quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Marcus Vinícius é eleito e será o 1º piauiense a comandar OAB

ELEIÇÃO NACIONAL: Conselheiro federal é o primeiro do Piauí a assumir o cargo nacional. Posse será nesta sexta.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) elegeu, na noite desta quinta-feira (31), o novo presidente da instituição. Marcus Vinicius Furtado Coêlho, do Piauí, venceu a disputa contra Alberto de Paula Machado, do Paraná. Os dois protagonizam a primeira disputa pelo cargo em 15 anos. 


Primeiro conselheiro federal do Piauí eleito para o cargo, Coêlho foi eleito com 64 votos (78%) contra 16 do seu oponente e um voto em branco. A posse será na sexta-feira (1º), às 9h (horário de Brasília) e o mandato vai até 31 de janeiro de 2016. 

A solenidade em Brasília (DF) foi aberta com um minuto de silêncio pelas mais de 200 vítimas do incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), ocorrido no último fim de semana. A proposta foi de Ophir Cavalcante, presidente que será sucedido esta semana. 

Foto: Eugenio Novaes

O voto dos 81 conselheiros federais, três de cada Estado e do Distrito Federal, é secreto. O candidato com maioria simples vence a disputa. 

Decano do Pleno, o conselheiro federal Paulo Roberto de Gouvêa Medina, de Minas Gerais, presidiu a sessão. 

A chapa “OAB Independente, Advogado Valorizado” é presidida por Marcus Vinicius Furtado Coêlho, secretário-geral do triênio que se encerra, enquanto a “OAB Ética e Democrática” é encabeçada por Alberto de Paula Machado, vice-presidente de Ophir Cavalcante.


Natural de Paraibano (MA) e com carreira na advocacia do Piauí, Estado pelo qual é conselheiro federal, Coêlho tem como integrantes de sua chapa Cláudio Pacheco Prates Lamachia (Vice-Presidente), Cláudio Pereira de Souza Neto (Secretário-Geral), Cláudio Stábille Ribeiro (Secretário-Geral-Adjunto) e Antônio Oneildo Ferreira (Diretor-Tesoureiro).

Veja o currículo do novo presidente da OAB

Advogado militante, formado pela Universidade Federal do Piauí (turma de 1993) com pós-graduação pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorando em Direito Processual pela Universidade de Salamanca, Espanha. Filho do escrivão judiciário Sérgio Coêlho e da professora primária Maria Doracy, Marcus Vinicius nasceu na cidade de Paraibano, no sertão maranhense, região que abrange a Chapada do Alto Itapecuru, distante cerca de 500 quilômetros de São Luís. Perdeu o pai aos quatro anos de idade e, aos 11, mudou-se com a mãe para Teresina, onde estudou no Instituto Dom Barreto, considerado pelo Enem, durante três edições, a melhor escola do país. Após formar-se em Direito, foi aprovado em primeiro lugar em concurso público para professor da UFPI. Anualmente, a Universidade de Salamanca concede como reconhecimento aos seus alunos destacados em cada curso o Prêmio de Grado de Salamanca. O título é dado a todos os licenciados e diplomados que tenham tido excelência no rendimento acadêmico, o que ocorreu com Marcus Vinícius. Eleito para seu quarto mandato consecutivo no Conselho Federal, onde foi Secretário-Geral na última gestão, desempenhou funções de presidente da Comissão Nacional de Legislação e de presidente da Coordenação do Exame de Ordem Unificado. É Membro da Comissão de Juristas para elaboração do novo Código de Processo Civil e da Comissão do Senado responsável pelo novo texto do Código Eleitoral. É, ainda, autor dos livros “Direito Eleitoral e Processo Eleitoral” (Editora Renovar (3ª edição), “Processo Civil Reformado” (Editora Forense), e “A Inviolabilidade do Direito de Defesa” (Editora Del Rey). Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), já tendo composto a Comissão de Direito Constitucional da entidade.

Repercussão na rede:

O ex-presidente da OAB/PI, Norberto Campelo, comemorou na rede social. Veja:
  
