terça-feira, 30 de abril de 2013

ORAÇÃO DO TRABALHADOR

 


Oração do Trabalhador

Jesus, divino trabalhador e amigo dos trabalhadores volvei Vosso olhar benigno para o mundo do trabalho. Nós Vos apresentamos as necessidades dos que trabalham intelectual, moral ou materialmente. Bem sabeis como são duros os nossos dias cheios de canseira, sofrimento e insídia. Vede as nossas penas físicas, morais e repeti aquele brado de Vosso coraçã: "Tenho dó deste povo". Dai-nos a sabedoria, a virtude e o amor que Vos alentou nas Vossas laboriosas jornadas, inspirai-nos pensamentos de fé, de paz e moderação, de economia, a fim de procurarmos, com o pão de cada dia, os bens espirituais, para transformarmos a face da terra, completando assim a obra da criação que Vós iniciastes. E que Vossa luz nos ilumine a nós na busca de melhores leis sociais e ilumine os legisladores a estabelecer uma sociedade de justiça e amor. Amém!

Fonte:  mensagenscomamor

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Marco Maia volta a atacar com nova PEC contra o STF

Ex-presidente da Câmara tenta um novo golpe contra a harmonia entre os poderes e prepara uma proposta que proíbe decisões monocráticas dos ministros do Supremo Tribunal Federal

Marcela Mattos, de Brasília
Marco Maia

Marco Maia: tentativa de golpe contra independência entre os poderes (Givaldo Barbosa/Agência O Globo)
Nos dois anos de sua gestão atrapalhada na Presidência da Câmara, uma das marcas do deputado Marco Maia, do PT gaúcho, foi tentar opor o Poder Legislativo ao Judiciário. Não é de hoje que deputados do PT, tomados pelo desejo de permanecer no poder para sempre, tentam uma retaliação ao Supremo Tribunal Federal (STF) por ter condenado e cassado o mandato de parlamentares envolvidos com o mensalão. O próprio Marco Maia ameaçou no ano passado acelerar a tramitação de projetos que permitiriam ao Congresso revisar decisões do STF. Nesta segunda-feira, passados três meses do término do seu mandato à frente da Câmara, Maia resolveu retomar a carga: ele mesmo iniciou a coleta de adesões para uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que proíbe ministros do STF de tomarem decisões sobre o Legislativo de forma monocrática - analisada individualmente. 
Se a proposta prosperar, qualquer decisão do STF, ainda em caráter liminar - provisória, como por exemplo um mandado de segurança -, só poderá ser expedida se for validada pela maioria dos ministros da corte. 
A proposta de Maia é uma nova tentativa de retaliação, desta vez contra o ministro Gilmar Mendes, que paralisou na semana passada a tramitação do projeto de lei que impõe obstáculos à criação de novos partidos no país. “Não pode um ministro mudar a tramitação de projetos e de leis dentro do Congresso. Se fosse assim, temos vários questionamentos a fazer ao STF. Por que tem milhares de projetos que não são julgados e não há uma ordem de julgamento? Atualmente, são mais de 2.400 acórdãos que não foram publicados”, afirmou.
Um ministro do Supremo, entretanto, só delibera quando é demandado: ao receber uma ação ou pedido de liminar, por exemplo, ele tem a obrigação institucional de decidir. No caso da decisão de Gilmar Mendes, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) entrou com ação pedindo manifestação do tribunal sobre o projeto que sufoca novos partidos. O petista, porém, não parece muito preocupado com a harmonia entre os poderes: “Não é razoável que o STF tome decisões sobre matérias que são da Câmara e fique por isso mesmo, tratado como se fosse uma crise. Nós temos de encontrar uma solução”. E emendou: “O Brasil é um dos únicos países do mundo onde o STF tem opinião para tudo. Não há uma resignação por parte da suprema corte".
Além de representar mais uma ofensiva autoritária do PT contra o Judiciário, a PEC de Maia também é inoportuna: desde a última sexta-feira, os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tentam apaziguar os ânimos e debelar a crise instalada entre o Congresso e o Supremo.
A crise entre os poderes teve início na semana passada quando um grupo de deputados do PT resolveu aproveitar a maioria governista na composição da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para aprovar a admissibilidade de uma PEC que submete decisões do Supremo ao Congresso. A proposta, chamada de "estapafúrdia" nesta segunda pelo senador e ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP), passou pela comissão sem ser debatida e com a participação dos mensaleiros José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP), ambos condenados pelo STF por corrupção - e que sequer deveriam continuar exercendo mandatos parlamentares. No Congresso, poucos líderes apostam que a iniciativa petista irá avançar. Mas os radicais do PT parecem não desistir.

A lei em PTópolis

Ministério Público


Os procuradores devem ser usados como braços do partido. Alguns se prestam bovinamente ao papel, por convicção ideológica ou interesse. Como a maioria dos procuradores é incorruptível e apura os desmandos dos petistas, estes defendem a aprovação de uma proposta de emenda constitucional que tire do Ministério Público o poder de investigação. 

Fonte: Veja

Urach detona CR7: 'Ele me comeu e depois me descartou como um lixo'

Vice Miss Bumbum afirma que ficou trancada por seguranças em quarto de hotel em Madri 


A novela em que se transformou o affair entre Andressa Urach e o jogador português Cristiano Ronaldo ganha mais um capítulo. Revoltada não só com o comunicado publicado por ele, que negou o encontro entre ambos, mas também com as acusações públicas de que estaria tentando se promover, a vice Miss Bumbum resolveu colocar a boca no mundo.
“Ele simplesmente me comeu e me descartou como se eu fosse um lixo. Meu sonho virou pesadelo. Depois do encontro, fiquei trancada com seguranças no quarto do hotel (o caríssimo Villa Magna, em Madri) por duas horas para não falar com a imprensa”, diz ela.
Andressa diz que as conversas entre ela e Cristiano começaram há cerca de um mês. Um amigo em comum de ambos, jogador do Real Madrid, deu o telefone de Andressa para Cristiano.

