quarta-feira, 31 de julho de 2013

Piauí tem 11 cidades na lista de 50 piores IDHs do Brasil, afirma ONU

Estado tem 11 municípios na lista de 50 piores IDH do país.
São Francisco de Assis é a cidade do Piauí com pior colocação.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do país, estudo divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) intitulado "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013", mostrou que o Piauí possui 11 cidades entre os 50 piores IDH do Brasil. O estado perde apenas para o Pará que tem 13 municípios, incluindo o com a pior avaliação (Melgaço).
O IDH mede o nível de desenvolvimento humano de determinada região. É a terceira vez que o órgão da ONU realiza o levantamento sobre a situação nos municípios do país – outras duas edições da pesquisa foram divulgadas em 1998 e 2003.

A pequena São Francisco de Assis do Piauí, situada a 499 quilômetros ao Sul de Teresina, é a cidade do estado com pior colocação no ranking, ficando em quarto na lista negativa do Nordeste. O município teve um IDH de 0,485, considerado muito baixo pelo estudo. São Caetano do Sul, cidade mais bem colocado do Brasil, registrou 0,862, quase o dobro da cidade piauiense.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, São Francisco de Assis tem apenas 17 anos, conta com 5.567 habitantes, apenas 362 domicílios com água encanada e não possui rede de coleta e tratamento de esgoto.

Outras cidades do Piauí que estão entre na lista de 50 piores IDH do Brasil são: Caxingó, Betânia, Cocal, Cocal dos Alves, Assunção do Piauí, Tamboril, Lagoa do Barro, Veras Mendes, Joca Marques e Caraúbas.
Alto nível
Apenas Teresina e Floriano conseguiram ter um nivel de desenvolvimento humano considerado alto. A capital registrou 0,751 de IDH e a princesa do sul, 0,700. 

Fonte: G1/PI

 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Como se calcula o número de pessoas em um evento ou manifestação?

Como se faz a contagem das pessoas que participam das manifestações?
protesto-anitta

Manifestantes e policiais costumam divergir dos números – às vezes porque chutam mesmo, na cara dura, sem recorrer a métodos. Para buscar precisão, o instituto Datafolha desenvolveu uma técnica. Primeiro, eles dividem por setores o espaço onde está ocorrendo a manifestação. A cada hora, uma equipe de 40 pesquisadores posicionados ao longo do percurso registra a concentração média de pessoas por metro quadrado.
O máximo dos máximos são sete pessoas por metro quadrado, o que ocorre em uma situação de confinamento. Um exemplo é o metrô de São Paulo em horário de pico, diz Alessandro Janoni, diretor de pesquisa do Datafolha. “Eventos com deslocamento, como a Parada Gay ou a Marcha para Jesus, reúnem, durante a caminhada, no máximo, três pessoas por metro quadrado. Mais do que isso impossibilita a movimentação. A média desses eventos vai de aproximadamente 1,8 a 2,2 pessoas por metro quadrado”, detalha.
Ao mesmo tempo, outra equipe realiza uma pesquisa para traçar o perfil dos participantes e verificar a que hora eles chegaram no evento. Esse segundo levantamento vai ser capaz de apontar quantas pessoas entram e saem da mobilização a cada hora.
Com isso, é feito um cálculo complexo, que cruza o horário de realização da entrevista com o horário de chegada do entrevistado no evento. Por meio desse cruzamento, tem-se a taxa de pessoas que entraram no movimento em intervalos regulares de 60 minutos. “Essa taxa é projetada a cada hora sobre o total de pessoas rastreadas por metro quadrado. O número de pessoas que participaram do evento corresponde ao primeiro rastreamento somado aos entrantes de cada hora que durou o evento”, explica Janoni.
Complicado, né? Por isso tem quem chute, apontando muitas vezes onde sua ideologia manda.

Fonte: Abril

Johnny Depp diz que “provavelmente não está muito longe” da aposentadoria como ator

Segundo ele, a carreira agitada começou a dominar sua vida; na matéria de capa da Rolling Stone Brasil, ele já havia expressado essa preocupação 
Johnny Depp - Capa 
Johnny Depp afirmou que sua aposentadoria do trabalho de ator pode estar próxima.
"Existem coisas mais tranquilas que eu não me importaria de estar fazendo? Sim, não me importaria de fazer isso”, disse Depp em entrevista para a BBC. “Não diria que vou desaparecer a qualquer segundo, mas diria que provavelmente não estou muito longe disso.”
Depp, que recentemente interpretou Tonto em Cavaleiro Solitário, diz que sua agenda agitada de ator começou a dominar sua vida. "Em certo momento, você começa a pensar e quando você soma a quantidade de diálogos que você recita por ano, por exemplo, percebe que declamou palavras escritas mais do que teve a chance de falar suas próprias palavras”, ele diz. “Você começa a pensar a respeito disso como uma opção meio insana para um ser humano."

Em junho, Depp expressou preocupações semelhantes em seu perfil de capa para a Rolling Stone Brasil. “Eu acho que enquanto tiver a oportunidade, o desejo e a fagulha criativa para fazer as coisas que posso fazer agora, eu devo fazê-las”, disse Depp. "E então, em certo momento, devo simplesmente diminuir para o mínimo possível e concentrar em viver a vida, acho. Realmente viver a vida. E ir a algum lugar onde você não precise estar sempre correndo ou entrando escondido pela cozinha ou o labirinto subterrâneo do hotel. Em certo ponto, quando você envelhece o suficiente ou recupera alguns neurônios, você percebe que, em algum nível, você viveu sua vida como um fugitivo." 

Fonte: Rolling Stones Brasil

Banda larga: 73,1% dos usuários querem trocar de provedor

Uma pesquisa recém-finalizada no país mostra que, em geral, ainda há grandes problemas com a qualidade dos serviços Internet banda larga no Brasil, o que se reflete em frustração dos consumidores. Tanto é assim que 73,1% querem trocar de provedor. Operdora que ganha destaque é a GVT, revela estudo da CVA Solutions. “Os problemas de infraestrutura das operadoras que inviabilizam a entrega de um serviço de alta qualidade aos usuários, que já havíamos identificado na pesquisa do ano anterior, pioraram, levando esses serviços a terem uma baixa avaliação”, aponta Sandro Cimatti.

No estudo da CVA Solutions sobre a Internet Banda Larga Fixa foram ouvidas em maio 5.464 pessoas que citaram Claro, CTBC, Embratel, GVT, Net (Virtua), OI, Telefonica (Speedy / Ajato), TIM e Vivo. “A avaliação de todas as operadoras piorou em relação à pesquisa do ano passado, o que mostra que a qualidade do serviço ainda deixa a desejar”, ressalta Sandro Cimatti. A operadora melhor posicionada em Valor Percebido é a GVT, com a Net em segundo lugar e a Claro na terceira posição.
“A GVT continua em primeiro lugar, mas a Net melhorou de forma significativa em relação ao ano passado e acabou melhorando a percepção que os usuários têm”, diz o sócio diretor da CVA Solutions. O estudo revela que a operadora que oferece maiores velocidades de banda larga sai na frente. Das pessoas que participaram da pesquisa, apenas 15,1% utilizam uma banda superior a 10 mega. No caso dos clientes da GVT a fatia desse grupo é de 50,8%. A Net detém 12,1% dos seus usuários de internet banda larga acima de 10 mega.

