segunda-feira, 26 de junho de 2017

O desembarque do PSDB do governo é certo; Temer deverá ser afastado por 180 dias

temeraloysio


O PSDB está de malas prontas para abandonar Michel Temer. Os ministros tucanos entregarão os cargos que ocupam no governo. 


O movimento tem como objetivo derrubar o pmdbista antes de que a PEC das diretas seja aprovada na Câmara e no Senado.
 

Existe um movimento dentro do governo para contra atacar o PSDB. Aliados sugeriram a Temer demitir os ministros tucanos antes da sigla anunciar a debandada. Com isso, Temer poderia angariar mais votos para evitar uma derrota na Câmara quando o plenário for decidir se autorizará o STF abrir investigação contra o pmdbista.


Mas o movimento será em vão. Com a saída do PSDB, é quase certo que Temer não mais terá os votos necessários na Câmara que precisa para impedir que o STF aceite a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Até porque “partidos satélites tucanos” (DEM, PV e SD) votarão contra Michel.


O PSDB aposta que o STF aceitará a denúncia da PGR – após a autorização da Câmara – e que condenará Michel Temer no prazo de 180 dias. Sendo assim, eleições indiretas seriam convocadas.
 
 
Segundo uma fonte ligada à Câmara, o PSDB tem mais de um nome ligado ao Mercado que pode concorrer no Colégio Eleitoral.
 
 
 
 
Fonte: Debate Progressista 

A esquerda e o debate sobre a desmilitarização das polícias

Recentemente, nos governos populares, foi visível um aumento de renda e de qualidade de vida para parcelas antes miseráveis da população e nem por isso a violência diminuiu.

 
Possivelmente aumentou contra os jovens, contra os negros, contra os homossexuais e contra as mulheres; sem contar a violência doméstica que atinge as crianças e os idosos.

 
Talvez tenhamos sua origem ou agravamento como herança do modelo escravocrata que muito durou em nossa história, mas não só.

 
A Europa e seus países têm tradições terríveis de práticas sociais de violência, assim como nas relações sociais de todos os povos do planeta.  
 
 
Talvez a existência e manutenção da propriedade privada seja a causa maior, ou o próprio esforço da humanidade para romper sua condição de animal para sua condição de humano, talvez e só talvez, a transformação do macaco em homem tenha estabelecido uma relação de força e, portanto, violenta na luta pela sobrevivência da espécie.

 
A própria forma de produzir mercadorias através da transformação dos materiais é uma relação de violência, de destruição da própria matéria.

 
Sofre a esquerda em geral no que diz respeito à elaboração de políticas de segurança pública, admitindo no banditismo certo romance, um quê de heroísmo e contestação, um equivoco na verdade, posto que as estruturas de práticas de crime (nomeadamente o narcotráfico) servem ao capital, à manutenção da sociedade como se encontra e atingem principalmente os trabalhadores.

 
Esse é um debate fundamental e contemporâneo e nos obriga a rever dogmas, entre eles um mais recente que é a não compreensão do papel fundamental das forças de segurança e das forças militares na conquista e na manutenção do poder popular.

 
Uma das vertentes dessa incompreensão é a tal desmilitarização das polícias.

 
O termo militar causa erroneamente uma ojeriza entre os socialistas e parcela significativa dos comunistas.

 
Em nossa gênese partidária está a formação militar. Desde a origem da palavra militante, aquele que milita, aquele que pertence à milícia.

 
A primeira Revolução Socialista ocorreu cem anos atrás a partir de um levante armado dos operários e soldados russos, organizados como exército revolucionário de forma militar.
 
 
Hoje o equívoco se coloca numa confusão entre a forma técnica de se organizar uma força de segurança (militar) com a sua carga ideológica fascista.

 
As polícias militares não são violentas por serem militares. São violentas porque possuem uma doutrina historicamente violenta. São ideologicamente definidas como predisse Lênin em o Estado e a Revolução, como mecanismos de “coação de uma classe sobre a outra”.

 
Se observarmos o Hino da Polícia Militar de São Paulo (belíssimo, por sinal) com letra escrita pelo insigne poeta Guilherme de Almeida, modernista da primeira hora, os heróis retratados são Feijó e Tobias e os feitos heroicos a Guerra do Paraguai e o extermínio de Canudos. Personagens e ocorrências de extrema violência na história do Brasil.

 
No período da ditadura empresarial-militar a repressão em grande escala passava pelas estruturas das Policias Civis (de famosos delegados, entre eles Paranhos Fleury da Polícia Civil de São Paulo e sua Operação Bandeirantes - OBAN) que eram especializadas na tortura e desaparecimento dos militantes democratas em geral.

 
As polícias estadunidenses, civis em grande parte, são aparentemente letais e costumeiramente acusadas de práticas racistas e não são estruturas militares.

