sexta-feira, 31 de julho de 2015

Instituto do ex-presidente Lula é alvo de bomba em SP

Instituto Lula classificou atentado como "ataque político". Ninguém ficou ferido após explosão

O instituto criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na zona sul de São Paulo, foi alvo de uma bomba, provavelmente caseira, na noite da última quinta-feira (30). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Lula.

Segundo nota, o prédio localizado na capital paulista "foi alvo de um ataque político com artefato explosivo". A bomba caseira explodiu, mas não havia ninguém no local no momento da explosão e, portanto, ninguém se feriu.

A assessoria do Instituto Lula informou ainda que a explosão provocou danos na entrada da garagem do prédio, provavelmente causados por parafusos. As polícias Civil e Militar estão no local neste momento.
 

De acordo com o comunicado, a bomba foi arremessada de um carro em movimento contra o prédio. As câmeras de segurança registraram o caso e identificaram o veículo de onde foi arremessada a bomba.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que, "nessa madrugada, uma pequena bomba de fabricação caseira foi lançada no Instituto Lula, na Rua Pouso Alegre, no Ipiranga, área do 17ºDP".

— Houve danos materiais de pequena monta e não há feridos. O Secretário de Segurança, Alexandre de Moraes, conversou pela manhã com o Ministro da Justiça. A perícia já foi determinada e as investigações já começaram.

Anteontem, na quarta-feira (29), Lula entrou com processo na Justiça pedindo reparação de danos morais contra a revista Veja, que publicou reportagem sobre o ex-presidente na edição desta semana.

O texto aponta uma suposta delação premiada de José Adelmário Pinheiro, da OAS, que teria envolvido Lula no esquema investigado na Lava Jato. Não há negociação de delação premiada do empreiteiro com o MPF (Ministério Público Federal), segundo os advogados do empreiteiro. 
 

Leia a nota do Instituto Lula na íntegra:
"NOTA À IMPRENSA
Ataque político ao Instituto Lula
 
São Paulo, 31 de julho de 2015,
Por volta das 22h desta quinta-feira (30), a sede do Instituto Lula, em São Paulo, foi alvo de um ataque político com artefato explosivo. O objeto foi arremessado contra o prédio do Instituto de dentro de um carro. Felizmente, não houve feridos.
O Instituto Lula já comunicou as polícias civil e militar, o secretário de Segurança Pública do Estado de S.Paulo e o ministro da Justiça, e espera que os responsáveis sejam identificados e punidos". 


Fonte: R7

Expedição percorre mil quilômetros em torno do Cânion do Rio Poty


Cerca de mil quilômetros estão sendo percorridos pela equipe que integra o Projeto Expedição Cânion do Rio Poty. A expedição que teve início na última quinta-feira, dia 30, e prossegue até o dia 02 de Agosto, passando pelos municípios de Teresina, Campo Maior, Castelo do Piauí, Buriti dos Montes, Juazeiro do Piauí, Crateus(CE), Novo Oriente(CE) e Quiterianópois(CE). O Secretário Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ziza Carvalho e técnicos da SEMAR participam da expedição, oportunidade que estão tendo para uma avaliação das condições do Cânion do Poty, com vista na criação de uma Unidade de Conservação.

A expedição está sendo maravilhosa e bem oportuna. Pretendemos criar novas unidades de conservação no Estado do Piauí e é preciso conhecer os lugares e nossas belezas naturais.  Estamos dialogando com representantes do governo cearense sobre a criação destas Unidades de Conservação.  

A proposta é visitarmos toda a orla do rio Poti na zona urbana de Crateús, no Ceará e os sítios paleontológicos existentes ao longo do cânion. 

Pretendemos criar dois parques estaduais de conservação na área que fica situada entre os municípios de Juazeiro do Piauí, Castelo do Piauí e Buriti dos Montes”, enfatiza Ziza Carvalho.

O Cânion do Rio PotY é um fenômeno criado pela passagem do Rio Poty por uma fenda geológica situada na Serra da Ibiapaba entre o Piauí e o Ceará. Se  estende por quatro municípios: Crateús, no Ceará; Buriti dos Montes, Castelo do Piauí e Juazeiro do Piauí, no Piauí.  

O membro do Instituto CO2 Zero, Benedito Rubens Luma de Azevedo, especialista em Gestão Pública e Conservação de Arte Rupestre,  já apresentou junto a SEMAR, a proposta do Mosaico de Unidades de Conservação para o Cânion do Rio Poty.  “Existe uma grande riqueza turística na região do

Cânion do Rio Poty e os órgãos ligados à preservação do meio ambiente devem se mobilizar para fazer a preservação do local. Lá existem pinturas rupestres que ainda nem foram pesquisadas por estudiosos.

Nesta reunião de hoje demos um passo importante para a criação de Unidades de Conservação (UCs) no cânion e também já tratamos sobre a elaboração de um Plano de Manejo destas UCs, necessário para a manutenção destas áreas, para embasar a gestão e fazer uso sustentável dos recursos naturais no local”, pontuou Benedito Azevedo.

A expedição conta com a participação de representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PI),  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Universidade Federal do Piauí (Ufpi), dentre outros órgãos.

Fonte: Cidade Verde

Site de TV americana destaca tentativa de golpe da Rede Globo


President Dilma Rousseff is facing fierce attacks by the opposition.

Site da Rede de Televisão americana "Telesur" destacou a manipulação da Rede Globo e a resposta dos internautas nas Redes Sociais com a hashtag que virou assunto mundial "#GloboGolpista", além disso a matéria do site americano lembra as manipulações da TV dos marinho e destaca a tentativa de Golpe da TV Globo

Por Redação

A hashtag "#GloboGolpista" foi assunto mais comentado nos trends topics mundiais ontem, teve repercursão internacional em um site de uma Rede de Televisão dos Estados Unidos, a "Telesur" que destacou a manipulação e a tentativa de golpe da Rede Globo.

Confira a reportagem:

A hashtag #GloboGolpista foi o assunto mais comentado do Twitter no Brasil por mais de 24 horas. Um recorde. Nas postagens, os internautas lembraram episódios polêmicos em que a Rede Globo esteve envolvida, como a edição do debate entre Lula e Collor em 1989, além do papel do grupo durante a ditadura militar.
 
Outras tags que disputaram espaço com a que se refere à TV Globo foram #Dia13DiadeLuta e #DilmaLindaOBrasilTeAma – as mensagens dizem respeito às manifestações que ocorrem por todo o Brasil, organizadas por movimentos sociais, que pedem, entre outras pautas, o fim do financiamento empresarial de campanha, garantia de direitos trabalhistas, reforma política e a defesa da Petrobras.
 
De acordo com Miguel do Rosário, jornalista processado por Ali Kamel – diretor-geral da Rede Globo, a “adesão histérica da mídia às manifestações golpistas do dia 15 produziu uma oportunidade interessante para mostrar quem é quem”.
 
