sábado, 25 de março de 2017

Artistas circenses de rua do Piauí pedem mais apoio


                                                                                   

A arte circense é também uma necessidade humana e deve ser tratada com prioridade também. “Queremos ser visíveis” diz o militante na periferia “Carlos Sousa”. Ele acredita que a prefeitura e o Estado precisam ser conscientizados da importância do circo para que passem a apoiá-los  mais. 


Ele pede menos burocracia para concessão do alvará de funcionamento e cessão de terrenos públicos, além de isenção do IPTU para os terrenos particulares cedidos para montagem de circos no Piauí. Os artistas compreendem a necessidade de vistorias e documentos para garantir que o circo seja instalado com segurança, mas querem regras mais coerentes com o porte de cada circo para permitir que os pequenos e médios também consigam percorrer o País. 


"Se um circo chega numa comunidade e quer se instalar, não há problema. Agora, por que a Prefeitura ou Estado vai ter que disponibilizar espaço físico, estrutura sanitária? Se o empresário está investindo, ele tem que preencher esses requisitos".  


A falta de terrenos para montar os circos e o excesso de burocracia para permitir os espetáculos são reclamações antigas dos artistas circenses de rua em Teresina(PI). "Quase não tem terreno. Os poucos terrenos que têm a prefeitura  não aceita ceder, não quer o circo na cidade. E não explica o porquê". 


“Somos invisíveis em Teresina” diz Dailla Boaventura, que trabalha como artista circense de rua há 18 anos. Ela também pede apoio municipal  por meio da concessão de terrenos públicos - com água, luz e esgoto - para a montagem do circo.



Texto: Carlos Sousa
Edição: G. Hammer


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