A média de gasto com Internet Banda Larga dos respondentes da pesquisa é R$ 124,00; a operadora que tem a média de preços mais elevada é a GVT R$ 145,00.O levantamento mostra que o descontentamento do consumidor é claro. O setor de Internet banda larga aparece no penúltimo lugar entre 38 pesquisados em todo o País, com nota de 5,94 (em uma escala de 1 a 10), à frente apenas das operadoras de telefonia celular. Os setores líderes compreendem produtos da linha branca, micro-ondas (8,87), refrigeradores (8,67), lavadoras de roupa (8,62), fogões (8,51).
O melhor Valor Percebido (custo-benefício percebido pelos clientes) para Internet Banda Larga Fixa é da GVT (1,15), em seguida está a Net (1,03) e em terceiro a Claro (1,00). O Valor Percebido da Net aumentou significativamente em relação ao ano anterior, quando era de 1,00. Mas os provedores precisam rever suas estratégias.

Isso porque 73,1% dos pesquisados desejam mudar de marca de Internet Banda Larga. Número superior ao do ano anterior, quando 71,2% tinham a intenção de mudar. O melhor índice de Recompra pertence à GVT (45,4%), seguido pela Net (30,3%) e em terceiro a Claro (25,6%). Os três principais motivos para a escolha de uma operadora são: oferta de velocidade mais alta, preço das tarifas e qualidade da conexão sem interrupções.
Em seu segundo ano de realização, o estudo da CVA tem por objetivo entender a estrutura de Valor Percebido (custo-benefício percebido) no mercado, a partir do ponto de vista do consumidor. Além de medir a posição competitiva das principais empresas e diagnosticar possibilidades de criação de vantagem competitiva sustentável.
 

Segundo dados da Telebrasil, o Brasil fechou o segundo trimestre de 2013 com 106,3 milhões de acessos em banda larga. Em 12 meses, de acordo com o estudo, foram ativados 28,5 milhões de novos acessos, a um ritmo de uma nova conexão por segundo. A evolução mais significativa em número de acessos nesse período se deu no segmento móvel da banda larga, com 45% de crescimento em relação a junho de 2012. A internet rápida pela rede móvel alcançou um total 85 milhões de acessos em junho.
Na banda larga móvel, 70,2 milhões são de conexões de celulares 3G, incluindo os smartphones, e 14,8 milhões são terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M). Na banda larga fixa, por sua vez, os acessos somaram 21,3 milhões em junho. Desse total, 2,2 milhões de conexões foram ativadas nos últimos doze meses, com crescimento de 12% no período. 


Fonte: Convergência Digital

'Fora Globo'. Os jovens que não se manipulam


Por Vic Barros – UNE / Alfredo Santos Jr e Léa Marques – CUT / Raul Amorim e Igor Felippe – MST / Carla Bueno- Levante Popular da Juventude/ André Tokarski- UJS- União da Juventude Socialista/ Daniel Souza- Reju- Rede Ecumênica da Juventude
Estamos vivendo um momento político muito importante e um novo período histórico, aberto com as mobilizações realizadas desde junho, que colocaram as lutas sociais no centro de conjuntura nacional, tendo a juventude como protagonista.
Temos muitos desafios pela frente, que precisamos enfrentar e superar com organização, unidade, trabalho político e mobilização. Precisamos fazer a análise correta da atual conjuntura para que nossas ações tenham a capacidade de incidir na conjuntura, enfrentar os nossos inimigos e fazer pressão pelas reformas estruturais que defendemos no manifesto da articulação.
Precisamos também fazer um esforço de apresentar bandeiras à sociedade que possam dialogar com as mobilizações de juventude que estouraram no último período. Assim, podemos canalizar essa energia no sentido que queremos.
Dessa forma, a avaliação que fazemos é que as principais bandeiras na atual conjuntura para a nossa articulação devem ser:

1- democratização dos meios de comunicação (tendo como linha o Fora Globo!),
2- fim do genocídio da juventude e da violência policial e
3- ampliação dos investimentos públicos em educação, com foco nos 10% do PIB para educação
A luta pela reforma política, que também consideramos central, tem um caráter mais amplo e tem envolvido o conjunto dos partidos, centrais e movimentos sociais. Com isso, precisamos nos envolver e fortalecer, mesmo sabendo que não é específica da juventude.

Avaliamos que é fundamental fazer uma reunião das organizações da articulação da juventude, com a representação de todas as forças que se envolveram neste processo e, se possível, que tenha a participação de dirigentes de todo o Brasil para que possamos consolidar essas avaliações.
Assim, convocamos todas as organizações para participar da reunião da articulação da juventude brasileira, no dia 3 de agosto, em São Paulo. Esse encontro acontecerá durante todo o dia, tendo um momento de análise de conjuntura e depois de debate para que possamos construir a linha mais unitária possível e as ações conjuntas.

Calendário de lutas
Fizemos uma discussão também sobre o calendários de lutas da articulação, que se coloca como fundamental no atual quadro político e pode cumprir o papel da canalizar a disposição de luta que a juventude demonstrou no último período. Propomos que as organizações de juventude se reúnam para avaliar, debater e organizar o seguinte calendário:
28 de agosto – Dia de luta das entidades estudantis que fazem parte da UNE, em defesa dos 10% do PIB para educação, que deve acontecer de forma centralizada em Brasília. Mesmo sabendo das dificuldades de deslocamento, sugerimos que as organizações de juventude vejam a possibilidade de participar.
30 de agosto- Realização de atos na frente das sedes da Rede Globo em todo o país, para fazer agitação do “Fora Globo” como forma de pautar a democratização dos meios de comunicação. Sugerimos que, nas reuniões para a construção dessas manifestações, convidem as entidades do movimento de democratização da comunicação e blogueiros progressistas para construir conjuntamente o ato. No período que antecede essa jornada, realizar aulas públicas sobre o tema, que podem contribuir para acumular forças nesse processo.

7 de setembro- Participar, fortalecer e construir um bloco específico da nossa articulação no Grito dos Excluídos, tradicional data de lutas dos movimentos sociais e das pastorais, que tem como lema “juventude que ousa lutar constrói projeto popular”. A bandeira central nesse dia de luta é o fim do genocídio da juventude negra, contra a violência policial e pela desmilitarização da PM, que dialogam com as pastorais que constroem o Grito. O fortalecimento do Grito ganha uma dimensão maior na medida em que organizações de direita também convocaram atos para o 7 de setembro, então temos que fazer a disputa e demonstrar força. Já consultamos o Grito Nacional, que apoia a nossa iniciativa. Procurem as pastorais da juventude e a organização do Grito no seu município para apresentar a proposta e fazer parte da construção.
Agenda geral

Temos um calendário de reuniões, articulações e mobilizações, que envolvem as centrais sindicais e movimentos populares, que precisamos participar e colocar a perspectiva da juventude:
22 a 26/7- Atividades das organizações da Jornada Mundial da Juventude no Rio
25/7- Mobilizações dos movimentos do campo em torno do Dia dos Trabalhador@s Rurais
30 e 31/7- Reunião da Juventude do Foro de São Paulo
29/7 a 4/8- Reunião do Foro de São Paulo
5/8- Plenária dos Movimentos Sociais em São Paulo
6/8- Luta das Centrais Sindicais contra terceirização, com atividades no local de trabalho, paralisações e protestos contra entidades patronais
30/8- Jornada de Luta das Centrais Sindicais com paralisações, greves e manifestações de rua
7/9 – Grito dos Excluídos

A construção dessas lutas demanda que sejam realizadas reuniões das organizações da articulação da jornada de juventude para discutir as bandeiras políticas e o calendário. Esperamos a rearticulação dos comitês locais para que possamos construir a unidade na prática para enfrentar os desafios colocados pela atual conjuntura.
Acreditamos que passamos por um bom momento para ampliar a nossa articulação, convidando para participar setores que não conseguimos trazer no começo do ano e também organizações que despontaram nesse processo de lutas. Sugerimos que sejam realizadas aulas públicas sobre as bandeiras apresentadas e construídas Assembleias Populares da Juventude que possam fortalecer a unidade e ampliar a abrangência da nossa articulação. 