“Se o governo Dilma tem problemas, e ninguém os nega, pressionemos para que sejam resolvidos sem rupturas democráticas. Muita coisa está errada em nosso país. Mas não é só no governo federal. É nas prefeituras, nos governos estaduais, no ministério público, no judiciário, na mídia, na sociedade”, afirma Rosário, que defende o direito aos protestos, desde que estes não tenham intento golpista.
 
“Derrubar Dilma, através de um golpe midiático, apenas irá fazer nossa economia afundar no caos político. Façam manifestações em prol das bandeiras que vocês defendem. Golpe, nunca mais”, finaliza.

 
 
HASHTAG #GloboGolpista vira assunto mundial

Um artigo em inglês publicado no síte da Rede de TV Telesur destacou a abrangência da hashtag #GloboGolpista nas redes sociais. O texto menciona ainda o momento político conturbado que paira no Brasil, com fortes agentes econômicos e representantes da grande imprensa atuando contra o governo Dilma Rousseff na expectativa de que a atual presidente sangre, ou caia.
 
O texto lembra ainda que diretores da Rede Globo, como Erick Bretas, defenderam publicamente o impeachment de Dilma Rousseff, e cita a possível participação de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, no financiamento das manifestações que ocorrerão contra Dilma.

 
 
 
Fonte: Portal Metropole

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Para entender o atual jogo político

Repete-se o modelo italiano da operação 'mãos limpas' que, a pretexto de limpar a política, limpou a área para a ascensão de Berlusconi, imperador da mídia 

  

Poucas vezes a política mostrou-se tão adequada à definição do sábio Magalhães Pinto, que a comparava às nuvens do céu: agora estão de um jeito, daqui a pouco de outro.

Há dois tempos em jogo: o atual e o das eleições de 2018. Para 2018 habilitam-se os que têm votos; para 2015, os que têm poder. É a partir dessa dicotomia que se torna mais fácil entender os últimos lances políticos.

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O potencial de votos distribui-se por três políticos: pela situação, o ex-presidente Lula; pela oposição, o senador Aécio Neves e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Já o poder político funda-se na aliança mídia-Lava Jato, ambos sendo exaustivamente usados pelos dois lados.

Os vazamentos providenciados por procuradores e delegados reforçam politicamente a atuação do grupo, especialmente quando acontecerem os embates com as instâncias superiores. E a capacidade de pautar o MPF e a PF sustenta o poder de coerção da mídia.

Ao melhor estilo República Velha, centra-se fogo nas relações Lula-grandes grupos, para vê-los de joelhos vindo buscar proteção junto aos grupos de mídia. Qualquer notícia serve aos propósitos, desde a criminalização das tentativas de emplacar obras de empreiteiras brasileiras no exterior, financiamentos à exportação de serviços, até jantares sociais.

De certa forma, repete-se o modelo italiano da operação “mãos limpas” que, a pretexto de limpar a política, limpou a área para a ascensão de Berlusconi, imperador da mídia.

Esse grupo serve principalmente aos propósitos de José Serra, o candidato preferencial da mídia, especialmente depois que foi exposta a fragilidade política de Aécio Neves.

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Os desdobramentos da crise afetam de maneira distinta os interesses dos quatro candidatos:

A Lula interessa a recuperação de Dilma.

A Alckmin, uma Dilma desgastada até 2018.

A Aécio, a eventualidade de uma queda de Dilma com a convocação imediata de novas eleições. A sua fragilidade não permitirá que sobreviva até 2018.

A Serra, a instauração do parlamentarismo.

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Não se pense na conspiração clássica, com os conspiradores se reunindo à socapa na calada da noite. O pacto tácito se dá em torno de alguns eixos de atuação, presentes na parceria mídia-Lava Jato:

Fogo total no esquema Lula, preservando Dilma Rousseff. A ideia central é a de que esticar o governo Dilma desmoralizado até 2018 é mais garantido do que um eventual impeachment agora, permitindo a volta de Lula em 2018. Aliás, é impressionante a disciplina de comentaristas políticos da mídia que conseguem pensar todos da mesma forma e mudar de opinião da mesma forma e no mesmo dia.

Intocáveis são apenas a mídia e os principais caciques do PSDB. Aliados pontuais – como Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) – são jogados ao leão, inclusive para reforçar o caráter democrático da Lava Jato.

Não se trata de um roteiro rígido, porque as nuvens da política ainda não se consolidaram. Trata-se de apenas um ensaio inicial de consolidação de alianças visando 2018.

Apenas uma questão poderá reverter essas estratégias: a hipótese (por ora distante) de recuperação de Dilma.

PS - A informação de que foi colocada uma tarja preta em cima do nome de José Serra, na relação de mensagens apreendidas no celular de Marcelo Odebrecht, e mantidos os nomes de Michel Temer e Geraldo Alckmin, confirma plenamente as hipóteses acima.
 

 


Fonte: Carta Maior

Novas empresas vão gerar mais de 4 mil empregos em Teresina; confira salários



Em comemoração ao aniversário de 163 anos de Teresina acontecerá a entrega de cinco novas empresas instaladas no Polo Empresarial Sul da capital e mais uma empresa de call center localizada no bairro Dirceu, zona Sudeste. Os estabelecimentos devem gerar 4.692 novos empregos diretos na cidade com salários que variam de um salário mínimo - R$ 788,00 - a mais de R$ 2 mil. 

De acordo com o secretário Fábio Nery, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) de Teresina realizou a atração dessas e de pelo menos mais 20 empresas por meio de mudança na Lei municipal nº 2.515, de 18 de abril de 1997, que garantiu incentivo fiscal aos empreendimentos instalados na cidade. 
"Fizemos a reformulação da lei que trata de incentivos e benefícios fiscais, tornando a instalação da industria mais atrativa ara a nossa capital. Houve mudança na forma de utilização do imóvel e no valor do caução para a liberação do uso.  Mudou a própria dinâmica, que agora é de convidar empresários a conhecer a economia da cidade, além de agilizar processos burocráticos junto à secretaria", informou. 

Segundo ele, expectativa é de que essas empresas passem a funcionar integralmente já no segundo semestre deste ano. No momento, já estão instaladas e em funcionamento nove indústrias, que já geraram mais de 900 postos de trabalho. 

No Polo Industrial estão sendo construídos cerca de 20 outros empreendimentos que, somados, deverão gerar mais de 2.800 empregos diretos, realizando na cidade um investimento de cerca de R$ 97 milhões. Uma terceira empresa de call center, a ser instalada na cidade até o fim desse ano, deve gerar mais 1.500 empregos no ramo. 

Os principais ramos de atuação no Polo Empresrial são os da alimentação, de produção de ração, construção civil, medicamentos e produção de móveis. A geração de emprego acontecerá prioritariamente nas áreas de maquinário, embalagem, mecânica, estocagem e transporte, além da área administrativa e de operador de call center. 