 
Portanto, ser policial violento não é prerrogativa do policial militar.

 
A esquerda em geral e principalmente os comunistas necessitam de milhares de militantes das forças de segurança em seus quadros.

 
É necessário disputar a hegemonia desses seguimentos. Necessitamos de mais policiais, guardas municipais, delegados, soldados, oficiais e generais em nossas fileiras, comungando das doutrinas da libertação da humanidade, qual sejam, o socialismo e o comunismo.

 
O Partido Comunista, principalmente, deve refletir em seu interior, o conjunto da sociedade brasileira (afora a burguesia e os setores imperialistas) e, nesse conjunto, uma parcela relevante de trabalhadores exerce sua profissão nas forças de segurança e nas Forças Armadas.

 
Não podem os comunistas relegar ao desprezo essa importante parcela dos trabalhadores e da estrutura do Estado (as quais estão ligados) no seu projeto de poder.

 
A História nos tornou militantes e revolucionários e a perspectiva do poder popular não pode prescindir de nenhuma dessas estruturas sob pena de não prevalecer.

*Marco Rocha (Portuga) é militante e dirigente municipal do PCdoB - SP
Fonte: Vermelho
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Centrais mantêm mobilização para o dia 30 contra reformas

A esquerda e o debate sobre a desmilitarização das polícias

Recentemente, nos governos populares, foi visível um aumento de renda e de qualidade de vida para parcelas antes miseráveis da população e nem por isso a violência diminuiu.

 
Possivelmente aumentou contra os jovens, contra os negros, contra os homossexuais e contra as mulheres; sem contar a violência doméstica que atinge as crianças e os idosos.

 
Talvez tenhamos sua origem ou agravamento como herança do modelo escravocrata que muito durou em nossa história, mas não só.

 
A Europa e seus países têm tradições terríveis de práticas sociais de violência, assim como nas relações sociais de todos os povos do planeta.  
 
 
Talvez a existência e manutenção da propriedade privada seja a causa maior, ou o próprio esforço da humanidade para romper sua condição de animal para sua condição de humano, talvez e só talvez, a transformação do macaco em homem tenha estabelecido uma relação de força e, portanto, violenta na luta pela sobrevivência da espécie.

 
A própria forma de produzir mercadorias através da transformação dos materiais é uma relação de violência, de destruição da própria matéria.

 
Sofre a esquerda em geral no que diz respeito à elaboração de políticas de segurança pública, admitindo no banditismo certo romance, um quê de heroísmo e contestação, um equivoco na verdade, posto que as estruturas de práticas de crime (nomeadamente o narcotráfico) servem ao capital, à manutenção da sociedade como se encontra e atingem principalmente os trabalhadores.

 
Esse é um debate fundamental e contemporâneo e nos obriga a rever dogmas, entre eles um mais recente que é a não compreensão do papel fundamental das forças de segurança e das forças militares na conquista e na manutenção do poder popular.

 
Uma das vertentes dessa incompreensão é a tal desmilitarização das polícias.

 
O termo militar causa erroneamente uma ojeriza entre os socialistas e parcela significativa dos comunistas.

 
Em nossa gênese partidária está a formação militar. Desde a origem da palavra militante, aquele que milita, aquele que pertence à milícia.

 
A primeira Revolução Socialista ocorreu cem anos atrás a partir de um levante armado dos operários e soldados russos, organizados como exército revolucionário de forma militar.
 
 
Hoje o equívoco se coloca numa confusão entre a forma técnica de se organizar uma força de segurança (militar) com a sua carga ideológica fascista.

 
As polícias militares não são violentas por serem militares. São violentas porque possuem uma doutrina historicamente violenta. São ideologicamente definidas como predisse Lênin em o Estado e a Revolução, como mecanismos de “coação de uma classe sobre a outra”.

 
Se observarmos o Hino da Polícia Militar de São Paulo (belíssimo, por sinal) com letra escrita pelo insigne poeta Guilherme de Almeida, modernista da primeira hora, os heróis retratados são Feijó e Tobias e os feitos heroicos a Guerra do Paraguai e o extermínio de Canudos. Personagens e ocorrências de extrema violência na história do Brasil.

 
No período da ditadura empresarial-militar a repressão em grande escala passava pelas estruturas das Policias Civis (de famosos delegados, entre eles Paranhos Fleury da Polícia Civil de São Paulo e sua Operação Bandeirantes - OBAN) que eram especializadas na tortura e desaparecimento dos militantes democratas em geral.

 
As polícias estadunidenses, civis em grande parte, são aparentemente letais e costumeiramente acusadas de práticas racistas e não são estruturas militares.

 
Portanto, ser policial violento não é prerrogativa do policial militar.

