terça-feira, 31 de julho de 2012

Fundador do Partido Pirata vê Brasil como líder na defesa da liberdade na internet

 

Pontual e com um figurino único (camisa azul e terno escuro completo) dentro do descontraído ambiente do Fisl, Rick Falkvinge iniciou sua palestra no Fórum Internacional Software Livre com uma pergunta típica de suas apresentações:
— Quantos aqui já ouviram falar do Partido Pirata da Suécia?
Cerca de dois terços do auditório ainda não lotado (a capacidade é de mais de 500 pessoas) levantam a mão, proporção que Falkvinge garante ser sempre a mesma, em todos os lugares do mundo onde tem falado. Como sempre, segue com a pergunta que arranca risos da plateia:
— Quantos de vocês conhecem outros partidos da Suécia?
A partir daí, enquanto o público começa a tomar seu lugar, Falkvinge faz um mergulho pela história das liberdades civis e das instituições ameaçadas em períodos de disseminação de novas tecnologias de conhecimento. Para ele, indústrias como a do cinema e da música estão hoje sofrendo um processo pelo qual a Igreja Católica passou no surgimento da imprensa: a popularização do acesso e da capacidade de reprodução desse conhecimento colocam em xeque o poder instituido quando essas tecnologias ainda não existiam.
Falkvinge dedicou o final da sua palestra para comentar o papel do Brasil como líder na consolidação de uma cultura digital livre, elogiando iniciativas como o Marco Civil da Internet:
— Enquanto a Europa faz o possível para seguir os Estados Unidos em seus fracassos, o Brasil está muito avançado na percepção da internet como ferramenta para permitir que as pessoas exercitem o melhor de suas capacidades. O Brasil pode criar leis que incentivem o software livre, que desafiem os direitos autorais, que protejam a imunidade do mensageiro (os provedores de serviço de internet) e a neutralidade da rede. O Marco Civil é o primeiro do mundo a reconhecer que o acesso à internet é um requisisto para o exercício da cidadania.
Depois de uma hora exata de palestra, Falkvinge posou para uma foto com representantes do Partido Pirata brasileiro, que será fundado oficialmente em Recife nos próximos dias.
Fonte: Diário Catarinense

terça-feira, 24 de julho de 2012

'Furacão da CPI': ex afirma não ter vazado vídeo de sexo; Saiba mais!

Vídeo circulou entre parlamentares durante sessão da CPI do Cachoeira
Vídeo circulou entre parlamentares
O homem suspeito de vazar o vídeo em que a assessora parlamentar Denise Leitão Rocha aparece em cenas de sexo compareceu à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), em Brasília, e falou informalmente sobre o caso, segundo a Polícia Civil. De acordo com a delegacia, ele confirmou ser a pessoa que aparece nas imagens, mas negou ter vazado a gravação.
O vídeo circulou entre parlamentares e jornalistas durante uma sessão neste mês da CPI do Cachoeira. Na gravação, a assessora, que trabalha no gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI), aparece em um relacionamento sexual com um homem.
À polícia, ela teria dito que o homem que aparece nas imagens foi o responsável pela divulgação.
De acordo com a polícia, ainda não é possível afirmar que ele tenha cometido crime porque não há provas de que foi o responsável pela divulgação das imagens.
Segundo informou a delegacia, o suspeito ainda será chamado para prestar um depoimento formal e pode até vir a ser considerado vítima, caso não fique comprovada a autoria do vazamento.


 
 Fonte: 180 Graus
 
 
O Tribunal Regional Federal, da 1ª Região, manteve a decisão do Piauí que afastou a primeira-dama Lilian Martins do cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O presidente do TRF, desembargador federal Mário César Ribeiro, indeferiu o pedido solicitado pelo Governo do Estado através do procurador Kildere Ronne.

A conselheira Lilian Martins, o governo do Estado e a Assembleia Legislativa recorreram da decisão da justiça federal que suspendeu o ato de nomeação da conselheira do Tribunal de Contas do Estado. A decisão foi da juíza Marina Rocha Cavalcante Barros Mendes, da 5ª vara federal. 

O recurso foi impetrado pelo Estado do Piauí, que considerou a decisão da 5ª Vara do Piauí uma grave ofensa à ordem, por interferir em sua autonomia e provocar insegurança jurídica, além de interferir no funcionamento normal do TCE-PI, deixando a corte desfalcada de um membro até o fim do julgamento da ação. 

"... a decisão implica em interferência na autonomia do Estado, provoca insegurança jurídica por possibilitar conflito de decisões de órgãos judiciais de entes federativos diversos (Justiça Comum Estadual e Justiça Federal)...".



Os procuradores sustentam ainda que outros conselheiros foram nomeados da mesma forma que Lilian Martins, seguindo a Constituição Estadual e o Regimento Interno da Assembleia Legislativa. 

A ação que tirou a ex-deputada do cargo considera que a Alepi não poderia fazer a nomeação por ser algo que fere a Constituição Federal. No caso, só o governador Wilson Martins poderia fazê-lo. E sendo ele esposo da conselheira, acabaria cometendo nepotismo. 

"A decisão atacada não acarreta grave lesão à ordem pública, não se identificando, na espécie, interferência indevida do Poder Judiciário nas atividades de outro Poder", diz o presidente do TRF1 em sua decisão, datada de 23 de julho. 
Fonte: Cidade Verde

Artista russo costura lábios em protesto contra prisão de banda

Integrantes da banda Pussy Riot ficarão detidas até janeiro de 2013.

O artista russo Pyotr Pavlensky costurou os próprios lábios em apoio às integrantes da banda Pussy Riot nesta segunda-feira (23).

Ele fez o protesto em frente à Catedral Kazan em São Petersburgo no mesmo dia em que o tribunal rejeitou pedido de chamar o presidente Vladimir Putin e o líder da Igreja Russa Ortodoxa para depor no caso.

Nadejda Tolokonnikova, de 22 anos, Ekaterina Samutsevich, de 29, e Maria Alejina, de 24, são processadas por terem improvisado no dia 21 de fevereiro na catedral de Cristo Salvador de Moscou uma "oração punk" intitulada "Maria mãe de Deus, tire Putin". Elas ficarão detidas até janeiro de 2013 e podem ser condenadas a até sete anos de prisão.