Fonte: Conversa Afiada

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quase um inception: cientistas inserem memórias artificiais em ratos

inception 

Um grupo de pesquisadores do MIT, liderados pelo neurocientista Susumu Tonegawa, demonstrou como criar memórias falsas em ratos alterando seu sistema nervoso.
As memórias das experiências que vivemos (um show da sua banda favorita, por exemplo) são armazenadas no nosso hipocampo num conjunto de neurônios numa forma e ordem específicas. Ao relembrar aquele show, os neurônios relativos àquela experiência se reativarão. Esse grupo de células nervosas responsáveis por uma memória pode ser chamado de engrama.
 E, bom, nos ratos, funciona praticamente do mesmo jeito.

lab-mice

Entendidas essas ideias, vamos ao passo-a-passo da experiência com pinta de sci-fi que os pesquisadores realizaram:
1- Primeiro, eles desenvolveram geneticamente um rato capaz de expressar a proteína Channelrhodopsin-2 (ChR2). Mais precisamente: um rato capaz de expressar essa proteína apenas nas células nervosas que se envolvem na formação de uma memória. Isso torna possível o mapeamento exato dos neurônios que participaram de um engrama específico.

2- Então, esse ratinho especial foi colocado numa salinha segura, que vamos chamar de sala A. As células que memorizaram a experiência expressaram a proteína ChR2 e foram identificadas pelos pesquisadores.
(Ah, um detalhe importante: a proteína ChR2 é foto-sensível. Ao ser iluminada, ela causa a ativação da célula que a expressou. Esse fator é essencial para a experiência.)

3- Depois, o ratinho foi levado para outra sala, a sala B, e, lá, a área cerebral com o engrama da experiência da sala segura foi iluminada, causando a reativação daqueles neurônios e trazendo à mente do roedor a memória da sala A.

4- Enquanto ele revivia a experiência da sala A, os pesquisadores deram um pequeno choque nas patas do bichinho, gerando uma reação de medo.

5- Ao retirá-lo da sala B e recolocá-lo na sala A, foi possível ver o sucesso da implantação de memória quando o ratinho sentiu medo daquele ambiente. Mesmo nunca tendo tomado um choque ali, ele tinha em seu cérebro a memória de ter passado por maus bocados naquele lugar.
Essa pesquisa pode gerar impactos em estudos já existentes sobre a falibilidade da nossa memória e (mais legal ainda) em estudos sobre a criação de memórias artificiais em humanos – o que causa arrepios em quem já viu obras sci-fi que tratam do tema. Qual delas mais te assusta? 

Fonte: Abril / Supernova

Globo 'cala a boca' de Thammy Gretchen, mas acaba dispensando a atriz

Havia uma promessa de aproveitá-la depois da novela, mas isso não aconteceu 

 

Quando Thammy estava no ar em Salve Jorge, principalmente quando começou a fazer sucesso como a policial Jô, a Globo praticamente amordaçou a menina.
Não deixava a filha de Gretchen dar entrevistas, controlava o que ela ia falar, escrever em redes sociais etc.
Para não se queimar, Thammy foi profissional e obedeceu as ordens.
Havia uma promessa de aproveitá-la depois da novela, mas isso não aconteceu. O contrato não foi renovado.
Como Thammy não precisa da Globo para viver (nem para aparecer), tem feito outros trabalhos, inclusive de DJ, está conversando com o SBT e vai lançar um livro para ajudar gays que não se aceitam.
*Com informações do blog da Fabíola Reipert
Fonte: Com informações do R7

Adaptação de Romeu e Julieta feita por roteirista de Downton Abbey ganha novo trailer



Adaptação de Romeu e Julieta feita por roteirista de Downton Abbey ganha novo trailer

Conhecido por escrever episódios da série Downton Abbey, Julian Fellowes conduzirá a nova adaptação do clássico de Shakespeare. O filme ganhou o segundo trailer, que se aprofunda mais na rivalidade entre Capuletos e Montecchios, responsável por impossibilitar o amor do casal título, interpretados por Douglas Booth e Hailee Steinfeld. O filme dirigido por Carlo Carlei (O Vôo do Inocente) chega aos cinemas em 2014. 

 Fonte: Rolling Stones Brasil

'Se uma pessoa é gay e busca Deus, quem sou eu para julgá-lo?', diz papa

Papa no Brasil 
Na mais ousada declaração de um pontífice sobre homossexualismo, o papa Francisco disse que os gays "não devem ser marginalizados, mas integrados à sociedade" e que não se sente em condição de julgá-los.
"Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-lo?", afirmou Francisco aos cerca de 70 jornalistas que embarcaram a Roma com ele. "O catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem. Diz que eles não devem ser discriminados por causa disso, mas integrados à sociedade."
As declarações foram em resposta a recentes revelações de que um assessor próximo seria homossexual e a uma frase atribuída a ele no início de junho, de que havia um "lobby gay" no Vaticano. Segundo ele explicou ontem, o problema não é ser gay, mas o lobby em geral.
"Vocês vêm muita coisa escrita sobre o "lobby gay". Eu ainda não vi ninguém no Vaticano com um cartão de identidade dizendo que é gay. Dizem que há alguns. Acho que, quando alguém se encontra com uma pessoa assim, devemos distinguir entre o fato de que uma pessoa é gay de formar um lobby gay, porque nem todos os lobbies são bons. Isso é o que é ruim."
"O problema não é ter essa tendência [gay]. Devemos ser como irmãos. O problema é o lobby dessa tendência, da tendência de pessoas gananciosas: lobby político, de maçons, tantos lobbies. Esse é o pior problema."
Questionado sobre o movimento carismático no Brasil, Francisco disse que, no início, chegou a compará-los com uma "escola de samba", mas que se arrependeu: diz que os movimentos "bem assessorados" são parte da "igreja que se renova".
Antes de aceitar perguntas, Francisco disse que "foi uma bela viagem" e elogiou o "povo brasileiro". "Espiritualmente me fez bem, estou cansado, mas me fez bem", afirmou.
"A bondade e o coração do povo brasileiro são muito grandes. É um povo tão amável, que é uma festa, que no sofrimento sempre vai achar um caminho para fazer o bem em alguma parte.
Um povo alegre, um povo que sofreu tanto. É corajosa a vida dos brasileiros. Tem um grande coração, este povo."
O papa elogiou os organizadores "tanto da nossa parte quanto dos brasileiros", com menções à parte artística e religiosa. "Era tudo cronometrado, mas muito bonito."
Sobre a segurança, uma grande preocupação principalmente no início, o papa lembrou que "não teve um incidente com esses jovens, foi super espontâneo".

