quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Senadora que comemorou condenação de Lula, promove gastança às custas dos cidadãos.



A crise que assola o país parece não preocupar os senadores principalmente os que pregavam a moralidade e controle com gastos públicos. A senadora Ana Amélia Lemos é um bom exemplo desse discurso demagogo e hipócrita,. Em 2016, ano em que Dilma Rousselff sofreu o golpe parlamentar, Ana Amélia Lemos disse que não aceitava ser chamada de golpista e que Dilma Rousselff era culpada pela gastança desenfreada, gastança essa nunca comprovada, porém como esse blog não costuma jogar sujeira para debaixo do tapete, fomos ver como são os gastos da senadora Ana Amélia e descobrimos que a mesma aumentou os gastos com cotas parlamentares em mais 50% durante seu mandato. 


Como pode ser visto no portal da transparência, acessível a qualquer cidadão, a senadora em 2011 gastou R$ 108.602,86 somente com cotas parlamentares. Em outro post abaixo é possível ver que a mesma teve um aumento de gastos em quase 60 mil; vale ressaltar que esse valor supera 50% em menos de 08 anos de mandato. Como a senadora justifica esse crescimento de gastos?
É muito mais estranho ainda quando a senadora em 2017 até o fechamento do mês de agosto já superou 70 mil em gastos de cotas parlamentares, ou seja, até dezembro deverá superar novamente o primeiro ano de mandato.


É claro que os gastos não encerram por aí e se somarmos quanto a senadora gasta com serviços estranhos como dos correios que ultrapassa os 40 mil chegaremos a um valor bem maior. Então o que justifica uma senadora como Ana Amélia defender a privatização dos correios quando ela mesma é uma das melhores clientes da empresa?

Outra coisa que nos chamou muita atenção, é que Ana Amélia foi uma das raras almas viventes do senado que aumentou os gastos com cargos comissionados em 2011 no inicio do mandato a mesma possuía 20 cargos comissionados e atualmente possui 21 cargos comissionados.
Acima o ano de 2011 e abaixo o ano de 2017
É fácil promover festas com dinheiro que não lhe pertence, melhor ainda é quando a população paga por todas as regalias da senadora, e em troca ganha educação precária, saúde na UTI, segurança só se for de Deus, e a mesma tem a cara de pau de dizer que o país está melhorando. 

Fonte de pesquisa: Portal da Transparência 
Por: Pedro Oliveira
Edição: G. Hammer 
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"Lava jato passou dos limites", afirma subprocuradora da República

Ela Wiencko, subprocuradora-geral da República

"Lava jato passou dos limites", afirma subprocuradora da República

Ela Wiencko, subprocuradora-geral da República



Entre os procuradores do Ministério Público Federal o discurso que predominava na grande mídia era o de defesa da Lava Jato. Mas durante o 23º Seminário Internacional de Ciências Criminais, em São Paulo, nesta quarta-feira (30), a subprocuradora-geral da República Ela Wiecko de Castilho, fez duras críticas aos processos relacionados à operação que, segundo ela, seguem caminhos de exceção, em que se relativizam direitos, há “seletividade na escolha dos alvos da investigação” e o desejo de democracia é substituído pelo desejo de audiência.

“O que foi feito nessas operações passou de alguns limites, algumas garan
tias individuais: da presunção da inocência, da proteção da imagem, do devido processo que seja realmente equilibrado. Por que alguns processos andam mais depressa do que os outros? A gente não ganha nada com isso”, enfatizou ela, que foi vice-procuradora-geral da República na gestão de Rodrigo Janot até agosto de 2016 e uma das oito candidatas para ocupar a vaga a partir de setembro deste ano.

Segundo ela, tanto a “lava jato” como a Ação Penal 470, conhecida como do mensalão, se encaixam nas características contrárias ao garantismo, formuladas pelo criminalista e professor Fernando Hideo Lacerda, entre as quais, a aplicação distorcida da teoria do domínio do fato e julgamentos de acordo com a “opinião pública(da)”, que segundo a subprocuradora transformam procedimentos em espetáculo e cumprem “interesses dos sistemas político e midiático”.

