quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Metronomy grava remix de faixa de Lady Gaga

Banda britânica elaborou nova versão para "Yoü and I"; ouça aqui


O Metronomy, que se apresenta no Brasil nesta terça, 31, realizou um remix de "Yoü and I", faixa de Lady Gaga (que integra o mais recente álbum dela, Born This Way). A nova versão teve produção de Joe Mount, líder da banda britânica. Ouça abaixo:


O grupo toca canções de seu mais recente álbum, The English Riviera, no Beco 203, em São Paulo.

Os Irmãos Cara de Pau poderá voltar como série de TV

Dan Aykroyd e Judy Belushi são os responsáveis pelo projeto, segundo revista

Possível volta de Os Irmãos Caras de Pau para a telinha. De acordo com o site da revista Variety, Dan Aykroyd e Judy Belushi (viúva de John Belushi) estão pensando em elaborar uma série televisiva baseada na dupla.

Originalmente integrando um dos quadros de humor do Saturday Night Live no final da década de 70, Aykroyd e Belushi foram com seus personagens (Jake e Elwood Blues) para o cinema em 1980 (sob direção de John Landis). John Belushi morreu em 1982, aos 33 anos, por conta de uma overdose de drogas.

Neste novo projeto televisivo, o elenco ainda não foi anunciado e, no primeiro episódio, a dupla sai da prisão. Elwood, então, começa a procurar seu pai verdadeiro. Aykroyd dará voz ao oficial da condicional dos irmãos. Há negociações com estúdios e canais de televisão para abraçar o projeto.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

MANIFESTO CONTRA O PREFEITO DE TERESINA E SEUS EMPRESÁRIOS ESCRAVISTAS

Enquanto a grade mídia teresinense dá amplo espaço para debater crimes violentos sem que os mesmos tenham conhecimento de causa, junto com delegados e juristas que adoram aparecer nas TVs locais. O Prefeito de Teresina assina sem que a população possa fazer nada o aumento das passagens dos ônibus coletivos da capital. Em entrevista a um desses canais de TV o assessor jurídico de um dos órgãos envolvidos de nome Mauro tenta ludibriar as pessoas usuárias colocando a culpa no sistema.
Este sistema que é bancado pelo povo que paga geralmente seus serviços adiantados e Recebem tratamento de terceira classe e ainda diz que tudo não passa de falatórios. O que se sabe é que desde ontem, os estudante de várias escolas e universidades estiveram realizando protestos no centro de Teresina e foram recebidos por balas de borrachas, bombas de gás, spray de pimenta e cassetetes. Força essa que deveria ser usada no combate aos crimes e ao tráfico de drogas que se ampliam a cada dia em Teresina.
O prefeito Elmano Ferrer quando ainda fazia campanha pela prefeitura de Teresina prometeu, junto com seu aliado Silvio Mendes, a integração das linhas de ônibus e uma possível que se transformou em impossível a chamada licitação ou municipalização do transporte público. Com essas medidas justificaria o valor das passagens mais ainda não justificaria em mais esse aumento, pois o povo teresinense em sua grade maioria ganha em torno de um salário mínimo. Com as passagens vigorando 2,10 para 25 dias de trabalho pegando dois ônibus equivale a 109,20 de reais, para um salário de apenas 545,00.
Imagine meus amigos que o que resta para um assalariado se vestir, se alimentar e pagar água, energia e outras coisas básicas. Ao invés de viver com dignidade os teresinenses vegetão na pobreza total, impulsionada pela escravidão branca e brutal. Esse senhor Mauro que esteve na mídia defendendo esse aumento e criticando os estudantes ainda tem a cara de paú de falar que não tem mágica. Não tem mágica é um povo pobre e sofrido como o nosso ter que bancar vida de Reis e Príncipes para meia dúzia de famílias de empresário que juntos estão matando os trabalhadores de fome e doenças, pois já sabemos como também anda a saúde pública a qual é municipalizada.
Está mais do que na hora da população ao invés de se acomodar, passar sim a reclamar e exigir seus direitos seja lá de que maneira for. Pode ser nas urnas, nas ruas ou mesmo nas redes sociais, onde se pode manifestar com democracia e liberdade de expressão. Hora de acordar que “o povo unido jamais será vencido”. Se os povos mais reprimidos do mundo que são os muçulmanos estão se rebelando contra seus algozes é hora do povo brasileiro romper as grades fantasma da independência e lutar por uma independência real, vitoriosa, honrosa e possa sim, poder dizer que quem manda nesta terra é a soberania do povo. Excluindo de vez os maus políticos e os empregadores da escravidão moderna e covarde.
                      VEJA IMAGENS DOS ESTUDANTE EM PROTESTO FORA ELMANO FERRER
                                                 
VEJA MAIS
IMAGENS FALAM MAIS QUE PALAVRAS
SÓ O POVO PODE MUDAR TUDO ISSO E MUITO MAIS.
Texto e edição:Gabriel Hammer

Record se diz vítima e chama imprensa de irresponsável



Emissora critica imprensa
A Record começa a semana com um discurso apimentado. A emissora lançou ofensiva nesta segunda-feira para se vitimizar contra o que considera ser "campanha de boatos" espalhada pela imprensa.

Com um texto contundente, a TV nega informações que teriam sido publicadas sobre mudanças em sua direção e cobra mais responsabilidade e cuidado na apuração de notícias.

Sobre os supostos rumores, a Record desmente a saída de Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de produção, e informa que segue "inabalável com o objetivo maior de assumir o primeiro lugar." "Queremos ser uma opção para quem não aceita o monopólio na TV", completa o comunicado.
Leia o texto na íntegra:
"A Rede Record vem a público informar que foi vítima de uma campanha de boatos.
Foram publicadas informações sobre mudanças na direção da emissora que trataram, de forma equivocada, a recente reestruturação de investimentos, caminho adotado para que a Record possa seguir desenvolvendo uma programação consistente e inovadora.

Em respeito à opinião pública, aos telespectadores, anunciantes e aos nossos milhares de parceiros em todo o país, o presidente da Rede Record, Alexandre Raposo, desmente qualquer mudança de rumo: 'A Record segue firme e unida no projeto de liderança no mercado de TV aberta no Brasil. A imprensa precisa ser mais cuidadosa e responsável ao apurar informações que não passam de boatos. É impressionante como, muitas vezes, uma mentira torna-se manchete em sites e jornais.'

Os boatos sobre a mudança de Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de produção da emissora, também são desmentidos por Alexandre Raposo. 'É incontestável o projeto vitorioso da nossa empresa. O grupo está feliz e muito satisfeito com o retorno de todo investimento feito nos últimos anos. Assumimos a vice-liderança de audiência e faturamento em todo País e seguimos inabaláveis com nosso objetivo maior de assumir o primeiro lugar. Nada pode tirar este foco da Record. Queremos ser uma opção para quem não aceita o monopólio na TV', afirma.

A Rede Record de Televisão há mais de quatro anos é vice-líder de audiência em todo o País, triplicou o faturamento e segue produzindo mais de 120 horas semanais de programação própria mesclando jornalismo, esportes, teledramaturgia, entretenimento e reality shows. Os investimentos proporcionaram a criação de mais de 11 mil empregos diretos e indiretos. A emissora tem hoje, por exemplo, 50 apresentadores e quase 300 atores.