Missa de encerramento da Jornada

 
Papa Francisco conversa com a presidente Dilma Rousseff, Cristina Kirchner, a presidente da Argentina e Evo Morales, presidente da Bolívia durante a missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude
"Com menos segurança, eu pude estar com as pessoas, saudá-los, sem carro blindado. A segurança é a confiança de um povo. Há sempre o perigo de um louco, mas com esse temos o Senhor. Eu prefiro esta loucura, e ter o risco da loucura, que é uma aproximação."
Francisco ressaltou ainda a estimativa oficial de 3,2 milhões de fiéis e a presença de peregrinos de 178 países.
Mesmo depois do domingo intenso, que incluiu um novo percurso de papamóvel e três pronunciamentos, Francisco, 76, respondeu às perguntas de pé por quase 90 minutos, não parando nem durante uma zona de turbulência e com aviso de atar os cintos ligado.
Enquanto falava, surpreendia ao colocar a mão no bolso de sua vestimenta papal com a naturalidade de uma roupa qualquer. Para ouvir melhor um jornalista, se inclinou para frente e apoiou as mãos sobre uma poltrona. Chegou até a se abaixar para pegar um fone de ouvido que caiu na sua frente, mas alguém foi mais rápido.
A seguir, a entrevista a bordo do "volo papale", em que ele defende maior participação da mulher, explica o processo de reforma do Vaticano e fala sobre a sua relação com Bento 16, entre outros temas:
Pergunta - Nestes quatro meses, o senhor criou várias comissões. Que tipo de reforma tem em mente? O sr. quer suprimir o banco do Vaticano? Papa Francisco - Os passos que eu fui dando nestes quatro meses e meio vão em duas vertentes. O conteúdo do que quero fazer vem da congregação dos cardeais. Eu me lembro que os cardeais pediam muitas coisas para o novo papa, antes do conclave. Eu me lembro de que tinha muita coisa. Por exemplo, a comissão de oito cardeais, a importância de ter uma consulta externa, e não uma consulta apenas interna.
Isso vai na linha do amadurecimento da sinodalidade e do primado. Os vários episcopados do mundo vão se expressando em muitas propostas que foram feitas, como a reforma da secretaria dos sínodos, que a comissão sinodal tenha característica de consultas, como o consistório cardinalício com temáticas específicas, como a canonização.
A vertente dos conteúdos vem daí. A segunda é a oportunidade. A formação da primeira comissão não me custou pouco mais de um mês. Pensava em tratar a parte econômica no ano que vem, porque não é a mais importante. Mas a agenda mudou devido a circunstâncias que vocês conhecem.
O primeiro é o problema do IOR [banco do Vaticano], como encaminhá-lo, como reformá-lo, como sanear o que há de ser sanado. E essa foi então a primeira comissão.
Depois, tivemos a comissão dos 15 cardeais que se ocupam dos assuntos econômicos da Santa Sé. E por isso decidimos fazer uma comissão para toda a economia da Santa Sé, uma única comissão de referência. Notou-se que o problema econômico estava fora da agenda. Mas essas coisas atendem.
Quando estamos no governo, vamos por um lado, mas, se chutam e fazem um golaço por outro lado, temos de atacar. A vida é assim. Eu não sei como o IOR vai ficar. Alguns acham melhor que seja um banco, outros que seja um fundo, uma instituição de ajuda. Eu não sei. Eu confio no trabalho das pessoas que estão trabalhando sobre isso.
O presidente do IOR permanence, o tesoureiro também, enquanto o diretor e o vice-diretor pediram demissão. Não sei como vai terminar essa história. E isso é bom. Não somos máquinas. Temos de achar o melhor. A característica de, seja o que for, tem de ter transparência e honestidade.

Uma fotografia do sr. deu a volta ao mundo, quando o sr. desceu as escadas do helicóptero, carregando sua mala preta. Artigos de todo o mundo comentaram o papa que sai com sua própria mala. Foram levantadas hipóteses também sobre o conteúdo da mala. Por que o sr. saiu carregando a maleta preta, e não seus colaboradores? E o sr. poderia dizer o que tinha dentro?
Não tinha a chave da bomba atômica. Eu sempre fiz isso, Quando viajo, levo minhas coisas. E dentro o que tem? Um barbeador, um breviário (livro de liturgia), uma agenda, tinha um livro para ler, sobre Santa Terezinha. Sou devoto de Santa Terezinha. Eu sempre levei a minha maleta. É normal. Temos de ser normais. É um pouco estranho isso que você me diz que a foto deu a volta ao mundo. Mas temos de nos habituar a sermos normais, à normalidade da vida.

Por que o senhor pede tanto para que rezem pelo senhor? Não é habitual ouvir de um papa que peça que rezem por ele.
Sempre pedi isso. Quando era padre, pedia, mas nem tanto nem tão frequentemente. Comecei a pedir mais frequentemente quando passei a bispo. Porque eu sinto que, se o Senhor não ajuda nesse trabalho de ajudar aos outros, não se pode. Preciso da ajuda do Senhor. Eu de verdade me sinto com tantos limites, tantos problemas, e também pecador. Peço a Nossa Senhora que reze por mim. É um hábito, mas que vem da necessidade. Sinto que devo pedir. Não sei

Na busca por fazer essas mudanças, o sr. disse que existem muitos santos que trabalham no Vaticano e outros um pouco menos santos. O sr. enfrenta resistências a essa sua vontade de mudar as coisas no Vaticano? O sr. vive num ambiente muito austero, de Santa Marta. Os seus colaboradores também vivem essa austeridade? Isso é algo apenas do sr. ou da comunidade?
As mudanças vêm de duas vertentes: do que pediram os cardeais e também o que vem da minha personalidade. Você falou que eu fico na Santa Marta. Eu não poderia viver sozinho no palácio, que não é luxuoso. O apartamento pontifício é grande, mas não é luxuoso. Mas eu não posso viver sozinho. Preciso de gente, falar com gente. Trabalhar com as pessoas. Porque, quando os meninos da escola jesuíta me perguntaram se eu estava aqui pela austeridade e pobreza, eu respondi: "Não, por motivos psiquiátricos."
Psicologicamente, não posso. Cada um deve levar adiante sua vida, seguir seu modo de vida. Os cardeais que trabalham na Cúria não vivem como ricos. Têm apartamentos pequenos. São austeros. Os que eu conheço têm apartamentos pequenos.
Cada um tem de viver como o Senhor disse que tem de viver. A austeridade é necessária para todos. Trabalhamos a serviço da igreja. É verdade que há santos, sacerdotes, padres, gente que prega, que trabalha tanto, que vai aos pobres, se preocupa de fazer comer os pobres. Têm santos na Cúria. Também têm alguns que não têm muitos santos. E são estes que fazem mais barulho. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que nasce. Isso me dói. Porque são alguns que causam escândalos. São escândalos que fazem mal. Uma coisa que nunca disse: a Cúria deveria ter o nível que tinha dos velhos padres, pessoas que trabalham. Os velhos membros da Cúria. Precisamos deles. Precisamos o perfil do velho da Cúria.
Sobre resistência, se tem, ainda não vi. É verdade que aconteceram muitas coisas. Mas eu preciso dizer: eu encontrei ajuda, encontrei pessoas leais. Por exemplo, eu gosto quando alguém me diz :"Eu não estou de acordo". Esse é um verdadeiro colaborador. Mas, quando vejo aqueles que dizem "ah, que belo, que belo" e depois dizem o contrario por trás, isso não ajuda.

