segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Frente Brasil Popular será lançada em BH contra golpismo e por avanços


 Movimentos sociais e sindicais, forças políticas progressistas ocuparam às ruas no dia 20 de agosto em todo o país.


Em defesa da democracia e do mandato constitucional da presidenta Dilma Rousseff, forças progressistas realizam no próximo sábado (5), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a Conferência Nacional Popular em defesa da democracia e por uma nova política econômica.

 O encontro tem como ponto de partida assegurar a preservação dos compromissos assumidos pela presidenta Dilma Rousseff e os avanços conquistados nos últimos anos, além de combater a onda conservadora recentemente aflorada.

Para unificar a luta e construir uma ampla organização popular de resistência, os diversos setores e agrupamentos sociais e os partidos políticos consolidarão a Frente Brasil Popular.

Nela, atuarão militantes que lutam nos mais diferentes espaços representativos, tais como movimentos populares e sindicais, com destaque para a CTB, CUT, UNE e MST. Parlamentares e dirigentes de partidos como o PCdoB, PT, PDT e PSB, além de intelectuais, economistas, jornalistas, artistas, produtores culturais, entre outros.

Instrumento estratégico, a Frente vai defender as liberdades democráticas e os direitos sociais, uma política econômica desenvolvimentista, com reformas estruturais democráticas.

Para alterar a atual correlação de forças, que inibe e pressiona o governo eleito pelo povo, será preciso uma frente ampla e forte.

A Conferência

Para apontar os rumos, a Conferência em Belo Horizonte debaterá e aprovará um manifesto à Nação. O documento terá uma plataforma política mínima com seis pontos programáticos e organizativos. São eles:

• Lutar por reformas estruturais e populares;
• Defesa dos direitos dos trabalhadores;
• Defesa dos direitos sociais do povo;
• Defesa da democracia;
• Defesa da soberania nacional
• Defesa da integração latino-americana.

A Frente popular é o ponto de partida para assegurar a preservação dos compromissos populares esperados pelo governo Dilma e de fazer face à onda conservadora.

Para isso, a Frente visa atuar nacionalmente, com sua organização nos estados e municípios, procurando tecer a mais extensa rede de atuação.

A Frente, porém, não substitui outras iniciativas. O momento é de reunir todas as forças democráticas comprometidas com o desenvolvimento do Brasil e com a continuidade dos avanços sociais.






Do Portal Vermelho

Por que a Globo está atacando Lula com tanta fúria

Vale tudo contra Lula  
Valentemente, assim que os donos determinaram, os jornalistas da Globo pararam de falar no impeachment de Dilma.
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Um deles, Erick Bretas, tratou até de trocar a foto de perfil de seu Facebook. Ele tinha colocado a inscrição “gave over” (fim de jogo), por ocasião de uma manifestação anti-Dilma, para a qual conclamara seus seguidores.

Trocou-a, com a nova orientação patronal, por uma bandeira do Brasil.

Agora, com a mesma valentia com que recuaram instantaneamente, os editores, colunistas e comentaristas da Globo avançam, novamente sob ordens patronais, contra Lula.

Todas as mídias da Globo vêm sendo usadas para investir contra Lula, por conta, naturalmente, de 2018.

Tevê, jornal, rádio, internet – são os Marinhos e seus porta-vozes contra Lula.

A novidade aí parece ser a substituição da Veja pela Época na repercussão dos sábados à noite do Jornal Nacional.

Nem para isso mais a Veja serve. Nem para servir de alavanca para o Jornal Nacional. É uma agonia miserável e solitária a da revista dos Civitas.

Lula, em seus anos no Planalto, nada fe para enfrentar a concentração de mídia da Globo, algo que é um câncer para a sociedade pelo potencial de manipulação da opinião pública.

E agora paga o preço por isso.

Verdade que, acertadamente, ele decidiu não ficar “parado”. Pássaro parado, disse Lula, é mais fácil de ser abatido.

E então Lula decidiu reagir.

Pelo site do Instituto Lula, ele tem rebatido as agressões dos Marinhos, minuciosamente.

E tem anunciado processos quando se sente injustiçado – um passo fundamental para colocar alguma pressão nos caluniadores e, também, nos juízes complacentes.

Há um tributo involuntário no movimento anti-Lula da Globo. É um reconhecimento, oblíquo que seja, de sua força.

É assim que o quadro deve ser entendido.

Quem pode ser o anti-Lula em 2018? Aécio, Alckmin e Serra, os nomes do PSDB, seriam provavelmente destruídos ainda no primeiro turno.

Imagine Lula debatendo com cada um deles.

Fora do PSDB, é um deserto ainda maior. De Marina a Bolsonaro, os potenciais adversários de Lula equivalem ao Vasco da Gama no Brasileirão.

Neste sentido, o boneco de Lula, o Lulão, surge mais como desespero da oposição do que como uma gesto criativo dos analfabetos políticos de movimentos como o Brasil Livre de Kim Kataguiri.

A Globo vem dando um destaque de superstar ao Lulão, como parte de sua operação de guerra.

E Lula tem respondido como jamais fez. No desmentido da capa da edição do final de semana da Época, ele citou um aporte milionário de 361 milhões de reais do BNDES na Globo, em 2001, no governo FHC.

Ali se revelou outra face dos sistemáticos assaltos da Globo ao dinheiro público: o caminho do BNDES.

Não são apenas os 500 milhões de reais em média, ao ano, de propaganda federal. São também outros canais, como o BNDES.

Não é exagero dizer que a Globo, como a conhecemos (não como o jornaleco de província a que se resumiu por décadas) é fruto do dinheiro público.

Como Lula, caso volte à presidência em 2018, tratará a Globo?

É essa pergunta que atormenta os Marinhos, já suficientemente atordoados com o florescimento da internet em oposição à decadência da tevê.

E é isso que explica a heroica valentia patronal dos jornalistas da Globo.


Fonte: Diário do Centro do Mundo

Paulo Henrique Amorim é condenado a indenizar diretor de jornalismo da TV Globo

O jornalista e blogueiro Paulo Henrique Amorim foi condenado na última sexta-feira (28/8) a indenizar em R$ 20 mil o diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, por tê-lo acusado de racismo durante uma entrevista ao jornal Unidade, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP), em abril do ano passado. 

Crédito:Reprodução
Jornalista pagará R$ 20 mil por chamar Ali Kamel de racista em entrevista

De acordo com o Conjur, a juíza responsável pelo caso, Lindalva Soares Silva, da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, compreendeu que o jornalista ultrapassou os limites da liberdade de expressão e feriu a honra de Kamel. "A liberdade de expressão não pode romper com padrões de convivência civilizada, no respeito recíproco, tampouco pode gerar situações de constrangimento através de palavras desproporcionais ainda que lastradas em críticas envolvendo o autor", diz trecho do acórdão.

