quinta-feira, 18 de maio de 2017

Denúncia contra Temer atinge reforma trabalhista, que é suspensa

Ricardo Ferraço (à direita) ao lado do colega de PSDB Aécio Neves, que teria pedido R$ 2 milhões para dono da JBS. Aécio foi afastado do cargo pelo Supremo 

 Ricardo Ferraço (à direita) ao lado do colega de PSDB Aécio Neves, que teria pedido R$ 2 milhões para dono da JBS. Aécio foi afastado do cargo pelo Supremo

 
Com o nome Projeto de Lei da Câmara 38/2017, a reforma trabalhista iniciou tramitação no Senado há duas semanas. Ferraço é o relator da Comissão de Assuntos Econômicos e também foi indicado para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O senador previa para a próxima semana a apresentação do relatório sobre a reforma.

 
“A crise institucional é devastadora. Não tem condição de manutenção do calendário. Primeiro precisamos resolver a crise institucional. Tudo suspenso!”, disse Ferraço.

 
A reportagem diz ainda que Ferraço não consultou Temer sobre a decisão. “Não vejo necessidade. Tenho convicção própria.” O governo pressionava pela rápida tramitação da reforma trabalhista para poder colocar em votação na Câmara a reforma da Previdência Social.

 
A decisão do senador confirma análise do consultor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Marcos Verlaine, que vê impacto direto entre as denúncias e a tramitação das reformas.

 
Entrevistado na manhã desta quinta-feira (18). ele afirmou: “O presidente liderava diretamente esse processo [das reformas]. Por exemplo, essa semana ele fez reunião com os membros das comissões de mérito da reforma (Assuntos Econômicos e Assuntos Sociais). Da forma como está implicado nas denúncias não tem condições morais de se manter à frente”, afirmou Verlaine.


 



Fonte: Vermelho


 

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