O mundo mudou, os jovens mudaram. Temos no Brasil muitos jovens, mas o senhor não falou de aborto, sobre a posição do Vaticano em relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. No Brasil foram aprovadas leis que ampliam os direitos para estes casamentos em relação ao aborto. Por que o senhor não falou sobre isso?
A igreja já se expressou perfeitamente sobre isso. Eu não queria voltar sobre isso. Não era necessário voltar sobre isso, como também não era necessário falar sobre outros assuntos. Eu também não falei sobre o roubo, sobre a mentira. Para isso, a igreja tem uma doutrina clara. Queria falar de coisas positivas, que abrem caminho aos jovens. Além disso, os jovens sabem perfeitamente qual a posição da igreja.

E a do papa?
É a da Igreja, eu sou filho da Igreja.

Qual o sentido mais profundo de se apresentar como o bispo de Roma?
Não se deve andar mais adiante do que o que se fala. O papa é bispo de Roma e por isso é papa, o sucessor de Pedro. Não é o caso pensar que isso quer dizer que é o primeiro. Não é esse o sentido. O primeiro sentido do papa é ser o bispo de Roma.

O sr. teve sua primeira experiência multidinária no Rio. Como se sente como papa, é um trabalho duro?
Ser bispo é belo. O problema é quando alguém busca ter esse trabalho, assim não é tão belo. Mas, quando o Senhor chama para ser biso, isso é belo. Tem sempre o perigo e o pecado de pensar com superioridade, como se fosse um príncipe. Mas o trabalho é belo. Ajudar o irmão a ir adiante. Têm o filtro da estrada.
O bispo tem de indicar o caminho. Eu gosto de ser bispo. Em Buenos Aires, eu era tão feliz. Como padre, era feliz. Como bispo, era feliz e isso me faz bem.

E ser papa?
Se você faz o que o Senhor quer, é feliz. Esse é meu sentimento.

Igreja no Brasil está perdendo fieis. A Renovação Carismática é uma possibilidade para evitar que eles sigam para as igrejas pentecostais?
É verdade, as estatísticas mostram. Falamos sobre isso ontem com os bispos brasileiros. E isso é um problema que incomoda os bispos brasileiros.
Eu vou dizer uma coisa: nos anos 1970, início dos 1980, eu não podia nem vê-los. Uma vez, falando sobre eles, disse a seguinte frase: eles confundem uma celebração musical com uma escola de samba.
Eu me arrependi. Vi que os movimentos bem assessorados trilharam um bom caminho. Agora, vejo que esse movimento faz muito bem à igreja em geral. Em Buenos Aires, eu fazia uma missa com eles uma vez por ano, na catedral. Vi o bem que eles faziam.
Neste momento da igreja, creio que os movimentos são necessários. Esses movimentos são um graça para a igreja. A Renovação Carismática não serve apenas para evitar que alguns sigam os pentecostais. Eles são importantes para a própria igreja, a igreja que se renova.

A igreja sem a mulher perde a fecundidade? Quais as medidas concretas? O senhor disse que está cansado. Há algum tratamento especial neste voo?
Vamos começar pelo fim. Não há nenhum tratamento especial neste voo. Na frente, tem uma bela poltrona. Escrevi para dizer que não queria tratamento especial.
Segundo, as mulheres. Uma igreja sem as mulheres é como o colégio apostólico sem Maria. O papal da mulher na igreja não é só maternidade, a mãe da família. É muito mais forte. A mulher ajuda a igreja a crescer. E pensar que a Nossa Senhora é mais importante do que os apóstolos! A igreja é feminina, esposa, mãe.
O papel da mulher na igreja não deve ser só o de mãe e com um trabalho limitado. Não, tem outra coisa. O papa Paulo 6° escreveu uma coisa belíssima sobre as mulheres. Creio que se deva ir adiante esse papel. Não se pode entender uma igreja sem uma mulher ativa.
Um exemplo histórico: para mim, as mulheres paraguaias são as mais gloriosas da América Latina. Sobraram, depois da guerra (1864-1870), oito mulheres para cada homem. E essas mulheres fizeram uma escolha um pouco difícil. A escolha de ter filhos para salvar a pátria, a cultura, a fé, a língua.
Na igreja, se deve pensar nas mulheres sob essa perspectiva. Escolhas de risco, mas como mulher. Acredito que, até agora, não fizemos uma profunda teologia sobre a mulher. Somente um pouco aqui, um pouco lá. Tem a que faz a leitura, a presidente da Cáritas, mas há mais o que fazer. É necessário fazer uma profunda teologia da mulher. Isso é o que eu penso.

Queremos saber qual a sua relação de trabalho com Bento 16, não a amistosa, a de colaboração. Não houve antes uma circunstância assim. Os contatos são frequentes?
A última vez que houve dois ou três papa, eles não se falavam. Estavam brigando entre si, para ver quem era o verdadeiro. Eu fiquei muito feliz quando se tornou papa. Também, quando renunciou, foi, pra mim, um exemplo muito grande. É um homem de Deus, de reza. Hoje, ele mora no Vaticano.
Alguns me perguntam: como dois papas podem viver no Vaticano? Eu achei uma frase para explicar isso. É como ter um avô em casa. Um avô sábio. Na família, um avô é amado, admirado. Ele é um homem com prudência. Eu o convidei para vir comigo em algumas ocasiões. Ele prefere ficar reservado. Se eu tenho alguma dificuldade, não entendo alguma coisa, posso ir até ele.
Sobre o problema grave do Vatileaks [vazamento de documentos secretos], ele me disse tudo com simplicidade. Tem uma coisa que não sei se vocês sabem: Em 8 de fevereiro, no discurso, ele falou: "Entre vocês está o próximo papa. Eu prometo obediência". Isso é grande.

O sr. falou com os bispos brasileiros sobre a participação das mulheres na igreja. Gostaria de entender melhor como deve ser essa participação. O que sr. pensa sobre a ordenação das mulheres?
Sobre a participação das mulheres na igreja, não se pode limitar a alguns cargos: a catequista, a presidente da Cáritas. Deve ser mais, muito mais. Sobre a ordenação, a igreja já falou e disse que não. João Paulo 2° disse com uma formulação definitiva. Essa porta está fechada. Nossa senhora, Maria, é mais importante que os apóstolos. A mulher na igreja é mais importante que os bispos e os padres. Acredito que falte uma especificação teológica.

