quarta-feira, 18 de outubro de 2017

“Aécio não tem condições de presidir PSDB”, diz Tasso

   

"Acho que ele não tem condições, dentro da circunstância que está, de ficar como presidente do partido. E nós precisamos ter uma solução definitiva e não provisória", disse Tasso, na manhã desta quarta-feira (18).

Tasso disse ainda que não conversou com Aécio após a votação de ontem (17) e que a decisão do Senado foi “mal interpretada”. "No meu entender, é dar ao senador Aécio o que ele não teve ainda, que é o direito de defesa", disse. "Aqui no próprio Senado ele vai ter o Conselho de Ética, onde vai ter que se defender. E ao mesmo tempo o julgamento no Supremo continua e ele vai ter o direito de apresentar sua defesa", afirmou.

Aécio está licenciado da presidência do PSDB desde que foi envolvido nas investigações da delação da JBS.



Fonte: Brasil 247

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Aécio salvo: saiba como votaram os senadores

Por 44 votos a 26 o plenário do senado salvou o mandato do tucano mineiro e derrubou medidas cautelares do STF 
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O Senado decidiu nesta terça-feira 17 derrubar as medidas cautelares impostas pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e, por 44 votos a 26, devolveu o mandato ao tucano. Da mesma forma, foram canceladas as determinações de que Aécio deveria cumprir recolhimento noturno e entregar seu passaporte.

Dos 81 senadores, 71 marcaram presença na sessão, incluindo o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que não vota.

O voto "sim" mantinha a decisão da Primeira Turma do STF de afastar Aécio, enquanto "não" a derrubava.

Confira abaixo como votaram os senadores na sessão plenária:
Acir Gurgacz (PDT-RO): SIM
Airton Sandoval (PMDB-SP): NÃO
Alvaro Dias (PODE-PR): SIM
Ana Amélia (PP-RS): SIM
Ângela Portela (PDT-RR): SIM
Antonio Anastasia (PSDB-MG): NÃO
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE): SIM
Armando Monteiro (PTB-PE):
Ataídes Oliveira (PSDB-TO): NÃO
Benedito de Lira (PP-AL): NÃO
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB): NÃO
Cidinho Santos (PR-MT): NÃO
Ciro Nogueira (PP-PI): NÃO
Cristovam Buarque (PPS-DF):
Dalirio Beber (PSDB-SC): NÃO
Dário Berger (PMDB-SC): NÃO
Davi Alcolumbre (DEM-AP): NÃO
Edison Lobão (PMDB-MA): NÃO
Eduardo Amorim (PSDB-SE): NÃO
Eduardo Braga (PMDB-AM): NÃO
Eduardo Lopes (PRB-RJ): NÃO
Elmano Férrer (PMDB-PI): NÃO
Fátima Bezerra (PT-RN): SIM
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE): NÃO
Fernando Collor (PTC-AL): NÃO
Flexa Ribeiro (PSDB-PA):  NÃO
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN): NÃO
Gladson Cameli (PP-AC):
Gleisi Hoffmann (PT-PR):
Hélio José (Pros-DF): NÃO
Humberto Costa (PT-PE): SIM
Ivo Cassol (PP-RO): NÃO
Jader Barbalho (PMDB-PA): NÃO
João Alberto Souza (PMDB-MA): NÃO
João Capiberibe (PSB-AP): SIM
Jorge Viana (PT-AC):
José Agripino (DEM-RN): NÃO
José Maranhão (PMDB-PB): NÃO
José Medeiros (PSD-MT): SIM
José Pimentel (PT-CE): SIM
José Serra (PSDB-SP): NÃO
Kátia Abreu (PMDB-TO): SIM
Lasier Martins (PSD-RS): SIM
Lídice da Mata (PSB-BA): SIM
Lindbergh Farias (PT-RJ): SIM
Lúcia Vânia (PSB-GO): SIM
Magno Malta (PR-ES): SIM
Maria do Carmo Alves (DEM-SE): NÃO
Marta Suplicy (PMDB-SP): NÃO
Omar Aziz (PSD-AM): NÃO
Otto Alencar (PSD-BA): SIM
Paulo Bauer (PSDB-SC): NÃO
Paulo Paim (PT-RS): SIM
Paulo Rocha (PT-PA): SIM
Pedro Chaves (PSC-MS): NÃO
Raimundo Lira (PMDB-PB): NÃO
Randolfe Rodrigues (REDE-AP): SIM
Regina Sousa (PT-PI):  SIM
Reguffe (S/Partido-DF): SIM
Renan Calheiros (PMDB-AL): NÃO
Roberto Requião (PMDB-PR): SIM Roberto Rocha (PSB-MA): NÃO
Romário (PODE-RJ): SIM
Romero Jucá (PMDB-RR): NÃO
Ronaldo Caiado (DEM-GO): SIM
Simone Tebet (PMDB-MS): NÃO
Tasso Jereissati (PSDB-CE): NÃO
Telmário Mota (PTB-RR): NÃO
Valdir Raupp (PMDB-RO): NÃO
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM): 
Vicentinho Alves (PR-TO): NÃO
Waldemir Moka (PMDB-MS): NÃO
Walter Pinheiro (sem partido-BA): SIM
Wellington Fagundes (PR-MT): NÃO
Wilder Morais (PP-GO): NÃO
Zezé Perrella (PMDB-MG): NÃO 



Agora confira como seu senador votou e comemore ou chore!

