista QUEM desta semana, que chega às bancas nesta quarta-feira (27), traz uma reportagem sobre a morte de Amy Winehouse. A cantora, que se tornou uma das mulheres mais famosas do mundo depois do lançamento do disco Back to Black (2006), foi encontrada morta, no sábado (23), em sua casa na Camden Square, no bairro de Camden Town, em Londres. Uma autópsia para apontar a causa da morte foi realizada na segunda-feira (25). O resultado dos exames toxicológicos deve ser divulgado no prazo de duas a quatro semanas.

Assim que a notícia da morte começou a circular, fãs e curiosos passaram a fazer vigília em frente à casa da cantora. Alguns testemunharam a remoção do corpo, que teria ficado na cama por mais de seis horas, quando um segurança encontrou Amy sem sinais de vida. De acordo com a imprensa britânica, o último contato da cantora com seus funcionários foi às 10h. O porta-voz de Amy, Chris Goodman, disse que ela teria avisado que estava cansada e que iria dormir, até que um dos seguranças foi acordá-la às 16h e percebeu que a cantora não respirava mais. O jornal Daily Mail publicou que ela foi vista na noite anterior à sua morte comprando drogas perto de casa. De acordo com a publicação, Amy teria comprado cocaína, ecstasy e ketamina, usada como anestésico para cavalos. Entretanto, o The Sun disse que “não foram encontrados vestígios de drogas perto do corpo da cantora”.


Gareth Catter Mole/Getty Images, Akira Suemori/Ap Photo, Sylvia Linares/Getty Images, Splash News
               O corpo de Amy foi retirado da casa da cantora por um grupo de legistas no sábado (23)

Lágrimas

O último namorado de Amy, o cineasta Reg Traviss, esteve na casa dela assim que soube da notícia e acompanhou a remoção do corpo. “Perdi meu querido amor, Amy. Não consigo descrever o que eu estou sentindo”, disse. Porém, foi o ex-marido da cantora, Blake Fielder-Civil, que ganhou maior espaço nos tabloides ingleses. Segundo o The Sun, ele ficou sabendo da notícia por um dos funcionários da prisão onde cumpre 32 meses por roubo e posse de uma imitação de arma de fogo. “Estou completamente inconsolável. Eu nunca vou sentir de novo o amor que senti por ela. Minhas lágrimas não secarão. Todos que conheciam Amy e eu sabiam da profundidade de nosso amor. Não acredito que ela esteja morta”, teria dito ele.
Apostas

Amy tomou as rádios e caiu no gosto do público ao lançar, em 2006, o álbum
Back to Black, que vendeu mais de 12 milhões de cópias e foi considerado um dos melhores da década pela crítica especializada. O maior sucesso do disco foi Rehab, música em que ela canta que não aceitaria ser internada em uma clínica de reabilitação. O refrão é enfático: “Eu disse não, não, não”. Desde essa época, o casamento tumultuado com Fielder-Civil, incontáveis bebedeiras, passagens por clínicas de reabilitação para se tratar da dependência de drogas e prisões motivadas por ataques de fúria alimentaram o noticiário internacional sobre sua vida.

No meio de tantas polêmicas, um site chegou a fazer apostas sobre a data da morte de Amy. Lançado em 2008, o whenwillamywinehousedie.com chegou a receber milhares de visitas por dia. Na segunda-feira (25), o criador do endereço disse que cumpriria a promessa e daria um iPod Touch a quem tivesse acertado o fúnebre palpite. A partir de agora, o endereço da internet está aberto para enviar condolências e mensagens aos admiradores da cantora.
 
Disco novo

Segundo informações oficiais do mercado fonográfico na Grã-Bretanha, as vendas do CD Back to Black, o segundo da cantora, tiveram aumento nas primeiras 24 horas após o anúncio de sua morte. Segundo fonte da gravadora Universal, Amy deixou um disco gravado, quase pronto, antes de morrer. Até a segunda-feira (25), entretanto, não havia planos para o lançamento do terceiro álbum, que começou a ser produzido em 2008 e foi retomado em 2010.

Gareth Catter Mole/Getty Images, Akira Suemori/Ap Photo, Sylvia Linares/Getty Images, Splash News
Flores e cartas de fãs e admiradores foram colocadas em frente ao prédio de Amy, na Camden Square, em Londres
 
AMY WINEHOUSE FOI CREMADA ONTEM E SUAS CINZAS FORA COLOCADAS JUNTAS COM DE SUA AVÔ. O RESULTADO FINAL DA MORTE DA DIVA POP SERÁ DIVULGADO EM NO MAXIMO QUATRO SEMANAS; E PRA MANTER A TRADIÇÃO DO BLOG CURTA UM VÍDEO ABAIXO.

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