Na ocasião, Amorim acusou o diretor da TV Globo de racismo baseado no livro "Não Somos Racistas", de autoria do executivo. "E o seu Ali Kamel escreveu um livro para dizer que no Brasil a maioria não é negra, que a maioria é de pardos e como não há negros, não precisa de cotas. E ele é o ideólogo contra o Bolsa Família. A matriz do pensamento conservador do Brasil está nas páginas de O Globo em artigos assinados pelo Ali Kamel. Então, eu direi até o fim dos meus dias que o senhor Ali Kamel é um dos esteios mais sólidos do pensamento racista brasileiro", disse o jornalista. 

Segundo a decisão da juíza, houve "uso desproporcional da linguagem" na citação do jornalista e sua frase, por si só, caracteriza abuso. "Ser independente em suas opiniões não se confunde à injúria, à difamação ou ao destempero verbal, afrontando à honra de quaisquer pessoas envolvidas sejam elas públicas ou não".  


Fonte: Portal Imprensa

domingo, 30 de agosto de 2015

Lula: Tucanos terão que aprender a voar antes de fazer golpe

 

 Lula contra o golpe

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta sexta-feira (28), em Belo Horizonte (MG), do ato unificado que marcou a abertura do 44º Congresso da União Estadual dos Estudantes (UEE) e do 12° Congresso da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A atividade reuniu milhares de trabalhadores e estudantes.


O ato reafirmou a defesa da democracia, da Petrobras e do aprofundamento das mudanças em Minas Gerais. Em sua fala, Lula afirmou que todos têm o direito de criticar o governo. "A gente pode discordar desse governo. Mas ele é nosso governo. E mexeu com ela, mexeu com a gente".

Recebido pelo público com gritos de ‘Lula, guerreiro do povo brasileiro’, o ex-presidente fez menção ao pequeno grupo de manifestantes que protestava na porta do evento. "Nós protestávamos para conquistar e eles protestam contra as nossas conquistas. São os privilegiados desse país que não aceitam a ascensão social dos pobres nesse país".

Lula afirmou ainda que se oposição quiser chegar ao Palácio do Planalto, terá de esperar 2018 para disputar e ganhar as eleições. Segundo ele, o cargo não será conquistado “com um golpe para tirar a presidenta Dilma”.

Sobre as eleições de 2018, Lula enfatizou que enquanto tiver saúde, vai fazer política e completou: "Eu jamais vou dizer que eu sou candidato, mas também não vou dizer que não sou. Enquanto eu estiver vivo, os tucanos vão ter que aprender a voar primeiro antes de fazer golpe”.
Boom da Educação na Era Lula-Dilma
 
Estudantes e representantes das frentes sindicais da Educação estavam em peso na plateia da abertura do 44º Congresso da União dos Estudantes de Minas Gerais (UEE-MG), realizada junto com o 12º Congresso da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT-MG). Em sua fala o ex-presidente Lula fez questão de ressaltar o quanto nos últimos 12 anos a Educação ganhou atenção nunca antes da dada nos governos anteriores no Brasil. Comparando, disse que ao contrário de muitos outros países latinamericanos, as primeiras universidades do Brasil surgiram há pouco mais de cem anos, por vontade da elite política brasileira que nunca quis facilitar o acesso do povo acesso ao ensino superior. “Eles nunca levaram em conta que o pobre tivesse de estudar. Precisou entrar um cidadão que não tem diploma universitário para passar para a história como o presidente da república que mais fez universidades na história desse país. Em apenas 12 anos, eu e a Dilma fizemos 18 universidades federais novas e 173 extensões universitárias”, disse o ex-presidente, lembrando ainda que até 2003 existiam apenas 140 escolas técnicas no Brasil e hoje são 455 unidades, mais que o triplo.

O atual presidente da UEE, Paulo Sérgio de Oliveira, ao falar exaltou o investimento na Educação como uma das principais realizações dos governos Lula e Dilma. “No momento duro da conjuntura política nacional, temos de escolher de que lado vamos ficar. E muitos de nós escolhemos ficar do lado do Brasil mais justo que se tornou a 6ª economia mundial, com milhares de jovens tendo acesso à universidade. Eu mesmo sou um jovem do interior de Minas que foi o primeiro da minha família a entrar na universidade, e ainda como cotista”, disse Paulo, emocionando o ex-presidente.

O 44º Congresso da UEE-MG é realizado até o 30/08 (domingo), na cidade de Ouro Preto, com atividades nas dependências da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Ouro Preto. Com o tema “Em defesa da democracia e do aprofundamento das mudanças em Minas”, o congresso elegerá a nova diretoria da entidade para os próximos anos.




De Belo Horizonte, Mariana Viel e George Cardoso
Com informações do Instituto Lula

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O mundo noticiou que Aécio Neves teria recebido propina. Já no Brasil…