Além disso, a Record inovou ao fundar a Record News, o primeiro e único canal de notícias gratuito em televisão aberta do Brasil. E ainda criou o R7, portal de notícias e entretenimento que, em menos de 2 anos, já está entre os cinco maiores do país e atingiu uma base de 4,3 milhões de assinaturas de contas de e-mail.

Com esses resultados, a Record vai seguir sua trajetória a caminho da liderança. O Grupo tem como princípios básicos: oferecer uma alternativa livre e democrática de informação e entretenimento para os brasileiros, buscar a liderança de audiência e também de faturamento, direito de qualquer grupo em uma economia sólida e de livre mercado como a nossa.

A Record enfrenta seguidos ataques, lançados como uma defesa de privilégios e monopólios, sempre com a pretensão de decidir o que o brasileiro deve ler, ouvir ou assistir.

O Brasil mudou e agora é a vez da Record.


São Paulo, 29 de agosto de 2011.

REDE RECORD DE TELEVISÃO"

Repórter não é Polícia; Imprensa não é Justiça



Ao voltar de Barretos (ver post anterior), o meu correio eletrônico já estava entupido de mensagens de amigos e leitores comentando e me pedindo para comentar a reportagem da revista "Veja" sobre as "atividades clandestinas" do ex-ministro José Dirceu, um dos denunciados no processo do "mensalão", que tramita no Supremo Tribunal Federal e ainda não tem data para ser julgado.
Só agora, no começo da tarde de segunda-feira, consegui ler a matéria. Em resumo, como está escrito na capa, sob o título "O Poderoso Chefão", ao lado de uma foto em que Dirceu aparece de óculos escuros e sorridente, a revista faz uma grave acusação:
"O ex-ministro José Dirceu mantém um "gabinete" num hotel de Brasília, onde despacha com graúdos da República e conspira contra o governo da presidente Dilma".
Para justificar a capa, a revista publica dez reproduções de um vídeo em que, além de Dirceu, aparecem ministros, parlamentares e um presidente de estatal entrando ou saindo do "bunker instalado na área vip de um hotel cinco-estrelas de Brasília, num andar onde o acesso é restrito a hóspedes e pessoas autorizadas".
Nas oito páginas da "reportagem" _ na verdade, um editorial da primeira à última linha, com mais adjetivos do que substantivos _ não há uma única informação de terceiros que não seja guardada pelo anonimato do "off" ou declaração dos "acusados" de visitar o bunker de Dirceu confirmando a tese da "Veja".
Fiel a uma prática cada vez mais disseminada na grande mídia imprensa, a tese da conspiração de Dirceu contra o Governo Dilma vem antes da apuração, que é feita geralmente para confirmar a manchete, ainda que os fatos narrados não a comprovem.
Para dar conta da encomenda, o repórter se hospedeu num apartamento no mesmo andar do ex-ministro. Alegando ter perdido a chave do seu apartamento, pediu à camareira que abrisse o quarto de Dirceu e acabou sendo por ela denunciado à segurança do hotel Naoum Plaza, que registrou um boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial de Brasília, por tentativa de invasão de domicílio.
Li e reli a matéria duas vezes e não encontrei nenhuma referência à origem das imagens publicadas como "prova do crime", o primeiro dos mistérios suscitados pela publicação da matéria. O leitor pode imaginar que as cenas foram captadas pelas câmeras de segurança do hotel, mas neste caso surgem outras perguntas:
* Se o próprio hotel denunciou o repórter à polícia, segundo "O Globo" de domingo, quem foi que lhe teria cedido estas imagens sem autorização da direção do Naoum?
* Se foi o próprio repórter quem instalou as câmeras, isto não é um crime que lembra os métodos empregados pela Gestapo e pelo império midiático dos Murdoch?
* As andanças pelo hotel deste repórter, que se hospedou com o nome e telefone celular verdadeiros, saiu sem fazer check-out e voltou dando outro nome, para supostamente entregar ao ex-ministro documentos da prefeitura de Varginha, são procedimentos habituais do chamado "jornalismo investigativo"?
As dúvidas se tornam ainda mais intrigantes quando se lê o que vai escrito na página 75 da revista:
"Foram 45 horas de reuniões que sacramentaram a derrocada de Antonio Palocci e durante as quais foi articulada uma frustrada tentativa do grupo do ex-ministro de ocupar os espaços que se abririam com a demissão. Articulação minuciosamente monitorada pelo Palácio do Planalto, que já havia captado sinais de uma conspiração de Dirceu e de seu grupo para influir nos acontecimentos que ocorriam naquela semana (6,7 e 8 de junho, segundo as legendas das fotos) _ acontecimentos que, descobre-se agora, contavam com a participação de pessoas do próprio governo".
A afirmações contidas neste trecho provocam outras perguntas.
* Como assim? Quem do governo estava conspirado contra quem do governo?
* Por acaso a revista insinua que foi o próprio governo quem capturou as imagens e as entregou ao repórter da "Veja"?
* Por que a reportagem/editoral só publica agora, no final de agosto, fatos ocorridos e imagens registradas no começo de junho, no momento em que o diretor de redação da revista está de férias?
Só uma coisa posso afirmar com certeza, depois de 47 anos de trabalho como jornalista: matéria de tal gravidade não é publicada sem o aval expresso dos donos da empresa ou dos acionistas majoritários. Não é coisa de repórter trapalhão ou editor descuidado.
Ao final da matéria, a revista admite que "o jornalista esteve mesmo no hotel, investigando, tentando descobrir que atração é essa que um homem acusado de chefiar uma quadrilha de vigaristas ainda exerce sobre tantas autoridades (...) E conseguiu. Mas a máfia não perdoa".
Conseguiu? Há controvérsias... No elenco de nomes apresentados pela revista como frequentadores do "aparelho clandestino" de Dirceu, no entanto, não encontrei nenhum personagem que seja publicamente conhecido como inimigo do ex-ministro Antonio Palocci.
O texto todo foi construído a partir de ilações e suposições para confirmar a tese _ não de informações concretas sobre o que se discutiu nestes encontros e quais as consequências efetivas para a queda de Palocci.
Não tenho procuração para defender o ex-ministro José Dirceu, nem ele precisa disso. Escrevo para defender a minha profissão, tão aviltada ultimamente pela falta de ética de veículos e profissionais dedicados ao vale-tudo de verdadeiras gincanas para destruir reputações e enfraquecer as instituições democráticas.
É um bom momento para a sociedade brasileira debater o papel da nossa imprensa _ uma imprensa que não admite qualquer limite ou regra, e se coloca acima das demais instituições para investigar, denunciar, acusar e julgar quem bem lhe convier.
Diante de qualquer questionamento sobre as responsabilidades de quem controla os meios de comunicação, logo surgem seus porta-vozes para denunciar ameaças à liberdade de imprensa.
Calma, pessoal. De vez em quando, convém lembrar que repórter não é Polícia e a Imprensa não é Justiça, e também não deveria se considerar inimputável como as crianças e os índios. Vejam o que aconteceu com Murdoch, o ex-todo-poderoso imperador. Numa democracia, ninguém pode tudo.
Censura e autocensura
Até me surpreendeu a manchete de hoje da "Folha", tratando de um assunto pouco usual nos nossos grandes jornais:
"Banco infla calote para sonegar, afirma Receita _ Autuações chegam a quase R$ 200 milhões; instituições negam ilegalidade".
Ao ler a matéria toda, outra surpresa: em nenhum momento, nem na primeira página, nem no caderno Folhainvest, aparece o nome de qualquer banco. Contaram o milagre sem falar do santo (ou dos santos).
Dos 30 processos em curso na delegacia especializada em instituições financeiras de São Paulo, "pelo menos três poderão gerar processos criminais". Fiquei curioso em saber quais são os bancos investigados.
Como já escrevi neste espaço outras vezes, o que ameaça o futuro da nossa imprensa não é a censura do Estado, mas a autocensura nas empresas, que gera, entre outros males, o denuncismo seletivo.
Rodolfo Fernandes
Neste final de semana, perdi um grande amigo e, a imprensa brasileira, um dos seus melhores profissionais: Rodolfo Fernandes, jornalista de muito talento e, principalmente, grande caráter, qualidades raras de se encontrar hoje em dia na mesma pessoa.
Em seu lugar, assumiu o cargo de diretor de redação de "O Globo" outro velho amigo, Ascânio Seleme.
Vida que segue.