Informações do Carta Capital
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Senado derruba decisão do Supremo e garante volta de Aécio

 

Senado derruba decisão do Supremo e garante volta de Aécio

 

Aécio - assim como Temer - também foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa com base nas delações da JBS. Segundo a PGR, o tucano pediu e recebeu R$ 2 milhões como propina da empresa, além de ter atuado junto com o presidente Michel Temer para impedir o andamento da Operação Lava Jato.

A votação acontece depois da decisão do Plenário do Supremo que estabeleceu que cabe ao Congresso a palavra final sobre afastamento de parlamentares.

No total, 71 senadores apareceram para deliberar sobre o caso. Eram necessários 41 votos para a manutenção ou reversão das medidas. Foi necessário acionar parlamentares que estavam de licença médica, como Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Paulo Bauer (PSDB-SC), para votar e dessa forma garantir o quórum favorável ao tucano.



Fonte: Portal Vermelho

Aécio Neves (PSDB-MG) implora para ser salvo pelos pares no Senado

Brasília(DF), 25/04/2016 - Eleição dos membros do Comissão Especial que analisará processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado Federal - Na foto o senador Aécio Neves  Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

“A única coisa que peço é o meu direito de defesa. Permitam que eu apresente a minha defesa. Não posso ser condenado sem ter essa chance.” É com esse discurso que Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato pelo Supremo, tentou sensibilizar os poucos colegas do Senado com quem falou nos últimos dias. O tucano tem dito que prefere receber logo o veredicto de seus pares. A Casa pode definir nesta terça (17) se suspende a determinação do STF que o apartou do plenário.

Consultado por Aécio, Sepúlveda Pertence, ex-presidente do Supremo, chancelou a linha adotada pelo tucano. “Natural que o parlamentar tenha, antes da decisão do Senado, que vale por uma verdadeira condenação, o direito de defender-se.”

Aécio sabe que a situação é extremamente delicada. Não arriscou prognóstico sobre o placar de seu caso aos aliados. Disse apenas que não gostaria de ver a situação se arrastar indefinidamente.

Espera-se que cerca de 15 senadores não compareçam à sessão desta terça (17), o que aumentaria a chance de uma derrota do mineiro. Ele precisa de 41 votos. Por isso, há quem defenda que a votação seja transferida para quarta (18).

A competência da Primeira Turma do Supremo para decidir sobre o caso será questionada em plenário. O vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), deve ser o autor.

Agora pela manhã o STF decidiu que a matéria que selará o destino do tucano Aécio Neves será aberta e não fechada como queria ele e os aliados de Temer.



Daniela Lima – Painel 
Via: Debate Progressista 
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Temer faz agrado a bancada ruralista e altera conceitos de 'trabalho escravo'

 Trabalho Escravo

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Temer faz agrado a bancada ruralista e altera conceitos de 'trabalho escravo'

Mudanças sobre definições de "jornada exaustiva", "condição degradante" e "trabalho forçado" dificultarão o resgate de trabalhadores e a punição dos envolvidos

 Trabalho Escravo
 Entre 1995 e 2016, mais de 50 mil pessoas foram resgatadas de situação análoga à escravidão 

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, por meio da Portaria nº 1.129, publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União, alterou os conceitos que definem o trabalho escravo no Brasil. As mudanças atendem a antigas reivindicações da bancada ruralista e, coincidentemente, são publicadas em meio as articulações do presidente Michel Temer para escapar da segunda denúncia contra ele apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

De acordo com as novas definições, a “jornada exaustiva” e a “condição degradante” agora dependem da privação da liberdade do trabalhador para serem caracterizadas, ao contrário do entendimento que prevalecia até então e aplicado de acordo com o artigo 149 do Código Penal. A portaria publicada pelo governo Temer altera ainda o conceito de “trabalho forçado”, incluindo a necessidade de concordância do empregado com a sua situação de trabalho. A nova definição contraria o entendimento até hoje aplicado pelas operações de resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão, para quem a anuência ou não do empregado sobre sua situação é irrelevante.

"O governo está de mãos dadas com quem escraviza. Não bastasse a não publicação da lista suja, a falta de recursos para as fiscalizações, a demissão do chefe do departamento de combate ao trabalho escravo, agora o ministério edita uma portaria que afronta a legislação vigente e as convenções da OIT", afirma Tiago Muniz Cavalcanti, coordenador da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), do Ministério Público do Trabalho (MPT).

O vice-coordenador nacional da Conaete, Maurício Ferreira Brito, disse que a portaria do governo é um “instrumento normativo inadequado”, além de desregulamentar a publicação da lista suja do trabalho escravo. De acordo com a Portaria nº 1.129, a lista com os nomes das empresas envolvidas com trabalho escravo passa a ser divulgada apenas quando houver “determinação expressa do Ministro do Trabalho”, o que pode comprometer sua efetivação.

"O Ministério Público do Trabalho não ficará inerte diante de mais uma ilegalidade e está reunido, junto com outras entidades, públicas e privadas, para a adoção das medidas judiciais e extrajudiciais na sua esfera de atuação", anunciou Maurício Brito. Ele observa que a mudança dos conceitos acontece dias depois da demissão do chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) do Ministério do Trabalho, André Roston, e no contexto de outras ações “com natureza de retrocesso, relativas ao combate ao trabalho escravo".