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Agências internacionais, jornais regionais e mídias dos cinco continentes noticiaram que candidato derrotado à Presidência da República e senador Aécio Neves (PSDB/MG) pode ter recebido propina, de acordo com depoimento do doleiro Alberto Youssef. Enquanto isso, aqui no Brasil, os principais veículos impressos trataram de esconder a manchete.
Dê uma volta pelo mundo e acompanhe o que as populações de diversos países ficaram sabendo.
INGLATERRA
Reuters:
Brazil money launderer testifies former presidential candidate took bribe
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ESPANHA
Europa Press:
Testifica contra Aécio Neves: Condenado por lavado de dinero en Brasil acusa a Aécio Neves de recibir sobornos
Aecio_Youssef10_Europa_Press
ARGENTINA
Clarín:
Petrobras: afirman que el líder opositor Aécio Neves recibió coimas
Aecio_Youssef11_Clarin
CHILE
Pulso:
Brasil: ex candidato presidencial y ex jefa de gabinete acusados de soborno
Aecio_Youssef12_Chile
ESTADOS UNIDOS
The New York Times:
Brazil Money Launderer Testifies Former Presidential Candidate Took Bribe
Aecio_Youssef13_NYT
International Business Times:
Petrobras Scandal: Brazil House Speaker And Ex-Senator Face Corruption Charges
Aecio_Youssef14_Business_Times
Business Insider:
Brazil money launderer testifies former presidential candidate took bribe
Aecio_Youssef15_Reuters_Ingles
RÚSSIA
Sputnik News:
El líder de la oposición en Brasil también fue acusado de corrupción
Aecio_Youssef16_Sputnik_News
ORIENTE MÉDIO
Gulf Times (Qatar):
Brazil judge says president’s ex-chief of staff may have been bribed
Aecio_Youssef17_Catar
ÍNDIA
Zee News:
Brazil judge says president’’s ex-chief of staff may have been bribed
Aecio_Youssef18_India
Leia também:
Grandes jornais brasileiros escondem Aécio de seus leitores
Como a Globo e o UOL tentam salvar Aécio
Lista de Furnas: As manchetes seletivas da “grande mídia” na quarta-feira, dia 26/8
Assista ao vídeo em que o doleiro Youssef acusa Aécio de arrecadar dinheiro em Furnas
Por que não vazou antes o que Youssef disse de Aécio?
Deputado Rogério Correia: “Se Janot não tem provas para condenar Aécio, eu tenho.”
Lista de Furnas: O caso de corrupção que a mídia esconde
Aécio Neves protesta contra a corrupção estacionando carro em local proibido
Que medo!: Tucanos se irritam com programa do PT e pede nova eleição já
Perrella/Aécio × Indonésia/Rodrigo Gularte
Prender José Dirceu é mole, quero ver prender Aécio e Anastasia!
Blog é retirado do ar após denunciar que aeroporto de tio de Aécio foi usado para tráfico de drogas
Dilma vai para cima de Aécio: “Aeroporto imoral.”
O balanço das denúncias contra Aécio que a mídia ignorou
Aeroporto do titio: Estudante é retirado de palestra de Aécio Neves em Porto Alegre
Cuidado, direitopata!: Eurico Schwinden, vulgo Brasilianas, é um troll desqualificado e pau-mandado dos tucanos
Aécio, o primo, o aeroporto e o desembargador que recebia propina para liberar traficantes
Ministério Público/MG abre ação contra Aécio por aeroporto de Cláudio
Aécio é investigado pelo Departamento Antidrogas dos EUA por tráfico internacional de drogas
Caro FHC: O senhor poderia dizer quais foram as mentiras ditas sobre Aécio?
TSE: Proibir falar do aécioporto de Cláudio é um atentado contra a democracia
Aeroporto de Cláudio: Por que a mídia não procura o primo de Aécio?
PSDB se cala sobre Cunha e #CadeAecio bomba no Twitter
Aécio Neves, a imagem não é tudo
Aécio disputa com Collor quem tem a maior frota de carros ostentação
Quanto pior, melhor: Aécio quer quebrar o Brasil
Leandro Fortes: Asteroide atingiu o Brasil e matou todos os eleitores de Collor
Aécio Neves não entende nada de nada
Vazamento seletivo: “Grande mídia” não diz nada sobre propina que empreiteiro deu para Aécio
“A melhor propaganda contra Aécio são os próprios eleitores de Aécio.”
Golpistas tucanos fracassam na tentativa de cassar Pimentel em Minas
Dilma chamou golpistas pra briga. Vão encarar?
Aécio Neves e a “organização criminosa”
Aécio não é nem sabido nem esperto
Recife: A “cota fantasma” do PSDB
O PSDB e a falta de respeito pela democracia
Vídeo: Deputado Sílvio Costa aponta a bipolaridade dos golpistas da oposição
Golpe: Modo de usar
Crise alimentada pela oposição pode se voltar também contra ela
Não vai dar no JN: Auditoria aponta superfaturamento em obra de gestão tucana em Minas
Sete sugestões de visitas para a trupe de senadores liderada por Aécio
Não vai dar no JN: Requião divulga entrevista concedida na Venezuela
Leandro Fortes: Mistério bolivariano foi revelado
Mais do que patetice, Aécio sabota R$14 bilhões em vendas brasileiras para Venezuela
O dia em que os Hell’s Angels brasileiros invadiram Caracas
Venezuela: Como parlamentares brasileiros manipularam manifestações de rua
Fernando Morais: Visita de senadores brasileiros à Venezuela é “provocação política”
Saiba quem é Leopoldo Lopez, o “preso político” que Aécio foi visitar
Fracassa a missão de Aécio Neves para “salvar” Venezuela
Aécio e mais três patetas pagam o mico do milênio
Governos tucanos de Minas blindaram “amigos” em roubo ao Banco do Brasil
Não foi deleção e sim o MPF que disse: Aécio e Anastasia desviaram R$14 bi da Saúde em MG
Nem tombo da popularidade de Dilma faz Aécio “presidente”. Nem assim “agregou valor”…
Dilma precisa ler a Carta de Intenções que Aécio assinou em Londres em 2004
Paulo Villaça: Na Câmara dos Deputados, quem barrou a CPI da Nike/CBF?
Caiu na real: “PSDB não tem projeto de país”, diz vice-presidente tucano, criticando Aécio
Aécio perde ação contra sites de buscas
Banco Mundial: Capital estrangeiro financiou “choque de gestão” de Aécio
Parecer entregue por Reale Jr. a Aécio descarta impeachment de Dilma
Segundo promotor, FHC e Aécio são cúmplices do golpismo na Venezuela
Novo escândalo aéreo atinge Aécio Neves
“Overdoses de Aécio” e a “morte de modelo” geram retaliação
Minas Gerais: Em xeque, o “choque de gestão” do PSDB
Suiçalão: Aécio lidera doações de donos de contas secretas do HSBC
Recordar é viver: 14 escândalos de corrupção envolvendo Aécio, o PSDB e aliados
Quem foi o deputado do PSDB que intimidou Janot para proteger Aécio?
Há 10 anos, caso que pode implicar o PSDB em corrupção aguarda por investigações
Aécio Neves é flagrado completamente bêbado
Pimenta é só para os olhos dos outros
Corrupção tucana: Coordenador de campanha de Aécio e candidato em Minas é alvo da PF
Aécio e Eduardo Campos: Passa-se o ponto
O dedinho de FHC, o porto de Cuba e as hidrelétricas do Aécio
Aécio Neves ataca tentativa governista de incluir caso Alstom em CPI da Petrobras
Rogério Correia: Cegueira seletiva no caso da Lista de Furnas
Lista de Furnas é esquema comprovado e repleto de provas na Justiça
14 de março: A sexta-feira que Aécio Neves quer esquecer
Para Aécio, alguma dessas denúncias contra a Dilma e o PT devem colar
Aécio e Eduardo: “Dois em um” empacam na mesmice
A Editora Abril traiu Aécio?
Aécio Neves sabia que seu conselheiro estava envolvido no mensalão tucano
Vamos conversar, Aécio? Problema que deflagrou o apagão em várias regiões do país foi na Cemig
Jornalista preso diz que oferta de delação premiada buscava comprometer políticos do PT em Minas
Minas Gerais: O abominável homem dos Neves, a censura e a guerrilha nas redes sociais
O Brasil de várias justiças – e injustiças
Advogados tentam liberar jornalista que divulgou Lista de Furnas
Na terra do Aécio, jornalista que fala a verdade vai para a cadeia
Dilma entrega obra que Aécio prometeu e não fez
“Com essa imagem de pé de cana e de farinheiro?”
Aécio Neves, os 10 anos de fracasso de Minas Gerais e a porrada de Lindebergh Farias
Caso Aécio: É constitucional contratar empresa da família?
“Se Gurgel não abrir inquérito contra Aécio, está prevaricando”, afirma deputado
Tucanagem: Aécio Neves e o nióbio de Araxá
Povo brasileiro paga aluguel e condomínio de escritório de Aécio em BH
MPF: Aécio utilizou recursos ilegais também na campanha para senador
E aí Aécio? CVM investiga sumiço de R$3,5 bilhões no balanço da Copasa
Ocultação de patrimônio: “Laranja” complica Aécio Neves e sua irmã Andréa
Aécio Neves é denunciado por ocultar patrimônio e sonegar imposto
Aécio Neves fala muito, mas a realidade é outra
Dois anos depois de criado, PSDB Sindical de Aécio não decola
Aécio tem 110 razões para ter cautela com o “mensalão”
Rogério Correia: “Valério operou ao mesmo tempo para o Aécio e o PT”
A matéria que motivou a nota do PSDB mineiro
Por que o mensalão tucano, a Lista de Furnas e os processos contra Aécio no STF não andam?
Lista de Furnas é esquema comprovado e repleto de provas na Justiça
Tatto defende CPI da Privataria e cobra explicações de FHC sobre Lista de Furnas
Se quiser, Joaquim Barbosa já pode avocar o processo da Lista de Furnas
Lista de Furnas: Deputados do PSDB são acusados de pressionar lobista preso
Lista de Furnas: Amaury Ribeiro já tem documentos para o livro A Privataria Tucana 2
Advogado acusa réu do mensalão tucano de ser mandante da morte de modelo
Perseguido por Aécio e com medo de ser assassinado, delator do mensalão tucano está em presídio de segurança máxima
TJ/MG: Processo que incrimina governantes mineiros desaparece
Serristas abandonam Aécio. Deu chabu?
Aécio Neves e seus fakes na internet
Aécio Neves ama a Petrobrax
Aécio Neves vai para a UTI?
Tucanou o golpe: Aécio Neves chama ditadura de “revolução”
Aécio, o tucanato e o mundo em que vivem
Aécio Neves usa mais verba para ir ao Rio do que a BH
Ágil com ministros, há 6 meses Roberto Gurgel analisa denúncia contra Aécio
Eduardo Campos e Aécio acionam Gilmar Mendes para “fechar” o Congresso
A louca cavalgada de Aécio
Deputado denuncia conluio entre Ministério Público e o senador Aécio
Recordar é viver: Como votou Aécio na cassação de Demóstenes Torres
Aécio Neves, o “menino” do Rio



