sexta-feira, 23 de junho de 2017

Manifestantes fazem passeata até o STF para pedir a anulação do impeachment de Dilma

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Manifestantes de todo o país foram à Brasília-DF, na quarta feira dia (21), realizaram um ato para pedir o anulamento do impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff. O movimento foi organizado pelo Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment (MNAI) e o Partido da Causa Operária (PCO)

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No início da tarde, realizou-se um ato-debate, na Esplanada dos Ministérios, com a participação de Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO, Édva Aguilar, do MNAI e Érica Kokay, deputada federal pelo PT-DF. O deputado federal pelo PT-RS, Paulo Pimenta, cancelou a participação devido ao recente procedimento cirúrgico a qual foi submetido, mas deixou uma mensagem de apoio ao ato. Os representantes discutiram a conjuntura do golpe e a necessidade do retorno imediato da presidenta eleita para derrotar a agenda imposta por aqueles que tomaram o poder.

“O Mandado de Segurança impetrado pela presidenta Dilma Rousseff para alunar o impeachment só vai ser julgado se o povo pressionar”, disse Edva Aguilar. 

“Sem derrotar os golpistas, nós não teremos condições de ter verdadeiras eleições no país. O cancelamento da eleição por um ato de uma quadrilha, que se apoderou do Congresso Nacional, liquida com a eleições democráticas até que essa quadrilha, até que esses bandidos tenham sido completamente derrotados”, disse Rui Costa Pimenta.

“É um momento muito decisivo que o Brasil está vivenciando para que nós possamos disputar as hegemonias, disputar as narrativas e para que nós possamos devolver o Brasil aos brasileiros e brasileiras”. “Esse é o Brasil de tantos brasileiros e brasileiras que ousaram dizer ‘pera lá, moço, nos respeite’ e por isso nós estamos aqui para dizer ‘fora, Temer’, ‘volta, Dilma'”, disse Érica Kokay.  

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Após a plenária, houve atividades culturais.


Às 16h30, o grupo – que contou com a participação de centenas de pessoas – fez uma passeata da Esplanada dos Ministérios até a frente do Supremo Tribunal Federal, onde foi exigida a anulação do impeachment. O coordenador da corrente Sindical Nacional Causa Operária, Antônio Carlos, utilizou o microfone para chamar atenção dos ministros. Os manifestantes portavam faixas e cartazes com dizeres ao STF, além de gritarem diversas palavras de ordem pedindo à Corte que suste a decisão do Senado, que foi absurda, utilizaram um pretexto (pedaladas fiscais) para dar um ar de legalidade no processo que cassou a presidente eleita Dilma Rousseff.

No final da programação, Édva Aguilar e a vocalista da banda Junkbox – de Belo Horizonte-MG –, Malu Aires, deixaram no STF uma carta endereçada à presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia. No documento, foi pedido que a magistrada acelere a tramitação do Mandado de Segurança nº 34.441 – que trata da nulidade do processo de impeachment.





Informações do Debate Progressista
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