quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Nova lei proíbe revista íntima no Piauí, mas presídios não têm equipamentos

 
Um dos últimos atos do governador Zé Filho (PMDB) foi sancionar o projeto de lei que acaba com a revista íntima em presídios do Piauí. Porém, até o momento, os presídios do Estado não possuem os equipamentos eletrônicos que irão substituir a revista atual de visitantes. 

Pela nova lei, sancionada e publicada no Diário Oficial de ontem (30), agora é proibido despir, pedir agachamentos ou saltos, ou fazer exames invasivos em visitantes. As medidas eram usadas para descobrir se alguém estaria entrando em uma unidade prisional com armas ou drogas para os detentos, escondidos nas roupas ou até nas partes íntimas.

A lei, criada após projeto do deputado estadual Luciano Nunes (PSDB), determina que todo visitante de presídios deverá ser submetido a uma revista mecânica, em local reservado e por meio de scanner corporal, detector de metais, aparelho de raio-x ou outros, desde que "preservem a integridade física, psicológica e moral do visitante revistado".

Se os exames apontarem alguma suspeita de objeto ilegal, a lei determina que seja feito um novo teste com equipamento diferente do utilizado inicialmente. Mantida a suspeita, o visitante será impedido de entrar no presídio. Porém, se alguém insistir na visita, será encaminhado a um ambulatório para que um médico faça "os procedimentos adequados para averiguar a suspeita".

Não há equipamentos no Estado
 
De acordo com o vice-diretor da Casa de Custódia, uma das maiores unidades prisionais do Estado, Luís 

Torquato de Oliveira Neto, lá existe apenas o detector de metais, mas que não acusa drogas e que a máquina de Raio X para produtos e não para pessoas. “Não temos scanner e nem máquinas de Raio X para seres humanos”, afirma.

Torquato disse que caso os equipamentos sejam adquiridos será uma evolução. “A revista feita hoje é constrangedora não só para o visitante, mas também para os agentes. Com esses equipamentos, nós iremos poder destacar os agentes que ficam nesta parte para outras funções. Vamos rezar que o Estado adquira esse material”, destacou.

O futuro secretário de Justiça, Daniel Oliveira, informou que já está ciente da sanção da Lei e vai trabalhar para cumpri-la e confirmou que atualmente não há os equipamentos eletrônicos disponíveis para a revista mecânica. “Vamos nos esforçar para tentar adquirir esses equipamentos, porque hoje não existe esse material nos presídios”, enfatizou.

Com a medida, o Estado terá 180 dias regulamentar a lei, que deve abranger todas as unidades prisionais.



Fonte: Cidade Verde

Posse de Dilma: 70 missões estrangeiras confirmam presença

  
Por volta de 70 missões estrangeiras confirmaram presença na posse da presidenta Dilma Rousseff, marcada para quinta-feira (1º). Entre elas, 30 serão comandadas por chefes ou vice-chefes de Estado ou de Governo. As demais serão representadas por ministros de Estado ou outras autoridades.   

O Ministério das Relações Exteriores, que organiza a cerimônia de posse e a recepção das comitivas, ainda tem recebido confirmações de presença de autoridades de vários países e de organizações internacionais.

Ao todo, 14 chefes de Estado ou de Governo e 16 vice-chefes já confirmaram presença. Entre as autoridades já confirmadas estão o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden; o vice-presidente da China, Li Yuanchao; o vice-chefe de Governo da Rússia, Alexander Torshin; o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven; e os presidentes do Uruguai, José Mujica; do Chile, Michelle Bachelet; da Venezuela, Nicolás Maduro; e do Uruguai, Tabaré Vasquez.


Diretores-gerais de importantes organismos internacionais também confirmaram presença, como o da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; a da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, primeira mulher eleita para o posto; e o da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano.

Esquema de Segurança
Quatro mil agentes das Forças Armadas, das polícias Federal, Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e do Departamento de Trânsito do Distrito Federal participarão do esquema de segurança da posse. Os agentes estarão no gramado da Esplanada dos Ministérios, no alto dos prédios e em helicópteros.

Durante o trajeto em carro aberto, da Catedral ao Congresso Nacional, Dilma será escoltada por motociclistas e agentes de segurança a cavalo. O esquema de segurança foi testado durante ensaio da posse. Os agentes estarão preparados para impedir eventuais manifestações violentas ou atos que atrapalhem o percurso a ser feito pela presidenta. A expectativa dos responsáveis pela segurança da posse é que não haja grandes manifestações durante as cerimônias.
Fonte: Agência Brasil

Dilma troca comando do Itamaraty e conclui reforma ministerial

 Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de apresentação de oficiais-generais promovidos em 2014 (Roberto Stuckert Filho/Presidência da República)

A presidenta Dilma Rousseff concluiu hoje (31) a reforma ministerial para o segundo mandato, com a indicação do embaixador Mauro Luiz Iecker Vieira para o Ministério de Relações Exteriores e a confirmação no cargo de 13 ministros do atual governo. Vieira é o atual embaixador do Brasil em Washington e trocará de posto com o atual ministro Luiz Alberto Figueiredo, que deixará a Esplanada para assumir a embaixada brasileira nos Estados Unidos. Figueiredo estava no governo desde agosto de 2013.

Permanecerão nos cargos no segundo mandato os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante; da Saúde, Arthur Chioro; da Justiça, José Eduardo Cardozo; da Secretaria de Diretos Humanos, Ideli Salvatti; do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos; da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci de Oliveira; do Gabinete de Segurança Institucional, José Elito Carvalho Siqueira; da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams; do Trabalho, Manoel Dias; da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello; e da Secretaria de Comunicação Social, Thomas Traummann. Ontem (30), Dilma anunciou o nome de Juca Ferreira para o Ministério da Cultura.

O anúncio do novo ministério foi feito em etapas. No fim de novembro, nomes que têm credibilidade no mercado financeiro foram indicados para a equipe econômica. Joaquim Levy, que foi diretor-superintendente do Bradesco, foi nomeado para o Ministério da Fazenda e Nelson Barbosa, que integrou a equipe econômica nos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, irá para o Planejamento. Alexandre Tombini foi mantido na presidência do Banco Central. Dias depois, Armando Monteiro foi indicado para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Na semana passada, Dilma anunciou 13 ministros, entre eles, membros de partidos aliados do governo, como o PMDB, o PSD, o PROS, o PCdoB, o PRB. Foram divulgados os nomes de Gilberto Kassab (PSD) para o Ministério das Cidades, Cid Gomes (PROS) para a Educação e Aldo Rebelo (PCdoB) para a Ciência, Tecnologia e Inovação. Além disso, foram indicados os peemedebistas Eduardo Braga (Minas e Energia) e Kátia Abreu (Agricultura), além do petista Jaques Wagner (Defesa).

Nessa segunda-feira (29), sete nomes foram divulgados. Alguns já integram a equipe de governo e foram remanejados. É o caso de Ricardo Berzoini, que vai assumir a pasta das Comunicações. Ele será substituído por Pepe Vargas na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. Miguel Rossetto, que chefiava o Desenvolvimento Agrário, vai para a Secretaria-Geral da Presidência, no lugar de Gilberto Carvalho. Antonio Carlos Rodrigues, ex-senador pelo PR, irá para o Ministério dos Transportes.


Fonte: MSN

Vinho faz tão bem quanto exercícios físicos

wine 
O ano de 2014 está quase no fim. E talvez você ainda não tenha cumprido aquela antiga promessa de fazer mais exercícios físicos. Deixa esse papo para janeiro. Por ora, você pode compensar esse sedentarismo de outro jeito: uma taça de vinho faz tão bem para o corpo quanto uma hora de atividades físicas.

Funcionou com ratos, pelo menos. Ao longo de quatro meses, pesquisadores incorporaram à dieta deles uma substância chamada resveratrol, encontrada em nozes, alguns tipos de frutas e vinho tinto. E os ratinhos se deram bem. Ganharam mais força nos músculos esqueléticos, e apresentaram melhora nas funções cardíacas e no metabolismo. Foi como se eles tivessem feito exercícios físicos arduamente. Enquanto, na verdade, só tiraram proveito da substância encontrada no vinho tinto.
Bem, é essa a dica que a ciência vos deixa. 

Fonte: Abril

Litoral do Piauí deve receber mais de 40 mil turistas e segurança é reforçada

Barracas concorridas no litoral do Piauí (Foto: Ellyo Teixeira/G1)

Polícia Militar deslocou 120 homens de Teresina para as praias do Piauí. Poluição sonora, furtos e arrombamentos são os crimes mais registrados.

Com a expectativa de receber mais de 40 mil turistas no Litoral do Piauí, a Polícia Militar reforçou a segurança em Luís Correia , Parnaíba e Cajueiro da Praia. Segundo o major Antônio Pacífico, comandante da Companhia Independente de Policiamento Turístico (Ciptur), 120 policiais foram deslocados de Teresina para prestar serviço durante este período de Réveillon e férias.

"O fluxo de pessoas aumenta bastante com o ano novo e por isso intensificamos o policiamento, inclusive contamos com reforço aéreo para atender as ocorrências. No entanto, até o momento o clima é tranquilo e com poucos registros", informou.