Fonte: G1

 

Reuni: CGU aponta ‘sistemática de atrasos’ em obras das universidades federais

Relatório entregue ao MEC revela que demora na conclusão atinge uma em cada quatro construções avaliadas; 8% dos projetos têm 'problemas graves'

Fachada do campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Guarulhos

O ex-presidente Lula se vangloriava de, a despeito de não ter chegado à universidade, comandar uma expressiva expansão da rede federal de ensino superior. Em sua administração, foram criadas 15 universidades, superando a marca de Juscelino Kubitschek, com 11. "Eu, torneiro mecânico, já sou o presidente que mais fiz universidades", disse Lula em fevereiro de 2010, durante inauguração da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em Minas Gerais. Só faltou o então presidente dizer que a expansão viria na base do improviso. Passados mais de dois anos, nem metade das obras UFVJM estão de pé e o atraso, é claro, atrapalha a vida acadêmica. Não se trata de exceção. Desde 2007, quando o governo federal lançou com pompa e circunstância as bases do Reuni, programa destinado a uma bem-vinda expansão das universidades federais, se multiplicam pelo país as queixas de alunos e professores sobre as más condições estruturais das unidades novas ou ampliadas: há jovens estudando em contâiners ou escolas infantis, esgoto correndo a céu aberto e ausência ou precariedade de laboratórios de pesquisa e bibliotecas, vitais à atividade acadêmica. Um relatório preliminar da Controladoria Geral da União que já foi entregue ao Ministério da Educação (MEC) joga luz sobre o uso dos 4,4 bilhões de reais que já foram consumidos pelo programa federal só em obras.
O levantamento esquadrinhou 73 das 3.918 obras realizadas em 59 universidades federais (em alguns casos, o projeto previa a própria criação da instituição). É, portanto, uma amostragem. Mas pode ajudar a compreender a situação do Reuni, uma vez que o MEC não fornece informações detalhadas sobre as 178 obras paralisadas, o número de construções atrasadas ou o eventual prejuízo que isso acarreta. Para chegar às conclusões, os controladores federais colocaram sob a lupa os projetos entregues pelas universidades ao MEC, o repasse de dinheiro do ministério às unidades de ensino e o andamento das respectivas construções. Primeira conclusão: em 23,2% das obras de fato executadas pelas federais, foi detectada "sistemática de atrasos". Isso significa que razões semelhantes determinaram a demora das obras, tais como atraso nos processos de licitação ou até suspeitas de fraude (confira no quadro abaixo). "O que fizemos foi uma fiscalização paulatina das obras. No início do programa, selecionamos uma amostragem e acompanhamos o desenrolar da situação", diz Valdir Agapito, secretário federal do controle interno da CGU. "Conforme foram sendo detectados problemas, como atrasos ou irregularidades, acendíamos o sinal amarelo e notificávamos a instituição em questão." Continue a ler a reportagem
 
Reuni CGU FINAL
O levantamento da CGU aponta a natureza dos problemas. Falta agora determinar o prejuízo que eles dão aos cofres públicos. Em 2007, no lançamento do Reuni, a estimativa do MEC, então comandado pelo candidato à prefeitura de São Paulo Fernando Haddad (PT), era gastar de 2 bilhões de reais somente com obras – menos da metade, portanto, dos 4,4 bilhões dispendidos entre 2008 e 2011, segundo a CGU. Parte do gasto adicional se deve à ampliação do Reuni, pois as universidades incluíram projetos à expansão original. Mas parte é devido a despesas extras geradas pelos projetos originais. De Palotina, cidade que abriga um campus da Univerisdade Federal do Paraná (UFPR), vem um caso exemplar. Ali, projetou-se, ao custo de 9,5 milhões, a construção de 13.500 metros quadrados de estrutura e a reforma de outros 3.480. Até o mês passado, ao custo de 10,5 milhões de reais, pouco menos de 25% do projeto fora cumprido. O pró-reitor de administração da instituição, Paulo Kruger, prevê que a obra toda sairá por nada menos de 23 milhões de reais, 142% a mais do que o planejado originalmente. Fica uma dúvida: quem errou na conta? O pró-reitor e o MEC culpam o mesmo vilão: o desenvolvimento econômico recente. "Não tínhamos como prever, à época do projeto, um aquecimento tão exacerbado do setor de construção civil", diz o pró-reitor. "Os imóveis encareceram e os valores dos insumos, também. As construturas vencedoras das licitações não encontram mão de obra no mercado. Tudo isso encarece o processo", diz o secretário de ensino superior do MEC, Amaro Lins. Não é consenso.
Especialistas em construção e em administração pública afirmam que um planejamento adequado teria mitigado os custos extras. "De fato, vivemos uma elevação dos preços nesse campo, mas não acredito que esse seja o único fator quando falamos de acréscimos da ordem de 100% em orçamentos", diz José Roberto Bernasconi, presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia de São Paulo (Sinaenco/SP). "Quando uma obra não cumpre o cronograma, toda a fase de planejamento de custo fica comprometida." No interior da floresta amazônica, o campus de Benjamin Constant da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) também segue o roteiro de atrasos, paralisação e gastos extras. A unidade, que funciona provisoriamente desde 2006 em uma escola, teria três prédios para abrigar bibliotecas, salas de aula e laboratórios. As obras começaram em 2008, mas foram interrompidas dois anos depois: a construtora responsável consumiu o orçamento de 9 milhões de reais, entregou só 90% de um dos edifícios e decretou falência. As obras só foram retomadas em junho deste ano, após nova convocação pública. Em resumo: o contribuinte pagará mais caro para ver a construção em pé mais tarde. Não é exceção: apesar do orçamento crescente, o número de obras paralisadas do Reuni cresce: são 178 em 2012, ante 53 em 2011 (confira no quadro abaixo). "A morosidade do sistema público não é novidade. A legislação é tão burocrática que só uma gestão muito eficiente pode dar conta dos cumprir prazos e orçamentos. Infelizmente, não é o que vemos", diz o economista Raul Veloso, especialista em contas públicas. Continue a ler a reportagem
Reuni obras paradas orçamento
Além de falhas na execução, os atrasos em obras do Reuni pode, sim, ser fruto de projetos mal feitos – vale lembrar, 8% dos avaliados pela CGU ganharam o carimbo de "problemas graves". Nesse quesito, as críticas são disparadas a partir das próprias federais. Um exemplo: no lançamento do Reuni, teria havido pressa e pressão para que as universidades aderissem ao programa. "A universidade não teve tempo hábil de discutir os projetos que seriam incluídos com os conselhos acadêmicos", diz o reitor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Thompson Fernandes Mariz. "Um dos projetos previa a criação do curso de engenharia de alimentos com apenas um professor: o MEC aprovou. Em outro caso, tínhamos em mãos um projeto de auditório que não tinha ralo para escoamento de água, além de outra edificação que não previa a rede elétrica necessária para a instalação de internet. Esses casos são emblemáticos."  Quem se dedicou a estudar o Reuni faz críticas semelhantes. É o caso de Kátia Lima, professora e pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF): "O Reuni foi aprovado de forma acelerada e antidemocrática, com reuniões de conselhos universitários suspensas ou realizadas em locais alternativos. Na UFF, a reunião foi transferida para o Palácio de Justiça, e a reitoria convocou a polícia para reprimir estudantes, professores e técnicos administrativos que organizavam manifestações contra o programa."
O Reuni foi criado para ajudar a solucionar um problema: a baixa inclusão de jovens  na universidade. De acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no Brasil apenas 11% dos jovens entre 25 e 34 anos concluíram o ensino superior, ante 35% nos países desenvolvidos. Isso explica a escassez de mão de obra especializada em alguns setores da economia local. Para enfrentar o desafio de incluir mais alunos, o programa federal conta com o auxílio de universidades privadas e também de outros programas públicos, como o Prouni, que concede bolsas para que estudantes pobres frequentem faculdades particulares. "Em um país que amarga indíces baixíssimos de inclusão no ensino superir, qualquer iniciativa que se proponha a aumentar o número de universitários é bem-vinda", afirma Simon Schwartzman, sociólogo e autoridade quando o assunto é educação. De fato, desde 2007, o Reuni colheu frutos, como a criação de quase 100.000 vagas em universidades públicas.
A boa intenção, contudo, não apaga os atrasos, projetos ruins e custos adicionais do programa federal, lembra o próprio Schwartzman. "Essa política de expansão acelerada não obedeceu a nenhum plano ou avaliação cuidadosa sobre prioridades. Abriu-se instituições onde não havia demanda, admitiu-se alunos antes de existirem os edifícios e instalações adequadas e forçou-se as universidades a criar cursos noturnos e contratar mais professores mesmo quando não havia candidatos qualificados." No último dia 25, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff a lei 12.677, que reconhece tardiamente o óbvio: "A implantação de novas unidades de ensino e o provimento dos respectivos cargos e funções gratificadas dependerá da existência de instalações adequadas e de recursos financeiros necessários ao seu funcionamento." Aparentemente, a disposição não era tão óbvia até sua publicação.
Reuni Metas

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Guerra virtual pela PMT esquentam nas Redes Sociais



GUERRA VIRTUAL

Essa postagem, veiculada no Facebook pela Militância Petista, ou seja, sem identificação (perfil institucional), apimentou a campanha eleitoral virtual para as eleições deste ano em Teresina.