A afirmação da procuradora federal acontece na mesma semana que um filme sobre o processo é lançando e o evento de estreia contou com a presença de diversos membros do Poder Judiciário, inclusive o juiz Sérgio Moro, que comanda os processos da Lava Jato em primeira instância.

Para Wiecko, a espetacularização do processo fabrica uma luta entre o bem e o mal: “Para punir os bandidos que violam a lei, os mocinhos também violam a lei”, enfatizou ela, citando a filósofa Márcia Tiburi.

“Para agradar a audiência desconsideram-se consequências sociais e econômicas e são vazadas informações sigilosas aos poucos, de acordo com interesses”, completou.
 
Conduções coercitivas

 
A procuradora também criticou as conduções coercitivas por considerar que a pratica “não está alcançada nas regras legais”.

Ela reforçou que a seletividade do processo penal tem sido ampliada para escolher o tempo em que cada investigado será alvo de operações, criando um ambiente de exceção. Wiecko declarou ainda que a operação italiana “Mãos Limpas”, que Moro diz se inspirar para conduzir a Lava Jato, acabou posteriormente tendo procedimentos de exceção aplicados aos mais pobres, como suspeitos de tráfico de drogas.

Wiencko apontou que tão tese surgiu a partir dos anos 1990, com especialistas que queriam supostamente estender a Justiça penal para classes mais privilegiadas. Ela citou o juiz Moro e o criminalista gaúcho Luciano Feldens como um dos percursores dessa tese que, na sua avaliação, teve a sua aplicação “simplifica as coisas” ao avaliar que a impunidade é sempre causa da corrupção.

“O Ministério Público, se quer atuar na história da teoria econômica do Direito, tem que atuar de forma regrada, não pode ter pena negociada caso a caso. No que se refere ao acordo de leniência, a participação do Ministério Público faz com que a instituição entre na regulação da economia. A gente quer isso? Isso está na Constituição? Isso precisa ser claramente discutido. Tudo o que aconteceu até agora mostra que temos de enfrentar o problema de estabelecer democracia no país.”
 

Código próprio

 
O professor Jacinto Nelson de Miranda Coutinho, da Universidade Federal do Paraná e convidado para o mesmo painel, afirmou que o discurso da eficiência penal tem ultrapassado a preocupação com o respeito ao processo de Justiça.

Ele afirmou que, como diz o juiz Alexandre Morais da Rosa, cada vara do país adota hoje um Código Penal próprio. Embora considere comum a existência de juízes contra legem, Miranda Coutinho disse que tribunais superiores passaram a fazer “vista grossa” para condutas irregulares.

“Agora não tem mais controle”, reclamou. “Trânsito em julgado não é nem mais trânsito em julgado.” Segundo o professor, a busca por mais punição desde os anos 1990 gerou apenas mais medo da violência, sem resultados positivos.





Fonte: Portal Vermelho / Conjur



terça-feira, 29 de agosto de 2017

STF arquiva inquérito contra Gleisi Hoffmann por falta de INDÍCIOS

gleisi 

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, arquivou um inquérito contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), aberto no fim do ano passado para apurar suspeita de crime eleitoral. O ministro atendeu pedido da Procuradoria Geral da República e arquivou o caso por falta de indícios mínimos de envolvimento dela com as suspeitas.

A suspeita era de envio irregular de mensagens a eleitores, via SMS, no dia da eleição para governador do Paraná em 2014 para pedir votos.

Mas, para a Procuradoria, “não há nenhum elemento que indique tenha ela participado ou tido conhecimento do envio de mensagens aos eleitores, por SMS, no dia do pleito”.