Fonte: Limpinho e Cheiroso

A pobreza presente em Nova York se espalha por cidades dos EUA


Bairro periférico de Nova York - EUA  
Bairro periférico de Nova York - EUA

Durante seu discurso de posse no cargo, em 1º de janeiro de 2014, o novo prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, se comprometeu a enfrentar como prioridade principal a obscena diferença na distribuição de riqueza na Grande Maçã, como a cidade é conhecida nos Estados Unidos. Ele havia chamado este problema de uma "história de duas cidades" ao longo de sua campanha, mas no discurso de posse reafirmou que o fim das "desigualdades econômicas e sociais que ameaçam desintegrar a cidade que amamos" não era um discurso barato, uma promessa eleitoral, mas o princípio básico do programa de sua administração.
Por Teresa Albano, no People's Worker


Os outros altos funcionários da cidade que acabavam de assumir o cargo, a defensora pública Leticia James e o procurador Scott Stringer, também fizeram promessas semelhantes, embora tenham ampliado ainda mais o alcance delas. Leticia, a primeira negra eleita para ocupar um cargo oficial, que é responsável por toda a cidade de Nova York, criticou as políticas favoráveis a Wall Street aplicadas pelo prefeito que deixava o cargo, Michael Bloomberg, e que levaram a cidade "à idade dourada da desigualdade, na qual refúgios para desamparados e projetos de urbanização decrépitos para pessoas de recursos escassos foram esquecidos para dar lugar a brilhantes condomínios de vários milhões de dólares".

Stringer disse que adotaria uma agenda progressista, baseada na "responsabilidade fiscal" que pudesse "levantar a todos os nova-iorquinos", destacando que os dois elementos não são mutuamente excludentes.

Nova York é uma cidade excepcional, mas seus problemas não são únicos. O que de Blasio descreveu como uma "crise silenciosa" das disparidades em matéria de riqueza afeta a todas as cidades dos EUA. De fato, se trata de um trem fora do controle que ameaça criar o caos, não só para os setores urbanos, mas também para as periferias, reservas e povoados de forma geral. Para o escritor, procedente de Chicago e onde o atual prefeito ganhou o título de "prefeito do um por cento", a promessa de mudar as políticas que favorecem os multimilionários é música para os ouvidos.

Entretanto, a crise não é igual em todos os lugares. Detroit – uma cidade que também poderia ser descrita como singular – enfrenta uma falência provocada por anos de desigualdades raciais e de classe, condições econômicas e sociais que, talvez somente nos detalhes, sejam muito diferentes das de Nova York, mas todas as cidades estão com dificuldades, de um modo ou de outro, em áreas de interesse público, como educação pública, aposentadorias, impostos, empregos e salários, moradias acessíveis e prejuízos raciais nas políticas de aplicação das leis e da justiça penal.

Os moradores das grandes e pequenas cidades veem que suas escolas públicas precisam desesperadamente de financiamento, enquanto que as corporações privadas e as escolas particulares seguem absorvendo recursos públicos. Os empregos com baixos salários na indústria de alimentos e no comércio varejista travam as economias urbanas. Os sistemas de transporte em massa são sucateados e as políticas em matéria de policiamento são dirigidas para acossar a juventude negra e seguir alimentando o "complexo industrial de prisões", com novas gerações de jovens.

A lista poderia continuar indefinidamente e com cada problema aumentam e intensificam as desigualdades raciais e de classe. Alguns chamam isto de "o urbanismo neoliberal", no qual os mercados de capitais regem livremente a economia local e, com isso, assumem o controle social, político e ideológico. Para dizer de outro modo, a crise das cidades tem sua origem no capitalismo.

A luta pelo progresso tem muitas formas e é livrada em muitos âmbitos, com diferentes coalizões e movimentos. A vitória de de Blasio ofereceu uma nova esperança de que se pode produzir uma mudança progressiva nacionalmente, em relação à luta contra as desigualdades raciais e de distribuição da riqueza que assolam as cidades dos Estados Unidos.

No início de dezembro, de Blasio e mais de uma dezena de outros prefeitos eleitos foram convidados para a Casa Branca, para se encontrarem com o presidente Obama. Depois do evento, de Blasio descreveu o que se poderia definir como um "consenso de interesses" entre os prefeitos que poderia ser a base de um movimento nacional.

"Algo está ocorrendo aqui", quando prefeitos de todo o país dizem ao presidente o mesmo com relação à pobreza e à educação infantil", disse de Blasio depois da reunião.

"A luta contra a desigualdade é a missão da nossa era", disse.

Esse movimento – que combina as lutas contra as desigualdades raciais e de classe – tem preocupado os titãs corporativos e seus cães de guarda. De Blasio, da mesma forma que Obama, será desafiado pelos acontecimentos e uma oposição feroz, em primeiro lugar por parte da extrema-direita. Wall Street se assegurará disso. As grandes corporações se alimentaram dos contribuintes durante décadas, seja mediante a privatização dos recursos públicos ou por meio de incentivos fiscais e créditos com a promessa de criar postos de trabalho.

Um exemplo, há pouco tempo a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CME na sigla em inglês) – uma das maiores instituições financeiras do mundo – recebeu US$ 15 milhões da cidade de Chicago para pagar a renovação de seu balneário, em troca de algumas centenas de postos de trabalho e a promessa de permanecer em Chicago até o ano de 2017. Em outras palavras, a cidade estava disposta a pagar o "resgate" depois que a Bolsa ameaçou abandonar a cidade. Depois que os cidadãos repudiaram e protestaram contra a negociata, a Bolsa voltou atrás e "recusou" o dinheiro.

