sexta-feira, 21 de abril de 2017

Piauí perdeu 6,7 mil vagas de emprego em um ano

Dados do Caged foram divulgados ontem. Construção Civil e indústria da Transformação foram as que registraram as maiores perdas


 Piauí: segundo Caged, estado perdeu cerca de 6,7 mil vagas de emprego em um ano
Dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged) registrou fechamento de 6.779 postos de trabalho nos últimos 12 meses no Piauí. Os setores mais responsáveis pelo crescimento do desemprego no Estado são a construção civil e indústria de transformação, que registraram quedas de 5.393 e 1.172 no numero de empregados, respectivamente. Nos últimos 12 meses no Piauí, foram criadas 93.849 vagas formais de trabalho, enquanto 100.628 trabalhadores foram demitidos. 
 
 
De acordo com os dados, os setores de serviços, com a criação de 979 vagas de trabalho a mais que os demitidos e agropecuária, com saldo positivo de 136 vagas ajudaram a minimizar os efeitos do fechamento de vagas. O Caged do mês de março foi considerado negativo, principalmente porque ele vem após o de fevereiro ter registrado bons números. Em todo o Brasil, foram mais de 63 mil postos de trabalho fechados só no mês de março. 
 
 
Os dados do Piauí contrastam com os dados nacionais no que diz respeito aos setores que geram empregos. No Brasil, o ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira, culpou o comercio e o setor de serviços pelas demissões. O ministro ficou irritado porque as previsões apontavam saldo positivo de 10 mil vagas no mês de março. 
 
 
Quando avaliado apenas os números deste ano de 2017, até o mês de março, os números revelam que foram contratados 23.530 trabalhadores e 24.614 foram demitidos, um saldo negativo de 1.084 postos de emprego. 
 
 
Para a reportagem, o secretário de Trabalho e Empreendedorismo, Gessivaldo Isaías, destacou que não fica feliz pelos números do desemprego, mas ressaltou que no Piauí o efeito é menor que nos demais estados. O gestor citou também que o Governo vem desenvolvimento medidas para amenizar a situação. “Temos desenvolvidos vários cursos de qualificação para trabalhadores, tanto para que eles fiquem aptos a postos de trabalho como desenvolvam o empreendedorismo. Aliados do Sebrae, dos bancos do Brasil e do Nordeste, temos conseguido estimular o espirito de empreender e destinar créditos para pequenos negócios, o que ajuda a enfrentar o cenário atual”, citou Gessivaldo.
 
 
 
 
Fonte: O Dia

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