“As diligências realizadas até o momento não evidenciaram envolvimento dela no episódio. Das circunstâncias do fato, ademais, não é possível extrair que necessariamente tenha ocorrido com a participação e/ou ciência da candidata, especialmente considerando tratar-se de campanha de grande vulto, para o cargo de governador do estado do Paraná”, afirmou o documento.

O ministro entendeu que para o caso prosseguir no Supremo deveria ter indícios da participação do político com foro privilegiado e não apenas menção ao nome. Em razão disso, Celso de Mello atendeu pedido da Procuradoria e remeteu o inquérito para prosseguimento da investigação sobre as pessoas sem foro por parte do juiz eleitoral da 150ª Zona Eleitoral de Santa Fé.


Leia mais no G1. 
Fonte: Debate Progressista
 

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Eletricitários vão denunciar em audiência danos da privatização

   

Fabíola Latino Antezana, diretora do Sindicato dos Urbanitários no Distrito Federal (STIU-DF), declarou que o diálogo com os parlamentares é um das frentes de resistência contra a privatização do setor elétrico. Os urbanitários estudam acionar o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público (MPF). No dia 12 de setembro será lançada a Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional e haverá uma campanha nacional com o mote “energia não é mercadoria”.

“A gente espera com a audiência demonstrar com números que o discurso do governo de que a privatização vai trazer benefícios como a redução da tarifa ou a dinamização do setor elétrico não passa de discurso falso”, afirmou Fabíola.

Em convocatória para a audiência desta quinta, o sindicato apontou duas situações que colocam em xeque a eficiência das privadas: empresas não aplicaram em tempo recursos prometidos na construção das usinas de Santo Antonio e Jirau, de Belo Monte. Recentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendou cancelamento de nove contratos da espanhola Abengoa.

“A medida prejudicará a atuação e desenvolvimento das empresas, bem como impactará os trabalhadores e trabalhadoras de todas as empresas, com redução no quadro próprio e ampliação irrestrita da terceirização. Para a sociedade, a Aneel já anunciou que o aumento da tarifa será de no mínimo 16,7%”, continuou trecho da convocatória do STIU-DF.

Antonio Augusto de Queiroz, o Toninho, jornalista e consultor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), afirmou que o anúncio de Temer é tão grave quanto a reforma trabalhista e o congelamento das despesas primárias por 20 anos. “É venda para fazer caixa. Não é para fazer investimento. É para fazer caixa para despesa, custeio, abrindo mão de um patrimônio estratégico como é a Eletrobras.”

Ele lembrou que nos anos 1990 o presidente Fernando Henrique inseriu a Eletrobras no programa de privatização por decreto. Não passou pelo Congresso Nacional. “Mas no governo Lula foi uma lei que tirou a Eletrobras desse programa. Se uma lei tirou, pra colocar precisa de uma lei”, sugeriu Toninho.

Na opinião do jornalista, esse é um ponto de vista a ser considerado. “É uma ação importante comparecer ao parlamento e exigir que seja feito por lei é um elemento que vai dificultar a implementação da privatização.”

Clique AQUI para participar on line da audiência, deixe sua mensagem ou pergunta
Audiência: A reorganização do setor elétrico e suas consequências
Dia: 31 de agosto (quinta-feira)
Hora: 9h
Local: Plenário 8 anexo II
 
 
 
Fonte: Vermelho
VEJA TAMBÉM: 
 

FASCISTAS REAGEM A MATÉRIA SEM ARGUMENTOS CONVINCENTES


No dia 25/08/2017 esse blog publicou matérias falando sobre a farra com dinheiro público promovida pelo senador José Medeiros. Em sua defesa no mínimo esdrúxula, justificou os gastos de seu gabinete como de conhecimento público, e depois partiu para o ataque “Não faço parte de listas, de gravações ou de qualquer ato ilícito, até porque isso nunca me acompanhou e jamais me acompanhará na vida porque eu sei de onde vim e onde quero chegar. Tá me confundindo com petista? Veja as coisas direito, rapaz.” 