O movimento progressista também terá o objetivo de sair de sua zona de conforto e construir coalizões com aliados, começando com o movimento operário, para ampliar seu alcance. Para fazer frente aos problemas da desigualdade é essencial aplicar uma nova política industrial, verde, que seja baseada nos salários propostos pelos sindicatos. Reconstruir pontes e fábricas e proporcionar moradias acessíveis é inevitável. Isso significa soluções a nível nacional e estatal. Entretanto, as eleições legislativas de 2014 foram parte do desafio e a derrota para os republicanos e para o Tea Party, renovando o domínio deles sobre o Congresso, criou um obstáculo muito maior para o movimento progressista nos Estados Unidos.
Fonte: People's Worker. Traduzido por Humberto Alencar

7 dados para você não falar bobagens sobre a redução dos ministérios


Os governos do PT incharam a máquina pública? Não, e os números mostram isso. Mas por que será que a mídia insiste em escondê-los? 

 
Esse assunto, volta e meia, reaparece no debate nacional. Geralmente, de forma torta, como tentarei demonstrar a seguir.

A primeira pergunta, que quase ninguém se faz é: qual o número adequado de ministérios, empresas, autarquias, cargos, funções e funcionários públicos?

A resposta a essa pergunta é óbvia: depende!

Se o projeto vencedor nas eleições fosse o do Aécio ou o da Marina, a ideologia do “estado mínimo”, que eles defendem, teria como consequência o enxugamento da máquina pública.

Entretanto, o projeto vencedor, em 2014, foi o liderado por Dilma. Este projeto é o que dá resposta à sociedade sobre mais educação, mais saúde, mais saneamento, mais infraestrutura, mais direitos humanos. O mesmo projeto vencedor das eleições de 2002, 2006 e 2010. Exige um estado muito maior que o mínimo de triste lembrança (FHC).

Não houve aumento de ministérios – ou de Secretarias com status de ministério – em relação aos governos exitosos de Lula e Dilma. O que nos permite dizer que houve eficiência e eficácia na condução dos programas e nas políticas de governo. Deste governo!

Leio gente escrevendo que é preciso dar mais “racionalidade” à gestão, constituindo superministérios, num total de 20, no máximo. O que pode ser mais racional do que uma estrutura vencedora, com uma infinidade de programas que mudaram a cara do país?

Leio também que o motivo dessa redução de ministérios, cargos e funções é para reduzir gastos, uma sinalização de que o governo está “cortando na própria carne”!

Já vimos que não se sustentam os motivos políticos e de “racionalização”. Vamos ver como fica o argumento de “redução de gastos”.

A imprensa e a oposição não cansam de repetir a falácia de que Lula e Dilma aparelharam a máquina pública federal, nomeando petistas para os 25 mil cargos comissionados disponíveis. Teve candidato a presidente que afirmou que cortaria mais da metade desses cargos, direcionando mais recursos para o interesse dos usuários.

A vantagem que leva a oposição é que a imprensa não está aí para checar essa informação. Assim, podem repetir qualquer coisa "ad nauseam", sem precisar provar nada e sem ser confrontada.

1. Se a imprensa fosse verificar a informação, de cara descobriria que o ex-presidente Lula, em 2005, através do Decreto no. 5.497/2005, considerou exclusiva dos servidores de carreira a ocupação de 75% dos cargos em comissão DAS níveis 1, 2 e 3 e 50% dos cargos DAS nível 4.

2. Vale dizer que esses 4 primeiros níveis de cargos em comissão representam quase 95% do total dessas vagas. Isso mesmo, 95%! O que significa que a imensa maioria desses cargos é ocupada por servidores públicos de carreira. Quem conhece a Esplanada dos Ministérios sabe que são muito poucos os funcionários públicos de esquerda.

3. É importante destacar ainda que o número de cargos em comissão aumentou proporcionalmente menos que o total de servidores. Em 2002, haviam 19 mil cargos comissionados. Em 2014, haviam 23 mil. Entretanto, a relação cargos comissionados/total de servidores em 2002 era de 3,8% e em 2014 caiu para 3,7%. Caiu pouco mas, ao contrário do que diz a oposição, não aumentou.

A imprensa gosta de insinuar que esses cargos comissionados são remunerados com salários muito altos. Falso ou verdadeiro? Falso!

4. Diferentemente do salário da grande maioria do funcionalismo federal, fortemente valorizado durante os governos de Lula e Dilma, os salários médios dos cargos em comissão ocupados por pessoas sem vínculo com o governo caíram em termos reais, passando de um salário médio real (em valores de 2013) de R$ 6.155,00, em 2002, para R$ 4.296,00, em 2014. Esse é o salário médio das pessoas que dirigem políticas como o Bolsa Família, o Luz para Todos, a Saúde, políticas que envolvem a aplicação de bilhões de reais e que impactam positivamente a vida de todos os brasileiros.

A oposição finge não saber que os cargos comissionados requerem elevado nível de responsabilidade e conhecimento técnico, e por isso, a maioria dos que os ocupam é altamente capacitada, mesmo com esse salário médio.

Fala-se também do "inchaço" da máquina por Lula e Dilma, insinuando que haveria uma contratação desenfreada de servidores públicos. Cabe então a pergunta: E os gastos com pessoal, estão descontrolados?

5. No período 2002-2014, a população aumentou quase 20%, o PIB cresceu uns 40% e as despesas com funcionalismo reduziram, como percentual do PIB. Era 4,8% em 2002 e chegou, em 2014, a 4,3%. Apesar do total de servidores ativos ter passado de 486 mil para 607 mil, nesse mesmo período.

Bom lembrar, como já disse antes, que servidores públicos é que garantem o funcionamento das principais políticas públicas pelas quais a população demanda e que tiveram grande aumento nos últimos 12 anos.

6. Por exemplo, na educação o número de servidores aumentou de 165 mil, em 2002, para 260 mil, em 2014. A grande maioria deles como técnicos e professores, porque foram criadas mais de 400 novas escolas de educação profissional, científica e tecnológica, mais que triplicando o número de unidades existente em 2002.

7. Além disso, foram criadas 18 novas universidades em 152 novos campi, mais que dobrando o número de matrículas e de municípios com instituições federais.

E onde essas informações podem ser checadas? Aqui.

Penso que fica razoavelmente demonstrado que a presidenta Dilma pode e deve fazer alguns ajustes em relação a Ministérios, Autarquias, Empresas, etc. Mas tendo como objetivo o aumento da eficácia das políticas públicas e não a conversa fiada de redução de gastos ou “maior racionalidade na gestão”.

Cortar ou fundir ministérios, para reduzir o número total, é tudo o que a oposição quer que Dilma faça: dar um tiro no pé!