Entre os crimes mais comuns neste período estão: poluição sonora, furtos, roubos, arrombamentos a carros e casas. Para evitar ser mais uma vítima dos bandidos, o comandante alerta que as pessoas tenham mais cuidado com os seus pertences e não deixem janelas ou portas abertas, facilitando a ação dos criminosos.

"Os turistas têm a mania de deixar objetos nos carros e esquecer alguma janela aberta, o que chama ainda mais a atenção dos ladrões. Indicamos que as pessoas contratem vigia para guardar a casa durante a noite, fiquem atentos com movimentação estranha e avise a polícia sobre qualquer suspeita", destacou.

 Fonte: G1/PI

Piso nacional da Educação terá reajuste em janeiro

Aproveitando-se de que a Lei 11.738 (de 2008) determina o reajuste anual para o piso nacional dos professores no mês de janeiro, o novo ministro da Educação, Cid Gomes, afirmou ao Estado que o primeiro ato dele à frente da pasta será o anúncio do novo salário. A CNM (Confederação Nacional dos Municípios) estima que será de 13,1%, o que elevaria o piso dos atuais R$ 1.697,00 para R$ 1.917,30. Tanto a CNM quanto alguns governadores estaduais, como Tarso Genro (PT), do Rio Grande do Sul, que deixará o governo, reclamam do piso.

O porcentual do reajuste, no entanto, ainda não foi fechado. Os técnicos do Ministério da Fazenda e do MEC estão fazendo os cálculos dos valores que deverão ser anunciados por Cid Gomes. Como o reajuste é determinado por lei, não há como a nova equipe econômica tentar evitá-lo. Calcula-se que os cortes no Orçamento da União e o ajuste fiscal para o ano que vem ficarão em torno de R$ 100 bilhões.

Depois de anunciar o piso, Cid Gomes divulgará na segunda semana de sua gestão o resultado do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Em seguida, fará o anúncio da abertura das matrículas para o Sisu (Sistema de Seleção Unificada), no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Enem. O calendário de eventos do novo ministro foi acertado na segunda-feira com o ministro Henrique Paim, que deixa o cargo hoje.

De saída do governo do Ceará e de mudança para Brasília, Cid Gomes destaca como principal meta como ministro da Educação o debate sobre uma revisão da grade curricular do ensino médio. "Não será um currículo para todo o Brasil, mas vai procurar respeitar as questões regionais", ressaltou. A ideia, entretanto, já vem sendo trabalhada pelo ministro Henrique Paim, um dos defensores da flexibilidade do currículo de modo que o estudante não precise repetir o ano toda vez que for reprovado por uma ou duas disciplinas. No cerne das discussões dentro do governo está a tentativa de se evitar a evasão escolar.
Alfabetização

O futuro ministro da Educação, que toma posse amanhã, também defendeu a redução do período de alfabetização. "Acredito que a alfabetização pode ser feita até os 7 anos e não 8, como é hoje." No encontro que teve com a presidente Dilma Rousseff no início do mês, quando foi convidado para o Ministério da Educação, a petista reforçou o pedido de atenção à ampliação da oferta de vagas em tempo integral em todo o País.

Na campanha eleitoral deste ano, a então candidata à reeleição pelo PT prometeu que a rede de educação em tempo integral vai atingir 20% das vagas na rede pública até 2018. Sobre outra promessa de Dilma, a criação de creches, Cid Gomes considerou que ela deverá ser cumprida até 2017. "Já foram contratadas 6.180 creches. Acho que dá para concluí-las nos dois primeiros anos", afirmou.

Sem partidarismo

Ao falar sobre a divisão dos ministérios entre os partidos, Cid Gomes considerou que não foi convidado pelo fato de ser um dos principais expoentes do Pros, mas pelo perfil de gestor. "Na medida que aceitei o convite para assumir um ministério técnico, vou me abster de fazer comentários políticos. Mas fui convidado pela presidente, que tem lá suas preferências. Não foi por causa do Pros, que é muito pequeno. Não fui escolhido por uma questão partidária", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  

Fonte: Uol

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Salário mínimo sobe para R$ 788 a partir de janeiro

 

A presidente Dilma Rousseff definiu o valor de R$ 788.00 para o salário mínimo a partir de janeiro de 2015 em decreto publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (30).

A Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional havia definido um salário mínimo de R$ 790.00 a partir de janeiro do próximo ano ao aprovar o relatório final da Lei Orçamentária para 2015.

O texto, no entanto, ainda precisa ser aprovado pelo plenário do Congresso Nacional, que reúne deputados e senadores, o que só acontecerá ano que vem.

                               Atualmente o valor do salário mínimo é de R$ 724;00.
                                                     Com informações de agências

Governo prorroga incentivos fiscais de empresas até 2030

Isenção de impostos foi concedida desde 1996 e já havia sido prorrogada em 2008.

O governador Zé Filho (PMDB) estendeu até 2030 o prazo para que empresas instaladas no Piauí permaneçam sem pagar impostos. A prorrogação dos incentivos fiscais valem para as concessões feitas através da lei 4.859/96 e que já haviam sido prorrogados em 2008.

A iniciativa do governador foi autorizada pelos deputados estaduais, que aprovaram a lei 6.604, de 23 de dezembro deste ano. A publicação do decreto governamental foi feita no dia Diário Oficial desta segunda-feira.

Com o benefício, as empresas que recebem 100% de incentivos fiscais permanecem isentas de impostos por mais cinco anos contados da data do encerramento do prazo de incentivo ou até 31 de dezembro de 2030, de acordo com a data que chegar primeiro. As empresas que recebem incentivos de 90%, 80%, 70%, 60%, 50% e 48% também serão beneficiadas em condições diferentes e com percentuais escalonados.

Os empresários que são alcançados com a prorrogação do prazo devem preencher um formulário específico e fazer um requerimento para a Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Tecnológico.
Segundo o secretário de Administração do Estado, João Henrique de Almeida, a preocupação do governo foi de manter as empresas no Piauí, já que elas ameaçavam sair caso não conseguissem mais incentivos fiscais.

Governo concedeu R$ 18 milhões de isenção para oito empresas

No dia 27 de novembro deste ano, já havia sido autorizada pelo Conselho de Desenvolvimento da Indústria (Codin) a concessão de mais de R$ 18 milhões em incentivos fiscais para oito indústrias dos ramos de material plástico, mineral não metálico, brita, bebidas e produtos vegetais.


As empresas devem se instalar em Teresina, São Raimundo Nonato, Piripiri, Campo Maior e Monsenhor Gil. O governo justifica que as oito indústrias vão gerar 253 empregos diretos e 827 indiretos.

 Fonte: O Dia

Indonésia encontra destroços de avião; 40 corpos são recuperados

  
 
 

Autoridades da Indonésia confirmaram nesta terça-feira (30) que foram encontrados no mar de Java destroços do Airbus 320-200 da AirAsia, desaparecido no último domingo com 162 pessoas a bordo.

A Marinha da Indonésia informou que mais de 40 corpos foram recuperados no mar. 

Autoridades do país afirmam que o logotipo da companhia asiática foi identificado em alguns dos objetos localizados no mar, conforme o jornal local "Detik".

"Por enquanto, podemos confirmar que se trata do avião da AirAsia e o ministro de Transportes partirá em breve para Pangkalan Bun", na região onde os destroços foram detectados, disse Djoko Murjatmodjo, diretor-geral da aviação civil da Indonésia.
As partes do avião foram localizadas no estreito de Karimata, que separa as ilhas de Bornéu e Belitung, próximo de uma base aérea que serviu como ponto de decolagem para os aviões que participam da operação internacional de busca e resgate.

Familiares das 162 pessoas que viajavam no avião se abraçaram e choraram em Surabaia, de onde o avião decolou rumo a Cingapura, ao ver pela televisão as imagens de um corpo flutuando no mar.

A confirmação de que os destroços pertenciam ao voo QZ8501 ocorreu horas depois de as autoridades divulgarem que um pescador tinha encontrado vários objetos no mar de Java. Helicópteros e navios foram enviados ao local para recuperá-los e determinar sua procedência.

"Avistamos cerca de dez objetos grandes e outros muito menores, de cor branca, que não pudemos fotografar", indicou o oficial Agus Dwi Putranto, membro da Força Aérea da Indonésia, em entrevista coletiva.

Desvio da rota

O voo QZ8501 da AirAsia havia saído no domingo de Surabaia, na Indonésia, com destino a Cingapura, onde pousaria duas horas depois, segundo a previsão da companhia.

No caminho, o piloto chamou a torre de controle e pediu permissão para mudar a altitude de 32 mil para 38 mil pés para evitar uma tempestade.

Porém, dois minutos depois, quando os controladores tentaram comunicar a autorização para que o avião subisse aos 34 mil pés, não houve resposta. A aeronave sumiu dos radares e não foi emitido nenhum sinal de socorro.