Fonte: Cidade Verde

Acidente em Santa Maria afeta indústria de shows no mundo

Incêndio - Boate Kiss

Produtores de efeitos especiais esperam que fiscalização seja maior mesmo em países considerados seguros, como os Estados Unidos 
Nesta semana, a companhia de efeitos especiais Strictly FX vai se encontrar com o departamento de bombeiros em Nova Orleans, onde apresentarão licenças, formulários de segurança e informações de produtos, entre outros documentos. É parte do protocolo para grandes empresas de produtos de pirotecnia – a Strictly FX será responsável pelos efeitos especiais da apresentação de Beyoncé com o Destiny’s Child no intervalo do Super Bowl.
Na maioria das grandes casas de show nos Estados Unidos, esse processo se tornou rotina. Diversas empresas que cuidam de efeitos de grandes turnês desenvolveram relacionamentos próximos com autoridades locais e promoters nos últimos anos, e eles sabem que tipo de artefatos são seguros para quais locais e as especificações do que é ou não permitido em cada cidade. Mas depois do acidente na boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, na madrugada do último domingo, 27, que resultou em 235 mortos e inúmeros feridos, técnicos em efeitos especiais estão passando por fiscalização minuciosa. Como o fogo em uma casa noturna em Rhode Island, em 2003, quando 100 pessoas morreram em um show da banda Great White, acidentes causados pelo uso não-autorizado de fogos e pirotecnia coloca um fardo nos profissionais da indústria, segundo os próprios.
O estado de Rhode Island era conhecido por ter uma lei bem ampla sobre segurança nesse quesito, afirma Ted Maccabee, cofundador da Strictly FX, cujo parceiro, Mark Grega, começou a carreira criando shows para o Deep Purple e o Pink Floyd nos anos 80. “Mas ninguém nunca se preocupava em ligar para as autoridades. Se tivesse sido vetado, de maneira alguma aquilo teria acontecido.”
Esse parece ter sido o caso em Santa Maria, onde a banda Gurizada Fandangueira utilizou, segundo as autoridades, artefatos mais baratos e feitos para locais abertos. A boate Kiss só tinha uma saída e não possuía um sistema anti-incêndio. “É isso que está causando tantos problemas ao nosso negócio”, diz Maccabee.
“Toda vez que acontece algum acidente, geralmente é iniciado por alguém que não tem uma licença”, diz Dave Greene, chefe da empresa Stage and Effects Engineering (Engenharia de Palco e Efeitos), em Albuquerque, que já trabalhou com Scorpions, Mötley Crüe e Nickelback, em 2012.
A Stage and Effects foi fundada em 1998 baseada no conceito criado por Pete Cappadocia, que trabalhou com Kiss, AC/DC e outras bandas que ajudaram a popularizar efeitos especiais em shows, que acabaram se tornando comuns na indústria.
Maccabee diz que viu um divisor de águas quando as boy bands dos anos 90 - 'N Sync, Backstreet Boys – começaram a incorporar efeitos em shows em ginásios. A partir daí, esses efeitos deixaram de ser exclusividade de bandas de rock, como o Metallica.
“Agora nem é preciso dizer, qualquer reunião que você tem as pessoas querem saber o que há de novo e legal – lasers, fogos, chamas, confetes.”
Em uma indústria em que se apresentar ao vivo se tornou ainda mais importante como forma de arrecadar dinheiro enquanto as vendas de discos desaparecem, bandas querem o máximo de espetáculo possível, diz Greene. “O show de 2010 do Nickelback era incrível – coisas demais. Era tipo ‘ok, o que você quiser, Chad [Kroeger], claro.”
Depois do incêndio no show do Great White, a indústria de shows caiu nos EUA. “Naquela época, seguros não eram caros”, diz Maccabee. “Acredito que a nossa primeira apólice foi de US$ 1 milhão, e tenho quase certeza de que nos custou US$ 1,5 mil pelo ano todo. Agora é muito caro.” Hoje, se uma produtora optar pelo seguro de um show que tenha pirotecnia “são mais US$ 25 mil”, ele diz.
Como resultado, muitas lojas pequenas acabaram ficando fora do negócio de efeitos especiais. Depois do acidente em Rhode Island, “começamos a receber um monte de ligações para que comprássemos os equipamentos deles”, lembra Maccabee, que diz que os produtos mais seguros são geralmente feitos na América do Norte. “Eu diria que seus shows atualmente, especialmente nos Estados Unidos, são incrivelmente seguros.”
Aparentemente, o mesmo não se aplica ao Brasil. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito da cidade, Fernando Haddad (PT), assinaram um acordo nesta quinta-feira, 31, para que as casas noturnas da capital paulista possam ser vistoriadas em parceria pelo Estado e o município. Além disso, diversos estabelecimentos estão de portas fechadas – muitos alegam solidariedade às vítimas, mas o receio da fiscalização e a falta de alvará podem ser alguns dos motivos para isso.
 

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Fonte: Techtudo

Delegado fecha casa de shows e afirma: 90% estão irregulares

Delegacia do Silêncio determinou o fechamento de casa de show na zona Sul por falta de documentação. 

 

A Delegacia do Silêncio revelou hoje que 90% das casas de shows, boates e buffets de Teresina estão irregulares e funcionando ilegalmente. O dado estarrecedor foi divulgado pelo delegado Evaldo Farias, que comanda a Delegacia do Silêncio, e com base nas audiências realizadas no distrito.

Segundo o delegado, as casas de shows estão atuando como verdadeiras “arapucas de morte” e os donos não tem sequer alvará de funcionamento.

O alerta foi feito pelo delegado após a tragédia em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que matou 245 pessoas e feriu 138.

Hoje, a Delegacia determinou o fechamento de uma casa de show no bairro Lourival Parente, zona Sul de Teresina. De acordo com Evaldo Farias, o estabelecimento não tinha nenhum documento para o funcionamento.