Fonte: Carta Maior

REFORMA POLÍTICA JÁ.(Brasil x Corrupção)

 
 
Brasil x Corrupção Política O atual sistema político com financiamento empresarial favorece a corrupção envolvendo empresas e diferentes partidos políticos. Doação de empresário para político não é doação, é investimento. Espero que : - os Senadores rejeitem o financiamento empresarial para políticos - as empresas parem de investir em políticos e gerem mais empregos, o que contribuirá para diminuir os beneficiários do Programa Bolsa - Família. - os 81 Senadores e 513 Deputados Federais poupem parte dos R$ 33 mil que lhes pagamos todo mês, para investir nas suas campanhas eleitorais em 2018.
Por: Sonia Sampaio 
Fonte: Facebook

PSTU divulga nota sobre prisão de ex-filiado acusado de matar travesti

Luís Augusto Antunes costumava publicar em seus perfis nas redes sociais mensagens em defesa dos direitos LGBTs.

O diretório estadual do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) divulgou um comunicado no final da tarde desta sexta-feira (28) informando que Luís Augusto Antunes - apontado pela Polícia Civil como o assassino da travesti Makelly Castro - não está mais filiado à sigla desde 28 de junho do ano passado.

O corpo de Makelly foi encontrado no dia 18 de julho de 2014, na região do Parque Industrial de Teresina, na zona sul.

Além de ter sido filiado a um partido de esquerda, que tem entre suas principais bandeiras o combate ao racismo, à homofobia e a quaisquer tipos de discriminação, o acusado Luís Augusto Antunes também costumava publicar em seus perfis nas redes sociais mensagens em defesa dos direitos LGBTs.

No comunicado divulgado esta tarde, o diretório regional do PSTU afirma que o partido foi surpreendido com a informação do suposto envolvimento de Luís Augusto no crime, com características de motivação homofóbica.

"Mesmo não fazendo parte de nossos quadros de militantes, a notícia de possível envolvimento do Sr. Luís Antunes com o crime pegou a todos nós de surpresa, e nos causou grande perplexidade", diz um trecho da nota.

Confira o comunicado divulgado pelo PSTU na íntegra:

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) informa que desde 28 de junho de 2014  o Sr. Luís Augusto Antunes  - acusado de ser o autor de homicídio contra a transexual Makelly Castro – não militava nas fileiras de nossa organização.
Mesmo não fazendo parte de nossos quadros de militantes, a notícia de possível envolvimento do Sr. Luís Antunes com o crime pegou a todos nós de surpresa, e nos causou grande perplexidade. 
Reafirmamos o que dissemos no dia 21 de julho de 2014, em frente à Delegacia Geral, em ato público que denunciava a morte de LGBTs como Makelly no Piauí:  todos os crimes motivados por LGBTfobia sejam devidamente apurados e os culpados sejam punidos com todo o rigor da Lei. 

Reafirmamos ainda, independente dos rumos que a investigação venha a tomar:

- Pela Criminalização da LGBTfobia;
- Pela Aprovação da LEI JOAO NERY
- Somos Todxs Makelly!
Teresina, 28 de julho de 2015
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU

 

Fonte: O Dia

Boneco calunioso de Lula é esvaziado em pleno viaduto do Chá

 

Depois da murchada dos protestos golpistas foi a vez de murchar o fascismo dos grupos ligados à oposição. Em uma contraofensiva a ação criminosa de calúnia e difamação contra Lula, a União da Juventude Socialista (UJS) explica ação que terminou com o esvaziamento do boneco inflável que remetia a imagem do ex-presidente mais bem avaliado da história do Brasil.

 A reação aconteceu no viaduto do Chá, região central de São Paulo. Desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (28), o boneco de 15 metros - que segundo fontes custou a bagatela de R$ 12 mil e foi adquirido para os protestos do último dia 16 -, foi colocado em pontos de grande circulação para garantir aparições na grande mídia.
Mais respeito ao Lula

Os grupos golpistas achavam que iam desfilar seu fascismo. Mas, segundo relatos, a murchada do boneco começou depois que um homem que passava pelo local tentou desligar o equipamento usado para inflá-lo. "Eu não sou obrigado a ver isso aí. Fosse um boneco de 5 cm do Alckmin, alguém dava um tiro em dois segundos", disse o rapaz que não quis se identificar à reportagem da Folha.
 

 

 “Foi uma reação motivada contra a ação irresponsável, caluniosa e difamatória contra o ex-presidente Lula, que alimenta a intolerância”, afirmou o presidente da União da Juventude Socialista (UJS), Renan Alencar, que em entrevista ao Portal Vermelho explica a ação dos que terminou com o esvaziamento do boneco por militantes da entidade. Ele enfatiza: “Calúnia e difamação são crimes previstos na lei penal. Não podemos permitir que esses crimes fiquem impunes”.

Renan destaca que o boneco é parte das violações que se tem cometido contra a democracia. “Temos acompanhado a movimentação desses grupos que tentam espalhar o ódio e a mentira. É o mesmo espírito dos que jogaram uma bomba contra o Instituto Lula e atacam sedes de partidos políticos. É uma tentativa de subverter valores democráticos”, ressaltou.

Por meio das redes sociais, a UJS exigiu mais respeito ao ex-presidente Lula e reafirmou: "Não aceitaremos que essa onda de ódio que leva pessoas explodirem bomba na sede do Instituto que leva seu nome e atacarem sedes de partidos políticos permaneça se reproduzindo. Exigimos a identificação dos responsáveis pelo boneco e a punição deles!".


Do Portal Vermelho

Mujica e as lições para a política

 mujica

Quando se olha a foto aí de cima, tirada ontem na Uerj,  não é difícil imaginar Lula ali, no lugar de de Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai.

E porque não se tem – como se poderia ter, cinco anos atrás – a mesma foto de Lula, agora?

Mujica é um homem espetacular, como é espetacular a trajetória de Lula de Garanhuns à Presidência.

Mas porque Mujica é espetacularizadopela mídia  hoje, enquanto Lula é demonizado?

Porque Mujica é uruguaio?

Sim, também.

Mas porque é preciso descontextualizar os políticos para que se possa pregar-lhes rótulos que os reduzam ou lhes retire a capacidade de representar mudança real, não apenas superficial.

Uso aqui a expressão, que me chega através de um amigo, no facebook, do historiador Marcio Scarlecio:
“(…)vi algumas matérias na TV sobre o belo evento que me irritaram. Enfatizavam o Mujica como o patrono meridional do casório gay, da liberação do fumacê e do aborto, ok. Como ideologia continua sendo vivida e lambida, nada melhor do que descontextualizar o personagem, inegavelmente popular e que tem méritos. A pulverização da pauta consuma-se como uma tática de eliminação de qualquer sentido coletivo fragmentando os processos em nichos individualizados de “minha causa favorita e meu mundo sou eu e meu umbiguinho”. Para mim, sim, eu tenho opinião, a descontextualização é sinônimo de forte imbecilização dos processos. Fizeram isso com o Mandela, reduzindo o seu papel histórico para o patamar de um sujeito inofensivo tal qual um entregador de pizza “phophinho”. E no caso do Pepe Mujica, qual o contexto? Ele fez o que fez e age como age porque é um socialista.”