 Fonte: RBA
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MPF pede afastamento cautelar de ministro da saúde de Temer

 

 
O ministério, comandado por Barros, negociava com uma empresa para construção de uma nova fábrica de hemoderivados e recombinantes em Maringá, no Paraná, "sem realizar licitação ou apresentar justificativas científicas, técnicas e legais para a medida", segundo o MPF.

A procuradora Regina Pontes Lopes afirma que Barros tenta "esvaziar as atribuições institucionais da Hemobras para o seu Estado, levando assim a produção e industrialização de hemoderivados essenciais ao SUS (Sistema Único de Saúde) e que, atualmente, são produzidos pela empresa em Pernambuco".

Na ação civil pública, o MPF pede a manutenção do contrato firmado do governo com a empresa pública Hemobras (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia), localizado em Pernambuco, evitando uma eventual transferência de tecnologia para processamento de plasma para um instituto que pertence ao governo do Paraná.

"O intento do Ministério da Saúde viola frontalmente os princípios da Administração Pública inscritos na Constituição da República, notadamente o da eficiência e moralidade", diz a procuradora, em nota do MPF.

Segundo o MPF, a transferência da unidade de produção da Hemobras também causa prejuízos, "além de cisão do mercado de fornecimentos de material plasmático, comprometendo 90% do orçamento da empresa pública."

"Isso é fruto da omissão do próprio ministro em dar continuidade a projeto de transferência de tecnologia que implicou investimentos em torno de R$ 1 bilhão para a viabilização da Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP)", diz.




Fonte: Portal Vermelho/Agências 
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FERNANDO HOLIDAY ACUSA FLANELINHAS DE FORMAÇÃO DE QUADRILHA.

Lutar a favor dos ricos e retirar direito dos mais pobres, parece não ser o suficiente para um dos lideres do MBL, que em um absurdo, Holiday tenta tirar o sustendo de flanelinhas.
Num projeto que tramita na câmara de vereadores de são Paulo. O vereador que ficou famoso por escândalos dignos do programa casos de família e por incitar o ódio à esquerda. Fernando Holiday; aquele mesmo do caixa 2 do final de campanha, resolveu apresentar uma pérola aos seus pares. 
Visando mais um ataque aos esquecidos por seu prefeito João Dória, Holiday apresentou um projeto que na prática proibi o serviço de flanelinhas, mas o que chamou atenção foi a forma como foi apresentada a justificativa para aprovação do projeto, Holiday chamou os flanelinhas de formadores de quadrilha. Será que tem moral para tal afirmação?
Holiday é conhecido por atacar negros, homossexuais e pobres, as suas contradições são muitas. No mais recente escândalo o rapaz que se declara homossexual, atacou o ator pornô Alexandre Frota (que diga-se de passagem não é flor que se cheire), chamando ele de tarado por travesti.  O que seria no mínimo esquisito partindo de um homossexual, qual o problema de Holiday com travestis? 
Em outros de seus posts Holiday chamou pobres de porcos que viviam num chiqueiro e comiam restos do estado. Vale lembrar que Holiday defende o prefeito que justamente quem quer implantar uma ração para pobres que seria originada de resto de comida, o que demonstra mais uma vez que guri travestido de político  é um verdadeiro hipócrita, um simples fantoche a serviço de um trabalho sujo, que só atende a elite e prejudica os mais pobres. Fato que partindo de apoiadores do golpe não é nenhuma novidade.
Holiday é a cara da esquerda mais se fantasia e age como de direita reacionária que prefere espalhar ódio, temor e sofrimento aos mais pobres e às minorias. Tentar tirar o pão de cada dia de um trabalhador sem renda extra num país em crise, com taxa de desemprego na casa acima de 13 milhões, é só o começo do fim desse projeto mirim de político que  pretende  um dia  ser gente.


O projeto de lei e os documentos anexos ao tal projeto podem ser vistos no site: http://www.camara.sp.gov.br/vereador/fernando-holiday/
Por: Pedro Oliveira
Finalização: Gabriel Hammer
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Venezuela: Partido de Maduro ganha 17 dos 23 governadores de estados nas regionais



Venezuela: Partido de Maduro ganha 17 dos 23 governadores de estados nas regionais

O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, no Governo) conquistou, nas eleições regionais de domingo, 17 dos 23 cargos de governadores de estado, anunciou o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Os dados foram divulgados pela presidente do CNE, Tibisay Lucena, que precisou terem sido contados 95,8% dos votos, faltando apurar os resultados do estado de Bolívar. A taxa de participação foi de 61,14%, acrescentou.

Segundo o CNE, o PSUV obteve maioria nos estados de Amazonas, Apure, Arágua, Barinas, Carabobo, Cojedes, Falcón, Guárico, Lara, Miranda, Monágas, Portuguesa, Sucre, Trujillo, Yaracuy, Delta Amacuro e Vargas.

Os estados de Anzoátegui, Nueva Esparta, Táchira, Mérida e Zúlia vão ser governados pela oposição ao regime de Nicolás Maduro.

A oposição perdeu o cargo de governador em estados importantes e considerados "ícones" opositores, incluindo, Miranda e Lara.

Ainda não foram apurados os resultados do estado venezuelano de Bolívar.
"Vitória nítida"
O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, celebrou hoje o resultado das eleições regionais de domingo, vincando que foi uma "vitória nítida" para o "chavismo" que conquistou 75% dos cargos de governador do país.