“Foi ele quem me procurou primeiro, me mandou mensagens. Chegamos a um certo nível de intimidade, tivemos conversas picantes”, conta ela, que quase não acreditou que estava conversando com o ídolo. “Sempre o achei um deus grego e quis conhecê-lo. Nenhuma mulher diria não”.
                                         "ME ILUDIU DURANTE UM MÊS"
A oportunidade do encontro aconteceu quando Andressa foi a Madri divulgar o concurso Miss Bumbum Brasil. Discretamente, os dois se encontraram no hotel. “Estava tudo ótimo, ele foi encantador, lindo, cheiroso. Ficamos juntos por cerca de duas horas. Até que o diretor ligou dizendo que a imprensa havia cercado o hotel. Ele surtou”, conta ela.
Aos poucos, o encanto de Cristiano Ronaldo começou a ser quebrado. “Eu tinha pedido para tirarmos foto, como fã, e ele marcou comigo um local no térreo. Eu desci e ele não estava lá, me despistou. Fiquei chateada, ele me iludiu durante um mês e depois não quis tirar nem uma foto?”.
Resignada, Andressa resolveu ir embora e estava pronta para pegar um táxi, quando foi “arrastada” por seguranças de volta para o hotel. “Cristiano me mandou mensagem dizendo para eu voltar para o quarto porque ele queria falar comigo. Quando cheguei no quarto, só encontrei seguranças. Fiquei trancada por duas horas. Depois três seguranças me escoltaram até uma caminhonete branca e me levaram pro meu hotel”.
Chateada, Andressa diz que chorou muito. “Me senti usada. Ele foi ridículo, idiota, nojento”. Pouco depois, ela diz ter sido procurada pela imprensa internacional. “Disseram que tinham fotos minhas no hotel e dele também. Impulsiva, acabei contando o que aconteceu. Eu jamais divulgaria que tínhamos ficado, até porque tínhamos combinado outros encontros. Mas depois do que ele fez comigo, fiquei indignada”.
Dando a entender que sofreu algum tipo de ameaça, Andressa diz: “Eu não tenho medo dele. Tenho provas. Não queria que tudo tivesse tomado esta proporção. Mas nenhuma mulher merece passar por essa situação. Independente de eu ser Miss Bumbum, eu sou mulher e mereço respeito”. Abaixo, Andressa mostra parte da conversa que teve com Cristiano Ronaldo antes do encontro em Madri.

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Fonte: Com informações do Ego

Nazareno se defende e diz que 'STF é uma corte que frauda Constituição'

Deputado reforça que a matéria vem sendo estudada há dois anos e que não traz nada de novo 


O deputado federal Nazareno Fontelles (PT-PI), vem aproveitando o espaço das emissoras em Teresina nesta segunda-feira (29/04) para se defender. Ainda mais depois da reportagem de capa da revista Veja, que considera a proposta de emenda à Constituição - PEC 33 - uma tentativa de provocar a instabilidade entre os poderes no país.
O parlamentar reforça que a proposta não se direciona para transformar o Supremo Tribunal Federal num ente subordinado ao Congresso, mas apenas aplicar o que já está previsto na Constituição. Segundo Nazareno, quando se trata de Legislação a última palavra deve ser do Congresso Nacional, e reforça que isso não inclui os julgamentos e decisões, onde se faz cumprir a lei.
Ao tempo que se defende, ataca a justiça: "É uma corte que frauda a Constituição", diz o deputado. Ele enumera os casos onde a corte derrubou emendas dos precatórios, da verticalização da eleição e ainda, que derrubou a profissão de jornalista. "Tanto se fala em liberdade de imprensa, e fazem isso?"
Nazareno reforça que a matéria vem sendo estudada há dois anos e que não traz nada de novo. "Só quero que seja aplicado o que já está escrito. Hoje se dá mais poder para juizes e menos poderes para os votos", disse. 

Fonte: Portal 180 Graus

sábado, 27 de abril de 2013

Promotora endurece ações e pedirá a juiz para fechar casas de shows

O desrespeito às ordens policiais está irritando as autoridades que fiscalizam as casas noturnas em Teresina. Hoje, em reunião, a promotoria do Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros, Delegacia do Silêncio e SDUs resolveram endurecer as ações contra as casas de shows.

MP/PI

A curadoria do Meio Ambiente determinou novas vistorias nas danceterias que teimam em manter abertas, mesmo com a interdição da Polícia.

A Promotoria com o apoio de todas as autoridades entrará com ações judiciais para caçar o alvará de funcionamento e fechar as casas de shows que estão funcionando com risco de acidentes.

A promotora Denise Aguiar deu um prazo de 10 dias para as SDUs (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) de Teresina encaminhar a relação dos estabelecimentos que estão com processos irregulares. Quando receber a lista, a promotora prometeu acioná-los judicialmente.

Inspeção feita pelo Corpo de Bombeiros revelou que mais de 80 estabelecimentos noturnos em Teresina estavam com alvarás irregulares. A prefeitura deu um prazo e cerca de 60 delas continuam ilegais.

Selo
Outro pedido da promotoria é a presença do Procon nas ações da força-tarefa. Foi definido que será criado um selo para ser afixado nas casas de shows para conhecimento do público e das autoridades de fiscalizações.

Nova reunião
A reunião definitiva ocorrerá dia 28 de maio, às 8h30, com todas as autoridades do município ligados as fiscalizações de estabelecimentos noturnos.  

Fonte: Cidade Verde



Portal G1 lista Socorro Waquim entre gestores denunciados por Décio Sá

O envolvimento dos gestores ainda não foi confirmado. Polícia e MP investigam esquema 