É isso.

Todo o conjunto de ações e opiniões de Mujica provém deste universo mental: a igualdade essencial entre os seres humanos.

É dele que todo o tempo tentam nos tirar, porque é ele que torna intolerável que a diversidade humana possa se dar em cores, gestos, sexos, hábitos, gostos pessoais, em tudo, menos no direito essencial do outro de viver, de progredir no sentido em que desejar, de fazer tudo o que diga respeito apenas a si mesmo e de, ao mesmo tempo, entender que a vida social é um bem coletivo, onde é ele a única coisa que pode permitir a todos a realização individual.

A elite brasileira precisa alimentar de ódio a sociedade, porque só com ódios podemos negar a ideia de que somos todos iguais.

Talvez aí esteja a grande esperteza de Mujica, que se tornou “inodiável”, com renúncias a algumas insigificâncias.

Es porque el diablo no es el diablo por ser el diablo, pero por ser viejo. 


Fonte: Tijolaço

Ex-diretor do Flamengo é indiciado por falsa matéria contra jogadores do Vasco

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (RJ) indiciou o ex-diretor executivo do Flamengo, Clement Izard, e outras cinco pessoas, por crimes de injúria, corrupção de menores, formação de quadrilha e falsa identidade, por uma matéria fictícia envolvendo jogadores do Vasco.
 
 
De acordo com o jornal Lance!, entre os indiciados, dois são menores de idade. Se forem condenados, serão apreendidos, e os demais, podem pegar até 10 anos de prisão. 

Em 24 de julho, uma falsa matéria sobre um caso homoafetivo entre os Diguinho, do Vasco, e Bernardo, atualmente do Ceará, circulou no aplicativo de mensagens WhatsApp. O texto foi atribuído ao jornalista Padro Ivo Almeida, do UOL, com informações que teriam sido ditas pelo jogador Romarinho, também do Vasco.

O jornalista e os jogadores foram à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), no Rio de Janeiro, para prestar queixa. No inquérito, Clement e um menor de idade foram atribuídos como autores do crime. Os demais indiciados contribuíram com o fato. 

Pablo Andrade, o advogado das vítimas, destacou que o trabalho da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática foi fundamental para que casos como este não voltem a ocorrer e que os autores sejam punidos.

"Em tempos de humanização do uso das redes sociais, é inconcebível que as pessoas se utilizem covardemente da internet a fim de praticar crimes. Mais lamentável ainda que o crime tenha sido cometido por um ex-diretor do Clube de Regatas do Flamengo, com o intuito de injuriar atletas, jornalista e abalar uma instituição rival", disse. 



Fonte: Portal Imprensa

O depoimento de Youssef deixou claro que a Veja cometeu um crime na véspera das eleições. Por Paulo Nogueira

Crime

Crime
Pouca gente notou uma coisa.
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O depoimento de ontem do doleiro Youssef desmascarou o crime jornalístico da Veja às vésperas das eleições.

Lembremos.

A Veja deu no sábado, um dia antes do turno decisivo, uma capa em que afirmava que Dilma e Lula sabiam de tudo no escândalo da Petrobras.

Era uma afirmação amparada exatamente em Youssef.

Pela gravidade da acusação e pelo tom peremptório do texto, o leitor era induzido a acreditar que Youssef tinha evidências poderosas, como conversas gravadas ou coisa do gênero.

Mas não.

O que se viu ontem é que Youssef estava palpitando como qualquer transeunte.

Ele usou a expressão “no meu entendimento”. Trazido para o português coloquial, Youssef disse que estava por fora, e arriscava um palpite.

No contexto, ele poderia dizer sem provocar surpresa: “Não sei de nada, e se alguém souber por favor me avise.”

A declaração cândida de ignorância sobre a eventual participação de Lula e Dilma na roubalheira foi transformada criminosamente pela Veja numa peça cabal de incriminação.

Foi uma agressão não apenas a Dilma e Lula, mas também à democracia.

Quantas pessoas sobretudo em São Paulo, onde a revista montou uma operação de guerra contra Dilma e a favor de Aécio, não foram influenciadas pela falsa revelação?

É um episódio tão sinistro quanto a edição desonesta pela Globo do debate entre Collor e Lula, em 1989.

A única diferença é que então o crime compensou. Collor venceu. Agora, não compensou. Aécio perdeu.

Jamais a Globo pagou o preço pela trapaça, a não ser pelo lado moral, o que é muito pouco.

O mesmo tende a se repetir agora com a Veja.
Dilma, no fragor dos acontecimentos, disse na televisão que processaria a revista.

Mas cadê o processo?

Dilma deveria se inspirar em Romário, que reivindica uma edição de 75 milhões de reais por uma conta fajuta na Suíça que a revista inventou para ele.

Citei outro dia o jurista alemão Rudolf von Ihering, um inovador do século 19. Ihering consagrou a ideia de que, quando você for vítima de injustiça, tem o dever de procurar reparação, e não apenas o direito.

Dever porque é um serviço que se presta à sociedade.

Ihering mostrou que a Justiça só avança quando as pessoas lutam pelos seus direitos.

Lula tem feito isso ao processar quem o calunia e difama.

Não é uma luta fácil no Brasil. Gentili acusou Lula de forjar o atentado ao Instituto Lula, e foi intimado a esclarecer na Justiça a acusação.

O juiz conseguiu entender que ali havia uma piada, numa interpretação de texto peculiaríssima.

Não é fácil, repito, procurar justiça no Brasil, mas é imperioso fazê-lo. Em algum momento decisões absurdas como a que favoreceu Gentili serão insustentáveis.

Não sei o que terá feito Dilma recuar da promessa de acionar a Veja.

Mas foi um erro.

A impunidade estimula outros crimes, ao passo que o enfrentamento, como o de Romário, previne futuras delinquências.

Youssef, involuntariamente, revelou o crime da Veja.

Mas tudo indica que a revista não será cobrada por isso.
É uma pena para o país.

Quem sabia de tudo eram os donos e os editores da Veja. E mesmo assim seguiram em sua mentira brutal e, tudo indica, impune.




Fonte: Diário do Centro do Mundo

Para evitar piadas, Marco Feliciano move ação judicial contra o Sensacionalista


Deputado não quer ser alvo de piadas do site de humor
 
 
O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) moveu um processo judicial contra o site de humor Sensacionalista exigindo não ser mais alvo de piadas da página.

O deputado solicitou à Justiça que a notícia fictícia "Marco Feliciano cancela remessa de Xampu comprado em Miami", publicada quando os Estados Unidos aprovou o casamento gay, fosse retirada do ar. No acórdão, Feliciano se diz "abalado moralmente e torturado conscientemente, não podendo suportar a ideia de que qualquer pessoa possa acessar esse tipo de site virtual". 



Além da exclusão da nota, o político ainda teria pedido indenização por danos morais e segredo de justiça sobre o caso, para impedir que a ação fosse veiculada por qualquer site.