Nesta viagem, o sr. falou de misericórdia Sobre o acesso aos sacreamentos dos divorciados, existe a possibilidade de mudar alguma coisa na disciplina da igreja?
Essa é uma pergunta que sempre se faz. A misericórdia é maior do que o exemplo que você deu. Essa mudança de época e també tantos problemas na igreja, como alguns testemunhos de alguns padres, problemas de corrupção, do clericalismo A igreja é mãe. Ela cura os feridos. Ela não se cansa de perdoar.
Os divorciados podem fazer a comunhão. Não podem quando estão na segunda união. Esse problema deve ser estudado pela pastoral matrimonial. Há 15 dias, esteve comigo o secretário do sínodo dos bispos, para discutir o tema do próximo sínodo. E posso dizer que estamos a caminho de uma pastoral matrimonial mais profunda. O cardeal Guarantino disse ao meu antecessor que a metade dos matrimônios é nula. Porque as pessoas se casam sem maturidade ou porque socialmente devem se casar. Isso também entra na Pastoral do Matrimônio.
A questão da anulação do casamento deve ser revisada. É complexa a questão pastoral do matrimônio.

Em quatro meses de Pontificado, pode nos fazer um pequeno balanço e dizer o que foi o pior e o melhor de ser Papa? O que mais lhe surpreendeu neste período?
Não sei como responder isso, de verdade. Coisas ruins, ruins, não aconteceram. Coisas belas, sim. Por exemplo, o encontro com os bispos italianos, que foi tão bonito. Como bispo da capital da Itália, me senti em casa com eles. Uma coisa dolorosa foi a visita a Lampeduse [ilha que recebe imigrantes africanos], me fez chorar. Me fez bem. Quando chegam estes barcos, que os deixam a algumas milhas de distância da costa e eles têm de chegar (à costa) sozinhos, isso me dói porque penso que essas pessoas são vítimas do sistema sócio-econômico mundial.
Mas a coisa pior é o nervo ciático, é verdade, tive isso no primeiro mês. É verdade! Para uma entrevista, tive de me acomodar numa poltrona e isso me fez mal, era dolorosíssimo, não desejo isso a ninguém. O encontro com os seminaristas religiosos foi belíssimo. Também o encontro com os alunos do colégio jesuíta foi belíssimo. As pessoasconheci tantas pessoas boas no Vaticano. Isso é verdade, eu faço justiça. Tantas pessoas boas, mas boas, boas, boas.

Tem a esperança de que esta viagem ao Brasil contribua para trazer de volta os fiéis? Os argentinos se perguntam: não sente falta de estar em Buenos Aires, pegar um ônibus?
Uma viagem do papa sempre faz bem. E creio que a viagem ao Brasil fará bem, não apenas a presença do Papa. Eles (os brasileiros) se mobilizaram e vão ajudar muito a igreja. Tantos fiéis que foram se sentem felizes. Acho que será positivo não só pela viagem, mas pela jornada, um evento maravilhoso. Buenos Aires, sim, sinto falta. Mas é uma saudade serena.

O que o senhor pretende fazer em relação ao monsenhor Ricca e como pretende enfrentar toda esta questão do lobby gay?
Sobre monsenhor Ricca, fiz o que o direito canônico manda fazer, a investigação prévia. E nessa investigação não tem nada do que o acusam. Não achamos nada. É a minha resposta.
Quero acrescentar uma coisa a mais sobre isso. Tenho visto que muitas vezes na igreja se buscam os pecados da juventude, por exemplo. E se publica.
Abuso de menores é diferente. Mas, se uma pessoa, seja laica ou padre ou freira, pecou e esconde, o Senhor perdoa. Quando o Senhor perdoa, o Senhor esquece.
E isso é importante para a nossa vida. Quando vamos confessar e nós dizemos que pecamos, o senhor esquece e nós não temos o direito de não esquecer. Isso é um perigo.
O que é importante é uma teologia do pecado. Tantas vezes penso em São Pedro, que cometeu tantos pecados e venerava Cristo. E esse pecador foi transformado em Papa.
Vocês vêm muita coisa escrita sobre o lobby gay. Eu ainda não vi ninguém no Vaticano com um cartão de identidade dizendo que é gay. Dizem que há alguns. Acho que, quando alguém se vê com uma pessoa assim, devemos distinguir entre o fato de que uma pessoa é gay e formar um lobby gay, porque nem todos os lobbys são bons. Isso é o que é ruim.
Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu, por caridade, para julgá-lo? O catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem. Diz que eles não devem ser discriminados por causa disso, mas integrados na sociedade. O problema não é ter essa tendência. Não! Devemos ser como irmãos. O problema é o lobby dessa tendência, da tendência de pessoas gananciosas: lobby político, de maçons, tantos lobbies. Esse é o pior problema. 


Fonte: Folha de São Paulo

Vagas para trabalhador velho e menos qualificado ficam mais escassas

O desaquecimento da economia brasileira chega ao mercado de trabalho. As vagas de emprego com carteira assinada para os trabalhadores mais velhos e com baixa escolaridade estão sendo fechadas. As empresas estão diminuindo as ofertas para esses grupos por considerá-los pouco produtivos - agregam baixo valor para a companhia.


O comportamento recente do mercado de trabalho deixa evidente o fim da bonança para os trabalhadores considerados de baixa produtividade. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que os desligamentos superaram as admissões em 260 mil postos no grupo dos brasileiros com mais de 40 anos nos últimos 12 meses encerrados em junho, segundo recorte feito pelo economista Eduardo Zylberstajn, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) - a queda acumulada já vem se repetindo há alguns meses.

Por nível de escolaridade, foram fechados 275 mil postos para os trabalhadores que só cursaram até o Ensino Fundamental. No grupo dos que chegaram ao Ensino Médio, foram abertos quase 890 mil postos .

"Depois do boom de 2010, a desaceleração econômica que vem desde 2011 está começando a afetar o mercado de trabalho. Nesse caso, as empresas deixam de contratar os trabalhadores que são considerados menos produtivos: os mais velhos e os menos escolarizados", afirmou Zylberstajn. "Para quem ainda é jovem e tem boa formação, o emprego cresce, mas também num ritmo menor do que já foi", disse o economista.

A atual desaceleração do mercado de trabalho é diferente dos períodos de forte retração econômica. No auge da crise internacional, por exemplo, no fim de 2008, todos os segmentos de trabalhadores tiveram uma redução de vagas num nível mais forte do que a atual - o Produto Interno Bruto despencou 3,5% no último trimestre daquele ano ante os três meses anteriores. Hoje, a economia brasileira cresce e, mesmo com a piora do cenário econômico, a taxa de desocupação é baixa. Em junho, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, foi de 6% - em 2003, chegou a 13%.

Novo ciclo
O fechamento de vagas para brasileiros mais velhos e menos escolarizados também indica o encerramento de um ciclo no mercado de trabalho. Nos últimos dez anos, o setor de serviços teve um forte crescimento, demandando mão de obra de pouca qualificação, o que não ocorre mais com a mesma intensidade. Neste ano, alguns segmentos fortes em contratação - como reparação de objetos pessoais e domésticos - estão tendo uma desaceleração na contratação.

Esse auge do setor de serviços nos anos anteriores teve como pano de fundo a forte política de reajuste do salário mínimo, ganho real de salário pela maioria das categorias, melhora na distribuição de renda, e expansão do crédito. "É o fim de um ciclo, que teve um crescimento muito forte no setor de serviço e de consumo das classes C e D. Isso sustentou o crescimento do País em 2010 e impediu uma forte recessão em 2009", disse Daniel Keller, economista da Nobel Planejamento.