"Temos 17 governações, uma vitória nítida. O chavismo arrasou, a oposição tem cinco. Reconhecemos os resultados", disse.

Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, acompanhado por vários candidatos do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

"Estendo a minha mão a cinco governadores da oposição, para trabalhar pelas suas regiões", frisou, fazendo alusão a que cinco dos 23 Estados da Venezuela vão ser governados por opositores.

"O meu chamado é à paz, porque acredito que é o único caminho para recuperar a prosperidade económica e a estabilidade social", declarou o Presidente venezuelano.

Maduro sublinhou que a Justiça "será aplicada aos governadores que "cruzem a linha".

Por outro lado, o Presidente felicitou os venezuelanos pelo "recorde de participação", vincando que votaram dez milhões de eleitores, para "dizer ao mundo que na Venezuela há paz", que "o caminho não é queimar [provocar incêndios], nem "a violência".

"Esta vitória é uma proeza que tem dito não ao intervencionismo", frisou.



Fonte: RTP

sábado, 14 de outubro de 2017

Anatomia de um golpe naufragado

governo temer

Pela primeira vez estamos diante de um golpe que não se propõe a salvar nada. Ao contrário, se propõe a destruir tudo. Neste sentido, não se pode dizer que ele esteja fracassando
 

Todo golpe de estado fala em “salvar” alguma coisa: a pátria, a nação, a família, a propriedade, o sistema, a economia (os bancos), a tradição, a moralidade e os bons costumes etc.

Pela primeira vez estamos diante de um golpe que não se propõe a salvar nada. Ao contrário, se propõe a destruir tudo: empregos, investimentos, a educação, a saúde, a Petrobras, o pré-sal (aqui não é destruir, é vender), a capacidade de auto-defesa, a tecnologia e a indústria nacionais, o futuro, a política, as eleições o futuro…

Neste sentido, não se pode dizer que ele esteja fracassando. Está cumprindo seus objetivos permanentes, que são estes logo acima descritos. Só não vê quem não quer, só não viu desde o princípio quem não quis. Este princípio aludido foi a guinada para a direita das manifestações (dúbias desde o começo) de 2013, seguida da aplicação da máxima lacerdista em relação à eleição de 2014: a esquerda não deve ganhar, se ganhar não deve poder governar etc. É verdade que houve formas de colaboração das esquerdas: a inépcia jurídica do segundo governo Dilma, a proverbial inapetência petista para mexer na questão da mídia eternamente golpista, a aplicação parcial do receituário neoliberal a partir de janeiro de 2015, coisa que afastou as bases tradicionais de sustentação do governo, por exemplo.

O golpismo da mídia, a conspiração da Lava Jato, as tramas norte-americanas, o entreguismo de Temer e do PMDB, o inconformismo do PSDB, o ressentimento de grande parte da classe média, a avidez plurissecular da burguesia pelas benesses do Estado etc. explicam muita coisa, mas não tudo.

Então o golpe veio, com seu cortejo tétrico de menções às mães, famílias, cidades, invocadas naquele patético dia de abril de 2016 que inaugurou a nova noite em que o país mergulhava. Veio, viu e ganhou. Não fracassou, desejando as aves de rapina pelo governo federal, os cães pastores da extrema-direita pelas ruas. Nano fracassou, portanto. Ele veio para isto mesmo.

Mas naufragou. Ou se atolou em suas próprias contradições. Além de levar ao Palácio do Planalto uma chusma de acusados de todo tipo de crime lesa-pátria, a começar pelo de corrupção endêmica, as iniciativas econômicas do pseudo-governo são um desastre. Como, de resto, o ideário que as alimenta só provoca desastres pelo mundo inteiro, além de alimentar a extrema-direita.

O golpe é um naufrágio, rápido, seguro e de uma vez só. Sem gradualismo. A começar pela brigalhada entre seus próceres na mídia, no Judiciário, e na política. Não se entendem sobre o que fazer com Temer. Como sucede-lo? O que fazer com Aécio? Até mesmo sobre o que fazer com Meirelles e os desastres que provoca. O jeito é manter tudo no lugar e não olhar – nem pra trás, nem pro lado, nem pra frente. Não olhar. Fingir que não se vê o que se vê. É o que faz toda a cambada que apoiou o golpe, nas ruas, nas janelas com as panelas, na mídia, nos tribunais, no Parlamento, talvez até mesmo nas casernas.

Nas casernas? Talvez? Sim, porque este golpe teve um detalhe inovador. Nos golpes tradicionais, os civis golpistas açulavam e açulavam os militares. Estes, por fim, querendo “salvar” a disciplina, punham os tanques nas ruas. E saíam esbaforidos com suas lagartas rangendo pelo asfalto. Mas impunham um ritmo, uma disciplina, mesmo que carregada de repressão, torturas, assassinatos, como os decorrentes de 64 e 68. Os civis do golpe acertavam o passo e aceitavam a ordem unida.

Neste novo estilo neoliberal de golpe passou a prevalecer logo de cara a esculhambação. Faltou combinarem com militares, talvez porque naquele momento não houvesse a corporação por detrás. Ou parte dela, como em 1964.