O Portal G1 do Maranhão fez o levantamento no site do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão dos nomes dos gestores que estavam à frente dos 41 municípios investigados pela polícia e Ministério Público por participação no esquema milionário de agiotagem no Maranhão, no período de 2009 a 2012. O assunto veio à tona com a apuração da morte do jornalista Décio Sá, executado a tiros há um ano, por denunciar a atuação da quadrilha de agiotas.
A lista com o nome das 41 prefeituras foi divulgada na última terça-feira (23) pela polícia.
De acordo com as investigações, a transação tinha início nas eleições. Para financiar suas campanhas, os gestores contraíam empréstimos com a quadrilha, que, como pagamento, recebia dinheiro público, por meio de facilitação em licitações de merenda escolar, medicamentos e programas federais.
O bando montava empresas de fachada para vencer licitações direcionadas e utilizava ‘laranjas’, entre eles pessoas que já faleceram. Os recursos saíam direto de contas de programas federais – como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O chefe da quadrilha era Gláucio Alencar e o pai dele, José de Alencar Miranda Carvalho, que estão presos desde o ano passado, acusados de serem os mandantes da morte do empresário Fábio Brasil, em Teresina. A vítima seria um ex-sócio do grupo, que deu um calote na quadrilha. Os dois também são acusados do assassinato do jornalista Décio Sá, que apontou, em seu blog, indícios da participação do grupo no crime do Piauí.
CONFIRA OS NOMES:
Apicum-Açu: Sebastião Lopes Monteiro
Arari: Leão Santos Neto
Bacabal: Raimundo Nonato Lisboa
Brejo: José Farias de Castro
Cajapió: Francisco Xavier Silva Neto
Cândido Mendes: José Haroldo Fonseca Carvalho
Cantanhede: José Martinho dos Santos Barros
Caxias: Humberto Ivar Araújo Coutinho
Coelho Neto: Soliney de Sousa e Silva
Cururupu: José Francisco Pestana
Dom Pedro: Maria Arlene Barros Costa
Lago Verde: Raimundo Almeida
Lagoa Grande: Jorge Eduardo Gonçalves de Melo
Magalhães de Almeida: João Cândido Carvalho Neto
Marajá do Sena: Manoel Edvan Oliveira da Costa
Mirador: Joacy de Andrade Barros
Miranda do Norte: José Lourenço Bonfim Júnior
Mirinzal: Ivaldo Almeida Ferreira
Nina Rodrigues: Iara Quaresma do Vale Rodrigues
Paço do Lumiar: Glorismar Rosa Venancio
Pastos Bons: Enoque Ferreira Mota Neto
Paulo Ramos: Tancledo Lima Araújo
Penalva: Maria José Gama Alhadef
Pindaré Mirim: Henrique Caldeira Salgado
Pinheiro: José Arlindo Silva Sousa
Rosário: Marconi Bimba Carvalho de Aquino
Santa Luzia: Márcio Leandro Antezana Rodrigues
Santa Luzia do Paruá: José Nilton Marreiros Ferraz
São Domingos do Azeitão: Sebastião Fernandes Barros
São Domingos do Maranhão: Kleber Alves de Andrade
São Francisco do Brejão: Alexandre Araújo dos Santos
São João do Sóter: Luiza Moura da Silva Rocha
São Luís: João Castelo Ribeiro Gonçalves
Serrano do Maranhão: Leocádio Olimpio Rodrigues
Sucupira do Riachão: Juvenal Leite de Oliveira
Timon: Maria do Socorro Almeida Waquim
Turilândia: Domingos Sávio Fonseca Silva
Tutóia: Raimundo Nonato Abraão Baquil
Urbano Santos: Abnadab Silveira Leda
Vargem Grande: Miguel Rodrigues Fernandes
Zé Doca: Raimundo Nonato Sampaio
Fonte: Com informações do G1 Maranhão 

Mãe de acusados por ataque em Boston estava em lista de terroristas, diz agência


A mãe dos acusados de cometer os atentados na maratona de Boston, Zubeidat Tsarnaeva, estava na lista do serviço secreto dos Estados Unidos como potencial terrorista. Ela foi adicionada, junto com o filho Tamerlan, cerca de um ano e meio antes dos ataques, segundo informou a agência Associated Press, citando duas autoridades americanas.
Questionada, Zubeidat Tsarnaeva afirmou que as acusações eram mentirosas e que nunca teve relação com crimes de terrorismo.
Segundo a agência, os nomes foram incluídos após a Rússia ter informado o órgão sobre suspeitas de que os dois tivessem se tornado militantes religiosos. A família tem origem chechena.
Ainda segundo a AP, o FBI chegou a investigar e interrogar a mãe e o filho, mas a polícia concluiu que não havia indícios de envolvimento com ações terroristas.
Os ataques em Boston ocorreram no dia 15 de abril, deixando 3 mortos e mais de 180 feridos. Os irmãos Tsarnaeva foram apontados como os principais suspeitos -- Tamerlan, de 26 anos, foi morto pela polícia e Dzhokhar, 19, foi preso após uma megaoperação e já foi acusado formalmente pelos ataques.

Vítimas dos atentados (© AP)
Uma das vítimas dos atentados de Boston, a dançarina Adrianne Haslet, perdeu o pé esquerdo e parte da perna e continua internada em um centro de reabilitação nos EUA. Mesmo sem o membro, Haslet disse que espera poder voltar a dançar.
Fonte: MSN

Como desativar o 'visualizado às' do Facebook Messenger

Evite os fuxiqueiros do Face tirando o aviso 'visualizado às' (Divulgação) 

Apesar de útil em alguns casos, muitas pessoas ficaram insatisfeitas com a inclusão do recurso de confirmação de leitura no chat do Facebook. Se você faz parte desse grupo, acompanhe os passos abaixo e veja como ler as mensagens do Facebook, sem exibir o aviso de mensagem lida para a outra pessoa. Vale lembrar que, ao ativar o recurso, você também deixarár de receber informações de quando a sua mensagem foi vista por outro usuário.
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Passo 1. Faça o download do aplicativo Chat Undetected. O app é compatível com os navegadores Firefox e Chrome.
Clique em "Get Chat Undetected" para baixar o arquivoClique em "Get Chat Undetected" para baixar o arquivo (Foto: Reprodução/Chat Undetected)
Passo 2. Execute o arquivo baixado e siga os passos do assistente.
Clique em "I Agree" e aguarde a instalação 
Clique em "I Agree" e aguarde a instalação (Foto: Reprodução/Chat Undetected)
Passo 3. Após o término da instalação, será exibida uma mensagem de confirmação. Feche a janela e reinicie o navegador.
Mensagem de confirmação exibida após a instalação 
Mensagem de confirmação exibida após a instalação (Foto: Reprodução/Chat Undetected)
Passo 4. Para ativar ou desativar o aplicativo, acesse a página de complementos/extensões do seu navegador.
Ative ou desative a extensão Chat Undetected
Ative ou desative a extensão Chat Undetected (Foto: Ramon Cardoso/Techtudo)
Pronto! Agora você pode decidir se quer ou não que as outras pessoas saibam quando a mensagem foi lida.
Tem dúvidas sobre o Facebook?
Fonte: TechTudo

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Globo é pega no acórdão do'mensalão' em negócio com Banco Rural considerado 'fraudulento'