Diante desse novo cenário, uma retomada do mercado de trabalho só virá com um desempenho mais forte da indústria e, consequentemente, do investimento, que ainda não destravou este ano. "O que gera dinamismo econômico é a indústria. E o desempenho do setor de serviços vem como consequência do desenvolvimento industrial e de um agronegócio mais robusto", afirmou Keller.

Fonte: Estadão

Imagens mostram jovem antes de ser atacada por tubarão em Boa Viagem

 

Mais uma vez a praia de Boa Viagem, no Recife, foi cenário de uma tragédia. Uma banhista de 18 anos morreu após ser atacada por um tubarão. E neste domingo (28/07) o Fantástico mostrou como foram os últimos momentos de Bruna Giobbi. E discute: por que tem tanto tubarão nessa área?

O Fantástico mostra novas imagens de um episódio que chocou o Brasil nesta semana. Na segunda-feira, 22 de julho, na Praia de Boa Viagem, em Recife. A paulista Bruna Giobbi, de 18 anos, acaba de ser vítima de um ataque de tubarão. A jovem morreria horas depois.

Foi o fim trágico de uma semana de férias na casa de parentes. Depois de dez anos, Bruna voltava a Pernambuco. “Quando eu comprei a passagem, ela ficou muito feliz. Ela começou a arrumar as malas gritando: eu vou para Recife”, conta Josete Nascimento Silva, mãe de Bruna.


Áudio de vídeo gravado com um celular denota o susto de quem estava na areia 

 
Áudio de vídeo gravado com um celular denota o susto de quem estava na areia
“Todo o lugar que você possa imaginar nós tiramos foto. A Bruna estava muito feliz”, conta Daniele Souza, prima de Bruna.

Momentos de alegria interrompidos. “Eu não sabia que a minha filha ia vir de São Paulo para cá acontecer o que aconteceu. Jamais”, diz a mãe de Bruna.

Bruna e quatro primos foram à praia juntos. Ela tirou uma foto, pouco antes das 13h, que mostrava a frase “te amo”, escrita na areia da praia. Ia mandar para o celular do namorado, mas não teve tempo. Entrou no mar.


Garota teve a perna dilacerada durante o ataque 
Garota teve a perna dilacerada durante o ataque

“Aí nós ficamos na praia e a água estava acima do umbigo, quando veio uma série de ondas puxando a gente para dentro do mar, foi quando a Bruna foi arrastada que nenhum da gente sabia nadar”, conta Felipe Alves, primo de Bruna.
Três primos conseguiram sair da água. Bruna e Daniele, não. “Eu procurava o chão e não conseguia pisar, e ela se apavorando, batendo muito na água. Aí foi na hora que eu olhei para o lado e ela já estava com a mão levantada, balançando, pedindo ‘socorro, pelo amor de Deus, me tira daqui’. Ela gritando desesperadamente”, lembra Daniele.

Daniele estava mais longe da praia, como mostram as imagens de uma câmera de segurança na orla. Os salva-vidas tentavam chegar nas duas. De repente, o choque.
“Eu percebi que era um ataque de tubarão pela quantidade de sangue que saía da Bruna durante o deslocamento para fazer o salvamento”, diz Marcio Machado, salva-vidas.


Mãe da jovem parece não acreditar no que aconteceu com a filha 

Mãe da 
jovem parece não acreditar no que aconteceu com a filha

No momento exato do ataque é possível ver as nadadeiras do tubarão. Uma poça de sangue se forma. “A gente entrou em desespero começou a chorar, e eu fiquei em choque, só olhando”, conta Antonio Carneiro, primo da vítima.

Bruna estava a 50 metros da areia e a cerca de 2,5 metros de profundidade, segundo os bombeiros. Parte da perna esquerda foi amputada e sofreu três paradas cardíacas. Morreu pouco antes da meia-noite.

É a 24ª vítima de ataque de tubarão na Região Metropolitana do Recife, em 21 anos.
O litoral pernambucano virou rota para os animais, principalmente para os tubarões-tigre, depois da construção do Porto de Suape, nos anos 80, segundo os pesquisadores.


Infográfico mostra local onde aconteceu o ataque 

Infográfico mostra local onde aconteceu o ataque

“Zonas portuárias tradicionalmente são zonas com riscos mais elevados de ataque de tubarão”, declara Fabio Hazin, pesquisar.

A suspeita é a de que um tubarão-tigre tenha atacado Bruna, uma das espécies mais violentas. Ele é atraído pelo vai e vem dos navios no porto. Ao se aproximar de Suape, o tubarão cai em uma corrente marinha para o Norte. Depois entra em uma espécie de canal, paralelo à costa, e fica bem perto da praia.

“Por isso, nesse trecho do litoral, aumentam exponencialmente as chances de se sofrer um ataque de tubarão”, diz o pesquisador.

O Ministério Público quer impedir o banho de mar em áreas de risco. “Os bombeiros poderiam ter evitado que a banhista entrasse no mar, se existisse um decreto proibindo o banho de mar naquele trecho, que é notoriamente perigoso pra esse tipo de atividade”, declara o promotor Ricardo Coelho.


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O governo de Pernambuco discorda. “Se a gente fosse interditar partes da praia, nós teríamos ter que colocar ao lado de cada banhista um policial”, declara Rosângela Lessa, presidente do com. de monitoramento de tubarões.

Para o órgão que monitora os tubarões, as medidas tomadas já são suficientes. Uma delas é a colocação de placas nos 30 quilômetros de orla.

Os avisos são colocados nas áreas de risco. As placas estão há cerca de cem metros de onde Bruna foi atacada.

A prima diz que o grupo não foi avisado devidamente sobre o risco que corria. “Passou dois salva-vidas. Ele alertou no momento em que um dos meus primos estava entrando no mar e ele estava indo para uma região onde as ondas estavam um pouco mais altas. Mas em momento algum ele falou para mim que naquele local existia risco de tubarão”, conta.

O bombeiro nega. “A gente avisou e pediu para eles se dirigissem para um local mais seguro”, diz o salva-vidas Abraão Barros.

No dia do ataque, o barco responsável pelo monitoramento e captura de tubarões estava parado. Não funcionava há sete meses. Voltou à ativa quatro dias depois da morte de Bruna.

“Eu acho que as entidades locais, prefeitura, governo, têm que se responsabilizar por isso porque foi a minha prima. Alguém tem que tomar uma providência. Vai acontecer com outros também?”, indaga a prima de Bruna.
Fonte: Com informações da Globo.com

sábado, 27 de julho de 2013

CACHAÇA FEST OU APOLOGIA AO USO DE ÁLCOOL


 

Enquanto a maioria das emissoras de TV exibem ao vivo a passagem do papa Francisco pelo Brasil, uma TV de Teresina transmite ao vivo o "CACHAÇA FEST". Evento que na opinião se distancia dos  organizadores que segundo eles é de  cunho turístico e cultural, mas na verdade se torna uma perigosa e destrutiva arma contra a vida. Já que como todos sabem o álcool mata mais que muitas outras drogas ilícitas e destrói famílias inteiras.