Em despacho do caso, no último dia 6 de julho, o juiz Raimundo Silvino da Costa Neto negou os pedidos feitos pelo deputado. Segundo o magistrado, punir o site significaria o mesmo que ferir a liberdade de expressão. "O Sensacionalista se propõe exclusivamente a destacar coisas fantasiosas de pessoas conhecidas pelo público em geral. Este tipo de manifestação é salutar para o regime democrático e garantia de livre manifestação", diz o trecho da decisão judicial.

Procurado por IMPRENSA, o jornalista Nelito Fernandes, editor do Sensacionalista, afirmou que o site não iria comentar sobre o caso. "Não vamos comentar pois a maior piada já é a ação. Quando o comediante maior sobe ao palco só resta ao menor aplaudir".

Contatado, o gabinete do deputado federal ainda não se manifestou sobre o processo.

 

Fonte: Portal Imprensa

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Sérgio Moro abre representação contra blogueiros por crime contra sua honra

Juiz pede ao MPF ação contra blogueiros que o difamam

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, abriu uma representação no Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR) contra dois blogueiros por crimes contra a honra. Segundo ele, notícias falsas e caluniosas foram publicadas por Fabiano Portilho, do Portal I9, e Miguel Baia Bargas, do blog Limpinho & Cheiroso.
 
De acordo com o ConJur, Moro afirma que, desde o início da Operação uma série de notícias tiveram “abordagem majoritariamente favorável aos trabalhos realizados”. Para ele, deve existir o direito de liberdade de imprensa, mesmo quando incluem críticas, mas indica que “principalmente em alguns blogs de reputação duvidosa têm sido pontualmente veiculadas informações falsas, caluniosas, difamatórias e injuriosas a respeito do ora Requerente”.
 
O juiz alegou que o Portal I9 tem a intenção de incriminar pessoas próximas a ele, como sua mulher, Rosângela Wolff Moro, ou o advogado com quem trabalhou antes de iniciar na magistratura. 
 
Uma das matérias apontadas como falsa informa que um advogado ex-colega do juiz federal teria envolvimento no desvio de R$ 500 milhões da Prefeitura de Maringá (PR). O texto, reproduzido pelo Limpinho & Cheiroso, indica que o procurador teria sido preso por isso, e que apenas foi solto depois que Moro depôs em seu favor.
 
"Além da falsidade flagrante das notícias, nenhuma delas com qualquer base na realidade ou em qualquer prova, a malícia e o dolo dos envolvidos é evidenciado pelo fato de que, para nenhuma delas, houve preocupação, antes da divulgação das matérias, em consultar os envolvidos, o que é básico em jornalismo exercido com o mínimo de profissionalismo e seriedade", destacou.
 
Sérgio Moro pede ao MPF que tome as providências necessárias para processar criminalmente Portilho e Bargas, mas ressalta que não deseja “qualquer providência de censura ou interdição das matérias” por ser contra a medida. 
 
Perfil do acusado
 
Portilho, do Portal I9, é descrito pelos colegas de Cuiabá como "golpista" que usa a fachada do jornalismo para extorquir incautos. Ele foi condenado por tentativa de estelionato em 2014 pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ-MS).
 
O Diário do Estado informou que ele também foi indiciado em fevereiro pela Polícia Civil do MS por ter ofendido a honra do jornalista Derick Willi Fernandes e falsificado documentos de um carro que não era e seu para comunicar o furto dele.   
 
 
 Fonte: Portal Imprensa

O que a crise do 'Jornal Nacional' fala sobre nós?

jornal_nacional

Os registros feitos nos últimos meses sobre a queda drástica da audiência do Jornal Nacional têm estimulado nas redes sociais hipóteses diversas sobre a celebrada queda deste que é nada menos que o telejornal mais assistido no país há pelo menos 40 anos. A crise das novelas, a concorrência com a Record, a disputa com os serviços on demand, como o Netflix, a ascensão dos canais concorrentes: todos estão entre os fatores listados pelos críticos para explicar esta crise.
 
Chama-me a atenção em algumas análises a ênfase dada a uma hipótese menos verificável e mais interessante: a de que os índices decrescentes da gigante Globo revelam, de fato, uma crise na confiabilidade quase inabalável mantida historicamente pela emissora com a maior parte da população. Quase como a realização de um sonho utópico saído de Muito além do Jardim Botânico, o documentário “maldito” da BBC que denunciava (com certa imprecisão reconhecida posteriormente) as distorções feitas pela Globo durante vários episódios da história brasileira.
 
Esta visão se sustenta numa constatação – algo deslumbrada, embora bastante pertinente – de que a quantidade de veículos de comunicação que nos cerca tem nos tornado experts em mídia, e que estamos mais propensos a responder criticamente àquilo que consumimos. Este tipo de posicionamento se expressou, por exemplo, no artigo do jornalista Luiz Carlos Azenha na revista Fórum (leia aqui). Ele mesmo um ex-profissional da emissora, Azenha desconfia que o que era apenas “coisa de acadêmico” se tornou voz corrente dos brasileiros: a Globo faz política, tem visões nitidamente ideológicas que contaminam seus produtos e agora tudo isso estaria sob domínio público da nação. Graças, acredita ele, ao “advento das redes sociais”, que desenvolveu uma massa crítica de telespectadores capazes de identificar todos estes problemas.
 
Acredito que haja sintomas visíveis para assegurar, sim, um amadurecimento nosso, o público, que agora somos consumidores de mídia mais preparados. São mais canais de crítica circulando, mais debate público, mesmo em redes sociais, mais olhares variados e, consequentemente, mais desconfiança. São mais vozes que se levantam a partir do próprio público e agora buscam legitimidade. Afinal, hoje todos temos alguma ferramenta de comunicação em mãos e parecemos francamente dispostos a publicar nossas versões sobre os fatos neste vasto mundo da internet.
 
Grande mídia ainda fala, mas cada vez mais ouve
 
Os mais observadores talvez já constatem mudanças no jornalismo, televisivo ou não: visto que agora todos produzem algum tipo de informação, os telejornais precisam correr para se adaptar e a concorrer com as versões dos fatos vindas do “mundo lá fora”, e por isso menos associadas a este “padrão Rede Globo” de falta de transparência. Ou por que você acha, caro leitor, que cada vez mais as emissoras têm utilizado materiais gerados pelos seus espectadores?
 
Por outro lado, é preciso manter a sobriedade para não superestimar esta formação da “massa crítica” ou, mais arriscado ainda, acreditar no discurso fantasioso de que um maior acesso à comunicação signifique, necessariamente, uma melhor qualidade naquilo que se fala. Afinal, o discurso da desconfiança também pode ser raso e virar a regra. Basta ver que as opiniões do ódio continuam assaltando o espaço do debate consistente – razão que levou ao jornalista Leonardo Sakamoto a fechar os comentários em seu blog (leia mais aqui) – e Veja continua disparada como a publicação jornalística mais lida do país.
 
Parafraseando o texto de Azenha: sim, os grandes veículos jornalísticos ainda falam, mas cada vez mais ouvem – porém, estejamos certos de que estão sempre bem propensos a adaptar o que escutam para os seus próprios interesses. 


Fonte: Observatório da Imprensa
 
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