Os interessados nos empregos devem buscar a Semdec, localizada na Av. Campos Sáles, 1292, e deixar currículo. A Secretaria realizou uma parceria com as empresas para auxiliar na seleção. Os requisitos básicos são ter 18 anos, ensino médio completo e noções básicas de informática. A Fundação Wall Ferraz (FWF) oferece curso de capacitação para a área de call center, mas a Secretaria informa que as próprias empresas realizam treinamento após a contratação. 

A primeira solenidade de entrega acontece a partir das 10h do próximo sábado (1º), no Polo Empresarial Sul. A entrega da empresa Almaviva, no Dirceu, ocorre no próximo dia 11.  



Fonte: Cidade Verde

Dilma reúne governadores em busca de apoio no Congresso

Dilma reúne governadores em busca de apoio no Congresso 
A presidenta tem um encontro com os governadores de todas as regiões do país nesta quinta-feira (30), pela primeira vez em seu segundo mandato; o objetivo da reunião é propor um pacto pela governabilidade e discutir matérias em pauta no Congresso, além de ouvir as demandas de cada estado


Com o objetivo de propor um pacto pela governabilidade e pedir ajuda na aprovação de matérias que estarão em pauta no Congresso Nacional, a presidenta Dilma Rousseff reúne-se nesta quinta-feira (30), pela primeira vez em seu segundo mandato, com os governadores de todas as regiões do país. Com exceção do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), que será representado pela vice, Rose Modesto, os demais chefes dos Executivos estaduais e do Distrito Federal confirmaram presença no encontro.

Entre os temas que estarão em pauta na Sala Suprema do Palácio do Planalto, em Brasília, a reforma do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços (ICMS) terá importância especial, pois uma proposta sobre o tema em vias de ser votada pelos senadores, assim que retornarem do recesso na próxima semana. Além das medidas que pretende apresentar, Dilma quer ouvir as demandas dos governadores. O encontro está marcado para as 16h.

A presidenta deverá discutir as formas de recompensar os estados que terão perdas com a unificação do imposto, como a medida provisória assinada por ela neste mês criando dois fundos para este fim. Também no Senado está em discussão o projeto de lei que trata da repatriação de valores obtidos de forma ilícita no Brasil, que poderiam ser fonte de recursos para os fundos de compensação.

De acordo com o Palácio do Planalto, Dilma também deve tratar da relação entre os entes federados, de programas sociais do governo federal e da retomada de investimentos no país, após a implantação do ajuste fiscal. Assim como fez quando se reuniu com ministros de diferentes partidos na última segunda-feira (27), ela procurará convencer os governadores a obter apoio entre os congressistas para as principais votações do Congresso, evitando assim a chamada pauta-bomba.

Na opinião do vice-presidente Michel Temer, os governadores serão “bons aliados no interesse da Federação e dos próprios estados”. “Quando você tem aumentos, na área federal, eles repercutem, pelo efeito cascata, nos estados”, disse após a reunião de segunda. A avaliação de Temer está alinhada com o tom que Dilma deve utilizar na reunião desta tarde: mostrar o impacto do ajuste e dizer que medidas que enfraquecem a União, como a queda na arrecadação, acabam também fragilizando os estados. Por isso, a presidenta deverá pregar unidade para que o país supere a crise.

Devem ser debatidos ainda a mudança no índice de correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a isenção do óleo diesel do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Governabilidade

Alguns governadores já têm se posicionado favoravelmente à proposta. “Irei à reunião dos governadores defender pauta de entendimento nacional para sair da crise, com retomada da estabilidade política”, publicou no Twitter Flávio Dino (PCdoB), que assumiu o Maranhão em janeiro deste ano.

Com tema coincidente, o documento final do 11º Fórum dos Governadores da Amazônia, que terminou na semana passada, cita a necessidade de um “pacto por governabilidade para enfrentar crise econômica e política”. “Houve um consenso entre os governadores da gravidade do momento que o país está atravessando, da crise econômica que está aí e da crise política que retroalimenta essa crise e vice-versa. Por isso, há o entendimento de que os governadores não poderiam ficar apenas como espectadores. A questão é contribuir para construir, de forma suprapartidária e coletiva”, disse na ocasião o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB).

Já o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), manifestou nesta semana a intenção de reunir os mandatários de seu partido antes do encontro com Dilma. Uma parte dos governadores deve se reunir às 13h em um hotel de Brasília. Em entrevistas recentes, Perillo tem dito que defenderá na reunião com a presidenta a política de incentivos fiscais como instrumento importante para os estados.

Em uma prévia do que pode ser o encontro dos tucanos, os governadores Beto Richa (Paraná), Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul) e Geraldo Alckmin (São Paulo) se reuniram na última terça-feira (28) e mencionaram as dificuldades enfrentadas pelos estados e municípios com a queda de arrecadação. “Vamos deixar claro que os governos não aguentam mais a sobrecarga de responsabilidades que, historicamente, é repassada para os Estados sem a devida compensação financeira”, afirmou Richa após o encontro.

Além de Dilma e Temer, participam da reunião os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa. Na agenda oficial da presidenta não estão previstos encontros separados com governadores, embora haja solicitações nesse sentido em seu gabinete.


Fonte: Revista Forum

Repórteres da Veja saem do Facebook após serem desmascarados por Romário

 

Repórteres da Veja que assinaram matéria caluniosa contra Romário recebem avalanche de críticas, ironias e questionamentos após terem suas páginas do Facebook divulgadas pelo senador. Desmascarados, os jornalistas excluíram suas contas da rede social. A Veja, até agora, mantém o mais sepulcral silêncio sobre o episódio

Veja Romário Facebook Lauro Jardim  

O senador Romário tocou de lado para que seus eleitores chutassem.

Ontem, publicou no Facebook a pergunta “inocente”:

Alguém aí tem notícias dos repórteres da revista Veja Thiago Prado e Leslie Leitão, que assinaram a matéria afirmando que tenho R$ 7,5 milhões não declarados na Suíça? E do diretor de redação Eurípedes Alcântara? Dos redatores-chefes Lauro Jardim, Fábio Altman, Policarpo Junior e Thaís Oyama? Gostaria que eles explicassem como conseguiram este documento falso.

E tascou os links para as páginas de Facebook dos indigitados, sem sugerir nada, porque era desnecessário.
Foi uma avalanche de críticas e ironias nas páginas cujos endereços eletrônicos foram fornecidos pelo “baixinho”.

As de Thiago Prado e Leslie Leitão saíram do ar. A página de Lauro Jardim, que ainda funcionava hoje de manhã, tinha centenas de comentários que o ridicularizavam.

Certo que alguns exageradamente agressivos, mas a maioria indignados e irônicos:
E sobre o Romário Faria não vai falar nada ou vai desativar o Facebook também?
Amigo, explica como arranjaram o documento falso do Romário por gentileza? Abraço!
Quem foi o estelionatário que falsificou o documento da sua matéria contra o Romário ? Algum parceiro seu? Peixe!
É sobre o documento do Romário Faria? Sendo falso pode citar a fonte, ou será que é falsa a noticia?