Discussões de quem está correto ou não, o fato evidencia que não é uma campanha feita por ignorantes. Foram através de códigos e de DNS (negócios de Internet) para confrontar.

Prova de que a artilharia está pesada e qualquer vacilo será cobrado e pode fazer diferencial na campanha.
Outro ponto mais que positivo para o pessoal da campanha de Wellington Dias, que há menos de 15 dias levava de olé nas redes sociais e hoje é quem mais disputa a hegemonia em informação e contra-informação em redes sociais com a equipe de Firmino Filho.

Enquanto isso Beto Rego e o atual prefeito e candidato a reeleição Elmano Ferrer correm pela tangente e sem muito o que fazer. Já que os dois não tem muitos admiradores ou acesso direto nas redes sociais: Orkut, Twitter, Facebook e outras. Com isso a briga esquenta, mas os não virtuais terminam ficando apenas nas caminhadas, enquanto os outros caminham nas nuvens virtuais. 

Ate mesmo o PSTU tem mais participação nas redes que os outros comentados no texto. Ainda antes das convenções se definirem o candidato Beto Rego já enfrentava a fúria dos internautas, principalmente no Facebook e no Twitter. Mas pelo jeito a grande luta virtual será mesmo entre o PT de Wellington Dias e Firmino Filho do PSDB. Uma das maiores rivalidades politicas dos últimos anos da historia politica do Brasil.

Texto: Orlando Berte
Edição final: Gabriel Hammer
Foto: Facebook

Elmano cresce e fica em 2º em nova pesquisa;Firmino tem 33%

CAPTAVOX: A pesquisa entrevistou 1 mil eleitores em 62 bairros de Teresina no período de 17 a 20 deste mês. 

Firmino Filho, candidato do PSDB à prefeitura de Teresina, mantém a liderança na corrida eleitoral, de acordo com nova pesquisa do Instituto Captavox, divulgada nesta segunda-feira no Cidadeverde.com. Na primeira pesquisa após a campanha na rua, o candidato tucano tem 33,20% das intenções de votos entre os eleitores da capital piauiense. 





A novidade na pesquisa é o crescimento do prefeito Elmano Férrer (PTB), que tenta se reeleger, e aparece em segundo lugar empatado tecnicamente com o senador Wellington Dias (PT). No levantamento, Elmano Férrer aparece com 19,30% das intenções de voto na pesquisa estimulada e Wellington Dias tem 18,30%.

A pesquisa entrevistou 1 mil eleitores em 62 bairros de Teresina no período de 17 a 20 deste mês. A margem de erro é de 2,98% para mais ou para menos. 

No TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a pesquisa está registrada no Nº 00115/2012.



Simulação 2º turno

No Jornal do Piauí será divulgado novos números da pesquisa Captavox com simulações para o segundo turno. O jornal inicia a partir do meio dia. 

Fonte: Cidade Verde

Executivo diz que 'ninguém é obrigado a ficar na TIM'

Segundo representante da empresa, a operadora investe R$ 3 bilhões por ano para melhorar a qualidade do serviço

Mas não é a pior operadora do País e não compreendeu os critérios da Anatel para chegar a essa conclusão, disse ontem presidente da TIM Fiber, Rogério Takayanagi, que falou em nome da TIM Brasil. Ele classificou como "drástica" a decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de suspender as vendas de novas linhas da empresa em 18 Estados e no Distrito Federal a partir de segunda-feira.

 Tim estreia no Novo Mercado da BM%26FBovespa

Para o executivo, a competição entre as operadoras força a regulação do mercado. "A TIM, neste momento, é a única operadora que não tem nem fidelização, subsídio ou contrato para a pessoa ficar (na operadora). Então a pessoa só fica na TIM porque ela quer. Ninguém é obrigado a ficar na TIM", afirmou o executivo.
Segundo ele, a operadora investe R$ 3 bilhões por ano para melhorar a qualidade do serviço, principalmente para segurar o cliente. "O cliente pode ir para outra operadora na hora que ele quiser." O executivo reconheceu que há falhas na cobertura da TIM e atribuiu os problemas, principalmente, ao crescimento rápido do serviço. "Uma rede de celular em um País que cresce como o Brasil é normal que funcione hoje, mas aí, quando constroem um prédio do lado da sua casa ou um shopping novo, o volume de tráfego é maior. Obviamente, a rede para de funcionar e o nosso trabalho é colocar uma nova antena perto da sua casa", disse.
A TIM entrou ontem com um mandado de segurança contra a decisão da Anatel para tentar evitar a suspensão das vendas. Segundo Takayanagi, a "esperança" da empresa é obter uma decisão favorável na Justiça antes de segunda-feira. Mas, se não for possível, a TIM respeitará a decisão do órgão. "O mandado de segurança não é uma afronta à agência. É uma tentativa de defender a operação", disse.
O superintendente de Serviços Privados da Anatel, Bruno Ramos, disse ontem que o encontro com a diretoria da TIM na quinta-feira foi "tenso". "Eles acham que não deveriam ser punidos", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Exame / Folha de São Paulo

Após massacre, Warner cancela anúncios de TV de Batman

Estúdio já havia anunciado ontem a suspensão dos eventos de promoção do filme que seriam realizados na França

Divulgação/Warner
Cena de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge: publicidade na TV cancelada pela Warner após massacre nos EUA
São Paulo - A Warner Bros. cancelará dois anúncios de televisão para "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (Batman - The Dark Knight Rises) depois do massacre que matou 12 pessoas em um cinema de Aurora, no Colorado, de acordo com informações de duas pessoas próximas ao estúdio divulgadas pela Bloomberg.