 
A esquerda em geral e principalmente os comunistas necessitam de milhares de militantes das forças de segurança em seus quadros.

 
É necessário disputar a hegemonia desses seguimentos. Necessitamos de mais policiais, guardas municipais, delegados, soldados, oficiais e generais em nossas fileiras, comungando das doutrinas da libertação da humanidade, qual sejam, o socialismo e o comunismo.

 
O Partido Comunista, principalmente, deve refletir em seu interior, o conjunto da sociedade brasileira (afora a burguesia e os setores imperialistas) e, nesse conjunto, uma parcela relevante de trabalhadores exerce sua profissão nas forças de segurança e nas Forças Armadas.

 
Não podem os comunistas relegar ao desprezo essa importante parcela dos trabalhadores e da estrutura do Estado (as quais estão ligados) no seu projeto de poder.

 
A História nos tornou militantes e revolucionários e a perspectiva do poder popular não pode prescindir de nenhuma dessas estruturas sob pena de não prevalecer.





*Marco Rocha (Portuga) é militante e dirigente municipal do PCdoB - SP

Fonte: Vermelho

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Centrais mantêm mobilização para o dia 30 contra reformas

Centrais mantêm mobilização para o dia 30 contra reformas

Entidades não usam o termo "greve geral", mas adotam o slogan "parar o país" contra propostas do governo 


As centrais sindicais confirmaram na última sexta-feira (23) que estarão nas ruas no dia 30 de junho contra as reformas do governo Temer, mas sem adotar o termo "greve geral". Em nota (leia abaixo), nove centrais, que se reuniram na sede do Dieese, em São Paulo, reafirmam disposição de "parar o Brasil". A reunião teve a presença de representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).


No início da semana que vem, os presidentes das entidades pretendem se reunir com líderes partidários no Senado, onde tramita o PLC 38, de "reforma" da legislação trabalhista. Depois de passar por duas comissões, o texto está agora na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa e deverá ser votado na terça-feira. As centrais destacaram a vitória obtida na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde o relatório governista foi derrotado, mas observam que tanto a reforma trabalhista como a da Previdência, na Câmara, ainda não foram "enterradas". 


Em pouco mais de duas horas de reunião, nesta tarde, dirigentes mostraram visões diferentes quanto ao formato do dia 30, que chegou a ter indicativo de greve geral e assim foi divulgado em algumas categorias. Prevaleceu a visão de que é melhor organizar manifestações e preparar, conforme a conjuntura, um movimento de proporção maior no segundo semestre. A tendência é de que a sexta que vem tenha  paralisações pontuais, sem interrupção do transporte coletivo. "Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos", afirmam as centrais.


Nesta semana, sindicalistas de vários sindicatos ligados ao setor de transporte participaram de uma plenária em São Paulo, para discutir uma possível adesão ao movimento. "Acredito que temos uma dificuldade real", observou o presidente da Nova Central no estado, Luiz Gonçalves, o Luizinho, observando que os trabalhadores têm disposição de parar, mas o movimento está vinculado à agenda do Congresso Nacional, onde são discutidas as reformas.


Na quinta-feira (22), os metroviários de São Paulo fizeram assembleia e aprovaram indicativo favorável à participação no dia 30. Mas a definição sairá de nova assembleia, marcada para a véspera.
"A UGT vai jogar pesado na mobilização, parando categorias", afirmou durante a reunião o secretário-geral da entidade, Francisco Canindé Pegado. "A vitória que tivemos (na CAS do Senado), ainda que parcial, dá mais ânimo", disse Luiz Carlos Prates, o Mancha, da coordenação nacional da CSP-Conlutas.


"O governo tentou ensaiar uma recuperação econômica do Brasil", comentou o presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira, acrescentando que apenas do último trimestre do ano passado para o primeiro deste ano o país teve acréscimo de 1,1 milhão de desempregados, para um total recorde de 14 milhões. "Na nossa opinião, o governo Temer está caindo pelas tabelas. A pressão se faz na medida em que as ruas gritam."


"Estamos vivendo um período de grandes jornadas de luta", disse o vice-presidente da CTB Nivaldo Santana. A central está realizando congressos estaduais, preparando-se para o encontro nacional de 24 a 26 de agosto, em Salvador. "A orientação da CTB tem sido bastante clara: participar das jornadas de junho", lembrou Nivaldo, para quem o foco da discussão não é saber que o ato do dia 30 será maior que o de 28 de abril, mas manter a pressão contra as reformas e o governo.


O secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, avalia que há categorias mais e outras um pouco menos organizadas para uma paralisação. Segundo ele, é preciso manter a mobilização e aguardar as votações no Congresso, acompanhando a agenda do parlamento. Na semana que vem, serão mantidas atividades nos aeroportos e nas bases eleitorais dos senadores. "Nossa vitória na comissão que analisou a reforma trabalhista foi simbólica e isso nos anima. Hoje, temos certeza que podemos vencer e derrotar a reforma."