E um dos mais engraçados:
Tem um vizinho meu aqui que tá me incomodando muito, já tivemos até algumas rusgas. Gostaria de saber quanto a Veja cobra para publicar uma matéria dizendo que ele tá enriquecendo urânio na casa dele?

A revista mantém o mais sepulcral silêncio desde que Romário contestou a informação publicada.

Nada, nem uma palavra ou explicação.

Se a revista confia no trabalho dos seus repórteres e na autenticidade do que publica, é óbvio que teria respondido.

Eles próprios deveriam exigi-lo. A redação inteira, aliás.

Se não descambar para a agressão, o método “cobrança direta” estimulado por Romário talvez seja uma boa lição.

Somos responsáveis pelo que escrevemos e, se erramos, temos de reconhecer que erramos e porque o fizemos.

Disse ontem aqui que não há “sigilo de fonte” quando se trata de uma falsificação para atingir a honra alheia.
E mais: se temos o direito e o dever de em nome da apuração jornalística publicar o que temos segurança de que é verdadeiro, também temos o dever de suportar as consequências disso.

Romário tem o direito de reagir e um argumento irrespondível para os que vierem com “punhos de renda” politicamente corretos contra sua iniciativa de publicar os endereços onde seus detratores tem de ler o que se leu acima.

Afinal, eles tem um império de comunicação para responder e, 24 horas depois de apontada a farsa, não o fizeram.




Fonte: Pragmatismo Político

'Mídia assumiu papel político mais conservador que oposição', diz ex-ministro

Celso Amorim 

“É um absurdo acusar o ex-presidente Lula de apoiar a inserção de empresas brasileiras no exterior. Isso mostra o grau perigoso que chegou a politização no Brasil. Mostra que a mídia assumiu um papel político até muito mais conservador que os partidos conservadores de oposição e a elite brasileira”. A avaliação é do embaixador Celso Amorim, ao referir-se às insinuações maldosas feitas pela mídia de que o ex-presidente teria feito lobby “suspeito” para empresas brasileiras em outros países.

Para ele, isso mostra a que ponto chegaram os ataques ao projeto iniciado por Lula há 12 anos.  O embaixador fez essa avaliação na manhã desta terça-feira (28), após palestra na Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), em São Bernardo do Campo (SP).

A palestra de Amorim – que foi ministro de Relações Exteriores do governo Lula e ministro da Defesa no primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff – foi direcionada aos coordenadores das redes sindicais de trabalhadores metalúrgicos em multinacionais, reunidos em encontro desde ontem.

O embaixador destacou que os presidentes de todas as nações têm esta postura de apoiar a inserção de empresas no mercado externo. “Seria surpresa se um presidente não fizesse isso. Ao defender empresas, o governante está defendendo os trabalhadores e a renda em seu país. Infelizmente, certos setores perderam a noção de como deve ser feita a política”, ressaltou ainda.

Para o ex-ministro, o aprofundamento da crise política não interessa à classe trabalhadora, porque, além de estimular um aumento da animosidade, pode interferir diretamente na economia e no desenvolvimento do país. Ele disse, no entanto: “Mas, apesar disso, o que importa é que o país continua a despertar interesse dos investidores estrangeiros".

Solidariedade e paz
 
Durante a sua palestra a uma plateia de mais de 50 pessoas, Celso Amorim assinalou que a solidariedade internacional tem sido o princípio brasileiro para a política externa e, principalmente, nas relações com países em desenvolvimento. “Acredito que podemos ajudá-los e, assim, crescermos juntos. No novo cenário internacional, o Brasil é um país grande e não podemos ficar nesta atitude negativista, que é muito comum vermos na mídia, de que o país não pode e não deve ajudar. A aliança com outros países é essencial para a democratização do desenvolvimento mundial e não há motivo para o Brasil não ser solidário com outros países”, disse.

De acordo com Amorim, a aliança entre Brasil e seus países vizinhos é fundamental para uma relação pacífica na América do Sul. “Nas relações internacionais dizem que os países não têm amigos, mas, sim, interesses. As nações precisam perseguir seus interesses, porém, é preciso matizar esta defesa pensando na solidariedade. É preciso pensar em seu próprio interesse no longo prazo. Por exemplo, nas negociações comerciais na América do Sul nem sempre a defesa do interesse brasileiro foi a ferro e fogo. Mas no conjunto é muito mais vantajoso para nós ter paz na nossa região. Não há no mundo nenhuma nação como a nossa que faça fronteira com dez países e não tenha uma guerra em sua região. Nós temos que manter essa relação pacífica e mutuamente proveitosa com nossos países vizinhos”, afirmou. 

Crédito: Roberto Parizotti
Sanches (esq.) e Lisboa abordam política internacional
Sanches (esq.) e Lisboa falam da política internacional das entidades sindicais


Antes da palestra do embaixador, o evento teve um painel sobre a política de relações internacionais da Central Única dos Trabalhadores e da CNM/CUT. O secretário de Relações Internacionais da CUT, Antônio Lisboa, ressaltou a presença sindical nos organismos internacionais, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio (OMS). “Com essa inserção, conseguimos colocar na pauta dessas organizações o debate sobre os direitos universais dos trabalhadores, como o direito de greve, por exemplo”, afirmou.

Já o secretário de Relações Internacionais da CNM/CUT, Valter Sanches, destacou o trabalho das redes sindicais para estreitar a solidariedade entre os trabalhadores no mundo. “Os trabalhadores precisam se organizar nacionalmente e internacionalmente para tentar barrar a precarização das condições de trabalho. E a rede é um espaço importante para o debate e elaboração de propostas para proteger e ampliar os direitos da classe trabalhadora”, enfatizou.  “Outro aspecto importante é que o cumprimento dos Acordos Marcos Globais, que asseguram direitos básicos aos trabalhadores nas multinacionais, depende de uma atuação firme das redes sindicais”, completou.




 
 Fonte:  Assessoria de Imprensa da CNM/CUT

Documentário sobre Keith Richards estreia no Netflix em setembro



Dia 18 de setembro sai o terceiro álbum solo de Keith Richards, guitarrista do Rolling Stones. “Crosseyed” será lançado 23 anos depois de seu antecessor, “Main Offender” (1992).