Duas versões dos comerciais para o filme foram totalmente canceladas, disse uma das pessoas, pedindo anonimato, já que a decisão não foi levada ao público.
Alguns dos anúncios possuíam elementos que poderiam lembrar as pessoas do tiroteio de ontem. O vilão do filme, Bane, por exemplo, aparece nas propagandas com o rosto coberto por uma máscara, semelhante à máscara de gás usada por James Holmes na ocasião do crime.
O estúdio já havia anunciado ontem a suspensão dos eventos de promoção do filme que seriam realizados na França
"Após o ataque, a Warner decidiu cancelar a promoção da última sequencia da série Batman na França, inclusive a pré-estreia desta noite em Paris", informou a produtora americana por meio de uma rede social.
Os atores Morgan Freeman e Marion Cotillard também desistiram de gravar uma entrevista para o canal "TF1", que seria apresentada no horário nobre.
VEJA TRAILER AQUI: 
Fonte: Abril

sábado, 21 de julho de 2012

A bela Thereza Collor, a musa da outra CPI e do impeachment

A bela Thereza Collor, a musa da outra CPI — e do impeachment –, fala sobre o caso, 20 anos depois, sobre os dramas que viveu, o marido que morreu, os filhos já adultos e viagens por lugares como o Turcomenistão e o deserto do Saara

Thereza Collor, fotografada por seu filho, Victor  
(Entrevista a Maria Laura Neves e Patrícia Zaidan publicada na revista Claudia, da Editora Abril)

“E AINDA DIZEM QUE EU SOU SOCIALITE?”
Peça-chave no primeiro impeachment da história do Brasil, Thereza Collor tem se aventurado pelos desertos do mundo. Vinte anos depois de ajudar a derrubar o presidente Fernando Collor, ela relembra o episódio e o que ele mudou na sua vida

Era 27 de maio de 1992 quando o Brasil conheceu Thereza Collor. Num tailleur xadrez que revelava suas pernas e causou verdadeira comoção. Naquele dia, no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo, a pernambucana criada em Maceió não disse uma só palavra: as atenções tinham que permanecer sobre o marido, Pedro Collor, que exibia a um batalhão de jornalistas o atestado de sua integridade mental.
Ele reiterava que não era preciso ser louco para denunciar o lamaçal de corrupção em que estava metido o presidente Fernando Collor, seu irmão. O episódio vai completar 20 anos. Thereza postou-se feito leoa ao lado de Pedro, que enfrentava uma guerra com o mundo político e o particular. A mãe de Pedro, Leda, para desqualificar as acusações, afirmou em uma carta ao Congresso Nacional que o filho era desequilibrado – além de afastá-lo do comando das empresas de comunicação da família, em Alagoas.
Era só o começo do processo tenso e explosivo que derrubou o presidente, quatro meses depois. Nesta entrevista, Thereza recordou, às vezes com voz embargada, a sensação do dever cumprido, as ameaças de morte, a saída do país com os dois filhos pequenos e com pouco dinheiro: “Eu cortava o cabelo do Pedro, o meu, o das crianças, vivendo de economias”, lembra.
De volta ao Brasil, o marido descobriu um câncer, em novembro de 1994, e deixou Thereza viúva um mês depois. As pessoas nunca se esqueceram dela, como se nota facilmente ao segui-la na Galeria de Arte do Sesi, na avenida Paulista, em São Paulo, onde até este mês de junho mantém a mostra Joias do Deserto, com 2 mil adornos dos séculos XIX e XX.
Para comprá-los, ela percorre tribos da Ásia Central, Arábia, Tibete e Saara. Dorme em cabanas, se lava em bacia, come bolachas. Na exposição, há quem queira abraçá-la, perguntar detalhes do impeachment – o que hoje, aos 49 anos, Thereza tem orgulho de recordar.

Você ainda guarda aquele tailleur xadrez que a tornou famosa?
Está em Maceió, é uma memória. Foi um negócio maluco. Não preparei um guarda-roupa; estava tensa demais para pensar no que vestir. De repente, o tailleur mexeu com o imaginário das pessoas. Falaram das minhas pernas. As revistas de moda disseram que o tecido não era apropriado para a temperatura… para virar um símbolo.
Thereza Collor em 1992: vinte anos depois, orgulho de seu papel no impeachment do então presidente, seu cunhado (Foto: VEJA)

Que emoção você sente ao lembrar que faz parte da história do Brasil?
Fernando era jovem, o primeiro presidente depois da ditadura militar, com uma eleição brilhante. Quem vai contra um presidente assim? Pedro estava completamente só. A família dele, a minha, os políticos, os empresários que tinham negócio com o governo, todos se voltaram contra.
Eu levava uma vida quieta em Alagoas. Mas, quando vi Pedro sendo injustiçado, não me contive: entrei por solidariedade. Até mesmo um dos advogados contratados por Pedro tentou abafar o caso, indo à redação de VEJA para impedir a publicação das denúncias – mas não conseguiu.
O advogado foi ao Maksoud, onde estávamos hospedados, disse que as acusações eram graves demais e aconselhou que as retirasse, porque não havia argumentos para defender Pedro: ele seria preso. Afirmei que, se isso acontecesse, eu iria para a rua, levantar o povo. Como podiam prender um homem que não tinha cometido nenhum crime?

E você faria isso mesmo?
É lógico! Se Pedro fosse preso, ia acabar enfraquecido, no ostracismo. Quem o defenderia? Quem argumentaria por ele? Eu estava junto, não era só uma coadjuvante, um ombro ou ouvido qualquer. E o incentivava a seguir em frente.

Você nunca pensou em desistir?
Era um caminho sem volta. Não podíamos pensar em recuar. Também não tivemos medo de nada. Medo é algo que não passa por mim.

E sofreram ameaças?
Pouco antes das denúncias, o governador do Acre [Edmundo Pinto] tinha sido assassinado num hotel de São Paulo. Quando chegávamos aqui [em São Paulo], o governador Fleury [Luiz Antonio Fleury Filho] colocava um monte de policiais para nos proteger. Ele tinha receio de que algo nos atingisse. Afinal, quantos milhões de interesses estavam em jogo com as declarações de Pedro? E grana, então?
Outra vez, num restaurante, a segurança pediu para irmos embora: havia uma suspeita de ataque. E também recebemos ligações com ameaças em casa, em Maceió. Falavam de nossos filhos.

Por que, depois do impeachment, vocês foram para Miami?
Minha casa vivia cercada de jornalistas. Não tínhamos sossego para nada. Um inferno. O ano que passamos em Miami foi angustiante. Sem trabalho, não sabíamos o que seria da nossa vida. Na volta, tudo continuava bagunçado. O clima estava ruim, as pessoas tinham medo de que Pedro fizesse novas denúncias. Ninguém se aproximava de nós. Parecia que tínhamos lepra [risos].

Como vocês se sustentaram?
Nosso padrão de vida diminuiu bastante. E dona Leda nos ajudou. Era uma mulher muito educada, íntegra, reconhecia que Pedro havia reerguido o patrimônio da família. Dizia que ele lhe dera uma qualidade de vida que nem mesmo o marido [o senador Arnon de Mello, morto em 1983] tinha lhe proporcionado.

Mas ela ficou do lado do presidente Collor e chamou o seu marido de louco. Você a perdoou logo?
Ela sentiu o peso da posição que tomou. De certa forma, se arrependeu. Dona Leda pensava que, como majoritária na empresa, recolocaria o Pedro no comando quando quisesse. Já a Presidência da República, ela não poderia devolver se o filho a perdesse.
Então, pressionada pela família, fez a carta para evitar uma CPI contra Fernando. Foi usada: disseram que o documento seria lido por poucos no Congresso Nacional. Mas vazou ao chegar ao Palácio do Planalto. Alguém de lá mandou por fax para todas as sucursais da imprensa.