“Dos nove itens exigidos na legislação, o proprietário não apresentou nenhum. A casa não tem sequer o CNPJ”, disse o delegado.
A casa proibida de funcionamento fica na rua Afonso Pena, nº 1562.
Depois da tragédia que aconteceu em Santa Maria (RS), onde mais de 200 jovens perderam a vida e mais de 100 ainda continuam internados, após incêndio na Boate Kiss, participar de festas em casas noturnas será algo que sempre vai lembrar o incidente.
Em Teresina não é diferente. As primeiras festas realizadas em boates da capital depois do fatídico, foi nesta quarta-feira (30/01), e o resultado já era de se esperar. Mesmo seguindo as normas de segurança, as casas tiveram frequentadores abaixo do normal, mesmo ainda sendo período de férias e considerando a proximidade com o carnaval.
Na Pink Elephant por exemplo, houve a atração nacional Babado Novo, que já teve Cláudia Leitte como vocalista, em mais uma edição da Pink Live. O show era para ser exclusivo para 500 privilegiados, mas quem esteve lá percebeu que haviam em torno de 200, ou menos.
A vocalista da banda, Mari Antunes, inclusive chegou a descer do palco e dançar com as pessoas, dizem que apesar de poucos espectadores, ela fez uma grande apresentação. Essa festa foi uma espécie de prévia do que vai rolar no Bloco Crocodilo Beach, de 09 a 12 de fevereiro no Complexo Barramares.

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Foto: Tácio Baptista
Fontes: Cidade Verde / 180 Graus

Ashton Kutcher impressiona em montagem feita com foto de Steve Jobs

Ator interpreta o fundador da Apple na cinebiografia jOBS

Ashton Kutcher e Steve Jobs 

Ashton Kutcher publicou uma montagem com uma foto sua e de Steve Jobs, fundador da Apple que ele interpreta na cinebiografia jOBS, exibido recentemente no festival Sundance de cinema, nos Estados Unidos. A semelhança é impressionante Kutcher se dedicou tanto ao papel que chegou a ser internado por seguir a dieta do seu personagem, que morreu em julho de 2011, vítima de um câncer no pâncreas. "Eu estava me contorcendo de dor e os níveis de meu pâncreas estavam completamente desregulados, o que foi bem amedrontador, considerando tudo", disse o ator sobre a internação . O filme, dirigido por Joshua Michael Stern, retratará a vida de Jobs dos tempos de universitário até a sua morte. Ainda não há data para chegar aos cinemas brasileiros. Nos Estados Unidos, o filme estreia no dia 14 de abril. 
Fonte: Rolling Stones Brasil

Primeira transa define como vai ser sua vida sexual

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2013/01/amor1.jpg 
Dizem que a primeira vez raramente é boa. Mas com o tempo parece que a coisa melhora, você conhece mais seu corpo, ganha experiência. Será mesmo? Talvez a perda da virgindade pese mais do que você imaginava.
Dois pesquisadores das Universidades de Tennessee e Mississippi entrevistaram 206 mulheres e 113 homens para conhecer a história sobre a primeira vez deles. Queriam saber se havia algum arrependimento, se tinha sido uma boa experiência.  Em seguida, os voluntários contaram como estava a vida sexual, se era satisfatória, prazerosa ou meia boca. E a indiscrição não parou por aí. Por duas semanas, eles ainda tiveram de escrever um diário sexual – contar se haviam feito sexo, com quem, e como foi.
No fim das contas, os pesquisadores perceberam que quem teve uma primeira vez bacana, sem arrependimentos, levava uma vida sexual mais feliz. Segundo a pesquisa, eles sofriam menos com problemas de autoestima, “depressão sexual” e também relatavam menos casos de impotência sexual. Ah, geralmente, as pessoas mais felizes tinham perdido a virgindade com o namorado ou namorada.
Mas nem tudo está perdido, caso sua primeira vez tenha sido deprimente. Os voluntários ainda eram todos universitários e tinham perdido a virgindade há, no máximo, sete anos. Ou seja, ainda tinham tempo para superar a experiência ruim.
Crédito da foto: flickr.com/mfakheri 
Fonte: Abril

Saiba o que fazer para ajudar as vítimas da tragédia de Santa Maria

Doações de sangue para este domingo são suficientes e solicitação é para que continue no decorrer da semana