Novo Planeta dos Macacos é visto por 500 mil em estreia no Brasil

O longa ficou no topo do ranking dos filmes mais vistos no final de semana no Brasil.


O filme " foi visto por mais de 500 mil pessoas em seu fim de semana de estreia no Brasil.
 
O longa ficou no topo do ranking dos filmes mais vistos no final de semana no país, fechando com público de 517,4 mil pessoas e renda de R$ 5,6 milhões.
 
O filme já acumula bilheteria internacional de mais de US$ 307 milhões.

Dirigido por Rupert Wyatt, o filme tem no elenco James Franco, Andy Serkis, Freida Pinto, Tom Felton, entre outros.
VEJA O TRAILER DO FILME:


Andy Serkis vive o macaco Caesar em "Planeta dos Macacos: A Origem"

Blind Guardian no Brasil: Banda se apresenta em cinco capitais

 
A banda alemã Blind Guardian se apresenta em cinco capitais brasileiras no mês de setembro: a turnê inicia no Rio de Janeiro, no dia 04, passa por Porto Alegre, São Luís, São Paulo e encerra em Curitiba, no dia 10 do mesmo mês.

O Blind Guardian traz ao Brasil a turnê que divulga o mais recente álbum, "At the Edge of Time". A formação da banda conta com Hansi Kürsch (voz), André Olbrich (guitarra), Marcus Siepen (guitarra) e Frederik Ehmke (bateria).

Confira o serviço para todas as apresentações no Brasil:

04/09/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Fundição Progresso - Rua dos Arcos, 24
Horário: 19h00
Ingressos: R$ 120,00 (pista, inteira)
Vendas online: www.fundicaoprogresso.com.br
Informações:
www.negriconcerts.com.br

06/09/2011 - Porto Alegre/RS
Bar Opinião - Rua José do Patrocínio, 834
Horário: 19h00
Ingressos: R$ 60,00 (1º Lote), R$ 70,00 (2º Lote), R$ 80,00 (3º Lote) e R$ 100,00 (4º Lote)
Pontos de venda: lojas A Place, Back in Black e Zeppelin.
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br
Informações:
www.negriconcerts.com.br

08/09/2011 - São Luís/MA
Batuque Brasil - Rua Daniel La Touche
Horário: 18h00
Ingressos: R$ 100,00 + taxa de conveniência (Pista 1º Lote), R$ 150,00 + taxa de conveniência (Pista 2º Lote), R$ 150,00 + taxa de conveniência (Camarote 1º lote com acesso ao Front Stage), R$ 200,00 + taxa de conveniência (Camarote 2º lote com acesso ao Front Stage)
Informações:
www.negriconcerts.com.br

09/09/2011 - São Paulo/SP
Via Funchal - Rua Funchal, 65
Abertura: Brotherhood
Horário: 20h00
Ingressos: R$ 300,00 (Pista Premium), R$ 140,00 (Pista), R$ 180,00 (Mezanino Central), R$ 180,00 (Mezanino lateral) e R$ 200,00 (Camarotes). Valores inteiros.
Vendas online: www.viafunchal.com.br
Pontos de venda: Galeria do Rock, na Paranoid: (11) 3221-5297 e na Die Hard: (11) 3331-8253
Classificação etária: 14 anos
Informações: 11 3846-2300 /
www.negriconcerts.com.br

10/09/2011 - Curitiba/PR
Masterhall - Rua Itajubá, 143
Abertura: Ancesttral
Horário: 19h00
Ingressos: A partir de R$ 84,00. R$ 45,00 (área VIP, sem ingresso incluso), R$ 735,00 (camarote para 12 pessoas, ingresso incluso)
Vendas online: www.diskingressos.com.br
Informações:
www.negriconcerts.com.br

Cartunistas fazem exposição em homenagem a Amy Winehouse

Amy a Mil Traços reúne trabalho de 44 artistas em São Paulo, a partir de hoje terça, 30

Amy Winehouse
Terá início a partir desta terça, 30, a exposição Amy a Mil Traços, uma homenagem de 44 cartunistas brasileiros à cantora Amy Winehouse, morta no mês passado. Organizado na internet pelo jornalista e cartunista José Alberto Lovetro, o evento ocorre até o dia 18 de setembro no Shopping SP Market, em São Paulo (veja algumas das ilustrações clicando na galeria ao lado).
Entre profissionais e amadores, os 44 cartunistas se reuniram por meio de redes sociais na internet para homenagear, cada um à sua forma, a cantora. Júnior Lopes, Paulo Cavalcanti, Amorin, Caco Galhardo, Bruno Honda, Dálcio e Mônica Fuchshuber estão entre os que contribuíram para a mostra. No primeiro dia da exposição, o artista plástico Wilson Iguti irá esculpir o rosto da cantora, ao vivo, a partir das 19h30. Além das caricaturas e da escultura, o evento conta ainda com objetos de colecionadores, como vinis, CDs, livros, revistas e bonecas customizadas.
Exposição Amy a Mil Traços
30 de agosto a 18 de setembro
Praça de Eventos - Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22.540 – São Paulo
Horário: 10h às 22h
Entrada Franca

COMO TEMOS TRADIÇÃO DE UM BOM SOM CURTA ABAIXO O SOM DA GATA:

Corpo pode virar bateria de celular

Hoje em dia, com tantos recursos tecnológicos, parece impossível a ideia de as pessoas ficarem incomunicáveis. Mas, vez ou outra, é possível encontrar alguém desprevenido, que deixa acabar a bateria do celular. Para evitar essa situação, dois pesquisadores da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, desenvolveram um dispositivo que transforma a energia mecânica produzida em uma caminhada em eletricidade, capaz de recarregar aparelhos celulares. Colocado na base de um tênis ou de um sapato, como se fosse uma palmilha, o gadget converte a energia do movimento dos pés da pessoa em corrente elétrica.
A dupla de engenheiros mecânicos, Tom Krupenkin e Ashley Taylor, desenvolveu o projeto com base em um sistema de aproveitamento de energia chamado electrowetting (junção das palavras eletro e molhar, em inglês), apresentado em um estudo publicado na última semana na revista Nature Communications. Nessa técnica, uma gota de líquido condutor — nesse caso, o gálio, que assim como o mercúrio é usado em termômetros, mas não é tóxico ao corpo humano — colocada em um eletrodo é fisicamente deformada por uma carga elétrica aplicada. O processo depende da presença de um isolante elétrico para revestir o eletrodo. Com essa mudança física do líquido, a energia produzida pelos passos é transformada em eletricidade.
“Humanos, de maneira geral, são máquinas muito poderosas de geração de energia”, afirmou Krupenkin, citado pela rede britânica BBC. O pesquisador destaca que “ao correr, uma pessoa pode produzir até um kilowatt de potência elétrica”. Dez watts, segundo o engenheiro, já seriam o suficiente para recarregar um celular, um rádio militar, um aparelho de GPS e mesmo um pequeno laptop.
DesafioO grande desafio dos inventores da palmilha é como transferir essa energia para o aparelho telefônico. Para isso, a dupla acredita que a primeira possibilidade seria instalar um pino no sapato, que se conectaria com um cabo compatível com a entrada do carregador do celular. Outra ideia mais prática, mas que os pesquisadores acreditam ser mais cara, é estabelecer uma conexão sem fio entre o conversor de energia e o telefone. Essa transmissão poderia ser feita por meio de sinais wireless ou pelo bluetooth.
Krupenkin e Taylor abriram uma empresa, a InStep Nanopower, para tentar comercializar a nova tecnologia. Atualmente, eles estão em busca de um designer que crie o tênis ideal para instalarem o dispositivo, além de investidores, para que o projeto entre no mercado nos próximos dois anos.

Governo aceita reformular Lei 9.612 e pedirá para a Anatel cancelar o AI das rádios comunitárias

 


A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) foi fundada há 15 anos, no dia 25 de agosto. Em Brasília, o destaque das atividades que marcou a data foi a reunião entre o secretário Executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, e membros da coordenação Nacional da Abraço.
De acordo com José Sóter, coordenador executivo da Abraço Nacional, o principal resultado do encontro foi o compromisso assumido pelo MiniCom em discutir propostas para reformular a Lei 9.612/98. Para isso, usará como referência as reivindicações enviadas pela Abraço ao MiniCom no dia 7 de fevereiro de 2011, bem como o acordo firmado pela Abraço e Governo Federal.
Outro compromisso assumido pelo representante do MiniCom foi o de cobrar rapidez na tramitação do PL que anistia os militantes de rádios comunitárias processados pelo exercício do direito à comunicação. Atualmente, o projeto está “estacionado” na Comissão de Constituição e Justiça do Câmara dos Deputados.
Dentro de 30 dias será feita uma avaliação do decreto que regulamenta a Lei 9.612, podendo contemplar as reivindicações das rádios comunitárias.
MiniCom pedirá para a Anatel cancelar Ato 4.100, o AI 5 das Rádios Cosmunitária
Durante a ditadura militar brasileira, foi publicado o Ato Institucional Nº 5 (chamado de AI 5). Ele dava poder supremo ao presidente da república e também suspendia direitos elementares dos cidadãos.
No dia 15 de junho de 2011, a Anatel publicou o Ato 4.100 que simplesmente impede a sintonia de 375 rádios comunitárias por aparelhos de rádio produzidos no país (83 delas são no Rio Grande do Sul). Pode-se dizer que é o AI 5 das Rádios Comunitárias. Esse ato obrigava que emissoras outorgadas ransferissem sua sintonia para canais abaixo do 88 FM, ou seja, fora da sintonia de qualquer aparelho de rádio.
Diante desse absurdo, o Ministério das Comunicações admitiu que fará contato com o órgão fiscalizador para rever a medida.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Top 9: Vídeos na Internet para assustar os amigos

Preparado para o susto? (Foto: Reprodução)
Preparado para o susto?
Alguma vez algum amigo já passou para você algum vídeo que ele garantiu que era hilário e quando foi assistir parecia ser algo nada demais até acontecer alguma coisa assustadora para você levar um baita susto? Pois é! Fique sabendo que existe uma série vídeos na web com este único propósito: te assustar! Isso faz tanto sucesso que alguns destes vídeos têm mais de dois milhões de views.
Por isso, o TechTudo resolveu selecionar os 9 melhores vídeos para dar susto caso você também queira brincar com um amigo ou só saber se você consegue não se assustar com eles. Mas atenção: não recomendamos caso você tenha algum problema cardíaco.
9 - "Que engraçado essa menina dançando"

8 - "Que bela paisagem"

7 - "Olha o tamanho deste bicho!"

6 - "Se liga neste teste de visão"

5 - "Já fez esse jogo dos 3 erros?"

4 - "Veja essa transformação da bolinha"

3 - "Se você ficar olhando nesta espiral durante 30 segundos, ficará hipnotizado"

2 - "Você consegue encontrar a saída deste labirinto?"

1 - "Siga o pontinho vermelho"

Fonte G1

Mundo Cão: Mundo Cão e seu hard rock em portugês

Mundo Cão é um power trio de hard rock formado em 2005 pelos experientes e veteranos Zeca Salgueiro no baixo e vocal, Fabio Gadel na guitarra e voz e Ivan Busic na bateira. O grupo, que inclusive já acompanhou Bruce Kulick em shows pelo Brasil, lança agora seu ‘debut’ oficial homônimo.

A coisa aqui é rápida e direta. Com exceção da faixa-título, nenhuma música chega aos três minutos de duração. No total, são dez canções que totalizam 25 minutos. Sim, é pouco tempo, mas o aproveitamento é de 100%.

Isso significa que não existem repetições, passagens desnecessárias ou solos longos. “Mundo Cão” traz um hard rock vigoroso do início ao fim, flertando muitas vezes com o metal, com ênfase nos riffs de guitarra e nas marcantes melodias de voz.

A curiosidade fica por conta das letras, uma vez que as músicas são todas cantadas em português. Grande defeito para quase todos os que se aventuram nessas terras traiçoeiras, esse quesito acaba sendo o principal destaque do Mundo Cão.

Os versos são inteligentes e trazem muito bom humor, ironia e descontração como em “Maloqueiro Sem Futuro”, “Satanás Quer Turistas” e “O Amor É Mentira”. Mas também há espaço para algumas críticas (sem cair na chatice, vale dizer) como em “Mundo Cão” e “Computadores Pros Pobres”.