Nas páginas 2869 e 2870 do acórdão do julgamento da Ação Penal 470 do STF (vulgo "mensalão"), registra que o mesmo padrão de empréstimo feito do Banco Rural com o Partido dos Trabalhadores, foi feito com a "Globo Comunicações e Participações". Os ministros do STF consideraram "atos fraudulentos de gestão", segundo o acórdão.
Eis o texto oficial do acórdão do STF onde o fato é registrado (grifos hachurados em amarelo nossos):
As operações com as empresas ligadas a MARCOS VALÉRIO e as operações do Partido dos Trabalhadores, por sua vez, ganharam repercussão pela publicidade que se deu aos fatos. Todavia, conforme apontado na denúncia (fl. 5.702), não foram essas as únicas operações apuradas no processo administrativo (Processo nº 0601322934) junto ao Bacen, reveladoras de atos fraudulentos de gestão¸ com violação aos princípios da seletividade (“devedores em precária situação econômico financeira, inclusive por apresentarem patrimônio líquido negativo, elevado endividamento bancário e prejuízos sucessivos; ausência de dados contábeis atualizados de devedores; dados cadastrais insuficientes; ausência de análise técnica pela área de crédito; parecer desfavorável da área técnica de crédito; risco elevado para o porte e patrimônio líquido dos devedores; existência de operações relevantes, de responsabilidade de empresa ligada, baixadas a prejuízo antes de novo deferimento ao mesmo grupo”), da garantia (“não liquidação das operações de empréstimo no vencimento; ausência de qualquer amortização, seja de encargos ou de principal; renovações sucessivas com incorporação de encargos e sem amortizações, inclusive liberando novos recursos; geração de caixa insuficiente para arcar com as obrigações” assumidas) e da liquidez (“garantia com base em contrato de prestação de serviço do qual o Banco Rural não possui nem cópia; garantia de contrato de prestação de serviço com prazo de validade vencido; garantia de direitos creditórios de empresa ligada com cláusula impeditiva de utilização como garantia à revelia do contratante; garantia de valor inferior às obrigações assumidas; ausência de alienação fiduciária dos direitos creditórios objeto da garantia; aval de pessoas físicas sem capacidade econômicofinanceira para fazer face às obrigações; garantia de penhor de matéria-prima depositada na própria empresa, sem certificado e/ou warrant; operações deferidas sem qualquer garantia”). Da mesma forma, “valendo-se de mecanismos destinados a impedir ou dissimular a caracterização de atrasos (...) afetou significativamente o balanço de encerramento do exercício de 2004, só ocorrendo a regularização/provisionamento no balanço patrimonial de 30.6.2005, após determinação expressa do Banco Central. Em decorrência do não reconhecimento de perdas na carteira de crédito, além da geração artificial de resultados pela apropriação de rendas meramente escriturais, o Banco incrementou artificialmente seu Patrimônio Líquido, induzindo a erro os usuários das demonstrações contábeis, implicando, ainda distribuição de dividendos, participações e juros sobre o capital próprio, o que contribuiu para a diminuição da liquidez e descapitalização da instituição” (fls. 3.492-3.495 do referido PA, CD2, Vol. 206).
Há nos autos do processo administrativo detalhada análise sobre operações envolvendo outras pessoas físicas e jurídicas, a saber: Moinho de trigo Santo André S/A, Banktrade Agrícola Importação e Exportação, Tupy Fundições Ltda., Globo Comunicações e Participações, ARG Ltda., Securivest Holdings S/A, Ademir Martines de Almeida, Agroindustrial Espírito Santo do Turvo, Agrícola Rio Turvo, Cia. Açucareira Usina João de Deus, Usina Carola S/A, Viação Cidade de Manaus Ltda., Amadeo Rossi S/A, João Fonseca de Goes Filho, Enerquímica Empreendimentos e Participações e Noroeste Agroindustrial.
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Volto a comentar:
Nesta época (2003/2004) a principal empresa controladora da Globo, a Globopar, não conseguia honrar suas dívidas, e o fundo de investimento W.R. Huff pediu a falência da empresa nos Estados Unidos. Foi necessário um processo de reestruturação da dívida.
E agora? Pau que bate em Chico, baterá em Francisco?
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/ 