Outra que parece não ter gostado da reportagem Doutrinação do ódio foi a sempre reacionária “Professora” Dayane Pimentel, que discorda dos pontos da matéria, e preferiu atacar os internautas ao invés de se defender. Dayane mostrou seu total descontrole ao tentar ridicularizar, a jovem Emily Küpher  pela mesma ser petista, tentou ainda desqualificar a matéria, sem argumentos que pudesse contrapor o que foi escrito Dayane Pimentel, se apequena como a maioria dos defensores de seu discurso de ódio e intolerância.
Mais triste que tudo isso, é ver que a arma de defesa dos defensores da “moralidade” nada mais é que a retorica de ataque aos que pensam diferentes. 

VEJAM AS MATÉRIAS ABAIXO: 

A Hipocrisia de José Medeiros e a farra de gastos com recursos públicos.


A Doutrinação do ódio e intolerância, professora prega ódio ao PT nas redes sociais.

Por: Pedro Oliveira
Colaboração: Emily Küpher e Gabriel Hammer
Edição final: G. Hammer

domingo, 27 de agosto de 2017

Agente de propinas do PSDB escondia o dinheiro em paredes falsas, afirma delator

paulo-preto 

 A informação sobre um imóvel com parede falsa para esconder malas de propina paga por empreiteiras contratadas para obras em São Paulo durante gestão do PSDB é uma das cerejas do bolo da colaboração premiada do mais novo delator da Lava-Jato, o operador Adir Assad. Ele contou aos procuradores ter conhecido o local onde, segundo ele, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor de Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), guardava dinheiro que recebia das empresas, sob a alegação de que os recursos abasteceriam o caixa 2 de campanhas tucanas.

 Em função de movimentações financeiras atípicas, Assad era investigado desde 2012, mas sua rede só ruiu quando foi alcançado pela Lava-Jato, durante investigações sobre a Andrade Gutierrez, uma de suas principais clientes. Ele cobrava uma comissão para emitir notas frias a empresas que precisavam de dinheiro em espécie para fazer pagamentos ilegais. Seu esquema de lavagem serviu a mais de 50 empresas, que terão que explicar agora ao MPF a razão da solicitação dos serviços do operador.

Assad contou ter entregue valores diretamente a Paulo Vieira, responsável por licitar obras viárias em São Paulo entre 2007 e 2010. Em pelo menos três delas — Rodoanel (R$ 5 bilhões), Nova Marginal Tietê (R$ 1,4 bilhão) e Complexo Jacu-Pêssego (R$ 2,1 bilhões) — teria havido repasse de propina.

Segundo o delator, a casa com parede falsa usada por Vieira ficava na Vila Nova Conceição, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo. Na época dos fatos narrados, o diretor da Dersa morava em um luxuoso prédio, localizado no mesmo bairro.


Leia mais no O Globo.
VEJA TAMBÉM:

Magno malta gasta na crise mais de 2 milhões somente com cargos comissionados em 2016

sábado, 26 de agosto de 2017

Magno malta gasta na crise mais de 2 milhões somente com cargos comissionados em 2016

  
A crise parece não ter chegado ao congresso principalmente no gabinete do senador Magno Malta que é conhecido por fazer discursos apaixonados e demagogos em defesa do "povo". O senador e pastor Magno Malta parece esquecer os 14 milhões de desempregados que ele tanto lembra na tribuna, principalmente quando o assunto é gastos;  em especial com pessoal .
Magno está entre um dos parlamentares que mais usam as redes sociais e parece que ainda não descobriu o poder delas, pois em pleno ano de 2016 o senador gastou R$ 14.882,20 com serviços de correios, o que  parece algo sem sentido.
O senador Magno Malta não parece se preocupar com gastos, visto que todo politico tem direito a apartamento funcional, Magno Malta preferiu receber o auxilio moradia no valor de 66 mil ao ano ou R$ 5.500 mensais, que daria para alugar 3 bons apartamentos com 3 quartos na área nobre de Curitiba, capital do Paraná.