Estavam a bordo 155 passageiros e outros sete integrantes da tripulação. Entre eles há 155 indonésios, três sul-coreanos, um britânico, um francês (copiloto), um malaio e um cingapuriano.
A Indonésia coordena as operações de busca e resgate, com a ajuda da Austrália, Cingapura, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Malásia, Nova Zelândia e Tailândia. (Com agências internacionais).
Fonte: Uol

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

'Veja' elege Aécio Neves como pior senador do Brasil no ano de 2014

Segundo o ranking, Eduardo Amorim (PSC-SE) é o senador com melhor desempenho.

O candidato derrotado à presidência Aécio Neves (PSDB) foi eleito pela revista Veja como o pior senador brasileiro. Na lista, que conta com 74 senadores, Aécio foi o único a receber nota 0, de acordo com os critérios usados pela revista, e ficou próximo apenas do também tucano Cássio Cunha Lima (CE), que levou nota 0,13.

A revista afirmou que analisa o posicionamento de deputados federais e senadores com base em “propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de Veja e da Editora Abril”.

Segundo o ranking, Eduardo Amorim (PSC-SE) é o senador com melhor desempenho, seguido de Lindbergh Farias (PT-RJ), Armando Monteiro (PTB-PE), Anibal Diniz (PT-AC) e Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Na Câmara, os dois primeiros colocados são os tucanos Antonio Imbassahy (BA) e Marcus Pestana (MG). Na sequência aparecem Gabriel Guimarães (PT-MG), Angelo Vanhoni (PT-PR), Raul Henry (PMDB-PE) e Alessandro Molon (PT-RJ).

Único deputado com nota 0, Leonardo Picciani (PMDB-RJ) foi considerado o parlamentar com pior desempenho na Câmara.

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Fonte: Com informações da band.com

 

Os 4 maiores medos que impedem o empresário de sucesso


Gerir uma empresa está bem longe de ser uma tarefa fácil. Arriscar e acreditar são os dois primeiros passos para abrir um negócio e fazê-lo dar certo. Entretanto, o especialista em empreendedorismo e marketing digital Alan Pakes afirma que existem quatro grandes medos que aflingem os empresários, podendo comprometer a nova empresa se não forem tratados. 

1) A falta de dinheiro
Quando o empresário percebe que não tem dinheiro suficiente para atender a suas necessidades, acaba recorrendo a três medidas arristacadas:
- comprar com o cartão de crédito sem planejamento
- pegar dinheiro emprestado
- entrar em desespero
As melhores opções seriam juntar dinheiro e buscar novas formas de fazer dinheiro.

2) A falta de tempo
Empresa demanda energia. Se não há tempo, é porque os minutos estão sendo mal administrados. O especialista sugere estabelecer prioridades e identificar o que está provocando a perda de tempo.

3) Não cumprir as expectativas
Não são poucos os que desistem por perceberem que as metas traçadas no início não estão sendo cumpridas. Para o especialista, desistir é confirmar uma derrota e persistir é dar chance ao sucesso. Muitos empresários fracassam em um projeto e migram para outro, no qual conseguem sucesso. O ideal é estabelecer metas a curto, médio e longo prazo. Assim, será possível fazer mudanças no processo e evitar frustrações maiores.

4) Não equilibrar profissional e pessoal
Saber manter o equilíbrio das duas esferas é fundamental para o sucesso, diz Pakes. Afundar a cabeça no trabalho pode causar estresse e afetar a produtividade e a criatividade. 


Fonte: Cidade Verde

domingo, 28 de dezembro de 2014

Em cerimônia discreta, Daniel Cravinhos se casa e diz viver 'momento mais feliz da vida'

 
Daniel Cravinhos, 33, ex-namorado de Suzane von Richthofen, chegou pontualmente às 11h para seu casamento em Moema, zona sul da capital paulista.

Dirigia um Maverick prata com faixas pretas, modelo 1974, de propriedade de seu pai, Astrogildo Cravinhos. Quando chegou perto do cartório, Daniel acelerou o motor potente do veículo, provocando um ruído que chamou a atenção de quem passava pela rua. Parecia uma comemoração.

Na manhã deste sábado, ele se casou com a biomédica Alyne da Silva Bento, 27, filha de uma agente penitenciária.

Condenado a quase 39 anos de detenção pela morte do sogro e da sogra pais de Suzane em 2002, Daniel aproveitou a saída temporária de Natal e Ano-Novo para oficializar a união.

Sua a nova sogra, Sumaia Bento, 52, disse na semana passada que apoia a união. "Acredito muito em Deus. Alguém teria que dar uma nova chance ao Daniel e, se Ele me escolheu, aceito".

Alyne e Daniel se conheceram em 2012 quando ela foi ao presídio de Tremembé visitar um irmão preso por suposta participação em um roubo.

De cabelos grisalhos, Daniel desceu do carro vestido com uma camisa social azul. Deu um beijo na noiva, Alyne, que chegou segundos depois, em outro veículo.
 
Ele não quis falar com a reportagem. Acompanhado por 15 convidados, entrou em uma sala reservada onde ocorreu a cerimônia. Trinta minutos depois ele saiu. Foi embora dirigindo, separado de Alyne, agora já sua mulher. O endereço da festa não foi revelado.
 
 




Fonte: Folha

Cantor sertanejo Renner recebeu 108 multas de trânsito em 12 anos

Balanço do Detran abrange período entre 1998 e 2010, informou o SPTV

O cantor Ivair dos Reis Gonçalves, o Renner da dupla sertaneja com Rick, recebeu 108 multas por desrespeitar as leis de trânsito entre 1998 e 2010, segundo balanço do Departamento Nacional de Trânsito (Detran), informou o SPTV neste sábado (27).

O músico causou um acidente na manhã de sexta-feira (26) próximo ao Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. O teste de bafômetro confirmou que ele havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Renner foi detido e levado para a delegacia, mas liberado após pagar fiança de R$ 10 mil.

A Carteira Nacional de Habitação (CNH) do cantor está vencida desde 10 de maio de 2010, quando o documento foi suspenso. Das 108 infrações, 104 ocorreram depois de um acidente causado por Renner em 2001, quando duas pessoas morreram em Santa Bárbara D'Oeste, no interior paulista.

O casal Luís Antônio Nunes Aceto e Eveline Soares Rossi seguia de moto de Piracicaba a Campinas. Renner vinha na direção contrária em uma BMW. Conforme a acusação, o sertanejo conduzia em alta velocidade, perdeu o controle do carro, atravessou a pista e atingiu o casal, que morreu na hora.

O músico foi julgado em 2008 e condenado a pagar 2 mil salários mínimos (R$ 1,4 milhão, valor que chega a R$ 3 milhões ao se considerar eventuais juros). O prazo para a quitação da indenização expirou em 27 de março de 2009. Desde então, a família do engenheiro tem recebido apenas repasses da arrecadação do cantor com direitos autorais, conforme decisão judicial.

Crimes

Após o acidente de sexta-feira, o delegado de plantão no 27º Distrito Policial, Antônio Augusto Rodrigues Silva, indiciou o cantor por dois crimes: embriaguez ao volante e tentativa de fuga, mas Renner não foi enquadrado por dirigir com a habilitação suspensa. A irregularidade só foi citada no boletim de ocorrência.

O advogado do sertanejo disse que seu cliente admitiu ter consumido cerveja e vodca antes de dirigir, mas negou que o músico estivesse embriagado. "Ele bebeu bebidas alcoólicas. Foi um acidente, uma fatalidade. Já foi tudo resolvido", defendeu Glécio Mariano. Para o presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Maurício Januzzi, o sertanejo não poderia ter sido liberado.

"O fato de estar embriagado ao volante somado à fuga do local do acidente, somado ao fato que ele estava com a carteira suspensa com mais de 150 pontos, já é uma situação que impediria tecnicamente o delegado de polícia de arbitrar ele a fiança. A conduta social dele não permite que ele aguarde o processo em liberdade, portanto, tenha fiança", afirmou.

Em nota, a Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-SP) informou que o delegado responsável pelo registro da ocorrência esclareceu que os delitos impostos ao cantor são provisórios e que podem ser alterados no andamento do inquérito policial.

Fonte: com informações do G1

 

Avião da AirAsia com 162 a bordo some após decolar da Indonésia

Um Airbus A320-200 da AirAsia, com 155 passageiros a bordo e sete tripulantes, que fazia a rota entre a Indonésia e Cingapura, sumiu do radar neste domingo (28), informaram o Ministério dos Transportes indonésio e a companhia aérea.

 

Airbus A320-200 desapareceu do radar às 6h17 (local) deste domingo (28). Voo QZ-8501 seguia para Cingapura e atravessou mau tempo.

Segundo porta-voz do Ministério dos Transportes da Indonésia, a aeronave perdeu contato com o controle de tráfego aéreo de Jacarta às 6h17 (horário local; 20h17 de sábado, 27, no horário de Brasília). O avião desapareceu ao voar sobre as águas ao sudoeste da ilha de Bornéu e em mau tempo.

A empresa malaia AirAsia informou que o piloto do Airbus A320-200 solicitou mudança na rota devido ao mau tempo. “O avião pediu um desvio devido às condições meteorológicas”, disse a companhia em um comunicado publicado em sua página no Facebook.