Por mais simples e óbvia que pareça a proposta do Mundo Cão, o grupo soa como novidade por conseguir executá-la com grande propriedade. É hard rock de primeira e, sim, em português.
01. Vampiros Existem
02. Força-Motor
03. Surtado
04. Maloqueiro Sem Futuro
05. Computadores Pros Pobres
06. Satanás Quer Turistas
07. Insônia
08. O Amor É Mentira
09. Bug do Milênio
10. Mundo Cão
Avaliação pode ser feita por você abaixo com a musica "Morfina":

Chico Buarque fará participação em série de TV

De acordo com jornal, cantor e compositor estará em episódio de + Vezes Favela; programa estreia em outubro no Multishow

Chico Buarque na telinha. Segundo informou a coluna da jornalista Mônica Bergamo, publicada no jornal Folha de S. Paulo nesta segunda, 29, o artista participará da série + Vezes Favela, que estreia em outubro no canal pago Multishow.
Segundo a publicação, Chico “aparecerá em uma cena convidando Marco, um jogador de futebol, para uma partida contra seu time, o Polytheama”. Vale dizer que o programa, que conta a história de três adolescentes, é um desdobramento do longa-metragem 5x Favela - Agora por Nós Mesmos.
A direção de + Vezes Favela fica a cargo de cineastas da periferia, supervisionados por Cacá Diegues.

 

Ingressos da pista premium para show de Britney Spears em SP já estão esgotados

Vendas tiveram início à 0h desta segunda, 29; cantora se apresenta no Rio de Janeiro no dia 15 de novembro e em São Paulo no dia 18
Britney Spears
Os ingressos para a pista premium do show de Britney Spears em São Paulo já estão esgotados. As vendas para a apresentação no dia 18 de novembro na Arena Anhembi começaram à 0h desta segunda, 29, pelo site da Tickets for Fun. Antes, a cantora passa pelo Rio de Janeiro no dia 15 de novembro, em apresentação na Praça da Apoteose. Ingressos para pista premium e comum continuam disponíveis para os cariocas, com preços entre R$ 220 e R$ 550.
A pré-venda para as apresentações de Britney Spears no Brasil teve início no dia 22 e terminou no último domingo, 28. Ela, que esteve no Brasil para o Rock in Rio de 2001, está viajando com a turnê Femme Fatale.

sábado, 27 de agosto de 2011

QUARTA PSCODÉLICA ÀS CINCO DA MANHÃ


Hoje, eu acordei cedo e não percebi ao certo
Se  foi incomodo psicodélico ou vontade de ver o dia logo cedo.
Mas me tinha na cabeça algo a despertar e ouvir um Roger Waters,
Em uma das tradicionais relíquias solo que só ele poderia fazer, pois é único.
Eu sabia que sua sonoridade era mais forte do que algo que me angustiava a idéia de um dia comum
Que deslizava o abismo do tédio e me deixando  assim nas vertentes do bom “BLUES” ao “ROCK IN ROLL”.

Hoje, eu tive que acordar e ouvir um solo do Roger Waters
E me senti realizado revivendo vinte anos à trás
E se as coisas se repetem ou simplesmente se realizam em círculos
De dez em dez anos, o meu se tornou em vinte anos.
Só um Podóia da Vida poderia me promover tamanha emoção
Trazendo-me uma relíquia dos anos passados.

Tudo se passou como um delicioso refresco em minha mente quase silenciosa
Quebrada pelos acordes tradicionais e deslumbrantes de um senhor Erick Clapton.
Que solo fantástico, eu tive o prazer de ouvir em plena cinco da manhã!
Na companhia dos vocais poderosos e diferentes.
De um magro psicodélico de nome Roger Waters e suas inimitáveis “BACK VOCALS”.
E foi assim por um bom tempo até minha mente se tocar
Que ainda eram cinco da manhã, e adormeci como num sonho.


Teresina 24/08/2011
Gabriel Hammer
(Homenagem a minha madrinha Ruth Pereira, que havia falecido na segunda feira aos 99 anos.) Pode suar meio estranho mas foi à maneira que encontrei de dizer : “fique com Deus”. E para cada texto, matéria ou um artigo que edito ou escrevo a cor da letra tem um significado, neste caso o verde que simboliza esperança.
RUTH DE SOUSA LIMA PEREIRA
25/ 06 / 1912  À  22/ 08 / 2011.
Texto e edição: Gabriel Hammer

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Google +1 chega à rede social da gigante e fica mais útil

 


Quando o usuário clicar no botão +1 no resultado das pesquisas, uma recomendação será exibida para seus amigos no Google+.
O botão Google +1 ficou bem mais útil – e parecido com o “Curtir” do Facebook – agora que, quando pressionado, a ação é compartilhada com os amigos do usuário na rede social da gigante da Internet.
Na verdade, o recurso só chegará na semana que vem, mas você já pode testá-lo se quiser. Com ele, quando o usuário selecionar o ícone, uma caixa de texto aparecerá, onde um comentário poderá ser digitado e o círculo em que a mensagem será compartilhada, escolhido.
O caminho foi longo. O botão foi adicionado em março, antes mesmo de o Google+ ser lançado. As únicas pessoas que podiam ver suas recomendações eram aquelas adicionadas no Google Talk. Serviu, no entanto, como uma prévia do que estava por vir, e, realmente, três meses depois, a rede social apareceu.
O “Curtir” do Facebook seguiu um caminho inverso. O portal já era bem popular quando a função foi adicionada, em abril do ano passado. Logo, o botão espalhou-se por milhões de páginas, pois seus responsáveis perceberam que era possível atrair mais audiência a partir dele. Demorou quase um ano até que chegasse a um mecanismo de busca – o Bing, da Microsoft.
Nesse ponto, tanto Google quanto Facebook tem trunfos. A gigante é soberana em se tratando de pesquisa na web, portanto, seu ícone aparece muito mais que a da rival. No entanto, a rede de Zuckerberg é a maior rede social do mundo, e sua posição no setor já está consolidada.
O jogo não precisa ter apenas um vencedor. Se o internauta curtir uma página, não significa que ele não poderá clicar no +1 também. Os dois ícones são simples e diretos, e ajudarão na tarefa de tornar a Internet mais pessoal. Mesmo que a competição fique mais acirrada, a tendência é que ambos prosperem.

'Evitar que os cidadãos pensem é uma tarefa permanente da mídia'