Fernando Collor e Roseane: (Foto: Reprodução)
Fernando Collor (com a então mulher Roseane): "Ele não nos prejudicou, mas mentiu ao dizer que não o deixei ver Pedro no final da vida" (Foto: Reprodução)

O ex-presidente tinha fama de vingativo. Como vocês se protegeram?
Nunca fizemos nada. Foi Deus. E a consciência do Fernando, que sabia que Pedro falava a verdade. Ele não nos prejudicou [perseguindo]. Só mentiu ao dizer que não o deixei ver Pedro no final da vida. Não é verdade. Imagine. É família, é sangue. Não proibi nada.

Como você lidou com o câncer cerebral que vitimou seu marido?
Foi tudo muito rápido. Nós recebemos a notícia de que era incurável, uma metástase de câncer de pele, e ele morreu um mês depois.

O stress teve relação com a doença?
Eu acredito que sim. Ficamos 20 dias em Nova York, no Memorial Hospital, um centro de referência no mundo. O chefe da oncologia disse a Pedro que a pessoa tem maior ou menor propensão ao câncer, e que as descargas de stress muito grandes aceleram o processo. A tensão tinha sido enorme.

Pedro fez reflexões à beira da morte?
Ele foi a pessoa mais forte que eu conheci. Nunca questionou a doença. Sabia que ia morrer, mas não ficou baixo-astral ou fez confissões. Ele tinha a consciência limpa. Não tomou calmante para dormir nenhuma vez. Só estava triste com o rompimento da família. Já eu, não queria acreditar naquela doença dele. Ficava esperando por um milagre. Preparava a comida, passava a sopa na peneira para ficar fininha. Queria deixá-lo forte.

Teve quem dissesse que a doença era um castigo. Não foi assim?
Para mim, não disseram nada. Nunca sofri um só ato de agressividade. Eu andava pelas ruas e até as pessoas pró-Collor vinham me abraçar. Tenho um arquivo gigante com cartas – uma veio da Bolívia – parabenizando, falando que nós mudamos a história do Brasil.

De lá para cá, o país melhorou?
Não amadurecemos politicamente. Não há consciência do coletivo, ninguém respeita o que é público. A gente vê tantos escândalos: políticos tirando dinheiro da saúde, da educação, da boca do povo. Eles compram votos. Ainda hoje existe clientelismo e prática de currais. Eu tenho muita pena do Brasil.

therezacollor
Sobre as fotos que fez como modelo: "Não sou uma estrela, mas passo credibilidade"

A luta foi em vão? Hoje você faria algo diferente? Escolheria outro caminho?
A imprensa se fortaleceu, ganhou poder. Isso é bom. O apoio dela foi fundamental. Se não estivesse ao nosso lado, a denúncia morreria. Não, eu não mudaria minha posição. Hoje, com maturidade, talvez confiasse menos em algumas pessoas. Lidaria melhor com a imprensa, que também tem outro lado: quando precisa, ela usa você. Se já não precisa mais, descarta, chuta. E, se enxergar que você está ganhando muita força, então ela a queima, sem a menor piedade.

Vinte anos depois, já dá para rever a versão de Pedro de que Fernando a assediou num momento em que seu casamento estava abalado?
Fernando é sedutor com todo mundo. Naquela época, ele era governador e já tentava desestabilizar Pedro, que dirigia a Gazeta de Alagoas, com posição independente e às vezes até crítica à administração.
Isso se estendeu no período da Presidência. Primeiro, tentou tirar o Pedro do comando da empresa. Depois, botou Paulo César [o PC Farias, tesoureiro da campanha de Collor, pivô das denúncias de Pedro, que foi assassinado em 1996] para comprar as ações de Leopoldo [o irmão mais velho do presidente]. E criou o jornal A Tribuna, também com PC, para concorrer com a Gazeta.
Entre as tentativas de derrubar Pedro, insinuou que me assediava. Ele conhecia muito bem o meu marido, sabia que isso o deixaria enciumado, injuriado. E, por causa das denúncias, queria ver o satanás, mas não queria avistar Pedro.

A relação deles sempre foi conflituosa?
Não, ao contrário. Eram muito próximos desde a juventude. Pedro era padrinho do filho mais velho de Fernando, o Arnon. Nosso primeiro filho recebeu o nome do Fernando.

Você tem contato com Collor, hoje senador, e com os outros familiares?
Com Fernando, nenhum. Eu me dou bem com os filhos dele. Quando me encontram, são carinhosos. E convivem com meus filhos. Mas ninguém toca em assunto passado.

Por que você não quis disputar um cargo político depois de ter sido secretária de Turismo de Alagoas?
Fui convidada mil vezes para disputar eleições. Era a única pessoa com rejeição zero no Estado. Mas eu estava muito cansada. Também tinha medo de, com a minha inexperiência, assinar algum documento e me meter em falcatruas.
Fiquei viúva em dezembro e dia 3 de janeiro já tomei posse na Secretaria. Eu fiz um bom trabalho, me neguei ao compadrio e a fazer cabide de emprego. Não aceitei nem uma colunista social que pediu uma vaga ao governador (Divaldo Suruagi). Vesti a camisa e suei.
Usei a mídia nacional, que tinha em torno de mim, para reverter a imagem negativa que os escândalos renderam ao Estado. Deixei dinheiro em caixa, restaurei o Teatro Deodoro, levei lá Bibi Ferreira, Fernanda Montenegro, Hebe Camargo. Depois de tudo, ainda dizem que eu sou só uma socialite?

"E ainda dizem que eu sou só uma socialite?" (Foto: Vogue)
"E ainda dizem que eu sou só uma socialite?" (Foto: Vogue)

Você também estava ganhando bons cachês como estrela e modelo…
Por que não? Todo dinheiro extra que vinha era bom. Não sou uma estrela, mas passo credibilidade. Fiz propaganda das Havaianas porque sempre usei. E me recusei a fazer publicidade de uma cerveja porque não combinava comigo.

Thereza Collor e Gustavo Halbreich
Thereza Collor com o marido, o empresário Gustavo Halbreich: "Ele se apaixonou por Alagoas e até comprou uma fazenda de coqueiros"

Ainda mantém vínculos com Alagoas?
Amo a minha terra. Vou todo mês a Maceió. Meu filho Fernando (de 28 anos) mora lá. Meu marido [o empresário Gustavo Halbreich] se apaixonou pelo Estado e até comprou uma fazenda de coqueiros.

O que seus filhos fazem hoje? Que imagem guardaram do pai?
Pedro é um exemplo para eles. Mas sentem que o sobrenome pesa demais. Ao mesmo tempo que abre, também fecha muitas portas.
Victor (25 anos) adora São Paulo, é fotógrafo, gosta de namorar mulheres mais velhas. Foi eleito, não sei por quem, um dos homens mais bem-vestidos do país.
O Fernando está sendo tentado pela política [faz expressão de desgosto]. Trabalha no jornal do meu pai [o usineiro e deputado federal João Lyra]. Eu preferia que ele atuasse em outra coisa. Mas não posso me meter.

Se ele decidir virar político, você abraça a ideia? Vai para a campanha?
Abraço, né? Vou estar ao lado em qualquer momento. É meu filho.