O voo QZ-8501 partiu do Aeroporto Internacional Juanda, em Surabaia (Java Oriental), às 5h20 (19h20 no horário de Brasília), com previsão de pouso em Cingapura às 8h20 (22h30 no horário de Brasília). O Airbus desapareceu cerca de 40 minutos após decolar.

A AirAsia informou que, entre os passageiros, havia 149 indonésios, três sul-coreanos, um cingapurense, um malaio e um britânico.  Já entre os tripulantes, havia um francês e seis indonésios.

A AirAsia confirmou em nota o sumiço da aeronave e o início de uma operação de busca e salvamento do avião.

“AirAisa Indonésia lamenta confirmar que a torre de controle de tráfego aéreo perdeu contato com o voo QZ-8501 [Surabaia a Cingapura] às 7h24 desta manhã”, disse a companhia em um comunicado. “Operações de busca e resgate estão em andamento. AirAsia está cooperando plenamente com a assistência e serviços de salvamento”, diz a nota.

Cingapura também acionou equipes de busca e resgate. “Dois [aviões] C130 estão prontos para ser usados. Estamos prontos para prestar assistência e apoio às operações de busca e salvamento”, afirma um comunicado da Força Aérea, Marinha e do Centro de Coordenação de Resgate do país. O mau tempo tem dificultado as operações de busca, realizadas em uma área de quase 200 quilômetros quadrados. A visibilidade no local, sergundo a Marinha, varia entre dois e 5 quilômetros.

Tragédia no início do ano

Um um avião da Malaysia Airlines com 239 pessoas a bordo, que viajava de Kuala Lumpur, na Malásia, para Pequim, na China, desapareceu no dia 8 de março de 2014. Os investigadores acreditam que o voo MH-370 saiu de curso e caiu por falta de combustível no Oceano Pacífico.

Fonte: G1

 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Juiz extingue ação do MPE e mantém Lilian Martins no TCE

Promotor estuda recorrer da decisão no STF, que já tem decisão contrária à eleição.

Por decisão do juiz da 2º Vara da Fazenda Pública, Marcos Antônio Moura Mendes, a Justiça extinguiu Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Estadual que pedia a anulação da eleição da ex-deputada Lilian Martins para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado. Com a decisão, Lilian será mantida no cargo.

O promotor Fernando Santos afirma que o Ministério Público estuda a possibilidade de ingressar com uma ação recorrendo da decisão. Segundo ele, o MPE poderá recorrer ao Tribunal de Justiça do Piauí ou ao Supremo Tribunal Federal. “Vamos analisar ser recorremos ao Supremo agora ou apenas em um momento mais oportuno”, destacou.

Fernando Santos explica que a decisão do juiz foi baseada na existência de duas ações movidas contra a eleição de Lilian Martins para o cargo. “Quando nós entramos com essa Ação Civil Pública um grupo também entrou com uma Ação Popular. O juiz entendeu que não poderia haver duas ações sobre o mesmo assunto. Então ele julgou o mérito da Ação Popular e decidiu que a eleição foi legal. Com isso ele entendeu que o resultado da nossa não poderia ser diferente e decidiu extingui-la”, disse.

Em setembro, o STF rejeitou os recursos impetrados pelo Estado e pela Assembleia Legislativa do Piauí que pediam a legalidade do processo de indicação e nomeação de Lilian Martins ao cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado. Por isso, o promotor Fernando Santos acredita o Supremo vai derrubar a decisão do juiz Antônio Moura Mendes.
 
Lilian Martins foi eleita em 2012 para o cargo pela Assembleia Legislativa com 25 dos 29 votos dos deputados estaduais.

Fonte: Jornal O dia

Dois filmes latino-americanos são finalistas ao Oscar

O filme argentino Relatos Selvagens e o venezuelano Libertador são os finalistas ao Oscar nas categorias Melhor Longa Metragem de Língua Não Inglesa. 

 Elenco do filme Relatos Selvagens

O filme venezuelano Libertador, de Alberto Arvelo, é uma produção entre Venezuela e Espanha e está baseado na vida de Simón Bolívar (1783-1830), líder da independência da Venezuela, Colômbia, Equador, Bolívia e Peru, que estavam sob domínio espanhol.

Bolívar advertiu sobre o perigo que o suposto império estadunidense significava para a unidade da América Latina e Caribe. Se Libertador for escolhido será o primeiro filme venezuelano a competir por um Oscar nesta categoria.

O filme argentino Relatos Selvagens, de Damián Szifrón, contém seis episódios envoltos em violência, intriga e humor negro. Szifrón explora a perda de equilíbrio e catarse. A obra conta ainda com bons efeitos especiais e a crítica destaca o alto conteúdo psicológico.

Até o momento, o filme argentino recebeu 10 galardões, entre eles os outorgados pelo festival de Cannes e de San Sebastián. Na Argentina já ganhou o Prêmio Sul de Melhor Filme de 2014. Damián Szifrón também recebeu o galardão de Melhor Diretor, Roteiro Original e Montagem.

Ambos os filmes latino-americanos competem com sete produções de países como Rússia, Suécia, Polônia e Holanda, entre outros. Cinco serão nomeados para competir na 87ª edição do Oscar, que será realizada no próximo dia 22 de fevereiro.

 



Fonte: Telesur

12 escândalos sexuais que marcaram a política mundial

A política e os direitos humanos deram um pequeno passo na última segunda-feira, 15 de dezembro. O Ministério Público Federal apresentou uma denúncia contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) por incitação ao estupro. O que deu origem à denúncia foi declaração controversa – e possivelmente criminosa – do político em resposta à também deputada Maria do Rosário (PT-RS). No Plenário, Bolsonaro disse: “eu falei que não ia estuprar você porque você não merece”.

Revoltante em muitos sentidos, esse caso envolvendo Bolsonaro não inaugurou os casos polêmicos envolvendo sexo ou violência na política. O Congresso brasileiro e os governos de muitos outros países já viveram dias quentes (trocadilho mode: on). Veja os 12 casos que deram mais o que falar:

12. O político que cobiçou a mulher alheia
Os Estados Unidos registram escândalos sexuais desde o primeiro ano de sua vida democrática. No ano seguinte à independência do país, o então secretário do Tesouro Alexander Hamilton foi pego no pulo tendo um caso extraconjugal com uma moça chamada Maria Reynolds. O marido dela – o comissário reformado James Reynolds – descobriu tudo e chantageou Hamilton, e isso o deixou numa situação bem embaraçosa. Mas como esses casos costumam rolar por baixo dos panos, a confissão só veio muito tempo depois, e chocou muito sua família e a sociedade. A história manchou a carreira do então secretário do Tesouro – que, segundo os livros, já não era lá essas coisas.

11. Um passarinho me contou
Embattled Mayoral Candidate Anthony Weiner Campaigns In Staten Island

Ainda nos Estados Unidos, em 2011, o democrata Anthony Weiner renunciou ao cargo depois de ter sido flagrado mandando cantadas para uma seguidora de sua conta no Twitter. Apesar de todas as evidências, Weiner primeiro negou (!!) ter enviado as mensagens, mas depois admitiu e se retirou do Congresso. Depois de ter procurado terapia e de ter restabelecido seu casamento, ele se candidatou a prefeito de Nova York, mas perdeu (dizem as más línguas que, com o codinome Carlos Danger, ele continuou atacando no Twitter).


10. O ministro boto
O Congresso brasileiro também já teve seus dias de fofocas. Em 1990, os então ministros Zélia Cardoso de Mello e Bernardo Cabral tiraram do armário o affair que estavam tendo. Dançando um bolerão no aniversário da ministra, eles assumiram o caso que havia começado nos corredores dos gabinetes. O rolo abalou o governo do presidente da época, Fernando Collor de Mello, seu primo. Em 2012, aparentemente arrependida, Zélia Cardoso de Mello deu uma entrevista em que revelou que o caso só começou por pressão de Bernardo Cabral, que era casado e mais poderoso que ela. Rola um boato de que o ex-ministro amazonense era chamado de “boto” por aí, como na lenda do moço sedutor que atrai jovens donzelas.

9. Um é pouco, dois é demais
Profumo Arrives

Um filme de James Bond não teria uma trama tão boa quanto a do caso do ex-ministro inglês John Profumo com a prostituta Christine Keeler. Em plena Guerra Fria, Profumo tinha um papel estratégico como representante da terra da rainha na luta contra o comunismo. Mas Christine tinha um outro amante (#relacionamentoaberto): um espião russo. Profumo negou o caso com Christine em uma reunião parlamentar, mas é claro que a fofoca come solta e o romance foi descoberto. O político foi forçado a renunciar e, nos anos seguintes ao escândalo, (ficou arrasado e) escolheu fazer um trabalho voluntário limpando banheiros (#lovehurts).

8. Pernas curtas
Mentir dá trabalho – e, em alguns casos, força o mentiroso a colocar um pezinho na ilegalidade. Para manter o caso extraconjugal com a jornalista Mônica Veloso, o senador Renan Calheiros fazia alguns de seus pagamentos pessoais (inclusive a pensão da filha com Mônica) por meio de um lobista da construtora Mendes Júnior. Mesmo com essa acusação – e nós sabemos bem por quais métodos – Renan se manteve no cargo. Mônica posou para a Playboy, escreveu um livro sobre a história e agora está bem quietinha em Belo Horizonte com as duas filhas e o novo marido.