Agora, enquanto se engalfinham, esperam que algo venha a “salvar” – não a pátria, não a economia, não a moralidade que mais que avacalharam – mas o próprio golpe. Seus candidatos a candidatos não têm luz própria. Bolsonaro, bem, Bolsonaro tem treva própria, é verdade. Mas a cena dele batendo continência à bandeira norte-americana pode promove-lo a líder da burguesia venezuelana, que costumava ir às manifestações anti-Chávez levando pequenas estátuas da Liberdade de Nova Iorque. 

Mas não o credencia muito para ser o líder da burguesia que alimenta os comentários econômicos da mídia mainstream do Brasil, mesmo que ela seja subserviente a Washington e seu consenso.

Hoje, a única coisa que une os golpistas é destruir o legado de um país que se concertava e consertava, e também a candidatura de Lula.

Conseguirão? A ver. Enquanto isto, vão esquartejando o país e cavando o próprio túmulo histórico. 
Haveria militares para salvá-los?

O golpe e seu governo se parecem cada vez mais com uma nau dos insensatos, à deriva da tempestade que deflagraram. Um Titanic da dimensão do Brasil.


Fonte: Rede Brasil Atual
 

UMA LOUCURA QUE NÃO TEM FIM! DRAGON BALL É A NOVA VÍTIMA DA DIREITA!

 

UMA LOUCURA QUE NÃO TEM FIM! DRAGON BALL É A NOVA VÍTIMA DA DIREITA!

Bancada evangélica se junta ao MBL para tentar proibir Dragon Ball de ser exibido no Brasil, um programa de verdadeiro sucesso mundial, agora é o novo alvo dos fascistas.
Se não bastasse a censura às obras de artes, ataques à exposição e todo tipo de sabotagem a democracia, a demagogia e loucura da bancada evangélica e dos radicais da direita. O Movimento Brasil Livre, que de Livre não tem nada, agora encabeça uma campanha para que o desenho  Dragon Ball passe a não mais ser exibido no Brasil, motivo: a falsa vitória de Mister Satan sobre Cel. 
A serie japonesa foi criada por Akira Toriyama. Originalmente iniciada com uma série de mangá  foi escrita e ilustrada por Toriyama. Teve os seus capítulos serializados na revista Weekly Shonen Jump de 1984 a 1995, com os seus 519 capítulos compilados em 42 volumes tankōbon e publicados pela editora Shueisha.  O  desenho é aclamado mundialmente, mas para a bancada evangélica é um culto satânico que levaram crianças do passado a tornarem-se criminosos da atualidade.
Para os defensores desta tese louca; está é claro que o culto a satanás é feito quando se troca a imagem de Jesus cristo como salvador para aclamar Mr. Satan, como salvador da humanidade, gerando confusão na cabeça das crianças que assistem ao desenho. Outros vão além e dizem que o desenho é uma verdadeira incitação à violência, satanismo e culto a falsos deuses, apologia sexual e um desrespeito a moral e bons costumes. A historia volta a se repetir e a nobre arte parece voltar no tempo em que liberdade de expressão era coisa de subversivos e comunistas.
Pegando carona na loucura o MBL chegou a postar um vídeo atacando o seriado japonês. Como a reação foi a pior possível, menos de 4 horas depois o vídeo foi retirado da página do grupo no Facebook.
O que parece um ato de insanidade na verdade é o inicio da tentativa de instalação da censura e o fim da liberdade dos pais decidirem o que as crianças podem ou não assistir, na prática isso quer dizer que a liberdade dos pais de educarem seus filhos estaria em risco, até por que na trama que se passa no desenho, nada tem a ver com religião; e a vitória de Satan é tida como falsa para qualquer criança que assiste os episódios, somente os personagens do próprio desenho sabem que Satan jamais venceu a batalha e que de fato não é o salvador da terra.
A loucura já beira ao ridículo, tá na hora de começarem a investigar o mal que de fato o MBL faz à sociedade, ainda mais aliada as loucuras fundamentalistas de evangélicos. Mais volto a afirmar que nem todo evangélico pensam ou agem de forma igual. Na verdade é apenas a velha historia do bem contra o mau. Tão combatida mais também muito cultuada em dias de hoje. 

Por: Pedro Oliveira
Edição: Gabriel Hammer

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

PSOL quer acompanhar exercício militar com EUA na Amazônia

Pedido foi a ministro da Defesa e a chefe do Exército. Na Câmara, cobrança de informações sobre a nebulosa operação 

Divulgação
Exército
Infantaria aeromóvel do Exército em treinamento


No início de novembro, o Exército fará um treinamento militar na Amazônia, numa área de fronteira com Peru e Colômbia, países cujas tropas estarão na atividade. As Forças Armadas dos Estados Unidos também vão participar, inédita presença do Tio Sam na Amazônia brasileira. Se os EUA terão portas abertas, por que não abri-las para um deputado? 

É o que quer o líder do PSOL na Câmara, Glauber Braga (RJ). O parlamentar protocolou o pedido no ministério da Defesa na segunda-feira 9. O documento destinava-se ao ministro Raul Jungmann e ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas. 

“A observação do exercício in loco poderá contribuir para o acompanhamento da operação com o máximo de transparência”, diz o deputado no ofício. 

No mesmo dia, Braga apresentou na Câmara um requerimento de informações dirigido a Jungmann. Quer detalhes sobre a presença, no treinamento, de militares que não sejam os dos países da tríplice fronteira. São cinco perguntas: 

1) No entendimento do Ministério da Defesa, o que justificaria o convite a militares de países de fora da América do Sul, e particularmente dos Estados Unidos, para participação em exercício militar na Amazônia brasileira? 