Ainda pela visão deste simples blogueiro o dito festival é um retrocesso cultura e faz apologia a favor do uso de álcool. Sem falar do perigo que as pessoas principalmente de Teresina que têm de se deslocarem  a cerca de 190 Km para chegarem ao evento com direito, e claro, com muito álcool na cabeça e com a porta aberta para o uso de outras substâncias como crack, cocaína e outras.

Tá na cara que tudo isso é mais uma proposta política e eleitoreira para mascara uma população que já sobrevive a míngua e a margem do desenvolvimento como nos  grandes centros. Será que Castelo do Piauí de agradável só tem cachaça? E quem será que está bancando toda essa estrutura que envolve transmissão ao vivo "que sabemos que não é de graça" e atração nacional como a banda Cidade Negra?

Entre bêbados e desequilibrados os mortos não precisam se preocuparem pois não estarão aqui para sentir nada e os que sobrarem sempre fica uma baita de uma ressaca. Mas sem problema que pelo menos tem como um dos patrocinadores uma conhecida funerária que na verdade adora um defunto. Vez e outra eles se gladiam por defuntos nos hospitais de Teresina. São os "PAPAS DEFUNTOS".

Outra coisa que me chama a atenção é que a emissora de TV que faz toda a cobertura que pra eles é de grande orgulho, é afiliada a rede Record de Televisão e é evangélica, pois pertence ao senhor Edir Macedo. Só falta agora invitarem o "CRACK FEST" e o "COCAÍNA FEST" e o "MACONHA FEST". E que se dane a população que enche a cara a vontade e depois ficam pedindo educação, saúde e segurança.

PARA QUEM ACHA ENGRAÇADO DEIXO UMA HOMENAGEM AOS CACHACEIROS DE PLANTÃO E CUIDADO COM A OVERDOSE DE ÁLCOOL:



AS CENAS VISTA NÃO SÃO ENGRAÇADAS E SIM UM ALERTA CONTRA ESTE TIPO DE FESTIVAL QUE NÃO ENGRANDECE EM NADA UM POVO.
Para nossa felicidade uma  pesquisa feita por um portal de Teresina ficou assim até o fechamento dessa matéria:
Fim de semana marcado pelo Cachaça Fest. Na sua opinião, é melhor que o Festival de Inverno?

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Por: Gabriel Hammer

Blogueiro é banido de julgamento de Michael Jackson após tirar foto

William Wagener registrou uma imagem em que apareciam vários jurados que acompanham o caso. 

Um blogueiro que cobria o julgamento sobre a morte de Michael Jackson na quarta-feira (24), em Los Angeles, foi banido do local após tirar uma foto não autorizada. De acordo com o site E! Online, William Wagener registrou uma imagem em que apareciam vários jurados que acompanham o caso. O telefone teria sido confiscado após o incidente.

Foto: Getty Images
Mãe do cantor, Katherine Jackson está processando a AEG Live

Wagener, que em 2005 também cobriu o processo em que Michael foi acusado de pedofilia, alegou que tirou a foto acidentalmente. O blogueiro foi intimado a comparecer ao tribunal nesta quinta-feira (25), para saber se a punição é permanente. O incidente ocorreu em meio a medidas de segurança reforçadas em torno do julgamento – o juiz também havia advertido em vários momentos sobre a proibição de registrar imagens.

Mãe de Michael, Katherine Jackson está processando a AEG Live, produtora que administrava os shows do cantor, por negligência ao contratar o médico Conrad Murray para supervisionar a saúde do seu filho – o cantor morreu de overdose de propofol em junho de 2009.


Fonte: Terra

Entidades instituem Comitês Estaduais do FNDC no Amapá e Pará

 
luta pela democratização da comunicação é fortalecida em mais dois Estados.

Em Belém (PA) mais de cem pessoas se reuniram ontem (23), na sede OAB, para o lançamento do Fórum Paraense pela Democratização das Comunicações. No encontro, representantes de 50 entidades da sociedade civil se comprometeram com a divulgação e coleta de assinaturas da Lei da Mídia Democrática e definiram agenda para a participação na 17ª Plenária Nacional do FNDC.
“A plenária foi muito representativa, com pessoas de rádios comunitárias, blogs independentes, parlamentares, produtores culturais, associações de moradores, movimento da cultura digital e dezenas de entidades da sociedade civil. Todos confluindo com uma visão critica da comunicação: a falta de diversidade e de pluralidade nos meios de comunicação e a necessidade de mudança no quadro de monopólio”, destacou Orlando Guilhon, integrante da coordenação executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

Guilhon destacou em sua fala a história do movimento pela democratização da comunicação no país e a importância da divulgação da Lei da Mídia Democrática. Por mais de três horas, os participantes discorreram também sobre temas como a comunicação pública, comunitária, a Banda Larga como direito universal e o Marco Civil da Internet, dentre outros. As entidades definiram que as sedes da CUT e CTB serão pontos de coleta de assinaturas da Lei da Mídia Democrática. Também foi proposta a realização de debates e atividades para a divulgação do projeto.

A atividade foi coordenada por Vera Paoloni (CUT/PA) e por Moisés Alves (Núcleo Paraense do Barão de Itararé). A mesa contou também com a presença de Sônia Corrêa (Barão de Itararé/DF), Marcos Roberto Santos (PT/PA), Jorge Panzera (PC do B/PA), Marinor Brito (PSOl/PA) e Leny Campelo (PPL/PA).
Participaram as entidades: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PA), Sindicato dos Bancários, Sindjufe, Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), Levante Popular da Juventude, Centro de Estudos Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes), Marcha Mundial de Mulheres (MMM), Fetagri/Pa, Coletivo Fora do Eixo, UNIPOP, Assoc. dos Proprietários de Bancas de Jornais e Revistas do estado do Pará (Abep), Sindicato dos Jornalistas, União Brasileira de Mulheres (UBM) , Frente de Moradores Prejudicados da Bacia do Una, Fórum de Mulheres da Amazônia, Casa de Cultura da Terra Firme, Revista PZZ, Coletivo Luta FENAJ, MST, Comitê de Software Livre e Inclusão Digital, Idade Mídia Comunicação para Cidadania, Rede Mocambo, Sindicato dos Correios, Sinpro, Instituto de Educação Popular Imanatara, Fórum Municipal de Cultura, Associaçãoi de Mulheres Maria Quitéria, Coordenação do Programa Serpro de Inclusão Digital, ASL, Sindicato da Alimentação, SEPUB, Sindsaúde, Resistência FM, Sindicato dos Mototaxistas do Município de Belém, União Acadêmica Paraense (UAP), União da Juventude Socialista (UJS), União de Mulheres de Belém e GEMPAC.
Amapá
No último dia 15, em Macapá, foi criado o Comitê Regional do FNDC. No encontro, foi debatido a necessidade da criação do Comitê para a democratização da comunicação no estado.
Estão filiados ao Comitê FNDC do Amapá: Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados (SINDPD-AP), Informática e Tecnologia da Informação do Estado do Amapá (SINTRAF-AP), Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (SINSEPEAP), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Amapá (STIUAP), Sindicato dos Servidores Público Federais Civis no Estado do Amapá (SINDSEP/AP), Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), Núcleo de Estudo em Pesquisa Feminista da Amazônia e o Fórum Permanente em Defesa dos Direitos das Mulheres do Amapá.
Foto: Lucivaldo Sena
Fonte: FNDC
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