Fonte: Justiceira de Esquerda


Além de não regular comunicação governo estimula oligopólios


Não foram uma, duas ou três vezes que a presidente Dilma Rousseff já rejeitou publicamente qualquer iniciativa no sentido de regular a comunicação no Brasil de forma análoga à que é regulada em absolutamente todas as mais avançadas democracias do Ocidente. A presidente reiterou isso várias vezes.
Segundo a primeira mandatária da República, a única regulação que aceita, sobretudo para a comunicação eletrônica (leia-se televisões e rádios), é a do “controle remoto”.
Por conta disso, projeto de marco regulatório elaborado pelo governo Lula através de audiências com representantes de países como, por exemplo, Estados Unidos, França, Alemanha e Inglaterra que vieram ao Brasil para nos instruírem nessa matéria, foi sumariamente engavetado.
Aquele projeto fora edificado sob a batuta do ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) Franklin Martins. Sua sucessora, a ministra Helena Chagas, porém, certamente cumprindo ordens da presidente Dilma jamais aceitou sequer discutir o tema publicamente.
O resultado disso é que o Brasil ainda padece sob uma legislação oriunda de meados do século passado apesar de que, de lá para cá, a comunicação é das áreas que mais transformações sofreram com o surgimento da internet e de formas revolucionárias de transmissão de dados, imagem e som.
Não que grandes grupos de mídia como as organizações Globo não queiram regulação. Querem, por exemplo, que as empresas transnacionais que operam no setor de telefonia, por exemplo, não possam usar as novas tecnologias para, por exemplo, transmitirem filmes, novelas etc., pois essas potências mundiais da comunicação, que ostentam capitais gigantescos, dizimariam Globos e congêneres.
A mídia brasileira, porém, não quer regulação da propriedade de meios de comunicação ou do direito de resposta como há nos países supracitados. Enganando o público, diz que esse tipo de regulação seria “censura”, como se censura houvesse, por exemplo, nos Estados Unidos.
Aqui se chega ao ponto central do artigo. Entre a regulação que a grande mídia quer e a que existe nos países desenvolvidos, interpõe-se o dinheiro público.
O Estado é o maior anunciante do Brasil e a distribuição de suas verbas termina se tornando fator determinante de quais veículos sobrevivem e de quais morrem ou são engolidos pelos grandes. E quem controla a distribuição dessas verbas é a Secom, pilotada por Helena Chagas.
Até o início do governo Lula, em 2003, a Globo engolia praticamente tudo em termos de verbas publicitárias do governo federal. A partir daquele ano, porém, o governo Lula passou a redistribuir essas verbas de forma a estimular as ditas “novas mídias”.
Segundo a Secom, até 2002 o governo Fernando Henrique Cardoso distribuía toda a sua verba publicitária para cerca de 500 veículos – um escândalo que explica o amor que a grande mídia nutre por aquele governo e por seu titular até hoje.
Mas, a partir de 2003, esse número foi subindo até chegar, hoje, a cerca de 5 mil veículos que recebem verbas publicitárias do governo federal
Essa, ao menos, é a lenda que se criou. Na prática, porém, a realidade parece ser outra.
Na semana passada, o secretário-executivo da Secom, Roberto Bocorny Messias, publicou artigo no site “Observatório da Imprensa” em que, pela primeira vez, o governo federal revela os valores que cada TV recebe pela divulgação dos comerciais estatais.
Não foram veiculados detalhes sobre investimentos em outras mídias.
A Globo, de longe, foi o veículo que mais recebeu recursos nos últimos dez anos – cerca de 6 bilhões de reais. Contudo, hoje, percentualmente, recebe cerca de 2/3 do que recebia quando Lula chegou ao poder – o percentual caiu de 61% a 44% entre 2003 e 2012.
Até 2003, porém, a entrega de verbas públicas à Globo era inexplicável. Apesar de receber 61% de tudo que o governo gastava, sua audiência era de apenas 55,2% da tevê aberta. Em 2012, apesar de “só” ter recebido 44% das verbas, sua audiência foi 43%.
A Globo, portanto, não tem do que reclamar. Recebe menos, percentualmente, porque sua audiência caiu muito.
Seria possível dizer, então, que hoje a Globo recebe APENAS aquilo a que faz jus por sua audiência? Não é bem assim. Segundo o site Viomundo, não entra nessa conta o que a Globo recebe pelas suas tevês por assinatura e, pior, via emissoras afiliadas.
Nos números divulgados pela Secom, tevês por assinatura e “outras tevês” abertas somam mais 14,43% das verbas.
A grande questão, porém, é a de que audiência não é, em nenhum país civilizado, o único critério para distribuição de verbas públicas de publicidade.
Um novo marco regulatório das comunicações que fosse consoante com os tempos modernos deveria regulamentar uma prática que é impositiva em todos os países desenvolvidos, o de o Estado incentivar a pluralidade de meios de comunicação.
A Secom, em sua nota supracitada, diz que já faz isso – estimula a pluralidade. Afirma que, em 2012, a “programação de veículos em ações publicitárias do governo federal” atingiu “cerca de 5 mil veículos”.
A afirmação do governo, no entanto, é contestada pela Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação – Altercom.
Segundo a entidade, “Em 2000 (…) o meio televisão representava 54,5% da verba total de publicidade, que era de 1,239 bilhão”. Mas, em 2012, “Esse percentual cresceu para 62,63% de uma verba de 1,797 bilhão. Ou seja, houve concentração de verba em TV mesmo com a queda de audiência do meio e o fortalecimento da internet”.
A afirmação da Altercom encontra ressonância na própria nota da Secom, que afirma que faz “mídia técnica” ao escolher os veículos nos quais anuncia. Ou seja: o critério de incentivo a novas mídias presente nas legislações de todos os países desenvolvidos é sumariamente desprezado no Brasil.
Trocando em miúdos: o único critério é a audiência, sem levar em conta que muitos veículos são pequenos porque não recebem verbas públicas e não recebem verbas públicas porque são pequenos.
O que se conclui é que governo Dilma não só não regula a comunicação para dar ao país uma legislação coerente com a contemporaneidade, mantendo-o no atraso nessa matéria, mas usa critérios de distribuição de verbas que favorecem a concentração de propriedade de meios de comunicação.
PS: informo aos amigos que a minha Victoria teve melhora e está praticamente fora de risco de voltar a ser internada. Agradeço de coração a solidariedade e as boas vibrações que os leitores deste Blog enviaram e que, por certo, ajudaram minha filha a melhorar.
*
Leia, abaixo, a nota da Altercom redigida em resposta à nota da Secom supracitada.
—–
Nota da Altercom
Estudo da Secom comprova concentração das verbas nos grandes veículos
A Secretaria da Comunicação (Secom) da presidência da República, responsável pelo investimento publicitário das verbas do governo federal, autarquias e empresas estatais, publicou texto assinado pelo seu secretário questionando críticas realizadas por pequenas empresas de comunicação e empreendedores individuais, entre eles blogueiros, acerca dos seus critérios.
A Altercom como entidade tem defendido os interesses da sua base e proposto entre outros pontos que se estabeleça como política a destinação de 30% das verbas publicitárias às pequenas empresas de comunicação. Pratica adotada em outros setores da economia, como na compra de alimentos para a merenda escolar. E também em outros países onde a pluralidade informativa é obrigação do Estado, inclusive do ponto de vista do financiamento.
Em nome da qualidade do debate democrático, a Altercom utilizará os números do estudo divulgado pela Secom para defender sua tese de que a política atual do governo federal está fortalecendo os conglomerados midiáticos, não garante a pluralidade informativa e mais do que isso não reflete os hábitos de consumo de comunicação e informação do brasileiro. Tem como única referência os parâmetros das grandes agências de publicidade e seu sistema de remuneração onde o principal elemento é a Bonificação por Volume (BV).
A partir disso, seguem algumas observações que têm por base os números do estudo publicado e assinado pelo secretário executivo da Secom.
Em 2000, ainda no governo FHC, o meio televisão representava 54,5% da verba total de publicidade que era de 1,239 bilhão. Em 2012, esse percentual cresceu para 62,63% de uma verba de 1,797 bilhão. Ou seja, houve concentração de verba em TV mesmo com a queda de audiência do meio e o fortalecimento da internet.
Em 2011, os grandes portais receberam 38,93% das verbas totais de internet. Em 2012, os grandes portais passaram a receber 48,57% deste volume. Mesmo com a ampliação da diversidade na rede a Secom preferiu a concentração de recursos.
Também de 2011 para 2012, a Rede Globo aumentou sua participação no share de Tvs. Saiu de 41,91% em 2011 para 43,98% no ano passado.
Se a Secom utilizasse como base o que a TV Globo recebeu da sua verba total ano a ano, o resultado seria desprezível do ponto de vista da desconcentração como defendido a partir do estudo. Em 2000 a TV Globo teve 29,8% do total da verba da Secom e em 2012 esse percentual foi de 27,5%. Neste número não estão incluídas as verbas para TV fechada, que eram de 2,95% em 2000 e passaram para 10,03% do total do meio TV em 2012. Nesse segmento, provavelmente a maior parte dos recursos também vai para veículos das Organizações Globo que ainda tem expressivos percentuais dos recursos para jornais, rádios, revistas, portais etc.
Utilizando os dados da Secom também é possível chegar a conclusão de que em 2000, a TV Globo ficava com aproximadamente 370 milhões das verbas totais de publicidade do governo federal. Em 2012, esse valor passou a ser de aproximadamente 495 milhões.
O secretário executivo da Secom também afirma que houve ampliação do número de veículos programados de 2000 para 2012, o que a Altercom reconhece como um fato. Essa ampliação foi significativa, mas no texto não é informado qual a porcentagem do valor total destinado a esses veículos que antes não eram programados.
Por fim, no estudo o secretário parece defender apenas o critério da audiência quantitativa como referência para programação de mídia. Sendo que a legislação atual não restringe a distribuição das verbas de mídia ao critério exclusivo de quantidade de pessoas atingidas. Aponta, por exemplo, a segmentação do público receptor da informação e o objetivo do alcance da publicidade, entre outras questões. E é notório também que a distribuição dos recursos deve considerar a qualidade do veículo programado e a sua reputação editorial.
Considerando que a Secom está disposta ao diálogo, o que é bom para o processo democrático, a Altercom solicita publicamente e por pedido de informação que será protocolado com base na legislação vigente, os seguintes dados.
A lista dos investimentos em todas as empresas da Organização Globo no período do estudo apresentado pela Secom (2000 a 2012).
O número de veículos programados pela Secom ano a ano no período do estudo (2000 a 2012)
Quanto foi investido por cada órgão da administração direta e indireta no período do estudo (2000 a 2012).
Quais foram os 10 veículos que mais receberam verbas publicitárias em cada órgão da administração direta e indireta em cada meio (TV, rádio, jornais, revistas, internet etc) no período do estudo (2000 a 2012).
A curva ABC dos veículos e investimentos realizados pela Secom. Ou seja, o percentual de verbas aplicadas nos 10 maiores veículos, nos 100 maiores e nos demais no periodo de 2000 a 2012.
O que justifica do ponto de vista dos hábitos de consumo da comunicação a ampliação do percentual de verbas publicitárias de 2000 para 2012 no meio TV.
O sistema e o critério de classificação e ranqueamento que estaria sendo utilizado pela Secom para programação de mídia.
A Altercom tem outras ponderações a fazer a partir do estudo apresentado, mas confiando na postura democrática da atual gestão avalia que os pontos aqui levantados já são suficientes para que o debate seja feito em outro patamar.
Reafirmamos nossa posição de que a distribuição das verbas publicitárias governamentais não pode atender apenas a lógica mercadista. Elas precisam ser referenciadas nos artigos da Constituição Federal que apontam que o Estado brasileiro deve promover a diversidade e a pluralidade informativa.
A Altercom também reafirma a sua sugestão de que a Secom deveria adotar o percentual de 30% das verbas publicitárias para os pequenos veículos de informação, o que fortaleceria toda a cadeia produtiva do setor da comunicação. E colocaria o Brasil num outro patamar democrático, possibilitando o fortalecimento e o surgimento de novas empresas e veículos neste segmento fundamental numa sociedade informacional.
São Paulo, 23 de abril de 2013
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Leia também, abaixo, comunicado do Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação (FNDC) que exorta os que apoiam a democratização da comunicação a se integrarem ao processo de coleta de assinaturas para projeto de lei de iniciativa popular por um marco regulatório para a matéria e para atos públicos em sua defesa.
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Caros/as companheiros/as da luta pela democratização da comunicação,