2) Quantos militares de outros países participarão do exercício Amazonlog17? Quais os seus nomes, nacionalidades e patentes, e quais funções desempenharão no exercício?

3) De quais outras formas os Estados Unidos participarão do exercício militar na Amazônia? Quais os nomes e funções do conjunto de estadunidenses (inclusive da equipe de saúde e de apoio logístico) que participarão da operação? 

4) O que justificaria o convite aos Estados Unidos para participar da instalação de uma base militar na Amazônia brasileira, ainda que temporária?

5) Segundo o sítio do Ministério da Defesa, empresas do setor de Segurança e Defesa, do Brasil e do exterior, apresentarão, em exposição ou durante o exercício, produtos que possam ser pertinentes à defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia. Quais empresas, brasileiras e estrangeiras, foram convidadas para essa exposição e participação no exercício, com base em quais critérios e segundo quais procedimentos? 

Para o governo ser obrigado a responder as questões, a Câmara precisa aprovar o requerimento. “A defesa da Amazônia é tema da maior relevância para a garantia da soberania e do desenvolvimento sustentável do Brasil, bem como dos direitos dos povos da região”, diz Braga no requerimento.

O deputado tem desconfianças adicionais, além daquelas apresentadas tanto no pedido para participar do treinamento (transparência) quanto para o requerimento de informações (defesa da Amazônia). “As riquezas da Amazônia e a maior reserva de petróleo do mundo estão muito próximas de onde será feito o treinamento”, afirma.

A maior reserva petrolífera do planeta fica na Venezuela, nação distante 600 quilômetros do centro da operação marcada para acontecer entre os dias 6 e 13 de novembro, Tabatinga, cidade de 60 mil habitantes no Amazonas, separada da colombiana Letícia por uma avenida e a uma corrida de barco da ilha peruana de Santa Rosa.

A Venezuela tornou-se um barril de pólvora nos últimos meses, graças a desavenças aparentemente insolúveis entre o governo chavista de Nicolás Maduro e a raivosa oposição direitista. Uma guerra civil não pode ser descartada.

Nesse clima, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse publicamente que considera usar uma ação militar no vizinho do Brasil, o que alimentou fantasmas de uma conflito armado. 

Na Venezuela, por exemplo, há chavista crente de que o treinamento é o prelúdio de uma invasão do país por mercenários que os EUA contactariam em novembro e depois incentivariam e abasteceriam. 

A precariedade de informações brasileiras sobre o treinamento é uma das causas dos fantasmas. Jungmann não é lá muito eloquente a respeito. Tocou pela primeira vez no tema em 15 de maio. Bravo, como lhe é peculiar. “Não tem tropa americana aqui, não tem exército americano aqui, nem vai ter.” 

Repetiu o tom em um debate no Senado em 29 de junho, única menção em três horas. “Esse é um caso escandaloso de fake news”, afirmou. “Serão quatro observadores, senhores, quatro observadores num exercício sobretudo voltado para a logística humanitária.” 

Seria um propagador de fake news o site oficial do Amazonlog, nome de batismo do evento que se compõe do exercício militar de novembro e de um simpósio e uma feira de negócios em setembro? “Em toda a região serão desenvolvidas ações conjuntas, multinacionais e interagências por tropas e agências brasileiras, colombianas, norte-americanas e peruanas”, diz o site. 

Ao listar os participantes do exercício militar por países, por órgãos brasileiros e por Forças Armadas, inclui entre estas últimas o “Comando Sul dos Estados Unidos”, ao lado de Brasil, Colômbia e Peru. Trata-se de uma instituição sediada em Miami, a olhar em nome do Tio Sam para tudo o que está para baixo dali, encarregada de operações no Caribe e na América do Sul.

Seu comandante, general Clarence Chinn, passou por Brasília em março, para conversar sobre os preparativos dos exercícios. De lá, viajou à Amazônia, a fim de conhecer o principal QG brasileiro na região.

Quatro dias depois da reportagem de agosto, o comando do Exército publicou em seu site um relato um pouco mais informativo. Dizia que os EUA participarão cedendo uma aeronave de transporte C130, uma cozinha móvel, uma estação de purificação de água e uma equipe de saúde. 

O teor do comunicado foi replicado parcialmente pelo Ministério da Defesa em 26 de setembro, no meio de um texto que abordava o início do simpósio que faz parte do Amazonlog17. 


Fonte: Carta Capital
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Requião: Analfabetos políticos estão destruindo o Brasil

 


Requião: Analfabetos políticos estão destruindo o Brasil

 



"O Brasil à deriva e esses analfabetos, esses tapados permanecem indiferentes à destruição da nação brasileira, à entrega do petróleo, dos minérios, das terras. Fecham os olhos às privatizações suspeitas, à liquidação da indústria nacional, à transformação do país em estado associado das potencias estrangeiras", afirmou.

De acordo com o parlamentar, o Brasil está "à beira da extinção, e os corredores desta casa, as galerias, os nossos gabinetes e as comissões sufocados por reivindicações corporativas. Aumento de vencimentos, ampliação de privilégios, isenções, exceções à regra, criação de castas, licença para o porte de armas, autorização para matar",

"São ou não são tremendos analfabetos políticos, tapados absolutos o juiz, o procurador, o policial federal, o defensor público, o ministro do TCU, os ministros de tribunais superiores que, por exemplo, veem passivamente, inertes o governo – todo ele atolado em denúncias de corrupção – vendendo o patrimônio público com absoluta liberdade de ação?", questionou.