A comoção é grande e mobiliza dezenas de pessoas em Santa Maria. De acordo com a Defesa Civil, socorristas, bombeiros, policiais, enfermeiros, médicos e muitos voluntários se envolveram no resgate das vítimas e no atendimento aos familiares. Enquanto vítimas são identificadas e veladas, o que se pede é cautela. E a ajuda ainda é bem-vinda. As coletas de sangue, que haviam sido suspensas, voltam a ser necessárias.
Um centro de informações e ajuda aos familiares está montado na área externa do ginásio para aqueles que buscam notícias sobre as vítimas fatais. No entanto, a Defesa Civil aconselha que só passe pelo local somente quem realmente tem alguma relação com as vítimas e voluntários, pois o acúmulo de curiosos pode acabar dificultando o trabalho.
No local, pode ser feita a doação de água, papel higiênico, máscaras, álcool gel, sacos de lixo, cartolina, pincel atômico, gelo, isopor, café, açúcar, barra de cereal e luvas. Os voluntários devem chegar próximo as 19h para estabelecer um turno de revezamento com os que já estão auxiliando no local.
Saiba onde doar sangue para as vítimas
O Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), o Hospital de Caridade, o Hospital São Francisco, e o Hospital Casa de Saúde precisam da doação de todos os tipos sanguíneos. O pedido foi divulgado pelo Grupo de Gerenciamento da Crise, que integra uma força-tarefa com diversos órgãos do poder público. No momento, o número de voluntários chega a 400 no local.
De acordo com a direção do Hemocentro da cidade, muitas bolsas de sangue já foram coletadas e, devido à baixa validade do material (de cerca de 5 dias), está sendo solicitado que as pessoas aguardem alguns dias e sigam doando durante a semana. Isso porque, no decorrer da semana, as vítimas que passarem por cirurgias precisarão das transfusões.
Se a doação é para uma vítimas específica, ela deve ser feita no local onde esta está internada.
Defesa Civil cadastra voluntários da saúde
A Defesa Civil Estadual está organizando uma lista de voluntários da área da saúde de Porto Alegre que queiram ajudar em Santa Maria. O interessados devem entrar em contato com os telefones (51) 3210 4219 ou (51) 3210 4349 e fazer um cadastro.
A Defesa Civil, em contato direto com o auxílio às vítimas de Santa Maria, vai avaliar a necessidade de enviar mais pessoas à região central do Estado. Sendo necessário, a instituição entrará em contato com os voluntários cadastrados e organizará a partida.
Outras cidades
A empresa de ônibus Helios, que faz a linha Erechim - Santa Maria, vai fazer a coleta de doações para a tragédia. As orientações são para que as pessoas entreguem os itens as 17h30min para o motorista na rodoviária de Erechim: medicamentos (captopril, diazepam, AAS), água, luvas, papel higiênico. A empresa Planalto fará o mesmo trabalho com os ônibus saindo de Cruz Alta.
UTIs móveis de Caxias do Sul, Canos, Passo Fundo, Ijuí, Santo Ângelo e Porto Alegre, entre outras de grandes cidades foram deslocadas para atender os feridos em Santa Maria.

A tragédia

O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.

Sem conseguir sair do estabelcimento, mais de 200 jovens morreram e outros 100 ficaram feridos. Sobreviventes dizem que seguranças pediram comanda para liberar a saída, e portas teriam sido bloqueadas por alguns minutos por funcionários.

 A tragédia, que teve repercussão internacional, é considera a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos útimos 50 anos no Brasil.

Veja onde aconteceu


Imagem: Arte ZH

A boate

Localizada na Rua Andradas, no centro da cidade da Região Central, a boate Kiss costumava sediar festas e shows para o público universitário da região. A casa noturna é distribuída em três ambientes - além da área principal, onde ficava o palco, tinha uma pista de dança e uma área vip. De acordo com o comando da Brigada Militar, a danceteria estava com o plano de prevenção de incêndios vencido desde agosto de 2012.

Clique na imagem abaixo para ver a boate antes e depois do incêndioA festa

Chamada de "Agromerados", a festa voltada para estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) começou às 23h de sábado. O evento era de acadêmicos dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Tecnologia de Alimentos, Zootecnia, Tecnologia em Agronegócio e Pedagogia. Segundo informações do site da casa noturna, os ingressos custavam R$ 15 e as atrações eram as bandas "Gurizadas Fandangueira", "Pimenta e seus Comparsas", além dos DJs Bolinha, Sandro Cidade e Juliano Paim.



Fonte: Zerohora

Vacina contra HIV começa a ser testada em humanos na França

Testes serão realizados em 48 pacientes soropositivos. Primeiros resultados devem sair em 5 meses, dizem cientistas.
Vacina contra AIDS será testada na França (Foto: Anne-Christine Poujoulart/AFP) 
Professor Erwann Loret manuseia vacina contra HIV em Marselha. (Foto: Anne-Christine Poujoulart/AFP)
Cientistas vão iniciar nas próximas semanas testes clínicos de uma vacina contra a Aids, em Marselha, no sul da França, com 48 voluntários soropositivos, dando uma nova esperança na luta contra o vírus. A iniciativa foi anunciada nesta terça-feira (29) pelo professor Erwann Loret.