Thereza e o filho Victor, o "mais bem vestido do Brasil" (Foto: Beta Recorder)
                           Thereza e o filho Victor, o "mais bem vestido do Brasil" (Foto: Beta Recorder)
Que tipo de conselho você dá a ele?
Sempre digo que é preciso ter idealismo, uma bandeira, um sonho. Pedro nunca gostou de política, era transparente, chegou a discutir várias vezes com meu pai. A política, aliás, sempre rondou a minha vida e deu muito trabalho, trouxe conflitos.
Me casei aos 18 anos, por desejo próprio, mas o casamento teve uma conotação política. Fernando Collor era prefeito de Maceió, meu sogro era senador e meu pai já tinha pretensões eleitorais. Foram 5 mil convidados, minha família criou um escritório só para cuidar da recepção – não havia infraestrutura na cidade. Tinha políticos e empresários do país inteiro. Os noivos não eram o foco da festa [risos].

As diferenças com seu pai a fizeram forte? Você continua distante dele?
Meu pai é machista, não concordo com ele. Somos opostos e nos vemos pouco. Não me meto na vida dele e ele não se mete na minha. O que eu vivi em casa talvez tenha me feito mais forte, sim. Já sofri muitas adversidades e soube enfrentar todas elas sozinha.

Por que coleciona joias étnicas?
Gosto do exótico. Aos 14 anos, numa viagem ao Irã e ao Egito, comecei a comprar para usar. Quando casei, a mãe do Gustavo me ofereceu as peças que tinha. Adoro colecionar. Quando criança, fazia álbuns de figurinhas. Pesquiso as peças, o valor cultural, a época, o significado. Há povos que não usam alianças, mas braceletes em sinal de união. Guardo uma parte delas na fazenda, outra em São Paulo.

Exposição de sua coleção, na Fiesp: Joias do Deserto (Foto: Divulgação)
  Com parte de sua coleção "Joias do Deserto", exposta no Sesi de São Paulo

Quando você percorre os desertos pelo mundo, como se instala?
Fico em lugares sem conforto, mas gosto. No Turcomenistão, dormi numa barraca. Não tinha banheiro, eu usava um cercadinho de palha para me lavar numa bacia. Na Ásia Central, não tomam café da manhã: eu levei o meu leite em pó. No deserto, passo dias comendo bolacha, barra de cereal e queijo. Adoro ouvir as pessoas, fotografá-las nas suas aldeias.

Cadê Thereza?
Cadê Thereza?
Tudo com apoio do marido?
Sempre com apoio dele. Gustavo vai junto algumas vezes. Ou minha mãe [Solange Lyra, que vive na Espanha] me faz companhia.

Gustavo já pediu para esquecer essa história de musa do impeachment?
Nunca. Carrego o nome Collor. Tem sempre alguém, num jantar, que pergunta. Eu conto. Meu marido se orgulha da postura decente e digna que assumi. Sabe que não há como apagar minha história.

Você começou a escrever seu livro?
Tenho vontade, mas preciso andar mais. Não vou falar só do impeachment: me tornaria uma ranzinza. Mas minha vida longa já dá livro. Até pareço uma velhinha.
 Veja comercial de 1997 com Theresa Collor

Veja na CPI, por que não?


 Onyx-Lorenzoni
O Estado democrático não confere privilégios a ninguém. Não deveria. Digo isso a propósito dessa discussão sobre a eventual convocação do jornalista Policarpo Júnior à CPI do Cachoeira – e a depender das averiguações, do próprio Roberto Civita, o todo-poderoso da Editora Abril, a mão que balança o berço da revista Veja. Do meu ponto de vista, se houver, como há, claros indícios de participação da publicação nos propósitos criminosos de Carlinhos Cachoeira, não há atalhos possíveis para evitar a convocação de um deles, ou de ambos. O jornalista Luís Nassif tem insistido que se esqueça Policarpo Júnior porque o mandante de tudo é Roberto Civita.
É evidente que a discussão sobre o relacionamento dos jornalistas com a fonte não é simples. Lembro-me de um livro que li há muito tempo, de Yves Mamou, em que ele desenvolve a tese de que, longe de os jornalistas manipularem as fontes, são estas que os manipulam. É uma formulação que, em minha opinião, está muito próxima da verdade – ele trata no livro tanto do mundo dos negócios quanto do território da política.
Não há e não pode haver ingenuidade nessa relação, que é sempre um intercâmbio, uma troca. Há, sempre, um toma lá, dá cá – perigoso, tenso, delicado, sensível. E, nesse jogo, o jornalista pode esforçar-se para defender os interesses da sociedade, e não são todos que conseguem esse feito. Há aqueles que se submetem à fonte, aos interesses exclusivos da fonte, e aí, é claro, a notícia verdadeira, ou mais próxima da verdade, é sacrificada. E isso, como sabemos, não é raro.
Essa relação, nos dias de hoje, não pode ser pensada em termos individuais, como se o problema se circunscrevesse apenas à relação entre a fonte e o jornalista. Hoje, os jornalistas saem às ruas com a pauta pronta, com a ideia de provar uma hipótese elaborada na redação. São os editores que guiam os repórteres na sua relação com as fontes, mesmo que cada um tenha suas singularidades. Alguém pode imaginar um repórter de Veja cismando de pesquisar, aprofundar as denúncias contidas no livro do Amauri Júnior sobre as privatarias tucanas? Ora, ora, claro que não. A relação é mediada desde cima – a orientação editorial é que comanda a pauta e a relação fonte-jornalista, e o faz com mão de ferro, que ninguém se engane.
Dito isso, volto a nossa revista. Sabidamente, Veja se dedica, de modo militante, e sem nenhum escrúpulo, a combater o projeto político que o PT comanda no Brasil desde 2003. É uma revista filosófica e politicamente de direita – e nisso não haveria, em tese, nenhum mal. Bastava que fizesse isso observando algumas lições de manuais do jornalismo, que não chutasse tanto, não mentisse de modo tão desavergonhado, não fosse tão irresponsável e, agora podemos dizer, tão murdochiana. Sua visão tão sectariamente partidária – no amplo sentido da palavra, de ter um lado do qual não abre mão – faz com que mande às favas quaisquer escrúpulos e use quaisquer métodos, inclusive criminosos. O que fez Rupert Murdoch senão valer-se da arapongagem? E a Inglaterra soube reagir aos crimes daquele cidadão e suas empresas.
O que fez a revista nessa relação com sua fonte, Carlinhos Cachoeira? Poderia dizer que nos últimos anos tornou-se refém dela. Isso, no entanto, seria pouco. Veja terceirizou a pauta – é fácil perceber, pelo pouco que ainda sabemos, as muitas pautas que a fonte criminosa encomendou à revista, e foi prontamente atendida. Ou como a fonte atendeu a pedidos da revista para usar seus arapongas e construir matérias, verdadeiras ou falsas, muito mais falsas que verdadeiras. Pelas escutas divulgadas, a fonte comemorou tantas vezes o que Veja fazia, tudo previamente combinado. Muitas vezes comemorou com o senador Demóstenes Torres.
E é claro que Veja sabia quem era Carlinhos Cachoeira, a natureza de seus negócios, quem eram seus arapongas criminosos, quem era o senador Demóstenes Torres. Que justificativa há para tal, vá lá, conivência? Que justificativa há para tão íntima convivência? Que justificativa há para acobertar tantos crimes, inclusive contra o erário, que Veja, nos casos que seleciona, no mais das vezes sem critério, diz defender.
A CPI, instrumento que Veja sempre defendeu, é um instrumento do Estado de Direito. É um espaço democrático. Por que o medo da CPI? É só a revista se apresentar, se convocada, e provar que os mais de duzentos telefonemas trocados entre seu jornalista e Carlinhos Cachoeira atenderam aos critérios do bom jornalismo, aos interesses da sociedade. Ou não. E, se não, enfrentar as consequências. Simples assim.
Emiliano José é professor-doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia, jornalista, escritor e membro do Conselho de Redação de Teoria e Debate
Fonte: Revista Teoria e Debate