7. O sedutor do futuro
Gov. Brown Unveils Offical Gubernatorial Portrait Of Former Governor Schwarzenegger

Depois de se aposentar como tira no jardim da infância, Arnold Schwarzenegger se elegeu governador da Califórnia – até aí, tudo certo. Mas aí, em 2011, a ex-mulher do Conan de Arnold descobriu que ele havia dado uma escapada com a empregada da mansão – e tido um filho com ela. Onde há fumaça, há fogo: em 2003, enquanto ainda fazia sua campanha eleitoral, ele foi acusado de assediar sexualmente mais de 12 mulheres. Como nada foi provado, a bola seguiu e ele não foi punido por isso.

6. As mulheres do padre
O escândalo envolvendo o ex-presidente paraguaio e ex-bispo católico (!!) Fernando Lugo nos faz acreditar que a expressão “mulher do padre” tem um sentido totalmente diferente por lá. O político-religioso, já cinquentão, seduziu a adolescente Viviane Carrillo (tudo errado). No intervalo de dez dias depois da explosão do escândalo, mais três fiéis colocaram a boca no trombone para revelar que tinham filhos do então presidente.

5. Festa no apê
World Leaders Attend G8 Summit 2011 in Deauville

Esse parece até comédia pastelão, mas, como envolveu o ex-presidente italiano Silvio Berlusconi, não podemos dizer que foi exatamente uma surpresa. Durante um interrogatório de uma investigação sobre uma rede de prostituição no país, a imigrante marroquina Karima El Mahroug entregou que as festinhas na casa de Berlusconi sempre acabavam em (que vergonha de ter que escrever isto) “bunga bunga”. Era esse o simpático nome que o político dava para o trenzinho de prostitutas nuas seguidas dos convidados da festa em seu fim de noite. Como desgraça pouca é bobagem, as investigações ainda descobriram que Karima frequentava a mansão de Berlusconi enquanto ainda era menor de idade.

4. Na ponta do pé
O ex-senador estadunidense Larry Craig, de Idaho, um conservador homofóbico, foi pego com um pé pra fora da linha. Em junho de 2007, ele foi pego dando pinta em um banheiro masculino do aeroporto St. Paul, de Minneapolis. O senador estava batendo o pé – código dos gays dos EUA quando querem fazer sexo com alguém. Ele foi condenado por “conduta lasciva”, mas negou veementemente que é gay. Em vez disso, ele alegou que estava tentando pegar um pedaço de papel higiênico no toalete (sapateando??). Em dezembro do mesmo ano, 8 homens deram depoimento a um jornal de Idaho dizendo que Larry Craig tentou fazer sexo com todos eles. Aliás, até conseguiu, com um ou outro. Os rapazes deram detalhes bem gráficos do que fizeram com o ex-senador.

3. De joelhos
Monica Lewinsky meets with President Clinton

Não há pessoa na casa dos 30 anos ou mais que não se lembre do escândalo do ex-presidente Bill Clinton com a então estagiária da Casa Branca Monica Lewinski. Escândalos sexuais de políticos nos Estados Unidos, como já vimos, acontecem desde que o país é país. Mas o de Clinton marcou pelo número – e pela qualidade – de detalhes que as investigações sobre o caso revelaram. Nos depoimentos dele e no dela, havia relatos de cenas que, certamente, deveriam estar em algum filme pornô. Clinton negava tudo, mas um exame de DNA em uma amostra de sêmen seco em um vestido azul que não foi mandado para a lavanderia (irc) deixaram o então presidente com cara de cachorro que virou a tigela diante do mundo todo.

2. “Hoje eu tô solteira e ninguém vai me segurar”
Eu tinha dez anos de idade, mas ainda lembro o escândalo que foi quando Lílian Ramos, acompanhante do ex-presidente Itamar Franco, apareceu sem calcinha no camarote no desfile de Carnaval do Rio de Janeiro em 1994. E o pobre do Itamar levou a fama sem deitar na cama: apesar de ter dito que gostaria de encontrar a moça, coisa que nunca aconteceu, ele ainda estampou todos os jornais e revistas da época babando por ela.

1. O pecado mora ao lado
John F. Kennedy

Para encerrar, um caso de puro glamour que envolveu ninguém menos que o homem mais poderoso do mundo e a atriz mais popular do universo: John Kennedy e Marilyn Monroe. Nos bastidores da Casa Branca, todos sabiam que eles tinham um caso. Mas isso era mantido sob sete chaves, pois no auge da Guerra Fria o presidente dos Estados Unidos – e, logo, o líder máximo de todo o lado capitalista do mundo – não podia parecer um mulherengo qualquer. Assim, o affair só foi revelado mesmo anos depois. Segundo o biógrafo de Marilyn, ela era completamente apaixonada pelo homem, e o término da relação dos dois foi o estopim para a depressão que culminou em seu suicídio, em 1962.
 

Fonte: Abril

Escolas do Piauí no ranking do Enem como as melhores do país; veja lista

 
Duas escolas do Piauí estão entre as 20 melhores do país no Enem. O ranking foi divulgado hoje (22) pelo Ministério da Educação. As notas são referentes ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2013). 

O  Instituto Dom Barreto ocupa a sexta colocação com a média 713,39. O primeiro lugar ficou com o Colégio Objetivo Integrado, de São Paulo, com média de 741,94.

Das 100 melhores escolas no Enem, o Piauí aparece ainda na 17ª colocação com o colégio Lerote;  53ª com o Colégio das Irmãs (677,58); 56ª com o Educandário Santta Maria Goreti (675,52); 65ª com o CEV Jockey (671,16) e, ainda, 94ª com o Colégio Diocesano (660,78).
O cálculo aritmético que fechou a lista das melhores escolas foi feito por site nacionais com base nas notas das quatro provas objetivas (linguagens, matemática, ciências humanas e ciência da natureza).
Veja a lista:


Para a professora Stela Rangel, da direção do Dom Barreto, o sexto lugar nacional é  significativo. "É um resultado que nos oferece dados para avaliarmos e aperfeiçoarmos o nosso fazer educativo, ainda precisamos melhorar muito, afinal fazer educação é estar sempre buscando o melhor. No Instituto Dom Barreto cada atividade e conteúdo são pensados por uma equipe acima de tudo afetuosa, comprometida em formar cidadãos", disse.

No Enem 2012, o Dom Barreto ficou em 8º lugar com média de média 700,89, já em 2011 a escola ocupou a 6ª colocação. A melhor colocação ocorreu em 2006, quando ocupou o 1º lugar, seguido de 11ª (2007); 15º (2008); 3º (2009) e 2º em 2010.


Chico Soares, presidente do Inep

O presidente do Inep, Chico Soares, disse  que o objetivo da divulgação do Enem por Escola é "fornecer às famílias informações sobre o desempenho e sobre o contexto social e escolar dos alunos das escolas de ensino médio que fizeram o exame de 2013". Chico Soares esclarece que essas informações, junto com outras fornecidas pelas escolas, podem ser usadas para o acompanhamento das unidades de ensino pela sociedade.

Médias da redação
Os sites nacionais também fizeram um ranking com base apenas na nota da redação, que não entra na média geral. Das 20 melhores escolas, o Piauí ficou com quatro colocações. O Colégio CEV ficou em 4º lugar com média de 828,48, seguido do Lerote na 6ª colocação (média 820,00), Instituto Educacional São José na 11ª (média 810,29) e Instituto Dom Barreto na 14º posição (média 805,33)

Veja a lista do site UOL

1º - COLEGUIUM (Belo Horizonte/MG)
Média: 869,00
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 20/ Alunos participantes: 20

2º - COLÉGIO DE SÃO BENTO (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 862,27
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 89/ Alunos participantes: 88

3º - CEMP ENSINO MÉDIO LTDA (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 846,15
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 13/ Alunos participantes: 13

4º - CEV COLÉGIO UNIDADE JOCKEY (Teresina/PI)
Média: 828,48
Rede: Privada
NSE*: Alto
Total de alunos: 36/ Alunos participantes: 33

5º - COLEGUIUM - ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO (Belo Horizonte/MG)
Média: 820,57
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 35/ Alunos participantes: 35

6º - COLÉGIO LEROTE LTDA (Teresina/PI)
Média: 820,00
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 23/ Alunos participantes: 20

7º - COLÉGIO CRUZEIRO-CENTRO (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 818,70
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 92/ Alunos participantes: 92

8º - COLÉGIO E CURSO PONTO DE ENSINO (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 815,56
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 46/ Alunos participantes: 45

9º - COLÉGIO ISRAELITA BRAS A LIESSIN SCHOLEM ALEICHEM (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 811,19
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 43/ Alunos participantes: 42

10º - COLÉGIO HELYOS (Feira de Santana – BA)
Média: 811,06
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 48/ Alunos participantes: 47