"Não é o fim da Aids", ponderou Loret, embora a expectativa dos pesquisadores seja a de conseguir substituir os coquetéis de antirretrovirais, cujos efeitos colaterais costumam ser bastante incômodos, pela vacina.
"O alvo é uma proteína denominada Tat (transativador de transcrição viral)", acrescentou o professor, que apresentou em um hospital de Marselha o teste clínico autorizado em 24 de janeiro pela Agência Nacional de Segurança do Medicamento (ANSM).
Vacina contra HIV/AIDS será testada na França (Foto: Anne-Christine Poujoulart/AFP) 
Objetivo é substituir coquetéis antirretrovirais, que
possuem muitos efeitos colaterais
(Foto: Anne-Christine Poujoulart/AFP)
Nos soropositivos, esta proteína desempenha o papel de "guarda-costas das células infectadas", explicou. Logo, o organismo não consegue nem reconhecê-la, nem neutralizá-la, aspecto que a vacina quer reverter.
Quarenta e oito pacientes soropositivos e em tratamento com coquetéis vão participar do estudo. Os testes começarão em algumas semanas, prazo para selecionar os voluntários, explicar-lhes os riscos da experiência e obter o consentimento deles .
Os primeiros esboços de resultados são aguardados para daqui a cinco meses.
Os pacientes serão vacinados três vezes, com um mês de intervalo entre cada dose. Em seguida, eles deverão suspender o tratamento com coquetéis durante dois meses.
"Se, após estes dois meses, a viremia (taxa de vírus no sangue) for indetectável", então o estudo terá cumprido os critérios estabelecidos pela OnuAids (órgão das Nações Unidas focado no combae à Aids), explicou o professor Loret.
Em caso de sucesso, 80 pessoas participarão de testes, a metade delas tomando a vacina e a outra, um placebo. Os cientistas alertam, porém, que serão necessários vários anos para saber se a vacina constitui ou não um avanço.
"De 25 a 26 testes com vacinas anti-HIV são realizados no mundo atualmente", estimou o professor Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisas sobre a Aids (ANRS) da França.
Apesar de animador, o anúncio também exige cautela disse o professor. "É preciso ser prudente com as mensagens que transmitimos aos pacientes e ao grande público", declarou durante uma coletiva por telefone.
A opinião dele é compartilhada por Marie Suzan, presidente regional da AIDES, associação francesa de combate à Aids. Segundo ela, é sábio "aguardar para ver no que vai dar" a pesquisa.
Em 2011, 34 milhões de pessoas viviam no mundo com HIV e 2,5 milhões foram contaminadas. Desde que foi descoberto, o vírus causou mais de 30 milhões de mortes e estima-se que, a cada ano, 1,8 milhão de pessoas morra de HIV/Aids, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fonte: G1

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Diretor vencedor do Oscar, Steven Soderbergh confirma aposentadoria

“Acho que filmes hoje não são mais tão importantes”, diz cineasta de Traffic e Onze Homens e Um Segredo

Steven Soderbergh 

Não é de hoje que o diretor vencedor do Oscar Steven Soderbergh dá sinais de que gostaria de se afastar de Hollywood. Em 2011 ele já havia revelado seus planos, mas continuou dirigindo longas desde então. Agora, segundo afirmou em entrevista à revista New York, é definitivo – Soderbergh se aposentou.
“O pior em fazer filmes – principalmente nos últimos cinco anos – é como os diretores são maltratados”, revelou o cineasta, de 50 anos. Segundo ele, as pessoas que financiam os projetos não dão mais a liberdade necessária à classe. “A verdade é que quando eu era criança existia uma divisão: o respeito era dado a pessoas que faziam grandes filmes e a pessoas que faziam filmes que ganhavam muito dinheiro. Hoje essa divisão não existe mais: são apenas pessoas fazendo muito dinheiro.”
O cineasta ainda apontou que os principais motivos que levaram à mudança são culturais, principalmente pelos novos hábitos do público. “Eu acho que a audiência de filmes que eu sempre gostei hoje migrou para a televisão”, diz. “Apenas acho que filmes hoje não são mais tão importantes.”
Soderbergh começou a dirigir filme nos final da década de 80, mas foi no ano de 2000 que venceu o Oscar de Melhor Diretor pelo trabalho em Traffic. Esteve à frente de Onze Homens e Um Segredo e de suas duas sequências, e lançou seu último longa, Magic Mike, no fim do ano passado.

Fonte: Rolling Stones Brasil 

Leida Diniz ajuíza ação contra Firmino Filho e advogado reage

Leida Diniz afirma que a recomendação foi descumprida pela prefeitura. Norberto Campelo diz que ato é um absurdo.

  

O assessor jurídico da Associação Piauiense de Municípios (APPM), Norberto Campelo, declarou em entrevista ao Jornal do Piauí que a recomendação da promotora Leida Diniz - que aconselha o não o uso de recursos públicos no carnaval da capital - é “um absurdo”. O advogado afirma que quando há gastos previstos no orçamento, rubrica própria e autorização legislativa o gasto é legal.


“(A recomendação) É um absurdo, não faz o menor sentido. A ação não tem procedência nenhuma. Se eu fosse orientar qualquer prefeito, diria que ele tem que agir como faz o Firmino Filho. Com todo respeito ao Ministério Público, as recomendações são instrumentos importantes, que deve ser utilizadas. Ela (Leida) diz que considera isso (aplicação de verba pública no carnaval) ilegal. Não tenho dúvida de que é legal”, pontua Campelo. 