No mesmo dia vai ao ar no Netflix o documentário "Keith Richards: Under the Influence", dirigido por Morgan Neville. Neville, que ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 2014 por “20 Feet From Stardom” (sobre a vida de vocalistas de apoio), também é o responsável pelo videoclipe do primeiro single de “Crosseyed”, “Trouble”, que por enquanto só está disponível na Apple Music. Você pode ouvir a faixa aqui

Neville acompanhou as gravações do trabalho e pegou a estrada com Richards, passando por Chicago, Nashville e Nova York para aprender mais sobre suas raízes musicais . O filme também conta com cenas de arquivo e uma aparição de Tom Waits. O diretor declarou o seguinte sobre a obra:

"Se há um Monte Rushmore do rock n’ roll, a cara de Keith certamente está nele. Ele sempre representou a alma do rock - em toda a luz e sombras escuras que isso implica. Para meu alívio, Keith Richards na verdade é um homem real - cheio de humor, conhecimento e sabedoria. Esse é o Keith real que trabalhamos para capturar em nosso filme, e estou honrado em levá-lo a uma audiência global através do Netflix

  Fonte: Território da Musica

Conspiração pró-Temer avança nos três poderes


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Há em Brasília um movimento clandestino que envolve importantes figuras da República, dos três poderes. Seus participantes não falam sobre seus objetivos e agem com muito cuidado. Nas reuniões, geralmente à noite, os celulares são deixados fora da sala. Há extrema cautela nas conversas com jornalistas, para que nenhuma pista seja involuntariamente dada.
             
   O que quer o movimento clandestino, do qual participam até ministros de Estado e de tribunais, é dar à crise política e econômica a solução que convém a seus participantes: o afastamento da presidente Dilma e a ascensão do vice-presidente Michel Temer. Que, elegante e inteligente, não participa de nenhuma conversa nesse sentido. Caso o objetivo dos clandestinos seja atingido, Temer simplesmente cumprirá sua função constitucional – jamais poderá ser acusado de ter conspirado em causa própria.
               
 Para o grupo, Temer na presidência é a melhor alternativa. A convocação de eleições para presidente, depois do por eles desejado afastamento da presidente, fatalmente criaria um clima de beligerância política e social ainda maior do que o já existente. A campanha seria uma guerra e o ambiente econômico seria inexoravelmente deteriorado. Melhor que Temer assuma. Ele fará a convocação de um grande pacto contra a crise. Teria imediato apoio de todos os partidos, PMDB e PSDB à frente, com adesão, no desenho do grupo, do indefinido PSB e até dos hoje governistas PDT e PSD. Uma grande coalizão, e, como no governo de Itamar Franco, apenas o PT e partidos menores de esquerda ficariam fora.  
                
A opção de instaurar o parlamentarismo também não é considerada boa pelos clandestinos. Dilma continuaria presidente e o primeiro-ministro seria indicado por ela e aprovado pelo Congresso. Não poderia ser, claro, nem Eduardo Cunha, nem Renan Calheiros, nem outros com fichas não exatamente limpas. Os partidos teriam de fazer uma ampla coalizão para mostrar maioria e pressionar a presidente a escolher quem eles quiserem, mas a luta interna pela indicação poderia colocar tudo a perder. Sequer o PMDB e o PSDB têm unidade interna. Em vez de estabilidade, haveria mais instabilidade e o desgaste ainda maior dos parlamentares perante a população.
               
 O grupo pró Temer trabalha para que a situação de Dilma se torne cada vez mais insustentável. A estratégia inclui sabotar o ajuste fiscal proposto pelo ministro Joaquim Levy, rejeitando no Congresso as medidas que levem a aumento de receita e corte de gastos e, em sentido contrário, aprovando mais despesas do governo. Um subproduto dessa ação, no entender dos clandestinos, poderia ser a renúncia de Levy, criando-se assim mais um problema para a presidente. Quanto pior, melhor.
               
 O ponto forte da estratégia, naturalmente, é a exploração ao limite máximo das acusações de corrupção contra o governo. A tática é fazer com que as denúncias cheguem o mais perto possível de Dilma e de Lula. Da presidente, para facilitar sua derrubada. Do ex-presidente, para anular qualquer possibilidade de reação. Isso não quer dizer que os investigadores da Lava Jato estejam participando do movimento. Podem desejar o afastamento da presidente, mas não estão na conspiração.
                
A decisão do Tribunal de Contas da União, se contrária ao governo, seria o empurrão para justificar o impeachment. Para o grupo, o ideal seria que tudo isso levasse à renúncia de Dilma, para evitar mais comoções. Não é à toa que é grande a pressão sobre os ministros do TCU, que chegam mesmo a tentativas de chantagem. Até porque há alguns bem vulneráveis.
               
 Assim, com ajuda de segmentos da imprensa, está criado o ambiente político para que a sociedade deseje a queda do governo e apoie os que o sucederem. Os conspiradores apostam nas manifestações planejadas para 16 de agosto para o sucesso do movimento.
               
 O roteiro não é complicado. E está sendo executado.  


Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Processo que pedia a cassação do ex-governador Wilson caduca da Justiça


O processo teve mais de 15 recursos, justamente como objetivo de prolongar o julgamento.

 

O processo que o ex- -governador Wilson Martins (PSB) sofreu na Justiça Eleitoral pedindo a cassação de seu diploma caducou antes de ser julgado. Candidato derrotado ao Senado Federal no ano passado, Wilson terminou seu mandato sem ser julgado. Assim, as acusações que pediam a cassação do ex-governador perderam o sentido. 

O procurador eleitoral Kelston Lages lamenta que o processo não tenha andado. Ele comentou que o fato gera um descrédito muito grande nas instituições. “É muito negativo para a sociedade, pois processos como esses não são julgados por recursos que serão meramente protelatórios”, afirmou o procurador. 

Segundo Kelston, o processo teve mais de 15 recursos, justamente como objetivo de prolongar o julgamento. Ele lembra, no entanto, que Wilson ainda pode ficar inelegível, caso seja condenado. 

Wilson Martins é acusado de abuso de poder econômico e político e compra de votos. “Há laudos policiais comprovando tudo. A campanha teve recursos ilícitos”, comentou o procurador. Em entrevistas anteriores à imprensa, a assessoria de Wilson Martins negou todas as acusações. 



Fonte: O Dia

 

QUEM SÃO OS "VEM PRA RUA DO PIAUI" OU BOBOS DA CORTE.

Médica Adriana Sousa e o empresário Manoel Lopes 

O movimento vem pra rua no Piauí é formado por classes ou castas nada mau financeiramente falando. Uma é a medica Adriana Sousa. Profissão muito prestigiada e de notável valor econômico e social. E por outro o Empresario Manoel Lopes, que também  tem porte e suporte econômico. Fico a me perguntar. Será este um movimento popular? 


O Piauí é governado pelo PT que venceu as eleições em primeiro turno, e é este mesmo PT que que pessoas como Adriana e Manoel  querem sua saída, na verdade é quem mais investe em obras de movimentação urbana, saúde, segurança e ajuda inclusive para à prefeitura de Teresina que é administrada pelo PSDB. 


Mas falando de movimentos sociais geralmente que é encabeçado por pessoas simples e de mentalidade avantajada e sem recursos financeiros. Então porquê tanta ódio de pessoas de "castra" contra um partido que vem nos últimos anos mudando a cara e as vestisses de inúmeros brasileiros e principalmente dos piauienses? Pessoas  que até bem pouco tempo não tinham nem comida para matar sua fome.