Não é de hoje que políticos promovem uma verdadeira farra com dinheiro público, mas o caso de Magno Malta chama a atenção pelo fato de o senador viver falando de gastança desenfreada dos governos petistas. Magno Malta defende o fim de desperdício de dinheiro público, mas é um dos que mais utiliza os benefícios de ser senador. Ainda no ano de 2016 o senador consumiu R$ 14.882,20 com consumo de material para seu escritório e gabinete, caso Magno Malta fosse um excutivo em uma grande empresa, seria demitido por desperdicio exagerado de recursos.

Outra coisa que nos chamou atenção foi como o senador Magno Malta gostou com cargos comissionados  em 2016;  o senador possuia 44 pessoas trabalhando para ele nessa situação. Muito mais bem assessorado que muitas estrelas do rock ou de cinema americano.

Em 22 de novembro de 2016 o senador Magno Malta fez um discurso de defesa da redução de salários e pedia sacrifícios para os senadores, porém em novembro de 2016 um cargo comissionado de Magno Malta recebeu R$ 19.952,53 em salários, com descontos o salário bruto do senhor HAZENCLEVER LOPES CANÇADO, foi de cansar o bolso do contribuinte R$ 14.973,20. Agora faça essa multiplicação por 15 pessoas no gabinete e terá o total de R$ 224.598,00 mensais, em um ano o total fecha em R$ 2.695,176. Exatamente esse foi o valor gasto somente com pessoal em seu gabinete.



Abaixo o contracheque do comissionado  HAZENCLEVER LOPES CANÇADO, que mesmo sem concurso ganha um salário 21 vezes maior que um trabalhador assalariado.

Abaixo o contracheque do senador Magno Malta, que demonstra o recebimento de R$ 5.500 de auxilio moradia

É no mínimo controverso que um senador que defende a moralidade, redução da máquina, responsabilidade com o dinheiro público promova uma gastança desenfreada no ano em que o país se atolou num mar de lama, as contas públicas no vermelho, vale ressaltar que no ano de 2016 a meta do governo fechou com um rombo de R$ 170,5 bilhões. 
Vale a pena lembrar que Magno Malta foi um defensor ferrenho do impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff; na ocasião votaria sim para que o Brasil barrasse a corrupção e voltasse a crescer. Mais sabíamos muito bem que na verdade ele era parte do golpe que afundou e afunda cada vez mais o Brasil.
 E já que falamos em crise não poderíamos deixar de fechar esta matéria sem mencionar que o tiro do "golpe" saiu pela culatra. O desemprego continua aumentando,  os gastos continuam cada vez mais sem controle e o Brasil agora está a venda para o capital estrangeiro. E claro que um dos grandes responsáveis é um tirano irresponsável senador chamado Magno Malta.

Fotos: Agência Senado
Por: Pedro Oliveira
Finalização e edição: Gabriel Hammer
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A Doutrinação do ódio e intolerância, professora prega ódio ao PT nas redes sociais.




quinta-feira, 24 de agosto de 2017

A Hipocrisia de José Medeiros e a farra de gastos com recursos públicos.



O senador José Medeiros é um conhecido e ferrenho combatente do PT. E principal moralista, defensor do corte de gastos e fim da farra com o dinheiro do contribuinte. Quem ver a primeira vista seu holerite certamente baterá palmas por dizer, agora sim achei um político que não promove a gastança com verbas.


Pura ilusão a baixo é possível vermos alguns gastos do Senador José Medeiros que são um verdadeiro espetáculo de contradição e hipocrisia no senador. O mesmo não abriu mão de nenhuma das regalias oriundas do mandato e promoveu uma gastança com recursos públicos, capaz de sustentar 10 famílias com um salário mensal por no mínimo 01 ano.