Para ele, o carnaval pode ser considerado um evento ligado à cultura e lazer e problemas ligados à Saúde ou Educação também não devem necessariamente receber verba direcionadas à festa momesca. “Se nós formos avaliar dessa forma o país vai parar. O poder público não pode cuidar só disso (Saúde e Educação). Não quer dizer que você não pode aplicar dinheiro no turismo ou no lazer enquanto não suprir outros temas que também são importantes. Eu entendo, particularmente, que (a recomendação) é um grave equívoco. O carnaval também traz renda, traz turismo. Imagine a doutora Leida atuando no Rio de Janeiro, como seria?”, justifica.  


Publicada às 11h34 (horário local)
A promotora Leida Diniz ajuizou ontem (29) ação civil pública contra o prefeito de Teresina, Firmino Filho, e o presidente da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, Lázaro do Piauí. A ação se deve ao descumprimento da recomendação feita pelo Ministério Público para não aplicação de recursos públicos nas festas de Carnaval e no Corso do Zé Pereira.


A recomendação data do dia 08/01.“Já que a recomendação foi descumprida, a propositura de ação civil pública se mostrou necessária para impor a higidez e a moralidade nos gastos públicos”, diz a promotora de justiça Leida Diniz.

Evelin Santos/Cidadeverde.com


A petição inicial fundamenta-se na desproporção dos gastos com as atividades carnavalescas em relação a outras áreas, levando em conta o contexto econômico em que vive atualmente a prefeitura, em que as finanças e os serviços públicos municipais encontram-se em crise, segundo ela. 

Para o programa Vila Bairro, por exemplo, que tem como objetivo desenvolver um padrão mínimo de urbanização e desenvolvimento econômico nas vilas da cidade, devem ser destinados, em 2013, R$449.000,00, contra R$ 619.997,00 destinados aos eventos carnavalescos.

Evelin Santos/Cidadeverde.com


A petição também pontua que, quando o Estado interfere na criação e na direção da cultura, acaba por suprimir a espontaneidade das manifestações culturais. Por isso, eventos idealizados e financiados pela própria população, como o Corso de Teresina, atraem um número muito maior de pessoas que as festas organizadas diretamente pela Prefeitura.
Fonte: Cidade Verde

Dono de boate diz que operava legalmente e critica bombeiros

Advogado do empresário, que está internado sob custódia, concedeu entrevista coletiva, na qual confirmou que Kiko tentou se suicidar na terça-feira

Passeata de moradores de Santa Maria pede punição aos responsáveis pelo incêndio na boate Kiss
Passeata de moradores de Santa Maria pede punição aos responsáveis pelo incêndio na boate Kiss - Lauro Alves/Agência RBS
O advogado de Elissandro Spohr, dono da boate Kiss, convocou uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira para defender seu cliente. Em nome de Kiko, como é conhecido o empresário, Jader Marques defendeu a operação do estabelecimento e fez duras críticas à atuação dos bombeiros na tragédia que matou 235 pessoas em Santa Maria no último domingo. Ainda segundo ele, Kiko ajudou a retirar sobreviventes do estabelecimento em chamas, enquanto tentava buscar a mulher, grávida, que também estava no interior da boate quando o incêndio começou.
O empresário só deixou a boate naquela noite porque começou a ser hostilizado. Internado sob custódia, Kiko está algemado e sob a supervisão de policiais. As intervenções foram necessárias, conta Marques, porque o dono da boate tentou se suicidar na terça-feira. O advogado afirma que seu cliente foi prestar depoimento na delegacia de polícia ainda na mdrugada da tragédia, por iniciativa própria. Ainda sem saber as proporções do incêndio, acabou sendo liberado pelo delegado. Ele declara que em nenhum momento Kiko tentou se afastar do problema, e só procurou tratamento em outra cidade devido à superlotação dos postos de atendimento em Santa Maria.
"O Kiko permaneceu naquela operação de salvamento desastrosa, ineficiente e inoperante feita pelos bombeiros naquele momento. Vocês notaram nas imagens se os bombeiros estavam com as máscaras e os equipamentos devidos? Não. Mais grave do que a falta de equipamento e preparo a que esses heróis são submetidos ao risco em todo o nosso país, é que eles próprios usam os civis nas tentativas de resgate", afirmou. "O Kiko queria ir ao encontro da mulher. Esse é o momento de maior desespero dele. Ele queria entrar, mas queria que as pessoas saíssem."
VEJA
Jader Marques, advogado do dono da boate Kiss
Jader Marques, advogado do dono da boate Kiss
De acordo com o advogado, ocorreu uma briga na boate pouco antes do incêndio, e Kiko cuidou pessoalmente da retirada dos envolvidos. Por isso, o empresário estaria na entrada da casa quando uma gritaria começou - dessa vez, em função do fogo. Ele negou ter havido qualquer tipo de obstrução das portas. "O máximo que pode ter ocorrido é que algum segurança pode ter perguntado o que estava acontecendo, por achar que era parte da confusão anterior." Ele também garantiu que não havia sistema de vigilância no interior da casa noturna - a polícia suspeitou que as provas teriam sido retiradas propositadamente. 
Reformas - Após apresentar à imprensa diversos documentos do estabelecimento, incluindo o alvará de funcionamento, Marques ressaltou que a boate havia solicitado a renovação do documento de autorização concedido pelos bombeiros e só aguardava a nova fiscalização. Mesmo assim, a Kiss atendia a todos os requisitos de funcionamento, reafirma, acrescentando que os extintores de incêndio foram trocados por determinação do empresário e não estavam vencidos.
A casa passou por diversas reformas, admite, mas atendia a um termo de ajuste de condutas do Ministério Público para adaptação em relação ao isolamento acústico, garante o advogado. Foi para obedecer a essa norma que o empresário colocou no teto a espuma que queimou e formou a fumaça tóxica que matou a maior parte das vítimas por asfixia. Ele não descartou a possibilidade de o material ter sido colocado depois da vistoria do MP, mas ressalvou que seu cliente agiu sob a recomendação de um engenheiro e que as intervenções foram realizadas por empresas contratadas.
Lotação - Kiko nega superlotação da casa na noite do incêndio. Segundo ele, os funcionários obedeciam a um sistema de fluxo, que ia de 600 a 700 pessoas dentro do recinto, que permitiria um "ambiente agradável". Marques mostrou cerca de 400 convites para a festa, intitulada Agromerados, que teriam sido devolvidos pela promotora do evento. Conforme ele, 850 convites foram impressos. Para determinar o número exato de pessoas dentro da boate, porém, seria preciso checar os cadernos de anotação que já estariam com a polícia.