Para o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, a greve geral é um trunfo que deve ser guardado "para um momento mais propício". O importante, segundo ele, "é que haja uma articulação geral de paralisação e que os sindicatos demonstrem sua contrariedade com as reformas". Parte das centrais tenta negociar com o governo medidas que reparem, em alguma medida, prejuízos causados pela reforma trabalhista, caso aprovada. 
As centrais voltarão a se reunir na primeira semana de julho.


Confira a nota das centrais sindicais:


Dia 30 de junho - Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria


As Centrais Sindicais têm acompanhado cotidianamente os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a mais ampla e profunda tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através da tramitação das Reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional.


A ação unitária das Centrais Sindicais tem resultado em uma grande mobilização em todos os cantos do país, como vimos nos dias 08 de março, 15 de março, na Greve Geral de 28 de abril e no Ocupa Brasília em 24 de maio. Como resultado do amplo debate com a sociedade e das mobilizações, conseguimos frear a tramitação da Reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na Reforma trabalhista, com a reprovação na CAS (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado).


Mas ainda não enterramos essas duas reformas, e por esse motivo, continuamos em luta. Nesse contexto, as Centrais Sindicais reunidas no dia de hoje conclamam todas as entidades de trabalhadores a construir o dia 30 de junho de 2017 e o seguinte calendário de luta:

• 27 de junho: audiência dos Presidentes das Centrais Sindicais no Senado

• 27 a 29 de junho: atividades nos aeroportos, nas bases dos senadores e no Senado

• 30 de junho: Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria

• No dia da Votação da Reforma Trabalhista no Senado: mobilização em Brasília.

Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

CSP Conlutas – Central Sindical e Popular

CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

CUT – Central Única dos Trabalhares

Força Sindical

Intersindical – Central da Classe Trabalhadora

NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores

UGT – União Geral dos Trabalhadores





Edição: RBA
Fonte: Brasil de Fato

domingo, 25 de junho de 2017

Jornal Nacional: cenário novo e as velhas malandragens de sempre

Lula



O cenário do JN pode ser novo e cheio de tecnologia. Mas o jornalismo da Globo continua parcial e manipulador como nos comícios das Diretas, em 1984, ou no debate de 1989.

 


Segue abaixo a nota enviada e não lida pelo telejornal da família Marinho.

 
Verifica-se nos próprios trechos vazados à imprensa que as afirmações de Joesley Batista em relação a Lula não decorrem de qualquer contato com o ex-Presidente, mas sim de supostos diálogos com terceiros, diálogos que sequer foram comprovados. Delações feitas para obter benefícios judiciais não tem valor de prova.

 
A verdade é que a vida de Lula e de seus familiares já foi - ilegalmente - devassada pela Operação Lava Jato. Todos os sigilos - bancário, fiscal e contábil - foram levantados e nenhum valor ilícito foi encontrado, nem conta no exterior. Porque o ex-presidente Lula não tem nenhuma conta no exterior.





Fonte: Site do Lula 

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Sobre formas e a nova cara do Jornal Nacional


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Juristas europeus analisam a perseguição judicial a Lula

 

Depois do depoimento de Luigi Ferrajoli, no Senado italiano, detonando a Lava Jato, chamando o juiz Sergio Moro de juiz da Inquisição, juristas europeus começaram a se preocupar seriamente com o que está acontecendo no Brasil.
***


Processo de Lula será analisado por professores de Direito da Europa

SEX, 23/06/2017 – 16:05
 
ATUALIZADO EM 23/06/2017


Jornal GGN – O caso triplex, em que Lula é acusado pela força-tarefa da Lava Jato de receber propina da OAS, será analisado por uma equipe formada por professores de Direito de três universidades da Europa, em parceria com o advogado Rafael Valim, da PUC-SP. A ideia é formular um relatório indicando se o processo penal contra o ex-presidente foi “imparcial e independente”.

Desde o dia 21 passado, o juiz Sergio Moro está com o processo concluso para sentença. O GGN apontou, em reportagem que analisa a decisão do magistrado em 10 ações penais, que quando há petistas sentados nos bancos do réus, Moro costuma divulgar o resultado do julgamento, em média, dentro de duas semanas. Leia mais aqui.


A expectativa da chamada Análise Internacional Independente sobre o Processo Penal de Lula é de concluir o relatório e torná-lo público em agosto.


Após avaliar as provas contra e a favor de Lula, o grupo pretende verificar “se o Estado de Direito tem sido observado” e “avaliar os impactos da cobertura e dos comentários da mídia
sobre o julgamento”.