Fonte: Brasil 247
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Com Brasil congelado, Câmara quer perdoar dívidas de aliados de Temer

 

Com Brasil congelado, Câmara quer perdoar dívidas de aliados de Temer

 

Após aprovar o benevolente programa de parcelamento de dívidas tributárias com o fisco, o Refis; e perdoar R$ 17 bilhões em dívidas de ruralistas, esta semana, foi a vez de a Câmara tentar aprovar a Medida Provisória 784/17, que possibilita acordos de leniência do Banco Central com bancos e demais instituições financeiras que cometeram ilícitos. No entanto, por falta de quórum, a votação da matéria foi adiada, mas para não perder a validade, precisaria ser aprovada até 19 de outubro.

Para Alice Portugal, a “leniência larga com o sistema financeiro é imoral”. “Não podemos compactuar com o perdão dos devedores. Só quem paga é o povo. Esta matéria prejudica os bancos públicos e, acima de tudo, o erário público. O Brasil está congelado, e nós estamos aqui, discutindo perdão aos devedores que apoiam este governo ilegítimo”, disse a parlamentar em referência à emenda constitucional 95, que congela por 20 anos os investimentos públicos.

O governo não pode utilizar recursos públicos para socorrer bancos desde 2000, quando foi sancionada a Lei de Responsabilidade Fiscal. Antes da legislação, na década de 1990, o Tesouro havia injetado bilhões nos bancos, por meio do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer).

 
Crise na base

 
Após a falta de sucesso em aprovar a matéria, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez duras críticas ao governo de Michel Temer. Segundo Maia, o governo, ao orientar deputados de sua base a não comparecerem à votação, foi desrespeitoso com o presidente do BC, Ilan Goldfajn, e com a Comissão de Valores Mobiliários – órgão que seriam responsáveis por conduzir os acordos de leniência, caso a MP fosse aprovada.

“Sem nenhum motivo, no meu ponto de vista, a orientação do governo foi para que deputados da base não dessem presença na votação. Então tem que ficar caracterizada a responsabilidade pela derrubada da Medida Provisória, que eu não poderia aceitar que fosse minha, numa área que conheço, o setor financeiro, em que trabalhei. E com todo esse trabalho feito pelo presidente do Banco Central fosse desrespeitado pelo próprio governo. Hoje o presidente do BC foi desrespeitado”, afirmou Maia.

Ele disse ainda que não vai mais colocar nenhuma MP em votação enquanto não for alterada a Constituição para se adotar um novo rito de tramitação deste tipo de proposta. Com esta decisão, a MP dos bancos poderá perder a validade.

“Não vamos votar nenhuma Medida Provisória até regulamentar. E já avisei ao presidente que MP que não tiver relevância e urgência será devolvida”, disse.

Dessa forma, mudanças na reforma trabalhista e o adiamento de reajustes aos servidores deverão ser encaminhados por projeto de lei por não serem "urgentes", assim como a discussão da leniência do BC. 



Fonte: Portal Vermelho
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Pagando o pato: governo prepara MP que aumenta as alíquotas do PIS e Cofins

Pato José Cruz_Agência Brasil

Pagando o pato: governo prepara MP que aumenta as alíquotas do PIS e Cofins

Pato José Cruz_Agência Brasil 

O Ministério da Fazenda quer aumentar as alíquotas do PIS/Cofins para compensar as perdas de arrecadação com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que excluiu o ICMS da base de cálculo desses tributos.

A equipe econômica prepara uma medida provisória para elevar os percentuais dessas cobranças. O objetivo é igualar as receitas que estavam previstas antes do julgamento do caso no tribunal, que ocorreu em março.

A maioria dos ministros do STF decidiu que o ICMS, um imposto estadual, não poderia ser incluído na base de cálculo do PIS e da Cofins, que são tributos federais.

Durante o julgamento, a AGU (Advocacia-Geral da União) afirmou que o governo poderia perder até R$ 27 bilhões por ano.

Para recompor as perdas, integrantes da área econômica afirmam que deve haver um aumento linear das alíquotas do PIS e da Cofins – atualmente de 1,65% e 7,6% sobre o faturamento, respectivamente. No conjunto, a cobrança dos dois tributos corresponde hoje a 9,25%. O reajuste pode ser próximo a um ponto percentual, o que elevaria a cobrança de PIS/Cofins para casa de 10%.

A Fazenda voltou a discutir o aumento na semana passada, quando foi publicado o acórdão do julgamento do Supremo sobre o caso. A proposta será enviada à Casa Civil para análise de ministros da área política e do presidente Michel Temer.

O aumento do PIS/Cofins só pode ser feito com mudanças na lei via medida provisória ou projeto de lei.



 Leia mais na Folha de São Paulo. 
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Bonifácio recomenda rejeição da denúncia contra Temer

 


Bonifácio recomenda rejeição da denúncia contra Temer

  

Agência Brasil

De acordo com o relator, o Ministério Público “mancomunado com o Judicário” trouxe um desequilíbrio nas relações entre os poderes, pois é um órgão “poderoso que se utiliza e domina a Polícia Federal”.