Indicação do Conselho de Comunicação Social é retrógrada e antidemocrática

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação repudia nomeações feitas pelo Congresso Nacional à revelia da sociedade civil. FNDC denuncia atropelo do Congresso Nacional aos movimentos sociais
O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) recebeu com surpresa a notícia da reativação do Conselho de Comunicação Social (CCS), e vem a público manifestar seu repúdio e indignação quanto à nomeação antidemocrática e preconceituosa realizada pelo Congresso Nacional.
A inclusão do Conselho de Comunicação na Constituição Federal de 1988 foi fruto tanto da luta política e da mobilização de diversos segmentos sociais quanto da articulação da sociedade com o Parlamento, fato que não se repetiu agora quando da composição do Conselho. Não houve diálogo sequer com a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação, subscrita por mais de 180 parlamentares, com forte representação da sociedade civil, que no ano passado encaminhou sugestões para a composição.
O CCS foi regulamentado em 1991, mas só teve sua primeira indicação em 2002, e estava parado desde 2006, numa interrupção ilegal e inconstitucional. Embora tenha caráter consultivo, ele pode cumprir papel importante de fomentar debates sobre os temas da comunicação social, e servir como impulso para o Congresso regulamentar os artigos constitucionais sobre comunicação que estão há 24 anos sem definição legal – como o que proíbe monopólios e oligopólios e o que aponta para a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal.
Contudo, as indicações realizadas na reativação do CCS foram completamente arbitrárias, sem diálogo com a sociedade civil organizada com atuação no campo, que foi atropelada justamente no momento em que busca contribuir com o avanço da democratização da comunicação e com a efetiva liberdade de expressão para todos e todas. A demonstração do nosso acúmulo e compromisso se dá cotidianamente para quem acompanha a pauta, e foi mais do que comprovada durante a I Conferência Nacional da Comunicação (Confecom), realizada em 2009 e praticamente ignorada pelo Congresso Nacional, com honrosas exceções.
Nas vagas fixas reservadas a trabalhadores, foram mantidos representantes de entidades do movimento, como a Fenaj, mas a indicação dos radialistas se deu sem diálogo com a atual gestão da Fitert e a dos artistas privilegiou um único sindicato, com forte ligação com o setor patronal, em detrimento da associação nacional.
Já nas indicações das cadeiras da sociedade civil foram privilegiados setores conservadores (inclusive empresários do setor) e ligados às igrejas, com claro favorecimento a cidadãos com relações pessoais com o presidente do Congresso Nacional. A exceção positiva foi a indicação de pessoas com ligação com a pauta da cultura digital, que ainda assim não contempla as perspectivas do movimento pela democratização da comunicação.
Além destas incoerências, é grave a constatação de que todos os 13 nomes indicados para a titularidade da representação são de homens, desprezando a diversidade e a pluralidade da sociedade ao alijar completamente a participação feminina, algo inadmissível para a construção de uma sociedade democrática.
Um Conselho que deveria servir para auxiliar o Parlamento, e que reúne entre suas funções avaliar questões ligadas à liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação, além de emitir pareceres e recomendações ligadas à produção e programação de emissoras de rádio e televisão, não deve - e não pode jamais - prescindir da participação de uma representação coerente da sociedade civil à altura de tão complexas e estratégicas responsabilidades.
Conclamamos os nobres parlamentares a desfazerem esse grave erro e reabrirem o diálogo. Este tipo de prática arbitrária afronta os direitos do povo brasileiro e afeta o caráter democrático do Conselho.

FNDC - Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Golpe: radialista é vítima de falso sequestro em Teresina

A família da radialista piauiense Welida Santos foi vítima do golpe do falso sequestro no final da manhã desta quinta-feira (19). Os bandidos teriam dito, por telefone, que a radialista havia sido sequestrada e para liberá-la pediram o valor de R$ 10 mil.


"Minha mãe, em prantos, ficou sem atitude. Minha cunhada tentou ligar para o meu celular, que por coincidência deixei em casa. Ela conseguiu falar comigo por outro número. Quando atendi, só pela voz dela, percebi que ela tremia. Perguntou se eu estava bem, e contou a historia", explicou welida.

A radialista relatou que, em desespero, a família custou a acreditar que o sequestro era falso. "Fiquei muito assustada. Esses bandidos podem destruir até com a saúde das pessoas, sem nem tocar na gente", refletiu. 

Welida aconselha as pessoas a tentar contato com a suposta vítima e comunicar a polícia, caso recebam ligação desse tipo.

"Faça como minha cunhada fez, não dê informação, se tem gente na casa ou não, não dê números de conta no banco, não marque encontro. Tente entrar em contato com a pessoa, para saber se a historia e verdade ou não. E, o mais importante: ligue para a polícia", postou a radialista em sua página do Facebook.
 
Fonte: Cidade Verde

O Facebook vai ser a próxima Microsoft

São Paulo - Apesar do desempenho decepcionante de suas ações na bolsa, o Facebook ainda é considerado uma das empresas mais inovadoras da internet.
Para o americano Scott Anthony, diretor da consultoria Innosight Institute, com sede nos arredores de Boston, uma das mais influentes do mundo, porém, a companhia de Zuckerberg irá perder sua majestade. A exemplo do que ocorreu com a Microsoft, o gigantismo afetará sua agilidade e seu poder de inovação, diz Anthony.
1. EXAME - Por que o valor das ações do Facebook decepcionou logo após a abertura de capital?
Scott Anthony - O Facebook é uma empresa real, com lucro real, que tem impacto real em nossa vida. Mas vai precisar trabalhar muito para mostrar que pode entregar todo o potencial que diz ter. Feita essa ressalva, é preciso lembrar que ainda é cedo para fazer um julgamento definitivo.
2. EXAME - Estima-se que existam 3 000 redes sociais no mundo hoje. Há espaço para mais?
Scott Anthony - Claro. Há muitos nichos para explorar. Devem surgir mais redes especializadas, como o LinkedIn, voltado para o mundo corporativo. É como na vida fora da internet. Há amigos do trabalho, do clube, dos tempos da universidade, e assim por diante. As pessoas deverão estar cadastradas em tantas redes quantos forem seus grupos de contato.
3. EXAME - Isso quer dizer que o Facebook perderá espaço?
Scott Anthony - As redes sociais menores poderão permanecer independentes e lucrativas. Mas as maiores, como o Facebook, devem assumir o papel de consolidadoras do setor. Isso porque têm mais acesso a fontes de capital e precisam agregar novos serviços.
Foi o que aconteceu no mercado de software. A Microsoft é uma corporação, a maior do setor, mas existe espaço para muitas empresas menores.
4. EXAME - Como o uso das redes sociais já influencia a formação das pessoas?
Scott Anthony - O que vemos nos jovens atualmente nos faz crer que essas ferramentas tornam as pessoas mais colaborativas e capazes de lidar com vários assuntos ao mesmo tempo. Como isso vai afetar as gerações futuras é uma incógnita.
5. EXAME - Muitos pais se preocupam com a exposição dos filhos nas redes sociais. Esse problema tende a aumentar?
Scott Anthony - É provável que as futuras gerações não entendam a questão da privacidade como nós entendemos hoje. Para muitos adolescentes já é normal compartilhar suas opiniões, gostos e atividades sem questionar se isso é apropriado.
É provável que essa tendência se intensifique. O compartilhamento de informações fará parte da vida, algo tão normal quanto estar acessível 24 horas por dia no celular.
6. EXAME - As redes sociais são a atual tendência da internet. Qual será a próxima?
Scott Anthony - As próximas vencedoras serão as empresas especializadas em agrupar, tratar e analisar os dados que as pessoas compartilham nas redes sociais, aquelas capazes de tirar conclusões de informações como “de que as pessoas gostam” ou “o que compram”.
7. EXAME - O senhor acha que o Facebook estará à frente dessa nova onda?
Scott Anthony - À medida que crescer o Facebook será menos ágil. Vai ser o que a Microsoft é hoje. Grande, mas pouco inovador.