Participam do projeto os professores Roberta Bortono, da Universidade de Roma, na Itália; Gunter Frankenberg, da Universidade Johann Wolfgang Goethe, na Alemanha, Javier Garcia Oliva, de Oxford, Reino Unido, além de Rafael Valim, autor da obra “O caso Lula”, ao lado de Cristiano Zanin e Valeska Teixeira, advogados do petista.


A Lava Jato ainda investiga Lula por causa do sítio de Atibaia, da empresa de palestras e o Instituto Lula.



Fonte: O Cafezinho 

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Cunha diz que delação de aliado levará Geddel e Moreira Franco para a cadeia

 

Cunha diz que delação de aliado levará Geddel e Moreira Franco para a cadeia

Segundo Coluna do Estadão, a previsão foi feita a delegados da PF sobre delação do doleiro Lúcio Funaro. E estaria também tomando notas para negociar seu próprio acordo e reduzir penas

 

Nota na Coluna do Estadão de hoje destaca previsão feita pelo ex- presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, preso pela Operação Lava Jato. Segundo o texto, Cunha teria dito a delegados da PF que tomavam seu depoimento que a delação do doleiro Lúcio Funaro levará Geddel Vieira Lima e Moreira Franco para a prisão.  Cunha também teria comentado que  será solto em breve pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Funaro é muito ligado a Cunha e atuava em esquemas para liberar empréstimos na Caixa Econômica Federal, recebia propinas e declarou nos seus depoimentos preliminares ter repassado pelos menos R$ 20 milhões a Geddel. Acusou também o ex-ministro de Temer de ter ligado várias vezes para sua esposa preocupado com possível delação que faria (leia aqui).
 
 
Escrevendo notas para delação — A Folha de S.Paulo também informa hoje que Cunha estaria há mais de um mês escrevendo a mão os termos de uma proposta de delação premiada em sua cela na prisão. Entre as histórias, a do suposto esquema de propina para liberação de verbas do Fundo de Investimento do FGTS. Embora viesse se negando fazer a delação, o jornal aponta que ele mudou de ideia ao saber da intenção de Lúcio Funaro de fazer acordo.
 
 
 
 *Com informações de O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo
Fonte: Revista Fórum
 
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Reter FGTS e multa é confisco, perversidade e assalto, dizem centrais

 

Para centrais, medida do governo fere direito do trabalhador a proteção contra o desemprego

 FGTS

CUT afirma tratar-se de “uma das maiores perversidades do governo ilegítimo”. Para Força, revela “uma clara falta de sensibilidade social por parte dos tecnocratas do Ministério”



A ideia de reter parte do saque do FGTS e da multa de 40% a que os trabalhadores demitidos sem justa causa têm direito é rechaçada por centrais sindicais. As entidades levar o risco a suas agendas de mobilização contra a retirada de direitos e avaliam também ações judiciais caso o governo leve a intenção adiante. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou nesta sexta-feira (23), que a medida está sendo estudada pela equipe econômica.


“É uma das maiores perversidades do governo ilegítimo e golpista de Temer. Esse dinheiro não é do governo. É dos trabalhadores. Um país com mais de 14 milhões de desempregados tem de pensar em formas de geração de emprego e renda, de proteção ao trabalhador no momento em que este está mais desesperado e, não, confiscar o FGTS”, afirma a CUT, em nota. “A CUT tomará todas as medidas de mobilização e legais cabíveis para impedir este novo assalto a um direito do trabalhador.”



A Força Sindical também divulgou comunicado em que afirma considerar a medida estudada pela área econômica “um verdadeiro confisco” e que a central pretende entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) “contra esta nefasta medida”. A entidade aponta para “uma clara falta de sensibilidade social por parte dos tecnocratas do Ministério”.




Fonte: Rede Brasil Atual


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Presidente do Conselho de Ética arquiva pedido de cassação de Aécio

 

Presidente do Conselho de Ética arquiva pedido de cassação de Aécio

 


 

O pedido foi feito pela Rede e pelo Psol após a delação da JBS, que atinge diretamente o tucano. Aécio foi flagrado em um telefonema gravado por Joesley Batista pedindo R$ 2 milhões ao empresário. Parte do dinheiro (R$ 500 mil) foi entregue ao seu primo, Frederico Pacheco, que chegou a ser preso, mas passou a cumprir prisão domiciliar nesta semana.

 

"Decidi arquivar porque não achei elementos convincentes para processar o senador", justificou o presidente do colegiado, segundo o G1. "Me parece que fizeram uma grande armação contra o senador Aécio", acrescentou.