Fonte: Veja

7 objetos que geram dúvida na hora separar resíduos para reciclagem


Embalagens de vidro e garrafas podem ser encaminhados para reciclagem. No caso de vidro quebrado, não esqueça de protegê-lo com jornal ou caixa e fazer alguma identificação para evitar que alguém se machuque.
Espelhos, cerâmicas e louças não são recicláveis e são exemplo comuns de “contaminação” no processo de reciclagem. Como são fundidos juntos, acabam formando pedras no produto final, provocando quebra espontânea do vidro reciclado.
2. Marmitex e papel alumínio
Estão liberados, desde que limpos! Uma lavadinha rápida para tirar resíduos de comida já resolve o problema.
3. Plásticos em geral
Na dúvida, separe. Embalagens como de detergente e produtos de beleza (limpas), tampas plásticas, sacos (de arroz, feijão, pão…), garrafas de refrigerante e água, a parte de fora de canetas esferográficas (a “capinha”) e até capinhas de CD e DVD, que são plástico misto mas podem ser encaminhadas para reciclagem…
Alguns objetos como cabos de panela, tomadas, teclados de computador e acrílicos não são recicláveis.
4. Fitas adesivas
Colou e tirou? Vai para o lixo comum. Fita crepe, etiquetas e outros tipos de adesivo não são recicláveis.
5. Artigos sujos de comida
Vão para o lixo comum. Guardanapos e lenços de papel com restos, caixas de papelão com gordura da pizza, copinho sujo de café… nada disso serve no processo de reciclagem.
6. Fotografias
Quer se desfazer do passado? Jogue no lixo comum. Papel celofane e papéis metalizados, parafinados ou plastificados também não são recicláveis. Um bom exemplo são aqueles cartões de visitas brilhantes, com uma fina camada de plástico por cima do papel. Se possível, evite.
7. Isopor
O processo de coleta e reciclagem do material não é tão simples. Como é leve, porém muito volumoso, o transporte acaba sendo caro. Para que seja viável, as quantidades devem ser muito grandes e muitas cooperativas não estão preparadas – por isso, muitas nem se interessam pelo material. O melhor a fazer é evitar embalagens de isopor desnecessárias, como aquelas bandejas prontas de frios e legumes vendidas em supermercados.
E não custa lembrar:
Oléo de cozinha também é reciclável!


Muita coisa pode ser feita com ele: fabricação de tintas, sabão, detergentes e biodiesel. Alguns países como Bélgica, Holanda, França, Espanha e Estados Unidos possuem até recomendações oficiais para o descarte correto de óleos e gorduras de frituras.
Jogar o óleo usado pela pia entope canos, pode romper redes de coleta, prejudica o funcionamento das estações de tratamento de água, exige uso de produtos químicos altamente tóxicos para limpeza de encanamentos contaminados, compromete o equilíbrio ambiental quando chega a rios e oceano e impermeabiliza solos.
Armazene-o em garrafas e procure postos de coleta. Dicas de onde procurar:
- O site da Ecóleo (Associação Brasileira para sensibilização, coleta e reciclagem de resíduos de óleo comestível) mostra alguns ecopontos de coleta por todo o Brasil;
- O eCycle pode te ajudar a achar pontos mais próximos, com um mecanismo de busca para descarte de diversos materiais;
- A ONG TREVO, especializada em coleta e reciclagem de resíduos de óleo, disponibiliza uma lista com alguns endereços de postos de coleta em São Paulo;
- O Instituto Akatu tem uma lista nacional de postos de coleta de óleo usado (lembrando que a lista pode ajudar, mas é de 2010. Antes de levar o óleo, vale tentar se informar por telefone).
Fontes: Instituto Akatu Instituto de Biociências/USP
Imagens: SXC.HU

Termo de Ajuste de Conduta entre AGESPISA, SEMAM e IBAMA-PI não é respeitado e população se manifesta nas redes.