Fonte: INFO on line

Operadoras de telefonia celular se surpreendem com decisão da Anatel


SÃO PAULO - Após a decisão anunciada na última quarta-feira (18) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em suspender as vendas de novas linhas de celulares pelas operadoras Claro, Oi e Tim, as operadoras se mostraram surpresas com a decisão.
De acordo com o comunicado apresentado pela Tim, a empresa afirmou que recebeu com bastante suspresa a medida da Anatel, considerada por eles extrema. No comunicado, a operadora afirma que houve o bloqueio desproporcional de novas linhas em 19 estados.
Em nota, a Tim reafirma que está desenvolvendo um conjunto de projetos de infraestrutura para seguir prestando serviços aos clientes, suportando o crescimento e capturando as oportunidades que o mercado brasileiro oferece. “Diante do exposto, a Tim irá tomar todas as medidas necessárias para restabelecer o quanto antes a normalidade de suas atividades”, informa.
Mais surpresas
A Claro também informou que foi surpreendida pela decisão da Anatel de suspender temporariamente a comercialização de novas linhas em Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
Para amenizar os impactos da proibição, a operadora apresentará prontamente à Anatel o seu plano de investimentos. “A Claro esclarece que o critério que impactou essa determinação da Anatel está relacionado a problemas pontuais de atendimento no Call Center que atendem esses estados, cujas ações de melhorias já apresentaram resultados nos indicadores da Anatel do mês de junho”, afirma a nota.
Já a Oi afirmou que manterá diálogo de forma contributiva com a Anatel. “A companhia entende, pelas informações recebidas até o momento, que o parâmetro que fundamenta a análise da Agência não reflete os investimentos maciços realizados em melhorias de rede”, informa.
Fonte: UOL Economia

Promotora que orientou candidato a prefeito em Teresina renuncia


Promotora da 1 ª Zona Eleitoral de Teresina, Myrian Lago, solicitou seu afastamento nesta quinta-feira
Foto: Reprodução / 180 Graus 

Via Twitter, Myriam Lago sugeriu ao tucano Firmino Filho que mudasse slogan de campanha



A promotora da 1 ª Zona Eleitoral de Teresina, Myrian Lago, solicitou nesta quinta-feira à Procuradoria Regional e ao Ministério Público Estadual seu afastamento das atividades na Justiça Eleitoral. Antes de assumir o cargo, ela conversou através de seu perfil no Twitter com o candidato do PSDB a prefeito de Teresina, Firmino Filho, orientando que ele excluísse de seu slogan de campanha a frase “Teresina mais humana, justa e fraterna”, por considerá-la repetitiva e antiga. A informação foi divulgada pela coluna Panorama Político, de Ilimar Franco, na edição de hoje do GLOBO.
Ela também criticou o candidato do PT a prefeito, Wellington Dias, com comentários na rede social. Myrian Lago disse que pediu afastamento do cargo diante da polêmica que envolveu seu nome.
— Mesmo não sendo verdade que beneficiei partido político ou candidato, saio para evitar especulação diante do processo de impugnações de candidaturas — afirmou Myrian Lago.
Ela disse também que tomou a decisão para preservar sua imagem e a do Ministério Público, e declarou ainda que “quer a Justiça com transparência”.
O pedido foi enviado ao procurador regional eleitoral do Piauí, Alexandre Assunção e Silva, que pode solicitar um novo promotor, ou rejeitar o pedido.
O candidato do PT à prefeitura de Teresina, Wellington Dias, afirmou que a promotora da 1ª Zona Eleitoral de Teresina atuou como assessora do candidato do PSDB à Prefeitura Municipal, Firmino Filho. O petista informou que está solicitando à Justiça o afastamento de Myrian Lago do cargo. A promotora pediu a impugnação da candidatura de Wellington Dias, alegando que ele estaria incluído na Lei da Ficha Limpa.
— Ela não pode ser isenta, por essas características. Eu quero respeitar e tenho todo o respeito e carinho ao Ministério Público, pelos juízes e desembargadores e todos os que compõem a Justiça, mas também quero ser respeitado como cidadão. Quero um processo limpo e democrático — disse o candidato.
Oito dias antes de Myrian Lago entrar com ação solicitando cassação do registro de candidatura de Wellington Dias, ela conversou com o candidato do PSDB através da internet, orientando-lhe sobre utilização de discursos que ela julga inapropriados a Firmino Filho. “@firmino_filho Eu excluiria as expressões "Teresina mais humana, justa e fraterna". Considero repetitivo e antigo, foi muito usado antes”.
O candidato do PSDB admite a possibilidade de acatar as dicas da promotora e, através da mesma ferramenta virtual, responde e pergunta “@Myrian Lago OK! Sugestões?”.
Myrian Lago publicou a resposta imediata: “@firmino_filho Vou pensar”. Para a equipe do candidato do PT, a solução prometida por Myrian Lago veio em forma de pedido de impugnação da candidatura de Wellington Dias.

Fonte:  globo.com

Assessora de Ciro Nogueira está deprimida por causa de vazamento de vídeo íntimo

Polêmica: Assessora de Ciro Nogueira está deprimida e chora muito por causa de vídeo
A advogada Denise Leitão Rocha, assessora parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP-PI), está na casa de amigos, em uma região administrativa de Brasília, fora do Plano Piloto da capital federal. Segundo amigos da advogada, Denise estaria deprimida e "muito mexida" com o vazamento do vídeo em que ela aparece em cenas picantes com um homem.
- Ela está chorando o dia todo, mal consegue falar. O vazamento do vídeo mexeu muito com ela. Ela está deprimida, muito mexida - afirmou uma amiga.
Denise não estaria mais na casa do pai  desde a última quarta-feira. Ninguém soube informar se ela foi avisada da demissão anunciada na noite desta quarta-feira pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI). Ela deve ser comunicada sobre a decisão após retornar das férias.
Procurada, Denise não foi encontrada e não retornou as ligações para comentar sua saída do Senado

COMO NÃO TEMOS NADA A VER COM ISSO VEJA O VIDEO NO LINK ABAIXO:

http://www.mallandrinhas.net/2012/07/cai-na-net-suposto-video-de-denise.html 
Fonte: Meio Norte

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