Fonte: Brasil 247

Manifestantes fazem passeata até o STF para pedir a anulação do impeachment de Dilma

Anula 

Manifestantes de todo o país foram à Brasília-DF, na quarta feira dia (21), realizaram um ato para pedir o anulamento do impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff. O movimento foi organizado pelo Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment (MNAI) e o Partido da Causa Operária (PCO)

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No início da tarde, realizou-se um ato-debate, na Esplanada dos Ministérios, com a participação de Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO, Édva Aguilar, do MNAI e Érica Kokay, deputada federal pelo PT-DF. O deputado federal pelo PT-RS, Paulo Pimenta, cancelou a participação devido ao recente procedimento cirúrgico a qual foi submetido, mas deixou uma mensagem de apoio ao ato. Os representantes discutiram a conjuntura do golpe e a necessidade do retorno imediato da presidenta eleita para derrotar a agenda imposta por aqueles que tomaram o poder.

“O Mandado de Segurança impetrado pela presidenta Dilma Rousseff para alunar o impeachment só vai ser julgado se o povo pressionar”, disse Edva Aguilar. 

“Sem derrotar os golpistas, nós não teremos condições de ter verdadeiras eleições no país. O cancelamento da eleição por um ato de uma quadrilha, que se apoderou do Congresso Nacional, liquida com a eleições democráticas até que essa quadrilha, até que esses bandidos tenham sido completamente derrotados”, disse Rui Costa Pimenta.

“É um momento muito decisivo que o Brasil está vivenciando para que nós possamos disputar as hegemonias, disputar as narrativas e para que nós possamos devolver o Brasil aos brasileiros e brasileiras”. “Esse é o Brasil de tantos brasileiros e brasileiras que ousaram dizer ‘pera lá, moço, nos respeite’ e por isso nós estamos aqui para dizer ‘fora, Temer’, ‘volta, Dilma'”, disse Érica Kokay.  

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Após a plenária, houve atividades culturais.


Às 16h30, o grupo – que contou com a participação de centenas de pessoas – fez uma passeata da Esplanada dos Ministérios até a frente do Supremo Tribunal Federal, onde foi exigida a anulação do impeachment. O coordenador da corrente Sindical Nacional Causa Operária, Antônio Carlos, utilizou o microfone para chamar atenção dos ministros. Os manifestantes portavam faixas e cartazes com dizeres ao STF, além de gritarem diversas palavras de ordem pedindo à Corte que suste a decisão do Senado, que foi absurda, utilizaram um pretexto (pedaladas fiscais) para dar um ar de legalidade no processo que cassou a presidente eleita Dilma Rousseff.

No final da programação, Édva Aguilar e a vocalista da banda Junkbox – de Belo Horizonte-MG –, Malu Aires, deixaram no STF uma carta endereçada à presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia. No documento, foi pedido que a magistrada acelere a tramitação do Mandado de Segurança nº 34.441 – que trata da nulidade do processo de impeachment.





Informações do Debate Progressista
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Comandante do Exército: Brasil precisa de projeto de desenvolvimento

  

14 milhões de desempregados e Temer diz: País vive "momento próspero"

Temer acompanhado do ministro das Negócios Estrangeiros da Noruega, Senhor Borge Brende, e do ministro das Relações Exteriores, o tucano Aloysio Nunes

 

Comandante do Exército: Brasil precisa de projeto de desenvolvimento

 



Ele concordou com a afirmação do senador Roberto Requião (PMDB-PR) para quem “o Brasil é grande demais pra abrir mão de um projeto nacional”.

 

“É exatamente isso, o Brasil é um superdotado num corpo de adolescente. A Amazônia continua praticamente abandonada, falta um projeto e densidade de pensamento”, enfatizou o comandante do Exército, que voltou a reiterar declarações recentes dadas à imprensa de que “o Brasil está à deriva, sem rumo”, como consequência de um acúmulo de crises que iria além de seus aspectos econômicos.

 

“Se fôssemos um país pequeno, poderíamos nos agregar a um projeto de desenvolvimento de um outro país. Como ocorre com muitos. Mas o Brasil não pode fazer isso, não temos outra alternativa a não ser sermos uma potência. Não uso esse termo na conotação negativa, relacionada a imperialismo, mas no sentido de que necessitamos de uma densidade muito grande”, salientou.

 

Ele reforçou que o Brasil precisa de um projeto de desenvolvimento nacional com um plano estratégico de monitoramento de fronteiras e defesa cibernética. “Todos os programas estão sofrendo restrições e atrasos”, destacou ele, se referindo ao congelamento de gastos imposto pelo governo de Michel Temer, que cortou os investimentos por 20 anos, colocando em risco esses projetos.

 

Questionado sobre a possibilidade de intervenção militar, invocada por setores da direita conservadora, o general foi categórico: “É muito triste que a população veja como alternativa uma intervenção militar. Isso está absolutamente anacrônico, haja vista o que aconteceu na Turquia. Esta hipótese está absolutamente afastada”.