Segundo Andrada, a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) é um “relatório de acusações que atingem homens públicos desde 2001”. “É um ataque generalizado aos homens públicos do país, sem distinção”, disse. O parlamentar repudiou ainda em seu parecer o fato de partidos serem acusados de integrar uma organização criminosa. “É inadmissível que um partido político constitua uma associação para fins criminais”, afirmou.

O tucano deslegitimou ainda a gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista. Segundo ele, a gravação foi realizada “de forma criminosa” e não têm base. Dessa forma, conclui o parlamentar, ao rejeitar a acusação de que Temer seria o líder de uma organização criminosa, “ficam sem base as acusações levantadas contra os ministros de Estado”.

Os advogados de defesa dos três denunciados reforçaram as teses de Bonifácio de Andrada e reafirmaram que a denúncia é "inépta".

Após a manifestação dos advogados foi concedido um pedido de vista coletivo, concedendo mais tempo para que os deputados analisem o relatório. Com isso, a votação do parecer deve ser feita na semana que vem.

O parecer de Bonifácio ainda passará por votação na CCJC, antes de seguir para o Plenário da Câmara. Se for derrotado, outro relator será indicado para a apresentação de um novo texto, que represente a posição majoritária da comissão.

Para a líder do PCdoB na Câmara, deputada Alice Portugal (BA), “o constrangimento para o Brasil é sem limites”, e já passou da hora de o Parlamento exercer seu papel e encaminhar a denúncia ao STF. “Se não bastassem as provas fartas contra Temer, ainda tem os projetos e os prejuízos que a sociedade vem sofrendo”.

Independentemente do resultado da CCJC, a decisão final será tomada em votação no Plenário da Casa. Para que a Câmara autorize o Supremo Tribunal Federal (STF) a iniciar as investigações contra Temer, Padilha e Franco são necessários o mínimo de 342 votos favoráveis dos deputados.




Fonte: Portal Vermelho

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Patrícia Lélis a esperança venceu o medo e o preconceito.

A jornalista e ex-ativista de direita que encontrou na esquerda o apoio que não tinha no seu berço político, se encontra com Lula e pede perdão.
“E foi desse jeito que o Lula,o homem que eu mais difamei me recebeu,  Pensei que você não me receberia bem, ou sequer me receberia. Afinal eu fiz parte dos brasileiros hipócritas que te difamaram, mais uma vez, eu estava errada sobre você” (Patrícia Lélis- mensagem postada em seu Facebook).
Acostumada a circular no ninho de cobras da política brasileira, a jornalista Patrícia Lélis, conviveu por assim dizer com escoria da política. Filiada ao PSC, Patrícia chegou a ser líder da juventude do partido, até que um dia, conheceu a verdadeira face do partido. 
Acostumada ao discurso machista do partido e de políticos que convivia diariamente, Patrícia viu o seu pastor e principal figura de seu partido desmoronar diante de sua beleza, num caso que mudaria sua forma de ver a esquerda, tão odiada e difamada por ela mesma.  
Patrícia acusou publicamente o pastor e deputado Marco Feliciano de assédio sexual e tentativa de estupro e  o apoio que precisava veio justamente de onde ela menos esperava. As deputadas do PT, PSOL, Rede e PC do B, exigiram explicações e investigações ao deputado. Patrícia passava por um choque de realidade que jamais pensou em passar na vida, seus inimigos como assim ela os declarava, eram seus únicos aliados.
Passado pouco tempo após esse terrível incidente, Patrícia era novamente manchete; seu ex namorado deputado Eduardo Bolsonaro à perseguia e não aceitava o fim de seu relacionamento. Acuada, a garota não tinha outra saída senão apelar para a lei Maria da Penha. 
Novamente o apoio veio dos partidos de esquerda; a garota amadureceu e se tornou uma mulher corajosa e agora é defensora da esquerda e blogueira feminista. Mais uma nova guerreira que já é bem vinda ao verdadeiro mundo real de quem de alguma forma já foi descriminada, humilhada, perseguida e que hoje sobrevive à uma nova fase.
Como a mesma postou em seu Facebook, não achava que seria tão bem tratada pelo homem a quem ela caluniou, difamou e ajudou a criar mentiras. E hoje arrependida; Patrícia Lélis é a prova que enxergar com viés de um único olhar, não tentar ver os dois lados da história é um grande erro, e que mesmo tendo sido criada no ninho de cobras;  ela tem mais a oferecer e receber da esquerda do que de uma direita reacionária, suja, golpista, ladra e canalha, capaz de virar as costas aos seus no momento em que mais precisam. Pois eles realmente são assim. Andam de acordo com às cifras e acordos; mesmo que os mesmos precisem vender sua própria dignidade e até à família.
Torcemos que Patrícia Lélis não seja a primeira e muito menos à última pessoa a enxergar a cura. Já que vivemos em um país doente, que morre por um câncer enraizado chamado ódio à esquerda. Tão pregado e disseminado nas igrejas evangélicas e nas redes sociais. Diga-se isso, mesmo sabendo nós que "pra toda regra, existe exceção". Pois nem todo evangélico ou direitista é totalmente antagonista do Brasil contemporâneo.

Fotos:  Facebook
Texto: Emily Küpher
Colaboração: Pedro Oliveira
Edição: Gabriel Hammer 
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