Enquanto ricos e famosos batem panelas para protestar outros à usam para se alimentar, pois hoje todos tem o que por na panela. Então pra que amassar a belas panelas se sua utilidade pode ser bem mais gostosa e lucrativa? Panela foi criada para cozinhar nosso alimento. Duvido eu que um pobre vai bater em suas humildes panelas.


Quem conhece a historia do Piauí e em especial a de sua capital Teresina, sabe muito bem que até a chegada da era PT no governo, Teresina passou de ser apenas uma capital e sim uma metrópole. Ganhou até o nome de Grande Teresina com inúmeros bairros bem desenvolvidos, prédios dos mais variados estilos e grandeza, lojas, mega empreendimentos de vários estilos. Passaram então a ver Teresina como fonte de investimento e lucro. Para se ter ideia, fica em Teresina uma das 100 maiores empresas do Brasil.


Quando pessoas de nível tão elevado querem aparecer na mídia só dá merda. É tanto que já soube através de um portal que estas duas mentes já estão entrando em choque. Pois nem eles sabem do sentido do movimento e se tornam antipáticas e repetitivas em um ódio  ou inveja. Das duas é uma ou as duas coisas ao mesmo tempo.


Outra coisa que fiquemos sabendo é que ambas fazem parte da elite de Teresina.  E como todo mau perdedor tem que aparecer, eles e elas entram no jogo. Tomará que na tal manifestação onde os conflitos de pensamento já são aparentemente de publico, quem sabe o que poderá acontecer neste dia? Na primeira vez deu cerca de dez pessoas insatisfeitas com uma senhora no comando do Brasil. Ainda bem que são poucos.


Na verdade só queria que você meu caro leitor, saiba que no meu  entendimento o Piauí não tem motivo aparente ou nenhum para ir para às ruas e pedir coisas sem fundamento, sem mesmo saber a quem responsabilizar. Coisas que fazem parte do nosso dia pós dia e que pessoas de tão baixo poder de pensamento infelizmente não sabem nem a quem recorrer, ai se tornam Maria vai com as outras e dizem que a culpa é da presidente. Fala serio? Acho que esta na hora dessas pessoas tomarem uma chá de "SEMANCOL".

Dilma colhe sinais de reação no planeta crise

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A presidente Dilma colheu nesta terça-feira os primeiros sinais de que ainda existe vida a seu favor no país em crise.

Ichiro Guerra:

No lançamento do programas "Dialoga Brasil", foi aplaudida de pé ao entrar e sair do palco. Estava ali para lançar uma plataforma que buscará ouvir críticas e sugestões da sociedade aos principais programas do governo. Uma ideia inteligente do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto. Em sistema de revezamento, os ministros irão ao portal, onde há resumos de suas principais políticas, para dialogar com os internautas. No evento, Tereza Campelo (Assistência Social), Renato Janine (Educação), Eduardo Cardozo (Justiça) e Arthur Chioro (Saúde) fizeram demonstrações de como isso funcionará. Dilma encerrou, ouviu a cantoria dos petistas presentes com seu nome, recebeu chuva de pétalas e muitos aplausos. Para quem só tem levado paulada, um refrigério. A abertura ao diálogo e à maior interação com a sociedade pode fazer bem a um governo em apuros mas embute seus riscos: os adversários que militam nas redes sociais também farão uso da ferramenta para apedrejar o governo, dando um trabalho danado aos mediadores dos comentários. Lá fora, muitos cartazes sobre metas alcançadas pelo governo dela, tendo abaixo a inscrição "Dilma Fica", numa vaga referência às tentativas de tirá-la do governo.

Outro sinal positivo, a confirmação dos governadores tucanos, aqui antecipada, de que participarão da reunião de quinta-feira com a presidente para discutir um pacto de governabilidade e de enfrentamento aos problemas comuns. Aliás, no evento do "Dialoga Brasil", Dilma e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, falaram muito em uma aliança com os estados e outras instituições para enfrentar a violência. O tema também pode entrar na pauta de quinta-feira, além da garantia de governabilidade e de questões federativas, como a reforma do ICMS. A participação dos tucanos explicitou um racha no PSDB que enfraquece o setor mais agressivo e hostil, liderado por Aécio Neves, que defende o impeachment e até fará uso das inserções televisivas desta semana para reforçar a convocação para o ato do dia 16/8 contra o governo.

Dilma foi também informada de que a posse do ex-prefeito e ex-deputado João Paulo na presidência da Sudene, em Recife, também se transformou num ato de defesa de seu governo, em que até governadores não petistas, como Paulo Câmara (PE) e Ricardo Coutinho, do PSB, condenaram as "tentativas de paralisar o pais".

Algo se move, os petistas prometem voltar com mais energia ao Congresso e a base social do PT começa a sair da letargia. Mas isso só indica que ainda teremos pela frente momentos de maior radicalização e enfrentamento, até que a crise política comece a perder força. E isso não acontecerá enquanto não forem removidas as duas ameaças ao mandato de Dilma: a aprovação das contas de governo e a das contas de campanha, pelo TSE. 


Fonte: Brasil 247

O desemprego no Brasil e na Europa: onde mesmo está a crise?

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     Taxas na França, Portugal, Itália, Espanha e Grécia são bem mais altas do que a do país.


Os últimos números divulgados pelo IBGE apontam que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,9%, em junho. Internamente, a taxa é alardeada como claro sinal de uma grave crise econômica. Contudo, quando comparamos a taxa do Brasil com as da Europa, é claro constatar que a situação no Brasil está longe de ser alarmante, como insistem em afirmar.

Na França, onde não se houve falar de crise econômica, a taxa foi de 10,3% em maio. No Reino Unido e na Alemanha, países que estão longe de sofrer com as recentes turbulências, os percentuais são de 5,6% (abril) e 4,7% (maio), respectivamente.

Na Itália, a taxa foi de 12,4% em maio, e em Portugal, de 13,2% no mesmo mês. O cenário é ainda mais dramático na Espanha: 22,5% em maio; e na Grécia: 25,6% em abril. 


Fonte: Jornal do Brasil

Líder tucano no Senado defende que PSDB apoie novo protesto contra governo

Legenda usaria as inserções do partido no rádio e na TV para convocar a população

 

O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), defendeu nesta terça-feira, 28, que o partido manifeste apoio aos protestos marcados para 16 de agosto contra o governo da presidente Dilma Rousseff. "Estamos com os manifestantes que discordam das práticas deste governo, que querem lutar contra a corrupção. Até porque, como disse o ex-presidente Fernando Henrique, não se deve salvar aquilo que não merece ser salvo", afirmou.

Para Cássio Cunha Lima, o fato de o PSDB apoiar os atos não significa que a sigla pretenda "assumir a paternidade das manifestações de rua". "Quem tem de ter medo do povo é o governo, não a oposição, que está em sintonia com grande parcela da população que hoje se faz maioria. Toda a oposição tem de estar onde o povo está", disse.