 


Polarização política

 


Em uma análise profunda da atual conjuntura política, em que a polarização afastou o debate político dando vazão à antipolítica, Villas Bôas afirmou que um dos equívocos cometidos pela sociedade brasileira foi deixar-se levar pelas linhas de confrontação ideológica existentes na Guerra Fria, o que dividiu setores, levou ao abandono de um projeto nacional e evolui hoje para a “perda da identidade e o estiolamento da autoestima”.

 

Sobre os projetos anunciados pelo governo Temer que ampliam a liberação para exploração estrangeira em relação a minérios, assim como também a venda de terras para estrangeiros, Villas Bôas disse ser contrário à venda de terras nas regiões fronteiriças, reiterando que se absteria de comentar a questão em relação a outras partes do território.

 

Projeto de Temer sobre exploração estrangeira

 

No entanto, o comandante do Exército fez questão de reiterar que vê com “preocupação” uma maior abertura para a exploração das riquezas minerais por empresas estrangeiras. Ele citou levantamentos feitos pelo Exército que indicam uma “estranha coincidência” entre a demarcação de terras indígenas com a presença das riquezas minerais.


 

Segundo ele, a Bolsa de Futuros relacionada à exploração mineral sedia-se no Canadá, de onde advém grande parte da pressão internacional pela instalação de unidades de conservação.

 

“Eles trabalham no sentido de neutralizar áreas, amortecer, já que não tem a capacidade de explorar imediatamente. E ficam esperando certamente momentos oportunos pra buscar estas oportunidades, então acho que isso tem que ser muito considerado”, denunciou.

 

Villas Bôas disse ainda que é preciso entender que não há contradição entre desenvolvimento e preservação ambiental, no que se refere à Amazônia.

 

“Morei lá por oito anos e penso justamente o oposto. O que vai salvar a região amazônica, inclusive a natureza, é o desenvolvimento. É a implantação de polos intensivos para empregar aquela grande mão de obra, impedindo que ela vá viver do desmatamento extensivo”, argumentou, afirmando que a Amazônia é um reflexo da ausência de um projeto como um todo para o país e sua “vulnerabilidade” à ações externas.

 


Crítica ao decreto de Temer

 

O general afirmou que o uso de militares em atividades de segurança pública é “desgastante, perigoso e inócuo” e disse que o modelo, usado por meio de decretos presidenciais, deveria ser repensado.

 

A afirmação do general Villas Bôas foi uma crítica a decisão de Michel Temer de convocar as Forças Armadas para conter manifestações contra as reformas trabalhista e previdenciária, de 24 de maio, conflagradas por uma greve geral convocada pelas centrais sindicais que paralisou o país.

 

Por meio de decreto, Temer convocou o Exército a fazer a segurança do Distrito Federal por uma semana. Após uma saraivada de críticas, o governo revogou o decreto em menos de 24 horas após a sua publicação.


 

“Nós não gostamos desse tipo de emprego. Não gostamos”, disse o general aos senadores. Villas Bôas disse que, internamente, o recurso ao decreto “causou agora recentemente alguma celeuma”.

 

O general também criticou o uso das Forças Armadas em operações classificadas como “garantia da lei e da ordem”, entre as quais a ocupação da Favela da Maré, no Rio de Janeiro.

 

“Eu, periodicamente, ia até lá [Favela da Maré] e acompanhava nosso pessoal, nossas patrulhas na rua. E um dia me dei conta, nossos soldados, atentos, preocupados, são vielas, armados, e passando crianças, senhoras, pensei, estamos aqui apontando arma para a população brasileira, nós estamos numa sociedade doente”, relatou.

 

“Lá [na favela da Maré] ficamos 14 meses. No dia em que saímos, uma semana depois, tudo havia voltado ao que era antes. Temos que realmente repensar esse modelo de emprego, porque ele é desgastante, perigoso e inócuo”, complementou Villas Bôas.






Fonte: Vermelho/Agência  Senado

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sobre formas e a nova cara do Jornal Nacional

 

Durante o trabalho noturno de leituras e correção de trabalhos de alunos(as), rendo-me à assistência do JN, agora com nova roupagem. Em meus interesses sobre a forma das coisas, comecei a observar detidamente o cenário, a bancada. E confesso que tive dificuldade em permanecer atenta por uma questão de ótica: o exagero dos (d)efeitos visuais, como bem lembrou Valmir Costa, as luzes que se assemelham aos holofotes de grandes eventos e, assim, vão nos anestesiando com seus efeitos alucinógenos. Letreiro de motel de beira de estrada perde feio. Mas como forma não é mero detalhe, dá pra intuir que essa mudança (mais uma num lapso de tempo relativamente curto) sinaliza para algo de fundo, para a decadência do jornalismo global que tenta nos engabelar por meio de uma duvidosa plasticidade e beleza visual (o termo global aqui tem sentido duplo: planetário e da Rede Globo. Refiro-me, claro, a esse modelo de negócio que se desmancha).


