terça-feira, 11 de abril de 2017

STF autoriza inquéritos contra Ciro, Heráclito e Paes Landim na Lava Jato

Entre os nomes que vão ser investigados em inquéritos estão o do senador Ciro Nogueira (PP) e os deputados federais Heráclito Fortes (PSB) e Paes Landim (PTB)

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O site do jornal “O Estado de São Paulo” divulgou na tarde desta terça feira (11) que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, autorizou a abertura de inquéritos para investigar a participação de dezenas de políticos em supostos esquemas de propinas e caixa 2 envolvendo empresas investigadas pela Operação Lava Jato. Entre os nomes que vão ser investigados em inquéritos estão o do senador Ciro Nogueira (PP) e os deputados federais Heráclito Fortes (PSB) e Paes Landim (PTB).


De acordo com o site do “Estadão”, a autorização do ministro aconteceu em 04 de abril, após pedidos formulados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na lista divulgada com exclusividade pelo jornal, figuram três governadores: Tião Viana (PT), do Acre; Renan Filho (PMDB), de Alagoas e Robinson Faria (PSD) do Rio Grande do Norte.


A autorização de Edson Fachin também abrange 42 deputados federais, 29 senadores, nove ministros do Governo Temer, além dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) e do Senado, Eunício Oliveira(PMDB). Políticos influentes nacionalmente como os senadores José[e Serra (PSDB), Aécio Neves (PSDB), Romero Jucá (PMDB) e Renan Calheiros (PMDB) também estão na lista. Outras 22 pessoas também serão investigadas, incluindo ex-ministros, deputados estaduais, entre outros.


O  deputado federal Heráclito Fortes comentou através de nota pela sua assessoria de imprensa sobre o conteúdo da reportagem do Estadão. Ele afirmou que não tem conhecimento dos termos do inquérito e portanto, não pode se manifestar acerca da reportagem sem ser leviano e especulativo. O parlamentar lembra ainda que as menções  a ele até agora conhecidas envolvem a Odebrecht e foram formuladas pelo senhor Claudio Melo Filho. 


“Ele (Cláudio Melo) afirmou expressamente ter a construtora efetuado doações eleitorais em razão do bom trânsito do deputado no Congresso Nacional, e não como forma indireta de pagamento de propina.  O deputado Heráclito Fortes se manifestará concretamente sobre o pedido formulado pelo Procurador Geral tão logo tenha conhecimento de seu inteiro teor”, diz a nota da assessoria do deputado.


O DIA tentou contato com o senador Ciro Nogueira (PP) e com o deputado federal Paes Landim (PTB), mas até o fechamento desta edição, não obteve sucesso. Quando citado na delação de Cláudio Melo Filho, Paes Landim chegou a afirmar ao O DIA que o delator se enganou e que os recursos recebidos por ele foram legais e de conhecimento da Justiça Eleitoral, onde teve contas aprovadas.
 



Fonte: Jornal O Dia/Estadão

 

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