 
Foto: Gabriel Hammer

A problemática do Rio Poti, ao que tange a sua poluição com esgotos in natura e consequentemente o crescimento em excesso dos aguapés (e agora das camaranas) não tem mais o que se discutir. Já se sabe qual é o fator que causa o surgimento em excesso dos aguapés. Sabemos que não adianta a retirada deles (seja mecânica ou manualmente), pois em poucos dias eles voltam a proliferar.

Sabe-se que em 2007 foi feito um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre AGESPISA, SEMAM e IBAMA-PI, mas a empresa responsável pelo tratamento dos esgotos não cumpriu esse TAC (que era até 2010, e depois foi prorrogado até o ano passado).


Da mesma forma as outras duas instituições não cumpriram o referido termo, que era o de fiscalizar as obras de saneamento básico e os esgotos que jogam os resíduos in natura, de forma ilegal e criminosa, diretamente no Rio Poti, através das galerias pluviais, feitas apenas para coletarem as águas das chuvas. O que cabe neste momento é o cumprimento de uma lei, que obriga a AGESPISA a aumentar a quantidade de esgotos sanitários em 52%. O TAC não foi cumprido nem em 2010 e nem em 2012.

O que fazer agora? Muito simples: multar as empresas responsáveis por esse crime ambiental que se prolonga todos os anos! Se não for assim, vamos continuar com a mesma problemática, vamos ser realizadas várias audiências públicas e tudo vai continuar como está: o Rio Poti agonizando todos os anos (no período mais quente e seco) e esperando por chuvas para que as águas os carreguem sabe-se lá para onde!

E ainda ficará o Poti com suas águas poluídas, com peixes contaminados, com os ribeirinhos passando fome ou comendo esses peixes doentes. Então vamos rezar para chover para que as águas levem os aguapés para outro local. E aí surge outro problema que todos esquecem: os ribeirinhos que ficam a mercê, correndo o risco de suas casas serem alagadas, destruídas e ficarem desabrigados! Tudo faz parte de um ciclo, uma coisa depende de outra.

É ridículo uma capital de estado, como Teresina, que tem cerca de 830 mil habitantes, termos apenas 17% com saneamento básico! É uma falta de respeito não só com o Rio Poti, mas com todos os cidadãos teresinenses! Uma coisa é certa: o que está ocorrendo no Rio Poti é um crime ambiental seríssimo e que não foi cumprida uma lei. Então, só resta uma coisa a fazer: multar com altas penas as instituições que não cumpriram o TAC até 2010 (e que foi prorrogado até 2012).

Segundo Raimundo Rosa, o secretário estadual de Meio Ambiente, Dalton Macambira, publicou uma texto de 14 parágrafos sobre a poluição do rio Poti, onde ele coloca, no quinto parágrafo, a culpa de tudo nos aguapés e canaranas, exatamente os que apenas denunciam os índices de poluição, que servem para que os mesmos cresçam e floresçam. Só falta agora o secretário liderar um mutirão para arrancar os aguapés e fazer chá.

VEJA O QUE DIZ O ARTIGO QUINTO DITO PELO  SECRETARIO DO MEIO AMBIENTE:
5. "O aumento da carga poluidora do rio Poti é claramente demonstrado pelo crescimento desordenado de plantas aquáticas (aguapés e canaranas), fenômeno verificado no período mais seco do ano (agosto a novembro), no trecho da área urbana mais povoada, época em que a capacidade de autodepuração do rio se encontra bastante reduzida, face aos níveis mínimos de vazões".

Fonte: Facebook
Texto inicial: Hugo Prado Sobrinho (Sec. Executivo da COMDEMA)
Colaboração: Flavio Morães, Raimundo Rosa
Finalização: Gabriel Hammer

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

bailarinas do Faustão são dispensadas por excesso de peso

Segundo o jornalExtra, oito bailarinas doDomingão do Faustão foram dispensadas na última sexta-feira (25). Duas delas, Lívia Bueno e Kamilla Covas, capa da Sexy de novembro, por excesso de peso.
 Kamilla Covas não faz mais parte do balé do Faustão Foto:  / Divulgação 
Kamilla Covas não faz mais parte do balé do Faustão
Lívia está grávida de algumas semanas, o que justifica o ganho de peso. Já Kamilla pensa que a causa possa ser também uma renovação do quadro, já que está no balé há três anos. Roberta Appratti, Rachel Gutvilen, capa da Sexy de novembro, Patrícia Gonçalves, Brunella Andrade, Helen Cris e Marcela Teixeira estavam na lista.
 Veja ensaio de Kamilla Covas
 Excesso de peso ou de fofura?
Fonte: Terra
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