Vem de longa data a relação forma X conteúdo, todos(as) sabemos. Vistos de maneira dicotômica, quase sempre o segundo levou vantagem sobre a primeira no que diz respeito à produção de sentidos. No entanto, temos uma longa discussão teórica, eu mesma a enfrentei no doutorado, sobre a importância da forma na produção de sentidos. O pensador Mouillaud, já teria afirmado o quanto a hierarquização entre forma e conteúdo não é produtiva: o termo conteúdo remete à metáfora de uma caixa ou de um escrínio nos quais um objeto está, de fato, “contido”. Para esses analistas, a própria língua era apenas um envelope do sentido, do qual era necessário extrair as “categorias”, assim como se separa a amêndoa do caroço. (…). À primeira vista, a embalagem e o objeto podem ser separados sem que o objeto perca sua identidade; entretanto, um perfume continuaria a ser um perfume sem seu frasco? O presente permanece um presente sem as fitas e as graças que os envolvem? A prece é prece sem seu gestual? (MOUILLAUD, 1996: 29).
Renata Vasconcellos, Roberto Irineu Marinho e William Bonner na inauguração do novo estúdio do Jornal Nacional (Foto: João Cotta/Globo)


Considerando, então, que forma e conteúdo são indissociáveis, a nova identidade visual deve ser percebida e analisada como um forte indício de que as matérias, os textos também já foram solapados, rebaixados a uma categoria estética e política que de jornalismo não tem nada. A cobertura política da política disso nos dá testemunho. Prospectemos, portanto, novas formas, formatos de notícia. Decididamente, o JN é triste retórica que atrasa o país. Descendo ladeira abaixo, quer nos levar a todos para o precipício.



Foto: Divulgação/ Globo



Por:  *Rosane Borges, 42 anos, é jornalista, professora universitária e autora de diversos livros, entre eles “Esboços de um tempo presente” (2016), “Mídia e racismo” (2012) e “Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro” (2004).



Adaptação: G. Hammer

Fonte: Jornalistas Livres

14 milhões de desempregados e Temer diz: País vive "momento próspero"

Temer acompanhado do ministro das Negócios Estrangeiros da Noruega, Senhor Borge Brende, e do ministro das Relações Exteriores, o tucano Aloysio Nunes



Com uma agenda completamente esvaziada, Temer teve apenas um compromisso nesta quinta: um encontro com investidores noruegueses no qual também participaram ministros e parlamentares brasileiros que integram a comitiva presidencial.

 
Ao discursar, para apenas um jornalista local, Temer fingiu que seu governo funciona plenamente e fugiu da questão ambiental, tema cujo governo norueguês tem severas críticas.

 
No mesmo dia em que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga pesquisa que aponta que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu para 51,9 pontos em junho, uma redução de 1,8 ponto na comparação com maio e com um desemprego recorde que atinge 14 milhões de brasileiros, Temer pediu aos noruegueses que façam parte de "momento próspero" brasileiro.

 
“Queremos que o investidor norueguês faça parte desse momento próspero que estamos vivendo no Brasil. Estou certo e esperançoso de que mais investimentos virão em vários setores, não apenas em energia. No [âmbito] comercial, temos de aumentar as trocas com a Noruega”, disse o ele ao ao discursar no evento organizado pela Associação dos Armadores da Noruega.

 
Temer ainda afirmou que o Congresso Nacional está para concluir a tramitação da reforma trabalhista, mas não contou que sofreu um revés na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e que recorre a retaliações para tentar garantir a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o projeto é analisado.

 
Ele ainda afirmou que já iniciou o processo legislativo para alterar as regras da Previdência Social. no entanto, se as dificuldade para aprovar a reforma trabalhista já tiram o sono da base aliada, imagine quado o assunto por Previdência.

 
"Eu venho para lhes trazer uma mensagem de confiança. O Brasil, digo sem medo de errar, está deixando para trás uma severa crise de sua história. Temos levado adiante reformas que não se via no nosso país há muitos anos. É uma agenda que está trazendo de volta investimentos, que está recuperando o crescimento", declarou, sem contextualizar a dificuldade que está enfrentando, inclusive com aliados políticos, para aprovar as reformas.

 
Na Rússia, o encontro com o presidente Vladimir Putin foi rápido e formal. Ao depositar uma coroa de flores com o cruzeiro do brasão brasileiro em frente à chama eterna do túmulo, em homenagem ao soldado desconhecido., Temer ouviu: “Fora Temer!”.



Fonte: Vermelho/Agências
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