11º - INST EDUCACIONAL SÃO JOSÉ UNIDADE MOCAMBINHO (Teresina/PI)
Média: 810,29
Rede: Privada
NSE*: Médio Alto
Total de alunos: 37/ Alunos participantes: 35

12º - ARI DE SÁ CAVALCANTE COLÉGIO - MAJOR FACUNDO (Fortaleza/CE)
Média: 808,70
Rede: Privada
NSE*: Alto
Total de alunos: 47/ Alunos participantes: 46

13º - COLÉGIO SANTO AGOSTINHO (Belo Horizonte/MG)
Média: 805,56
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 225/ Alunos participantes: 223

14º - INSTITUTO DOM BARRETO (Teresina/PI)
Média: 805,33
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 141/ Alunos participantes: 135

15º - OBJETIVO COLÉGIO INTEGRADO (São Paulo/SP)
Média: 804,55
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 44/ Alunos participantes: 44

16º - MASTER COLÉGIO (Fortaleza - CE)
Média: 801,54
Rede: Privada
NSE*: Alto
Total de alunos: 52/ Alunos participantes: 52

17º - COLÉGIO SANTO AGOSTINHO – NL (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 799,57
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 189/ Alunos participantes: 188

18º - ESC MODELAR CAMBAUBA (Rio de Janeiro/RJ)
Média: 799,38
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 56/ Alunos participantes: 56

19º - VILLARE COLÉGIO (São Caetano do Sul/SP)
Média: 795,00
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto
Total de alunos: 16/ Alunos participantes: 16

20º - COLÉGIO CIÊNCIAS APLICADAS (Natal/RN)
Média: 794,62
Rede: Privada
NSE*: Muito Alto

Total de alunos: 81/ Alunos participantes: 78
*A sigla NSE representa o nível socioeconômico dos estudantes. O cálculo desse indicador foi feito a partir das informações fornecidas pelos próprios alunos.

Vazamento
O resultado do Enem sai em meio a denúncias de vazamento da prova de redação do exame realizado este ano. O delegado da Polícia Federal, Alexandre Uchôa, confirmou na semana passada que é verdadeira a imagem da prova de redação enviada para o telefone celular do estudante Jomásio Santos Barros Filho, em Teresina, no dia 9 de outubro, minutos antes do início do último dia de provas. As investigações ainda não foram concluídas.
 

Fonte: Cidade Verde/Uol

Ex-funcionários acusam TIM de humilhar e repreender quem vende chip pré-pago

 

Entre as represálias estavam perda de folgas e até transferência forçada para longe de casa


Gerentes da operadora TIM estão obrigando seus funcionários a entrarem em uma campanha agressiva para a captação de novos clientes pós-pagos, com direito a humilhações e punições a vendedores, e até mentiras para os consumidores. O objetivo é reduzir as vendas de produtos que não geram comissão — em especial os chips pré-pagos — e aumentar as vendas comissionadas, sobretudo dos chips pós-pagos.

Além de estímulos comuns ao setor comerciário, como festas e premiações aos vendedores destacados, também são feitas manobras que envolvem humilhação em reuniões e congressos, perda de folgas e até transferências forçadas para unidades longe de casa daqueles que insistem em vender os produtos não comissionados.

As denúncias foram enviadas ao R7 por dezenas de ex-funcionários da TIM, após a publicação de uma reportagem em que um consumidor é agredido por uma funcionária da empresa por filmar o atendimento.

Esses ex-funcionários — alguns dos quais com processo contra a empresa na Justiça do Trabalho em São Paulo — explicam que a venda de produtos não comissionados não ajuda a empresa a crescer no mercado. Por isso, o "vale tudo" leva os funcionários a mentir, ludibriar e não respeitar as necessidades do consumidor de olho em festas, passeios e regalias, além do medo de ser exposto e humilhado.

Em meio a essa pressão, o funcionário mais valorizado é aquele que consegue convecer um cliente que entra na loja com planos de comprar um chip pré-pago, mas sai com um pós-pago. Quem não consegue fazer essa "conversão" e se destaca na venda de chis pré é chamado, pejorativamente, de "bottom".
 
Os "bottons"

Uma das humilhações vividas pelos funcionários da TIM faz parte de uma campanha chamada "Zero Bottom". "Bottom" é como são chamados os funcionários que vendem muitos chips pré-pagos. A campanha é uma tentativa de zerar a venda de produtos não comissionados, migrando de forma forçada os clientes pré-pagos para pós-pagos por falta de opção.

  

"Mandavam a gente mentir que não tinha chip avulso para convencermos o cliente a se tornar pós-pago, mesmo que seja contratando uma linha controle [com valor fixo por mês]", afirma uma ex-funcionária, que não quis se identificar porque tem uma ação trabalhista contra a operadora na Justiça.

— No final do dia ou nas reuniões matinais, os funcionários que tivessem vendido muitos chips pré-pago, por exemplo, eram humilhados e sofriam ameaças como transferência para lojas longe de casa.  

De acordo com os ex-vendedores, por anos foi usado o "farol de bottom", que indicava qual a média de produtos que estavam sendo vendidos. Quantos mais conversões de pré para pós-pago, era dado um broche verde. Se estava em uma média aceitável para o gerente, era dado um broche na cor amarela. E aquele que tivesse passado do limite na venda de chips pré usava um broche vermelho.

— Mesmo o cliente não sabendo o que significava, era uma coisa humilhante. Enquanto quem tinha o vermelho era criticado, os funcionários que ganhavam os verdes (chamados de "tops" ou "lobos") iam para festas vips de Camaro e tinha regalias, como folgas. Então muito vendedor não queria nem saber o que o cliente precisava, só queria saber de vender e converter o cliente para pós-pago. O medo de vender chip pré era tão grande que já chegaram a cadastrar várias linhas no meu sistema, que por descuido deixei aberto. 

A campanha para zerar os "bottons" foi inclusive divulgada, em 2012, na página do Facebook de uma ex-gerente de canal, que se desligou recentemente da empresa. Pela rede social, outros então funcionários mostraram apoio à campanha.
De acordo com os ex-funcionários, o "farol de bottom" não é mais usado, porém a campanha continua dentro das lojas.
 
Outras humilhações

A lista de denúncias de humilhação é extensa. Por isso, todos os funcionários que entraram em contato com o R7 têm processos trabalhistas em andamento.

Os relatos de constrangimento também se estendem a metas de vendas de outros produtos. Como é o caso de uma campanha para a venda de modens de internet. Ex-funcionários contam que o funcionário que não conseguisse vender o aparelho em um dia, no dia seguinte teria que trabalhar com o modem pendurado no pescoço.
"Esses são apenas alguns exemplos do que passamos como vendedores da TIM. As sessões de humilhação constantes e o incentivo para vender algo que o cliente não teria condições de pagar é uma rotina na vida dos vendedores", disse outro ex-funcionário, que também não quis se identificar por temer represálias. 

— Quem for em uma loja pode pedir que chip pré-pago não falta, o que falta é respeito com o consumidor.
Ainda relacionado ao modem, que custa em média R$ 100 ao cliente, uma ex-funcionária afirma que os celulares chegavam às lojas com um determinado preço, mas o valor do modem era incorporado ao valor do celular. O "combo" então era vendido como se o modem fosse gratuito.

— A venda do combo era uma meta. O celular saia sempre R$ 100 mais caro, porque, na verdade, o consumidor estava pagando pelo aparelho.
 
Demissão por justa causa

Os ex-funcionários decidiram expor os problemas da TIM após a demissão, por justa causa, de cerca de 200 funcionários. As demissões ocorreram na região metropolitana de São Paulo ao longo de todo o ano de 2014.

Muitos dizem que só conheceram os motivos da dispensa após abrirem processos trabalhistas na Justiça. Eles contam que foram acusados pela empresa de fraude, em razão da ativação de linhas telefônicas "fantasma", sem nenhum cliente. Segundo explicam, no entanto, as supostas fraudes aconteciam com o conhecimento de gerentes e outros superiores.

O caso é semelhante ao que ocorreu no ano passado em Goiás, quando a TIM foi obrigada pela Justiça a converter "justa causa" em "dispensa imotivada", após a Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) decidir que os funcionários que ativavam "linhas fantasmas" tinham respaldo dos superiores. A falta de comprovação do dolo (da intenção de causar dano) terminou na conversão da dispensa de justa causa, permitindo aos funcionários receberem as verbas rescisórias.

"É exatamente isso que aconteceu com a gente [aqui em São Paulo]. Ninguém fez nada dentro da loja que os gerentes não soubessem", explica uma ex-funcionária.
 
O que diz a TIM?
 
A TIM considera inadmissível qualquer tipo de prática irregular de negócios por parte de seus funcionários ou de parceiros. Quando alguma irregularidade é identificada, a empresa, imediatamente, toma as providências necessárias e age de acordo com as leis e com as previsões contratuais, inclusive podendo se deparar com a necessidade de efetuar desligamentos por justa causa ou descontinuar sua relação com um fornecedor. As eventuais fraudes geradas por supostas orientações superiores não beneficiam de nenhuma maneira a empresa, levando-a, até mesmo, a graves prejuízos.
 