Na última sexta-feira (19/4), a Campanha Para Expressar a Liberdade realizou Plenária que contou com as presenças de representantes de mais de 30 entidades do movimento social, sindical e acadêmico, para discutir o Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) com base nas diretrizes aprovadas na Confecom e definido como bandeira prioritária de ação para o próximo período.
O documento, distribuído para todas as entidades envolvidas na campanha, trata da regulamentação das Comunicações Eletrônicas no país, rádio e televisão, setor atualmente regido pelo Código Brasileiro das Telecomunicações, e a regulamentação dos artigos de comunicação da Constituição Brasileira, como os que tratam do fim do monopólio e da propriedade cruzada e garantem a diversidade regional e a produção independente.
Os apontamentos e análises realizados pelas entidades durante a plenária serão consolidados pelo Grupo de Trabalho de Formulação da campanha em novo documento, que estará finalizado até o final desta semana.
A data de 26/4 (aniversário da TV Globo), apontada como sugestão para que os estados promovam ações que explicitem nossa unidade nacional em torno do tema, segue mantida para os estados que já planejaram atividades. Embora a coleta de assinaturas não possa ter início neste dia – pois ainda estaremos finalizando algumas tarefas (registro do PLIP em cartório, elaboração do formulário de adesões/abaixo assinado, formatação de circular/nota orientando os procedimentos para coleta de assinaturas) -, os atos e atividades agendados para o dia passam a ser de ‘pré-lançamento’ e divulgação da proposta do projeto.
A partir de 1º de maio, Dia do Trabalhador, terá início o processo de coleta de assinaturas, com vistas a envolver o conjunto da sociedade na discussão sobre a importância da democratização da comunicação no país. Sugerimos às entidades que possam se incorporar aos atos e atividades organizadas pelas centrais sindicais nesta ocasião, procurando as centrais em cada estado.
Os grupos de trabalho de comunicação e mobilização estão em processo de elaboração de materiais que serão socializados assim que prontos. Para se integrar a um dos GTs, envie e-mail para secretaria@fndc.org.br indicando em qual grupo você gostaria de contribuir.
Vamos às ruas!
Coordenação nacional da Campanha Para Expressar a Liberdade

Fonte: Blog da Cidadania

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Homem de Ferro 3 explora as fraquezas do homem por trás da armadura

Em meio a furos no roteiro, Robert Downey Jr. retorna ao papel de Tony Stark mais vulnerável e piadista do que nunca