Mais cedo, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), classificou como "desnecessária" a decisão do partido de aderir à pauta das ruas. Ele argumentou que os próprios organizadores dos protestos não viam com bons olhos a participação de políticos. Em abril, Richa virou alvo de críticas por conta da violência usada por policiais militares do Paraná para acabar com uma onda de protestos de professores em greve no Estado.

Nesta segunda-feira, 27, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), havia anunciado que a legenda usaria as inserções do partido no rádio e na TV para convocar a população para essas manifestações.



Fonte: Com informações do Uol

terça-feira, 28 de julho de 2015

Estado Islâmico executa gays jogando-os de prédios


Grupo diz ter executado 23 homossexuais em áreas sob seu controle na Síria e no Iraque. Ativistas creem que número pode ser bem maior.

Diversos vídeos e fotos compartilhados por simpatizantes do grupo autodenominado 'Estado Islâmico' ('EI') vêm divulgando a punição que os extremistas reservam aos gays - o lançamento à morte do topo de prédios altos.

Aqueles que sobrevivem ao martírio são apedrejados em praça pública, sob aplausos das multidões que acompanham o evento. 

Diversos vídeos e fotos compartilhados por simpatizantes do grupo autodenominado 'Estado Islâmico' ('EI') vêm divulgando a punição que os extremistas reservam aos gays - o lançamento à morte do topo de prédios altos (Foto: BBC) 
Diversos vídeos e fotos compartilhados por simpatizantes do grupo autodenominado 'Estado Islâmico' ('EI') vêm divulgando a punição que os extremistas reservam aos gays - o lançamento à morte do topo de prédios altos (Foto: BBC)

Só neste ano, o 'EI' diz ter morto 23 gays em áreas controladas pelo grupo na Síria e no Iraque.


Taim, um estudante de Medicina de 24 anos, contou à BBC como escapou desse destino numa fuga do Iraque ao Líbano.

"Na nossa sociedade (iraquiana), ser gay é igual a uma sentença de morte. Quando o 'EI' mata gays, muitos ficam felizes porque pensam que somos doentes."

Só neste ano, o 'EI' diz ter morto 23 gays em áreas controladas pelo grupo na Síria e no Iraque (Foto: BBC)Só neste ano, o 'EI' diz ter morto 23 gays em áreas controladas pelo grupo na Síria e no Iraque (Foto: BBC)
 
 
Fonte: BBC

 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), disse que vai convocar o golpe por meio da televisão


 
O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), disse nesta segunda-feira que "na próxima semana, o PSDB começa a veicular inserções de 30 segundos convocando 'os indignados' com a crise a participar da manifestação nacional marcada pelos movimentos de rua, para o dia 16 de agosto". O ato organizado por movimentos golpistas pedirá o impeachment da presidente Dilma Rousseff nas ruas, como já fez em outras ocasiões. Aécio, que chegou a ser chamado de traidor por esses ativistas nas outras manifestações, em que não esteve presente, desta vez entrou de cabeça na causa. 
O tucano também malhou a iniciativa da presidente Dilma Rousseff de querer realizar uma reunião com os governadores para propor um pacto da governabilidade e discutir o projeto de reforma do ICMS. Para o tucano, se Dilma não conseguir levar o seu mandato até o fim, a culpa é dela própria, e não da oposição. Segundo Aécio, a ideia é uma tentativa de "dividir a crise" e constranger os governadores ao obrigá-los a participar do encontro, previsto para a próxima quinta-feira em Brasília.
"O constrangimento chega ao inimaginável de ameaças veladas e de trazer a Brasília os governadores para dar apoio a presidente Dilma para tirar uma fotografia e simular apoio por uma coisa com a qual não tem nada a ver. Essa reunião é uma busca de socorro de alguém que quer que lhe joguem uma boia salva-vidas. O que a presidente tem é de fazer um mea-culpa para ver se recupera um pouco da credibilidade que ainda lhe resta", disparou.
O parlamentar negou que o PSDB esteja dividido em relação às ações a serem tomadas para tentar tirar a presidente do poder, como o impeachment, a cassação do diploma da chapa de Dilma e do vice, Michel Temer (PMDB), ou ainda deixá-la completar o mandato até o fim, em 2018, discurso disseminado por tucanos mais moderados, como os governadores Geraldo Alckmin (São Paulo), Marconi Perillo (Goiás) e Simão Jatene (Pará).
Segundo Aécio, no entanto, o que se fala hoje nos botecos e nas esquinas é apenas um assunto: não se sabe se Dilma ficará no cargo até o fim deste ano. Sobre o projeto de assumir a presidência, assegurou que "se um dia tiver a oportunidade de ser presidente da República, será unicamente pelo caminho do voto, não por outra saída qualquer".
O presidente do PSDB também criticou a suposta tentativa do governo e do PT, por meio do ex-presidente Lula, segundo noticiou a Folha, de se aproximar da oposição, e disseminou o discurso feito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no fim de semana. "Fernando Henrique deu o tom certo: quem pariu Mateus que o embale. Não nos culpem. A instabilidade que atravessam é obra desse governo. Isso não é mais um governo. É um arremedo de governo e o desfecho da presidente Dilma é responsabilidade exclusiva dela, não das oposições", afirmou. Ele também descartou qualquer possibilidade de diálogo: "Não se conversa com quem não se confia. E nós não confiamos no PT".
"O que vai acontecer depende mais do governo e do PT do que dos partidos de oposição. O que queremos é que as instituições funcionem e façam o seu trabalho. Eu digo uma coisa: se um dia eu tiver a oportunidade de ser presidente da República, será unicamente pelo caminho do voto, não por outra saída qualquer. Mesmo porque ninguém conseguirá enfrentar a profunda crise que atravessamos, se não for legitimado pelo voto. Para nós o calendário de 2018 sempre foi o mais adequado, mas a presidente Dilma só agrava a situação a cada dia, o que deixa a incerteza de cumprir seu mandato até o final", afirmou.
Fonte: Brasil 247

Senador do PSDB que quer dar lição de moral ao governo do PT foi cassado por compra de votos quando era governador