A TIM esclarece ainda que, em nenhum momento, restringiu ou orientou suas equipes de vendas a limitar a comercialização de qualquer produto de seu portfólio. A operadora é líder nacional no mercado pré-pago – com mais de 62 milhões de usuários nesse segmento – e respeita sua base de clientes, em prol da excelência no atendimento ao cliente. Por isso, investe na capacitação contínua da força de vendas. Somente em 2014, a empresa registrou 200 mil horas de treinamento para o time de vendas, reforçando o compromisso da companhia com o bem-estar e o desenvolvimento dos seus colaboradores e com a satisfação dos consumidores.
 
A empresa, adicionalmente, informa que tem como política fundamental valorizar o desempenho das equipes e estimular o compartilhamento de melhores práticas entre seus colaboradores. Os resultados dos programas de incentivo desenvolvidos pela TIM são comunicados internamente e de forma transparente, visando reconhecer e premiar os melhores desempenhos, sempre em linha com suas diretrizes éticas e operacionais. A operadora aproveita para reiterar que mantém, divulga e obedece a um Código de Ética e Conduta bastante rígido e possui um robusto procedimento sigiloso de denúncias de comportamentos irregulares, abrangendo todo os níveis hierárquicos e áreas da empresa.

Fonte: R7

domingo, 21 de dezembro de 2014

Dilma percebeu que a mídia interferiu nas eleições, diz Laurindo Leal

 Em entrevista ao Sul21, Laurindo Lalo Leal Filho fala sobre as perspectivas para o tema nos próximos anos, comenta as experiências em outros países e avalia o funcionamento do modelo de comunicação pública no Brasil e na América Latina.  

Em em entrevista ao portal Sul21, o sociólogo e jornalista, Laurindo Leal Filho falou sobre as perspectivas para a democratização da mídia nos próximos anos, comenta as experiências em outros países e avalia o funcionamento do modelo de comunicação pública no Brasil e na América Latina. Segue abaixo a íntegra da entrevista: 


O sociólogo e jornalista Laurindo Lalo Leal Filho tem sua vida profissional e acadêmica ligada à televisão – tanto em sua prática quanto em seus estudos. Com passagem pela Globo e pela TV Cultura, o professor aposentado da Escola de Comunicações e Artes da USP acredita que, neste segundo mandato, a presidenta Dilma Rousseff irá levar adiante a pauta da democratização da mídia.

Sul21: Como o senhor avalia o tratamento dado pelo primeiro mandato do governo Dilma Rousseff à questão da democratização da mídia?

Laurindo Lalo Leal Filho: Havia uma expectativa de que o anteprojeto de lei elaborado na gestão do ministro Franklin Martins na Secretaria de Comunicação Social fosse colocado em discussão na sociedade. Infelizmente não tivemos nenhum tipo de abertura para esse debate. Outras prioridades foram colocadas pelo Ministério das Comunicações, não se tem nem clareza de onde parou esse projeto do Franklin. Há informações esparsas que ele estaria no Ministério das Comunicações. Infelizmente, se repetiu um procedimento que já vem se tornando rotina em relação a essa questão na área do Executivo brasileiro. Desde a aprovação da Constituição em 1988 até hoje, já foram elaborados 19 projetos sobre regulamentação da mídia no Executivo e nenhum deles foi colocado abertamente em debate na sociedade para depois ser enviado ao Congresso Nacional. Essa pratica de não levar à sociedade esse debate vem se mantendo até hoje. Os governos têm uma dificuldade muito grande de enfrentar politicamente os empresários da comunicação, cujos integrantes estão no Congresso Nacional. Eles temem que, ao levarem em frente esse debate, possam sofrer represálias muito fortes da mídia. Uma situação que eu chamei em um artigo que publiquei na Carta Maior de “a síndrome do Jango”. Aquela articulação da mídia, que colaborou decisivamente para o golpe que derrubou o presidente João Goulart, ainda paira no imaginário dos governos brasileiros, que se sentem inibidos de enfrentar esse poder midiático concentrado, que continua tendo uma força muito grande no Brasil.

Como o senhor projeta que será o segundo mandato da presidenta em relação a essa pauta?

O jogo bruto imposto pela mídia na ultima campanha eleitoral acendeu uma luz de atenção na própria presidenta da Republica. Ela percebeu que a mídia interferiu na eleição e isso compromete a democracia. O sinal foi dado quando ela deu aquela resposta bastante forte e incisiva, na sexta-feira que antecedeu a eleição, àquela capa maldosa da revista Veja, que tentou interferir no jogo eleitoral até o ultimo momento. A partir de um determinado momento, já em um processo eleitoral, Dilma já tinha revelando disposição em começar a discutir o que ela chama de “regulação econômica da mídia”. É um grande avanço, porque mostra que pela primeira vez ela tem uma percepção de que alguma coisa precisa ser feita – até então ela não vinha demonstrando isso, todos os sinais que ela dava era de que cabia simplesmente ao mercado a regulação.

O que significa esse avanço?

Quando ela fala em regulação econômica da mídia, isso avança até o debate em torno dos monopólios e oligopólios. Acredito que devemos confiar nessa disposição da presidenta em realmente discutir a questão dos oligopólios e monopólios. Minha expectativa é de que a referência para essa regulação econômica seja, no mínimo, aquela que já está em vigor na Argentina. Estamos falando de mídia eletrônica, não tem nada a ver com a mídia impressa. Estamos falando em redefinir o uso do espectro eletromagnético, por onde circulam as ondas de rádio e televisão, dividindo esse espectro em três partes iguais, onde as emissoras privadas teriam espaço semelhante ao das públicas e das públicas sem fins lucrativos. Esse é o ponto de partida para a discussão. A partir daí, vamos estar mexendo com estes grandes conglomerados de mídia que existem no Brasil e vamos passar da mídia eletrônica também para a mídia impressa. É necessário estabelecer também regulação econômica, no sentido de romper com a propriedade cruzada. É necessário a criação de mecanismos que impeçam, por exemplo, como ocorre nos Estados Unidos, que um grupo determinado tenha na mesma cidade o principal jornal, a principal emissora de rádio e a principal emissora de televisão. Mas temos que ir além na regulação. Se quisermos democratizar mesmo a mídia será necessário não temer a discussão sobre a regulação de conteúdo também. Como diz a Constituição, temos que ter órgãos reguladores para defender o público do que é emitido. Tem a questão da classificação indicativa, que não pode ter retrocesso. A própria Constituição mostra que a regulação econômica é um ponto importante, mas ela não é o limite da regulação da mídia.

Como fica a expectativa para o anúncio do próximo ministro das Comunicações? Os movimentos sociais pela democratização da mídia não poupam críticas ao Paulo Bernardo.

Apesar de ter sido muito cobrado a esse respeito por vários grupos da sociedade, ele não levou a questão adiante em nenhum momento. Ele recebeu esses grupos algumas vezes e sempre as respostas foram protelatórias.

Passaram-se quatro anos e não foi feito nada. A expectativa é que tenhamos um ministro que tenha a clareza da importância política e econômica da regulação da mídia e a vontade política de executá-la.

Por que o tema da regulamentação da mídia avançou tanto em outros países do continente, mas continua emperrado no Brasil?

Principalmente na Argentina, no Equador, na Venezuela – e agora no Uruguai – esse debate sempre foi impulsionado pelos governos. Os governos tomam a iniciativa, porque é um tema que tem uma dificuldade de ser assimilado pela sociedade. Não é como temas de políticas públicas que são mais sentidas no cotidiano das pessoas, como saúde, educação e previdência. As pessoas saem às ruas quando o posto de saúde não as atende e quando a escola é ruim. É preciso um processo de politização mais profundo para sair às ruas defender democratização da comunicação. E a origem desse processo tem que estar no Estado, porque não há outro ente capaz de impulsionar esse debate. Isso foi feito com muita competência na Argentina. O governo se articulou com as universidades, com várias organizações sociais, foi politizando essa questão ao longo de muito tempo e ao final conseguiu colocar pessoas nas ruas defendendo a necessidade da regulação e da quebra dos monopólios. Aqui nós nunca tivemos esse processo.

O que é preciso para que esse processo ocorra no Brasil?

Precisamos ter dois mecanismos, caso o governo tenha realmente como meta a regulação da comunicação: um é estabelecer parâmetros, medidas, processos e metas; outro é fazer um trabalho pedagógico, mostrando para a sociedade como a falta de uma mídia democrática incide sobre o seu dia a dia, sobre suas decisões políticas, econômicas e culturais. Os governos na América Latina fizeram isso, impulsionaram e avançaram. Aqui nunca houve isso. E temos como agravante o fato de que a televisão ainda é o principal meio de informação da população brasileira. Ela esconde o fato de que as emissoras são concessões públicas. Mais do que isso, tivemos no Brasil a construção de uma mídia eletrônica – rádio e televisão – sempre calcada no modelo comercial, sem nunca termos tido a possibilidade da escolha em relação a um modelo público. Criou-se uma ideia na sociedade brasileira de que é assim que funciona. Isso inibe qualquer tipo de critica. Não se estabeleceu no Brasil a pratica da critica aos meios, por uma questão cultural que tem como base o modelo econômico adotado. Na Europa foi ao contrário: o rádio e a televisão surgiram como meios públicos, só depois surgiram os privados e os comerciais. Quando eles chegaram a população já conhecia um tipo de serviço de qualidade, aos quais os meios comerciais tinham que se adaptar. Aqui não tivemos isso. Não se criou no Brasil uma massa critica capaz de exigir desses meios de comunicação mais diversidade, mais pluralidade e um nível cultural mais elevado.