Tony Stark toma a dianteira no terceiro longa da franquia Homem de Ferro, que chega aos cinemas brasileiros nesta sexta-feira, 26. Ele o faz de tal forma que o próprio título da produção deveria conter o nome do multimilionário filantropo e não do herói criado por ele graças a sua inteligência imensamente acima da média. Não que a armadura que o torna imbatível não esteja presente – o que não falta nesta terceira aventura são as famosas Mark, nome dado por ele aos trajes –, mas o homem por trás daquele ferro todo está vulnerável como nunca, ainda que engraçado como sempre.
"Nada será igual depois de Nova York", anuncia Tony Stark, vivido mais uma vez pelo impecável Robert Downey Jr., referindo-se aos eventos que destroçaram a Big Apple em Os Vingadores, produção batedora de recordes de bilheteria de 2012. Depois de lutar ao lado de um soldado (Capitão América), um deus (Thor), dois exímios assassinos (Gavião Arqueiro e Viúva Negra) e, bom, o Hulk, ele se vê frágil: um simples mecânico que precisou lidar com um exército alienígena. Entrar no buraco da minhoca, como ele chama o portão dimensional de onde chegavam hordas de aliens selvagens no filme do supergrupo de heróis, e estar à beira da morte transformou a maneira como Tony Stark se enxerga no(s) mundo(s).
A fragilidade chega sob duas formas: a obsessão em criar novas armaduras e ataques de ansiedade. É Tony que está diante de nós, na telona, não uma roupa ultratecnológica e indestrutível. Ele, aliás, aprende que pode ser tão vulnerável como um bebê diante dos poderosos inimigos desta nova aventura, como já pode ser visto nos trailers, que exibiam cenas da destruição da mansão do herói, em Malibu.
Em Homem de Ferro, de 2008, a editora Marvel dava início ao seu ambicioso projeto que culminou em três filmes próprios e Os Vingadores. O longa-metragem de 2012 foi o fim de um ciclo, enquanto Homem de Ferro 3 dá o pontapé para essa nova saga – Thor: O Mundo Sombrio estreia em novembro, enquanto Capitão América 2: O Retorno do Primeiro Vingador chega aos cinemas em maio de 2014, seguido por Guardiões da Galáxia, previsto para agosto.
Como responsável por iniciar essa nova fase que resultará em Os Vingadores 2 , que chega aos cinemas em maio de 2015, Homem de Ferro 3 deixa a desejar. A trama funciona mais como um epílogo da primeira parte do universo cinematográfico do que uma introdução do que está por vir – nem mesmo a cena pós-créditos é suficiente para isso.
Shane Black, roteirista dos quatro Máquina Mortífera, recebeu a missão de seguir com o projeto iniciado por Jon Favreau, que assina a direção dos dois primeiros filmes, e as mudanças estruturais são enormes. O próprio roteiro, escrito por Black e Drew Pearce, apresenta furos e escapa ao conceito trançado criado pela Marvel.
Em meio a esses problemas, Tony Stark precisa lidar com um novo inimigo, o Mandarin, incrivelmente interpretado por Ben Kingsley. O vilão foge da história das HQs, mas é o personagem mais interessante desta terceira aventura. Personifica o ódio do mundo aos Estados Unidos ao mesmo tempo em que satiriza a vilania midiática criada em torno dos terroristas atualmente. Ele invade as transmissões de TV para justificar seus atos (explosões inexplicáveis por todo o globo), mas só consegue a atenção de Stark quando um dos atingidos é o segurança Happy (Favreau). Até aquele momento, o governo norte-americano contava apenas com o Patriota de Ferro, armadura usada por James Rhodes (Don Cheadle). No momento em que Happy vai para o hospital, Stark declara uma guerra pessoal contra Mandarin.
O longa também apresenta a Extremis, biotecnologia capaz de transformar humanos em seres cuspidores de fogo, superfortes e com capacidade de regeneração. Diante desse exército, o Homem de Ferro e suas 40 e tantas armaduras parecem feitos de brinquedo. Com essa nova tecnologia, dois personagens dos quadrinhos, Maya Hansen (Rebecca Hall) e Aldrich Killian (Guy Pearce), são apresentados como cria das ações inconsequentes de Stark no passado. Já Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) finalmente ganha mais espaço na trama, deixando de ser uma mocinha indefesa para realmente funcionar como um contraponto racional ao próprio Tony Stark.
Homem de Ferro 3 funciona para encerrar a trilogia do herói, como um filme divertido e de encher os olhos, mas em nenhum momento melhor do que o primeiro longa baseado no personagem – rivaliza com a segunda produção, de 2010. Humaniza, sim, o homem por trás daquela armadura, ao passo que o posiciona como uma caricatura daquele personagem sarcástico e irônico que trouxe Robert Downey Jr. de volta aos holofotes em 2008. Se Stark diz que nada será igual depois de Nova York, a franquia do personagem também deveria levar isso em conta: principalmente após o ápice de Os Vingadores.

Romário dispara: 'Neymar tem que sair de perto do Pelé. É um boçal'

'Pelé não é católico, não. Ele não assumiu nem a filha que teve. Isso não é papel de um pai'

A briga entre Romário e Pelé chegou nesta quinta-feira a mais um round polêmico. Ao saber que, durante um evento em São Paulo, o Rei chamou-o de ignorante, Romário partiu para o ataque.
- Quem é o Pelé para chamar alguém de ignorante? Antes, eu dizia que ele, calado, era um poeta. Agora, eu digo que ele é apenas um boçal - disse, em entrevista ao blog Extracampo.
Romário havia usado, recentemente, sua famosa frase para criticar Pelé, que defendia que a base da seleção brasileira fosse formada por jogadores do Corinthians. Nesta quinta-feira, Pelé deu o troco que originaria o novo mal-estar:
- Ele fica falando porque não sabe muito bem o que quer. Sempre fui muito católico, e Deus dizia que perdoava os ignorantes. Então, eu também perdoo os ignorantes - disse Pelé.
Romário não engoliu a ofensa. Chegou a lembrar de Sandra Regina, a filha de Pelé falecida em 2006, que travou uma batalha de 30 anos para que a paternidade fosse reconhecida.
- Pelé não é católico, não. Ele não assumiu nem a filha que teve. Isso não é papel de um pai católico. Ele nem foi no enterro da filha. Pelé tem que se olhar espelho. Ele está enganado em relação a quem é ignorante. Tanto que o time que ele quer que seja a base da seleção estava bem representado no Mineirão, empatou com o Chile e ganhou a maior vaia da história. Eu é que sou ignorante? - atacou Romário.
O ex-jogador e deputado não assistiu ao amistoso da seleção com o Chile. Mas leu o noticiário sobre as vaias a Neymar e deu-lhe um conselho:
- O futebol é isso aí. Tudo vai cair na conta dele, como já caiu na minha e na do Ronaldo. Neymar tem que ter inteligência e sair de perto do Pelé - encerrou.
Fonte: Com informações do Extra Online

terça-feira, 23 de abril de 2013

Brasileiro acha fácil desobedecer leis no País, diz pesquisa



 