A crise do capitalismo é tão profunda que até os líderes dos EUA e da União Europeia e os ideólogos do neoliberalismo assumem essa realidade. Estão alarmados por não enxergarem uma solução que possa deter a corrida para o abismo. Esforçam-se sem êxito para que apareça luz no fim do túnel.
Apesar das contradições existentes, os EUA e as grandes potências da União Europeia puseram fim às guerras interimperialistas – como a de 1914-18 e a de 1939-45 – substituindo-as por um imperialismo colectivo, sob a hegemonia norte-americana, que as desloca para países do chamado Terceiro Mundo submetidos ao saque dos seus recursos naturais.
Mas a evolução da conjuntura mundial demonstra também com clareza que a crise do capital não pode ser resolvida no quadro de uma «transnacionalização global», tese defendida por Toni Negri e Hardt no seu polémico livro em que negam o imperialismo tal como o definiu Lenine. Entre os EUA e a União Europeia (e os países emergentes da Ásia e da América Latina) existe um abismo histórico que não foi nem pode ser eliminado em tempo previsível.
A crescente internacionalização da gestão não desemboca automaticamente na globalização da propriedade. O Estado transnacional, a que aspiram uma ONU instrumentalizada, o FMI, o Banco Mundial e a OMC é ainda uma aspiração distante do sistema de poder (*).
O caos em que o mundo está cair ilumina o desespero do capital perante a crise pela qual é responsável.
A ascensão galopante da direita neoliberal ao governo em países da União Europeia ressuscita o fantasma da ascensão do fascismo na Republica de Weimar. A Historia não se repete porem da mesma maneira e é improvável que a extrema-direita se instale no Poder no Velho Mundo. Mas a irracionalidade do assalto à razão é uma realidade.
O jogo do dinheiro nas bolsas é hoje muito mais importante na acumulação de gigantescas fortunas do que a produção. O papel dos «mercados» – eufemismo que designa o funcionamento da engrenagem da especulação nas manobras do capital – tornou-se decisivo no desencadeamento de crises que levam à falência países da União Europeia. Uma simples decisão do gestor de «uma agência de notação» pode desencadear o pânico em vastas áreas do mundo.
O surto de violência em bairros degradados de Londres, Birmingham, Manchester e Liverpool alarma a Inglaterra de Cameron e motiva nas televisões e jornais ditos de referência torrentes de interpretações disparatadas de sociólogos e psicanalistas que falam como porta-vozes da classe dominante.
Em Washington, congressistas influentes manifestam o temor de que, o «fenómeno britânico» alastre aos EUA e, nos guetos das suas grandes cidades, jovens latinos e negros imitem os das minorias da Grã Bretanha, estimulados por mensagens e apelos no Twitter e no Facebook.
Mas enquanto a pobreza e a miséria aumentam, incluindo nos países mais ricos, a crise não afecta os banqueiros e os gestores das grandes empresas. Segundo a revista «Fortune», as fortunas de 357 multimilionários ultrapassam o PIB de vários países europeus desenvolvidos.
Nos EUA, na Alemanha, na França, na Itália os detentores do poder proclamam que a democracia política atingiu um patamar superior nas sociedades desenvolvidas do Ocidente. Mentem. A censura à moda antiga não existe. Mas foi substituída por um tipo de manipulação das consciências eficaz e perverso. Os factos e as notícias são seleccionados, apresentados, valorizados ou desvalorizados, mutilados e distorcidos, de acordo com as conveniências do grande capital. O objectivo é impedir os cidadãos de compreender os acontecimentos de que são testemunhas e o seu significado.
Os jornais e as cadeias de televisão nos EUA, na Europa, no Japão, na América Latina dedicam cada vez mais espaço ao «entretenimento» e menos a grandes problemas e lutas sociais e ao entendimento do movimento da Historia profunda.
Os temas impostos pelos editores e programadores – agentes mais ou menos conscientes do capital – são concursos alienantes, a violência em múltiplas frentes, a droga, o crime, o sexo, a subliteratura, o quotidiano do jet set, a vida amorosa de príncipes e estrelas, a apologia do sucesso material, as férias em lugares paradisíacos, etc.
Evitar que os cidadãos, formatados pela engrenagem do poder, pensem, é uma tarefa permanente dos media.
As crónicas de cinema, de televisao, a musica, a critica literária reflectem bem a atmosfera apodrecida do tipo de sociedade definida como civilizada e democrática por aqueles que, colocados na cúpula do sistema de poder, se propõem como aspiração suprema a multiplicar o capital.
Em Portugal surgiu como inovação grotesca um clube de pensadores; os debates, mesas redondas e entrevistas com dóceis comentadores, mascarados de «analistas», são insuportáveis pela ignorância, hipocrisia e mediocridade da quase totalidade desses serventuários do capital. Contra-revolucionários como Mario Soares, António Barreto, Medina Carreira, Júdice; formadores de opinião como Marcelo Rebelo de Sousa, um intoxicador de mentes influenciáveis que explica o presente e prevê o futuro como se fora o oráculo de Delfos; jornalistas his master voice, como Nuno Rogeiro e Teresa de Sousa; colunistas arrogantes que odeiam o povo português e a humanidade, como Vasco Pulido Valente, pontificam nos media imitando bruxos medievais, servindo o sistema em exercícios de verborreia que ofendem a inteligencia.
O Primeiro-ministro e o seu lugar-tenente Portas, exibindo posturas napoleónicas, pedem «sacrifícios» e compreensão aos trabalhadores enquanto, submissos, aplicam o projecto do grande capital e cumprem exigências do imperialismo.
Desde o inicio do primeiro governo Sócrates, o que restava da herança revolucionaria de Abril foi mais golpeado e destruído do que no quarto de século anterior.
Ao Portugal em crise exige- se o pagamento de uma factura enorme da crise maior em que se afunda o capitalismo.
Nos EUA, pólo hegemónico do sistema, o discurso do Presidente Obama, despojado das lantejoulas dos primeiros meses de governo, aparece agora como o de um político disposto a todas as concessões para permanecer na Casa Branca. A sua ultima capitulação perante o Congresso estilhaçou o que sobrava da máscara de humanista reformador. Para que o Partido Republicano permitisse aumentar de dois biliões de dólares o tecto de uma divida publica astronomica- já superior ao Produto Interno Bruto do país – aceitou manter intocáveis os privilégios indecorosos usufruídos por uma classe dominante que paga impostos ridículos e golpear duramente um serviço de saúde que já era um dos piores do mundo capitalista. A contrapartida da debilidade interior é uma agressividade crescente no exterior.
Centenas de instalações militares estadounidenses foram semeadas pela Ásia, Europa, América Latina e África.
Mas «a cruzada contra o terrorismo» não produziu os resultados esperados. As agressões americanas aos povos do Iraque e do Afeganistão promoveram o terrorismo em escala mundial em vez de o erradicar. Crimes monstruosos foram cometidos pela soldadesca americana no Iraque e no Afeganistão. O Congresso legalizou a tortura de prisioneiros. A «pacificação do Iraque», onde a resistência do povo à ocupação é uma realidade não passa de um slogan de propaganda. No Afeganistão, apesar da presença de 140 000 soldados dos EUA e da NATO, a guerra está perdida.
Os bombardeamentos de aldeias do noroeste do Paquistão por aviões sem piloto, comandados dos EUA por computadores, semeiam a morte e a destruição, provocando a indignação do povo daquele país.
O bombardeamento da Somália (onde a fome mata diariamente milhares de pessoas) por aviões da USAF, e de tribos do Iémen que lutam contra o despotismo medieval do presidente Saleh tornou-se rotineiro. Como sempre, Washington acusa as vítimas de ligações à Al Qaeda.
Na África, a instalação do AFRICOM, um exército americano permanente, e a agressão da NATO ao povo da Líbia confirmam a mundialização de uma a estratégia imperial.
O terrorismo de Estado emerge como componente fundamental da estratégia de poder dos EUA.
Obviamente, Washington e os seus aliados da União Europeia, tentam transformar o crime em virtude. Os patriotas que no Iraque, no Afeganistão, na Líbia resistem às agressões imperiais são qualificados de terroristas; os governos fantoches de Bagdad e Kabul estariam a encaminhar os povos iraquiano e afegão para a democracia e o progresso; o Irão, vítima de sanções, é ameaçado de destruição; o aliado neofascista israelense apresentado como uma democracia moderna.
A perversa falsificação da Historia é hoje um instrumento imprescindível ao funcionamento de uma estratégia de poder monstruosa que, essa sim, ameaça a Humanidade e a própria continuidade da vida na Terra.
O imperialismo acumula porem derrotas e os sintomas do agravamento da crise estrutural do capitalismo são inocultáveis.
O capitalismo, pela sua própria essência, não é humanizável. Terá de ser destruído. A única alternativa que desponta no horizonte é o socialismo. O desfecho pode tardar. Mas a resistência dos povos à engrenagem do capital que os oprime cresce na Ásia, na Europa, na América Latina, na África. Eles são o sujeito da História e a vitoria final será sua.
OUÇA TITÃS - TELEVISÃO:

A mídia e o ditador (da CBF)



Nos jornais de sexta-feira (26/8), a política faz uma incursão no futebol: segundo o caderno “Esporte” da Folha de S.Paulo, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, usou o técnico da seleção, Mano Menezes, para se aproximar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi num jantar em São Paulo, na quarta-feira (24/8), quando Lula foi convidado a visitar os jogadores na concentração antes da primeira partida amistosa contra a Argentina, marcada para o dia 14 de setembro.
A notícia seria mais um desses registros de relações-públicas, não fosse o contexto em que se dá o encontro.
Segundo notícias esparsas publicadas principalmente por blogs de jornalismo esportivo, o governo federal vem pressionando a CBF, e especificamente seu eterno presidente, Ricardo Teixeira, por causa de suspeitas em relação a obras para a Copa do Mundo de 2014. Como se sabe, Teixeira nomeou a própria filha, Joana, para um cargo de comando no Comitê Organizador da Copa. O Estado de S.Paulo já chegou a publicar que ele estaria preparando a filha para sucedê-lo na presidência da CBF após 2014.
Longo reinado
Também correm notícias, segundo lembra a edição de sexta-feira (26) da Folha, de que têm havido desentendimentos entre o todopoderoso comandante do futebol brasileiro e o governo federal – o jornal paulista cita dificuldades no relacionamento dele com a presidente Dilma Rousseff e com o ministro do Esporte, Orlando Silva.
Não seria difícil imaginar os efeitos de uma “faxina” – dessas que a imprensa defende nos ministérios – em cima da CBF e de Ricardo Teixeira.
Claro que, sendo a entidade esportiva uma instituição privada, não seria possível uma ação direta como a que determinou o afastamento recente de ministros e assessores importantes do governo. Mas os contratos para a organização da Copa permitem uma série de controles, contra os quais Ricardo Teixeira está tratando de se proteger.
O problema é que o longo reinado do presidente da CBF também acabou gerando distorções na sua relação com a mídia, principalmente no que se refere aos direitos de transmissão dos campeonatos oficiais.
O povo nas ruas?
A relação privilegiada da CBF com a mídia quer dizer, exatamente, a parceria que mantém há mais de dez anos com a Rede Globo –que, além da exclusividade para transmitir os jogos nos horários que mais convêm à sua grade de programação, sempre teve privilégios de acesso à seleção brasileira de futebol.
Pois esse casamento pode estar chegando ao fim: no dia 13 de julho passado, pela primeira vez em uma década de boas relações, período em que ignorou todos os malfeitos da Confederação Brasileira de Futebol, a TV Globo dedicoumais de três minutos do Jornal Nacional a uma reportagem sobre ligações entre Ricardo Teixeira e o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, em irregularidades na organização de uma partida amistosa da seleção ocorrida em 2008.
Um mês antes, a revista piauí havia publicado entrevista de Teixeira, na qual o todopoderoso chefe da CBF dizia não temer a imprensa, e que só começaria a se preocupar se o Jornal Nacional o atacasse.
Nesse intervalo, as Organizações Globo divulgaram sua carta de “princípios editoriais”, na qual se afirmava que não haveria assuntos tabus para seus veículos de comunicação.
A julgar por alguns acontecimentos recentes no mundo futebolístico, a ruptura é para valer e acontece dos dois lados: na última semana, a CBF anunciou mudanças repentinas em horários de jogos do Campeonato Brasileiro. Em vez do horário das 21h50, imposto pela Globo paranão atrapalhar a audiência de suas novelas, algumas partidas foram marcadas para as 18 h.
Segundo o blog do jornalista Altamiro Borges, citado pela agência Adnews, trata-se de uma retaliação de Teixeira contra a Rede Globo, por conta da reportagem do Jornal Nacional.
Entre as partidas com horário alterado estão o confronto do returno entre o Corinthians e o Grêmio de Porto Alegre, jogo de grande audiência, marcado para o próximo dia 31/8, e São Paulo versus Atlético Mineiro, dia 8 de setembro.
Pode ser o começo do fim para Ricardo Teixeira. Como se trata de futebol, é muito possível que, com pouco esforço, a Rede Globo consiga mobilizar a populaçãopara derrubar o ditador da CBF. Afinal, se até Muhamar Kadafi pode ser removido do poder, após 42 anos de tirania, por que não derrubar Ricardo Teixeira de seu trono?
Já que os brasileiros não se movem por outras causas, quem sabe a Globo consegue colocar o povo nas ruas por mais moralidade, pelo menos no futebol?

Músicos lembram 10 anos da morte de Aaliyah

Alguns artistas do R&B utilizaram o Twitter para prestar homenagem à cantora Aaliyah que morreu há 10 anos, no dia 25 de agosto. A amiga Missy Elliott e o colaborador e produtor de Aaliyah, Timbaland, lembraram seu aniversário de morte.

A cantora e mais oito pessoas de sua equipe morreram em um acidente de avião que havia acabado de decolar, mas caiu nas Bahamas. Eles voltavam da gravação do videoclipe “Rock The Boat”.

Missy Elliott postou: “Aaliyah, até este presente dia você ainda está em seu caminho! Sua música é atemporal! Sentimos sua falta! #TeAmamosAaliyah

Timbaland simplesmente escreveu: “Descanse em paz Aaliyah, saudades Babygirl”, enquanto Drake postou: “RIP Babygirl…em meu ouvido todos os shows, me dizendo qual será meu próximo passo. Te amo”.

Aaliyah Dana Houghton nasceu em Nova York em 1979 e lançou seu primeiro álbum em 1994, “Age Ain’t Nothing But A Number”, produzido por R. Kelly.

Livro de memórias de Keith Richards vende um milhão de cópias

O guitarrista dos Rolling Stones escreveu um dos livros de rock de maior venda na história, Vida.
Vida - Keith Richards


Keith Richards escreveu uma das biografias do rock mais vendidas de todos os tempos. O livro do guitarrista dos Rolling Stones, Vida, vendeu mais de um milhão de cópias desde seu lançamento, no ano passado, o equivalente a uma platina no mundo musical norte-americano.
Richards faturou um belo dinheiro pelo livro, recebendo adiantadamente mais de US$ 7 milhões (quase R$ 11,3 milhões). Além de ser um enorme sucesso comercial, Vida também agradou críticos, recebendo resenhas positivas em quase todos os lugares.