O Movimento Ficha Limpa republicou no Twitter um texto sobre Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado e uma das vozes mais estridentes na campanha pelo impeachment de Dilma.
Por unanimidade, TSE cassa mandatos do governador e do vice-governador da Paraíba
Por unanimidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aprovou nesta quinta-feira a cassação dos mandatos do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), e de seu vice José Lacerda Neto (DEM). Ambos são acusados de utilizar programas sociais para a distribuição irregular de dinheiro, via cheques, em um processo denominado Caso Fac (Fundação de Ação Comunitária).
O presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, disse que a decisão deverá ser cumprida a partir da publicação do acórdão e cassada também a decisão liminar –que mantém Cunha Lima e Lacerda Neto nos cargos.
Cunha Lima e Lacerda Neto podem ainda recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra a decisão. Nesta quinta-feira foi julgado o recurso ingressado pela defesa que tentou garantir a manutenção dos mandatos de ambos, sem risco de cassação. O recurso foi julgado ontem.
Inicialmente, o ministro-relator do processo, Eros Grau, recomendou pela rejeição das sete questões preliminares –levantadas pela defesa– considerando-as improcedentes. Depois, votou pela cassação dos mandatos de Cunha Lima e Lacerda Neto.
“Não há dúvidas que parte do governador a distribuição de cheques”, afirmou o relator. “Há largo abuso do poder político com conteúdo econômico”, disse. “Uma das testemunhas disse que recebeu um cheque e uma mensagem: “Esse é um presente do governador, lembre-se dele. Com os cumprimentos, Cássio Cunha Lima, governador”, afirmou o ministro.
Segundo o ministro Joaquim Barbosa, alguns dados contidos no processo são “estarrecedores”. Para ele, era fundamental cassar a liminar –que assegura a manutenção de Cunha Lima e Lacerda Neto atualmente nos cargos.
Suspeitas
As suspeitas contra Cunha Lima e Lacerda Neto se referem ao chamado Caso Fac que trata de suposto uso político de programas assistenciais da entidade. De acordo com as investigações contidas no processo, foram distribuídos 35 mil cheques para eleitores de baixa renda.
As irregularidades teriam sido cometidas durante ano eleitoral de 2006, por intermédio de um convênio firmado entre a Fac e o Fundo de Combate à Pobreza. Em janeiro, a PGR (Procuradoria Regional Eleitoral) da Paraíba informou ter encerrado as investigações sobre o possível uso político de programas assistenciais no Estado.
Para o vice-procurador-geral, Francisco Xavier Pinheiro Filho, houve “desvirtuamento” total da campanha de programas sociais, uma vez que foram gastos mais de R$ 3,5 milhões nos projetos.
De acordo com a Justiça Eleitoral da Paraíba, Cunha Lima deveria ser substituído pelo senador José Maranhão (PMDB) –segundo colocado nas eleições de 2006.
Cunha Lima é alvo de outro processo no TRE-PB (Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba) que também resultou em sua cassação, mas o TSE concedeu liminar para que ele continuasse no cargo.

Na segunda decisão que tirou o governador do cargo, a ação elaborada pelo Ministério Público Eleitoral dizia que Cunha Lima usou o jornal “União”, que é mantido pelo governo, para promoção pessoal e veiculação de propaganda.
Argumentos
Os advogados de defesa de Cunha Lima tentam evitar o processo de cassação por abuso de poder econômico, político e de autoridade –com capacidade de influenciar o resultado das eleições de 2006. O recurso foi encaminhado pela defesa que alega cerceamento de suas atividades.
 
Em defesa de Cunha Lima, o advogado Eduardo Ferrão negou as acusações contra o governador. Mas admitiu ser tradição do Estado da Paraíba ajudar financeiramente os necessitados, por meio de rubricas.

Já o advogado Fernando Neves, que defendeu os candidatos aos cargos de Cunha Lima e seu vice, afirmou que há depoimentos que mostram a culpa do governador. Segundo ele, houve abusos.
O vice-procurador-geral eleitoral, recomendou que seja negado o recurso ingressado pela defesa do governador. Segundo Pinheiro Filho, houve tentativa de “escamotear” o mérito da questão e “descalabros” que incluíram o chefe de gabinete do governador como “carente”.
Fonte: Folha.Uol.com.br

Governo: Vamos para o embate político dentro do Congresso

Ministros Padilha, Barbosa e Kassab concederam entrevista coletiva após reunião da coordenação política

O governo vai ampliar o diálogo com os parlamentares para garantir a aprovação que assegura o crescimento do país. Essa foi a principal definição da reunião da coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (27), segundo informou os ministros Nelson Barbosa (Planejamento), Eliseu Padilha (Aviação) e Gilberto Kassab (Cidades), em entrevista coletiva.

Segundo Padilha, a reunião definiu uma agenda para fortalecer o diálogo com os parlamentares no início dos trabalhadores do Congresso Nacional, assim como aconteceu no primeiro semestre deste ano. “Tivemos alguns jabutis que foram embarcados, que no devido momento serão desativados”, destacou Padilha, sobre as pautas aprovadas pelo Congresso que não estavam de acordo com o governo. “Vamos para o embate político dentro do Congresso”, acrescentou o ministro.


Questionado sobre a “pautas-bombas” anunciadas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para o segundo semestre, que inclui temas como desonerações na folha de pagamento de empresas, redução da maioridade, financiamento privado de campanha e mudança da correção dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o ministro Padilha afirmou: “A pauta bomba não destrói o governo. Ela destrói é a expectativa positiva de todos os brasileiros”.

E completou: “Temos que agir agora para que tenhamos condições, politicamente, de fazer com que a base, que é numericamente muito vantajosa, se posicione de forma majoritária nessas votações”.

Já o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, destacou que o país está interessado em “pauta boa”. “Todos estamos interessados em uma pauta boa. Existe uma pauta boa do crescimento que não depende somente do Executivo. “Cabe ao Executivo propor e executar as leis, mas cabe também ao Legislativo e Judiciário participar desse processo”, enfatizou o ministro, destacando que o governo vai defender a revisão da meta fiscal no Congresso Nacional.



Sobre a alta do dólar após o anúncio de mudanças na meta fiscal, Nelson Barbosa salientou que essa sempre foi a reação do mercado e disse ter certeza de que as instituições e a classe política brasileira têm condições de enfrentar o desafio de superar a atual crise, porque o país tem mais condições do que no passado.

 

“O Brasil está passando por momento de dificuldade? Sim, mas o estado brasileiro tem todos os instrumentos necessários para superar essas dificuldades”, defendeu. “Tenho certeza que as instituições brasileiras, a classe política brasileira, é capaz de enfrentar desafios que encontramos hoje”, afirmou Barbosa



O ministro disse também que o câmbio tende a se estabilizar e que a inflação deve ter uma redução “mais acelerada” em 2016. “Neste momento é natural que os preços flutuem. Para isso, nós temos o sistema de câmbio flutuante. Nós temos confiança que os mercados vão se ajustar a esse novo cenário e a taxa de câmbio tende a se estabilizar. Em qual patamar ela vai se estabilizar, é o mercado que determina. Nós optamos já há muito tempo a trabalhar com o sistema de câmbio flutuante”, afirmou o ministro.

Ele disse também que o governo não estuda usar as reservas internacionais para fazer caixa, pois as reservas - em 370 bilhões de dólares - dão autonomia para o governo e ajudam a absorver impactos.

Além da presidenta Dilma, a reunião da coordenação política contou com onze ministros, além do vice-presidente Michel Temer e do líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE).



Do Portal Vermelho, com informações da NBR
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