“É fácil desobedecer as leis no Brasil”. Essa foi a resposta dada por 82% dos entrevistados do Índice de Percepção do Cumprimento da Lei (IPCLBrasil), estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Direito GV e apresentado nesta terça-feira (23/4), em São Paulo.
Em segundo lugar a pesquisa revelou que 79% dos entrevistados concordam com a afirmação de que o cidadão brasileiro, sempre que possível, opta pelo “jeitinho” em vez de obedecer à lei.
Ainda de acordo com o estudo, é senso comum afirmar que o brasileiro não respeita as leis, ou que no Brasil muitas leis são criadas e pouco as obedece. É fácil constatar esse dado já que o País produz muitas leis. Para se ter uma ideia, no período de dez anos, de 2000 a 2010, 75.517 novas leis estaduais e federais foram aprovadas.
“O objetivo dessa pesquisa é medir de forma sistemática a percepção do cumprimento da lei, a sensação das autoridades que representam a lei. É uma simplificação da realidade”, explicou Luciana Gross, Coordenadora do IPCLBrasil.
Entrevistados
A população-alvo da pesquisa foi composta de habitantes com 18 anos ou mais, de oito unidades federativas (UF) brasileiras: Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, que juntos constituem aproximadamente 55% da população do país com 18 anos ou mais, segundo dados do Censo 2010.
Essa população foi estratificada por UF e a amostra foi alocada de forma a ter um mínimo de 300 entrevistas por UF, procurando-se ao mesmo tempo manter minimamente a proporcionalidade com relação ao número de habitantes dentro desta faixa etária.
Nos meses de outubro de 2012 a março de 2013, foram entrevistadas 3.330 pessoas distribuídas por oito Unidades da Federação (UF): Amazonas (300), Pernambuco (300), Bahia (400), Minas Gerais (600), Rio de Janeiro (400), São Paulo (700), Rio Grande do Sul (300) e Distrito Federal (300). Na coleta de dados, as informações são obtidas mediante contato telefônico durante o período de seis meses.
Mais desobedientes
Entre os entrevistados que mais concordam com a afirmação de que “é fácil desobedecer às leis no Brasil”, estão os que residem em São Paulo e no Rio Grande do Sul, são os mais jovens, e os entrevistados com renda alta e escolaridade média.
“A população tende a se comportar frente à lei, mas tem sensação do descumprimento dela”, afirmou Luciana.
Para 80% dos entrevistados é difícil desobedecer à lei e continuar sendo respeitado pelas pessoas. Nesse mesmo sentido, 74% dos entrevistados disseram que as pessoas devem obedecer à lei, mesmo quando ela é contrária ao que elas acreditam que é certo.
Um total de 81% dos entrevistados concorda com a afirmação “se o juiz decide que uma pessoa pague a outra uma quantia, ela tem a obrigação moral de pagar mesmo que discorde da decisão”.
No entanto, somente 43% dos entrevistados responderam que concordam com a afirmação de que “Se um policial lhe pede para fazer algo, você deve fazê-lo, mesmo que discorde”.
Leis cumpridas
No que diz respeito à idade, nota-se que quanto mais velhos são os entrevistados, maior é o índice de percepção do cumprimento da lei. Os entrevistados com mais de 60 anos apresentaram o maior índice (7,6), enquanto os mais jovens, com idade entre 18 e 34 anos, apresentaram o menor índice (7,0).
Os entrevistados mais velhos afirmaram que se comportam de forma a respeitar mais a lei do que os jovens, segundo a pesquisa. O mesmo acontece quando analisamos o subíndice de percepção: os entrevistados com mais de 60 anos apresentaram o maior subíndice (7,3) e os com idade entre 18 e 34 anos revelaram o menor resultado (6,6).
Com relação ao grau de escolaridade, os entrevistados que possuem escolaridade média (ensino médio completo até universitário incompleto) apresentaram o menor índice de percepção do cumprimento da lei (7,0), em contraste aos entrevistados com baixa escolaridade. 

Fonte: IG

Em nota, Prefeitura reage a entrevista de Elmano Férrer à TV

A prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Comunicação, divulgou nota de esclarecimentos sobre a entrevista concedida pelo ex-prefeito de Teresina, Elmano Férrer, dentro do Jornal do Piauí desta terça-feira (23).

A secretaria contesta informações dada durante. A prefeitura reafirma que foi encontrado “rombo” de R$ 210 milhões no ato de troca de gestão. Elmano garantiu que a prefeitura deve ter recebido, a título de transferências constitucionais R$ 336 milhões no quatro primeiros meses de gestão.  

Confira a nota divulgada à TV Cidade Verde

A respeito da entrevista do ex-prefeito Elmano Férrer, a Prefeitura de Teresina faz questão de esclarecer que o dinheiro de financiamento mencionado como crédito pelo ex-gestor tem rubrica definida e não paga as dívidas de 210 milhões de reais deixadas pela administração passada e cadastrados pelo programa Redívidas. Em primeiro de janeiro deste ano, a conta única do município estava zerada. Os processo estão na Secretaria de Finanças e serão levados na próxima semana para a Câmara Municiopal, bem como ao TCE, Ministério Público Federal e Estadual.

Os credores compareceram à Prefeitura e apresentaram notas de serviços efetuados e não pagos. Além disso, houve muitos empenhos anulados. 

A secretaria de Finanças tem todos os documentos, inclusive do desvio de dinheiro do IPMT, e encaminhará para as instituições responsáveis. 

Quanto ao projeto Lagos do Norte, este é um projeto iniciado pelo Prefeito Firmino Filho, continuado pelo Prefeito Sílvio Mendes, e que coube ao ex-prefeito Elmano a sorte de inaugurá-lo.

Esses são os esclarecimentos necessários para que se restabeleça a verdade.

Atenciosamente, 

Secretaria Municipal de Comunicação. 

Fonte: Cidade Verde

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