Abraço 15 anos – Lutas, conquistas e desafios

 


Há 15 anos, em Praia Grande (SP), surgia a primeira organização nacional de rádios comunitárias. A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço) nascia, em 25 de agosto de 1996, num cenário em que inexistia previsão legal dessa modalidade de serviço radiofônico. Mas milhares de emissoras abriam e fechavam constantemente reclamando o inalienável direito de liberdade de expressão. As decisões judiciais, a repressão policial, a fiscalização governamental e a aprovação de uma legislação eram as maiores preocupações da Abraço.
A lei 9.612 de radiodifusão comunitária foi aprovada dois anos depois, fruto do lobby de radiodifusores que, conseguindo restringir a potência, os canais e as formas de arrecadação dos recursos, inviabilizaram quase totalmente o serviço. Somente três anos depois começaram a ser licenciadas as primeiras emissoras. Os canais, além de terem a sobrevivência comprometida, se tornaram, segundo pesquisa de Venício A. de Lima e Cristiano Aguiar Lopes para o Instituto Projor, moeda de trocas políticas no Ministério das Comunicações, sendo denominado de o “novo coronelismo eletrônico”.
Novo tratamento
Para gerenciar os inúmeros pedidos de parlamentares federais aliados, que demoravam, em média, três anos para ser atendidos, e até de adversários, que passavam mais de cinco anos tramitando, foi instalado um programa de computador responsável por tal engenharia.
Nesse momento, ganham a cena deputados e senadores como intermediários, enfraquecendo a organização das rádios comunitárias. A corrida pelas autorizações tornou o movimento um “salve-se quem puder”. Em meio à maratona desesperada, muitas emissoras com origem em movimentos sociais históricos perderam seu espaço no dial, tornando-se tão-somente memória. A conjuntura trouxe dificuldade de articulação e mobilização ao movimento.
Depois de conquistadas suas autorizações, as rádios comunitárias notaram que a vitória não estava garantida. Dificuldades de financiamento, fiscalizações arbitrárias, tratamentos injustos, sobreposição de canais e ausência de apoio governamental reacenderam o espírito da luta pela radiodifusão comunitária que, aliada à efervescência dos movimentos pela democratização da comunicação, culminou com a reivindicação pela Conferência Nacional da Comunicação (Confecom), espaço para debater e planejar as políticas públicas para área.
A Abraço se refortalece no movimento Pró-Conferência, tornando-se não só referência para as emissoras que querem divulgar suas demandas, mas como interlocutor indispensável na construção do evento.
Com a maior bancada da sociedade civil na Confecom, as rádios comunitárias, lideradas pela Abraço, expressaram seu clamor ao então presidente Lula por um novo tratamento, resultando um termo de compromisso assinado por representantes da Secretaria de Comunicação Social, Casa Civil e Ministério das Comunicações. O documento que previa alternância de canais, aumento de potência e financiamento público para as rádios comunitárias tornou-se um indicativo de luta e cobranças ao governo.
Inclusão social
Um ano após a Confecom, as rádios comunitárias reuniram-se no histórico VII Congresso Nacional, que contou com mais 300 delegados de emissoras das cinco regiões brasileiras. A anistia e reparação aos comunicadores condenados, o fundo de desenvolvimento para radiodifusão comunitária, a qualificação dos radialistas comunitários, a participação popular na gestão das emissoras e a reorganização das Abraços estaduais compuseram os principais pontos de debates.
Nesses 15 anos de existência, a Abraço avança como o único movimento de base das rádios comunitárias com abrangência nacional. É uma organização que reflete as dificuldades, contradições e êxitos da coletividade de emissoras que buscam aprofundar seus mecanismos de gestão democrática – por meio de constantes assembleias e fóruns de discussão – para consolidar as rádios comunitárias como canais de acesso público. Para isso, o Selo Abraço, que será concedido às emissoras que já cumprem esse papel social, criará referências de promoção da cidadania e participação social.
A interlocução com o governo, sempre acuado pela pressão dos grandes empresários da comunicação, e com o movimento social, nem sempre priorizando a discussão, é outro desafio que tem a Abraço não só como reflexo dos interesses das rádios comunitárias, mas dos apelos da democratização da comunicação, passo imprescindível para a inclusão social e erradicação da miséria

Fãs leiloam virgindade para ver show de Justin Bieber

Tem fãs que fazem de tudo por seus ídolos, mas algumas garotas foram longe demais no México.
Elas criaram uma página no Facebook leiloando a virgindade com o objetivo de comprar ingressos para o show de Justin Bieber, segundo o jornal "El Norte".
Uma das mensagens diz: "Minha virgindade por um ingresso do show do Justin Bieber, me ajudem!".
O cantor falou indiretamente sobre o fato por meio do Twitter.
"Toda garota deveria se respeitar. Mesmo", escreveu.
O show do cantor no México deve ocorrer no final de setembro e teve ingressos esgotados em apenas quatro minutos.
Após saber que não havia mais entradas, algumas fãs entraram em desespero.
Veja o vídeo:

ERA SÓ O QUE FALTAVA MESMO?...FICO COM A FILOSOFIA DE QUE "É PRECISO EDUCAR ÀS CRIANÇAS PARA NÃO CASTIGAR OS HOMENS".

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Jay-Z cancela participação no Rock in Rio (AINDA BEM)

Rapper iria se apresentar no sexto dia de festival, 1 de outubro, mas alegou problemas pessoais; Maroon 5 substitui o artista no line-up

Jay-Z 
O rapper Jay-Z não faz mais parte do line-up do Rock in Rio. Em notícia divulgada nesta quarta, 24, foi anunciado que o músico não virá mais ao Brasil. Ele dá lugar à banda Maroon 5, liderada pelo músico Adam Levine.
O Maroon 5, famoso pelo hit "She Will Be Loved", se apresentará antes do Coldplay no Palco Mundo, no sexto dia do Rock in Rio, 1 de outubro. Jay-Z alegou problemas pessoais para cancelar sua participação no festival.
Kanye West, que acaba de lançar o disco Watch the Throne ao lado de Jay-Z, foi anunciado como uma das atrações do SWU Music Festival, no dia 12 de novembro.
 TUDO BEM VOU SER ÉTICO E BOTAR UM  VIDEO DO CARA MESMO TODOS SABENDO QUE NÃO É MEU ESTILO DE SOM!..MAS COM LINKIN PARK É CLARO:


Maria Rita lança single do disco novo

“Pra Matar meu Coração” será lançada nas rádios em 30 de agosto e o álbum Elo sai em setembro

Maria Rita lançará a primeira canção e do disco novo no próximo dia 30, nas rádios. A faixa pertence ao disco Elo, que sai no final de setembro. O single em questão, “Pra Matar meu Coração”, de Pedro Baby e Daniel Jobim, já pode ser ouvida. O quarto álbum da carreira da cantora foi gravado ao longo de dez dias, em julho, no estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro. O trabalho conta com as músicas nunca gravadas que fazem parte do repertório dos shows recentes de Maria Rita. Entre elas estão “Conceição dos Coqueiros” e “Santana”. Há também faixas que nunca fora mostradas ao público.

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