Como o senhor está acompanhando a implantação da lei de meios da Argentina? Esse mecanismo está contribuindo para democratizar a comunicação no país? Havia muitas criticas dizendo de que se tratava apenas de uma briga pessoal dos Kirchner com o Clarín.

A luta desenvolvida na Argentina pela democratização da comunicação e por uma lei de meios é anterior aos governos Kirchner, já vinha sendo discutida e impulsionada por outros governos e em outros setores da sociedade, principalmente acadêmicos, com muita desenvoltura. O governo Kirchner, principalmente o governo da Cristina, impulsionou com mais força esse tipo de debate. Foi um debate muito árduo porque o Clarín, que é o mais afetado pela lei por causa do monopólio que exercia, usou de todos os procedimentos políticos e jurídicos possíveis para impedir que a medida fosse aprovada. A lei foi aprovada há quatro anos e o Clarín conseguiu segurar por mais quatro anos a votação de quatro artigos que diziam respeito à questão do monopólio. Os outros 162 artigos foram aprovados e foram colocados em prática há quatro anos e já mudaram o panorama audiovisual na Argentina. A Ley de Medios deu voz a comunidades indígenas que nunca podiam ter sua voz ouvida pelo rádio ou pela televisão. Hoje há uma emissora de televisão falando em Mapuche em Bariloche. Houve uma proliferação enorme de emissoras universitárias e educativas. Houve um aumento significativo da produção independente, já que a lei exige que existam cotas para produção independente ser veiculada nos meios audiovisuais. A Ley de Medios mudou o panorama argentino. Agora mais recentemente que está se colocando em prática a divisão dos meios que estavam controlados de maneira oligopolista ou monopolista pelo Clarín.

Como o senhor vê a possibilidade de os movimentos sociais conseguirem protocolar como projeto de iniciativa popular a chamada Lei da Mídia Democrática, cujas assinaturas estão sendo recolhidas pelo Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC)?

Está avançando e é importante, porque dá sequência a um debate na sociedade que teve o maior avanço de todos os tempos com a realização da Confecom, a Conferencia Nacional da Comunicação, em 2009. Pela primeira vez, grupos que nunca tinham discutido comunicação foram para esse debate. Foi um processo de politização em relação ao tema. Acho que essa coleta de assinaturas está no mesmo caminho e dá continuidade ao que a Confecon fez. A expectativa é que se consiga as assinaturas e se jogue isso no Congresso Nacional. Já que as 19 tentativas anteriores não avançaram, não saíram do Palácio do Planalto e não chegaram ao Congresso, eu espero que essa, que sai da sociedade, chegue ao Congresso. É importante chegar ao Congresso para que lá seja debatido e a gente possa saber quem é quem lá dentro em relação a esse tema.

Do ponto de vista regional, como o senhor avalia a criação – ou as tentativas de – dos conselhos estaduais de comunicação?

A criação de um conselho de comunicação, por mais tímido que venha a ser, já é uma arena de debates que não interessa aos que controlam a comunicação no Brasil. Eles colocam todos os obstáculos para evitar que esses conselhos se constituam e quando eles se constituem, colocam obstáculos nas suas formas de atuação. A começar pelo Conselho Nacional de Comunicação, que é um órgão que está na Constituição e que levou mais de uma década para ser instalado. Depois de instalado, ficou mais quatro ou cinco anos inativo. Quando começa a funcionar, é ocupado pelos interesses dos empresários da comunicação e não pelos interesses da sociedade. Isso ocorre também regionalmente. Até agora, apenas o conselho da Bahia foi implantado e tem muita dificuldade de atuar exatamente por causa dessas pressões que existem por parte daqueles que não querem que ele atue. No Rio grande do Sul, existe a tentativa do governo Tarso de criar o conselho, que até hoje não foi votado na Assembleia. Isso revela claramente o que é o poder midiático no Brasil e como é que ele interfere no funcionamento das instituições, impedindo qualquer tipo de avanço democrático nessa e outras áreas que ele têm interesse.

Como o senhor avalia o desenvolvimento do modelo público de radiodifusão no Brasil, através da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)?

Para democratizar a comunicação é preciso caminhar por duas estradas paralelas: uma é através da legislação, a outra é através de um sistema público que possa servir de contraponto ao sistema comercial. Se dividirmos o espectro em privado, público, e público sem fins lucrativos, temos que dotar esse espaço público de condições pra que ele seja realmente uma alternativa ao modelo comercial, para que o cidadão em casa possa exercer o seu direito de escolha. A alternativa pública tem que ser fortalecida para que chegue ao cidadão com as mesmas condições tecnológicas, de qualidade e de conteúdo capazes de fazer este contraponto. E disso se ressente a TV pública brasileira, porque embora tenham havido investimentos razoáveis na produção de seus programas e conteúdos, ela ainda está longe de chegar à população brasileira da mesma forma que chegam os meios comerciais.

Em que sentido?

Todo cidadão que paga pelo serviço público através dos seus impostos tem direito ao acesso a esse serviço e tem que ter direito a esse acesso de uma forma tão fácil quanto ele tem acesso aos meios privados. Só que você vai em muitas regiões do Brasil e o acesso à Globo ou a Record é facílimo, agora o acesso a TV Brasil é dificílimo. Em São Paulo só existe acesso à TV Brasil através do cabo, da TV por assinatura ou da TV digital. Se a Globo em São Paulo está no canal 5, a TV Brasil tem que estar no 7, para democratizar a escolha. O fato de a TV Brasil não entrar com facilidade em São Paulo pode ser comparado a uma excrescência que seria a BBC não entrar em Londres. A TV pública tem que ter programações e canais capazes de atender às expectativas culturais diversificadas que existem na sociedade brasileira. É fundamental que além deste canal de fácil acesso a gente tenha outros canais capazes de ter noticiário 24h. O brasileiro não pode ficar refém da Globo News, que tem uma pauta ideológica muito precisa. Essa ideia de abrangência deveria contemplar também um canal infantil. Não é possível que a população brasileira tenha que pagar para as crianças assistirem um Discovery Kids ou um Cartoon.

Como o senhor avalia a consolidação do caráter efetivamente público – não governamental – da EBC?

A gente caracteriza se uma emissora é mais ou menos pública a partir do distanciamento que ela tem dos governos. Todas as emissoras chamadas públicas são de titularidade do Estado, elas não pairam no ar. Alguém tem que ser o responsável, se não é o empresário, se não é a empresa comercial, qual o outro ente que é responsável por elas? É o Estado. O que vai tornar essas emissoras menos estatais e mais públicas são os mecanismos que existem no seu interior para afastar o seu controle do Estado. Nesse sentido, a BBC está bem mais distancia do Estado do que a EBC brasileira, mas ainda assim ela se reporta ao Parlamento e ao Ministério da Cultura e da Comunicação da Inglaterra. O que precisamos é fazer com que a EBC gradativamente vá se distanciando desses controles estatais mais rígidos, criando mecanismos capazes de torná-la mais pública, tanto na área do controle administrativo de conteúdo como na questão do financiamento. Uma questão que precisa ser enfrentada é a dotação orçamentária, que deve ser desvinculada dos orçamentos da União. Hoje a EBC tem um conselho curador que consegue ser bastante independente em relação ao governo, embora os conselheiros sejam nomeados pela presidenta da República. Mesmo assim, esse conselho consegue em determinados momentos estabelecer certos limites quanto à presença governamental. Não tem havido casos de ingerência do governo federal sobre a EBC desde a sua fundação, o que não garante que amanhã ele não interfira, porque não há mecanismos que inibam isso.

Existe, na América Latina, o modelo plurinacional da Telesur. Como o senhor avalia essa cadeia de emissoras?

Com muito otimismo. Apesar de ser governamental, com forte presença dos governos dos países que a compõe, a Telesur tem sido para a América Latina um excelente contraponto à CNN. Ela tem, inclusive, uma estrutura de informação semelhante às grandes redes de informação transnacionais e consegue ser uma alternativa de qualidade. Eu só lamento a dificuldade que a gente tem de acesso à Telesur no Brasil. Ela consegue ter para a América Latina uma pauta bastante diferenciada em relação a todas as outras agências e canais de noticia. A Telesur faz na América Latina aquilo que eu gostaria muito que a TV Brasil fizesse com um canal de noticiais dentro do Brasil. É uma grande alternativa às redes comerciais existentes, particularmente a CNN. E a nossa expectativa é que a TV Brasil, por exemplo, estabelecesse mecanismos de parceria com a Telesur mais eficientes, capazes de trazer o sinal e esse conteúdo alternativo para o nosso país. 

Fonte: Portal Vermel
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