Acima você pode ver as cotas parlamentares recebidas pelo senador José Medeiros e abaixo a equipe que o mesmo tem a sua disposição. Vale ressaltar que o senador acusava a presidente Dilma Rousseff de abarrotar a máquina pública com cargos comissionados, mas o senador possui 27 cargos comissionados trabalhando para si. E mesmo assim nunca sobe na tribuna para não fazer criticas ao PT e a esquerda em geral.


A farra com o dinheiro público não parece ser a preocupação do senador basta olha na figura onde aponta os gastos do dele com locomoção, hospedagem, alimentação, combustíveis, somaram o total de R$ 53.358,56 e se somados a outra grande regalia que é a de passagens aéreas, essas custaram mais R$ 56.466,35; o senador gastou um total de R$ 109.824,91, ou seja; daria para pagar 117 salários mínimos baseados no valor atual do salário, que, diga-se de passagem, o mesmo defende a retirada de R$ 10,00  anunciada pelo governo que o mesmo apoia sendo seu vice-líder no Senado. Acredito que os eleitores de seu estado devem estar lhe adorando.
Fizemos um analise melhor e avaliamos por exemplo, os gastos com correios do senador. É um total despautério um servidor público que somente com os correios gastar R$ 7.144,59. O que seria o suficiente para enviar um pacote de 300 gramas para a cidade de Beijing na China; exatamente 357 vezes no pacote mais caro dos correios.  
Para que não haja qualquer contestação abaixo segue imagens da simulação que fizemos e os gastos do senador com o serviço.

Por último e não menos importante vamos lembrar que o senador José Medeiros era um entusiasta defensor do fim de doações a campanhas por empresas, mas em 2010 quando se elegeu Senador, seus maiores doadores foram empresas que somaram um montante no total de R$ 963.934,00, o que é no mínimo estranho por que empresas não costumam fazer grandes doações para parlamentar de 1º mandato como senador, sem que haja contrapartida ou defesa de seus interesses. 



Fonte:  Correios, Senado Federal e Portal da Transparência. 
Por: Pedro Oliveira
Edição & Colaboração: Gabriel Hammer
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A Doutrinação do ódio e intolerância, professora prega ódio ao PT nas redes sociais.






A Doutrinação do ódio e intolerância, professora prega ódio ao PT nas redes sociais.


Recentemente uma voz ecoa na internet, preparada para o trabalho sujo de disseminar o ódio ao PT e a esquerda. O discurso da professora Dayane Pimentel da Bahia parece ter saído da série de TV American Horror Story. Suas postagens vão na contramão do bom senso e beira a estupidez; a Dayane faz defesas clássicas e apaixonadas do deputado Jair Bolsonaro e ataques a políticos e partidos de esquerda. A “professora “ tem usado sua página no Facebook para atacar as pessoas que não concordam com o seu pensamento, e o que não faltam são insultos, e falsas acusações.


O ódio pregado pela “professora” acende um sinal vermelho. Será que é esse tipo de profissional que queremos educando nossos jovens?
Em seu Facebook a professora postou um vídeo com um texto que fala por si a mesma lança seu veneno contra a Deputada Maria do Rosário, após a condenação de Bolsonaro. Defende retaliação a estupradores, não que sejamos a favor de tal crime, mas uma vez condenado o estuprador deve pagar por seu crime na cadeia, e não com retaliações partindo dos cidadãos comuns. 


Presos a um discurso que não deveria mais caber na sociedade, admiradores de Bolsonaro como a professora Dayane Pimentel, passam a espalhar o clima de ódio e medo levantado desde as eleições de 2014. Quando Dilma foi reeleita com mais de 54 milões de votos.
É assustador quando vemos o perfil de Dayane Pimentel, mostra uma pessoa teoricamente culta e que possui ensino superior. Mas que prega um conteúdo baixo e desanimador. É triste vermos um profissional de educação descer ao nível do que há de pior no mundo; fomentando ódio e intolerância.
Em outra postagem seguindo a linha da homofóbica; Dayane Pimentel posta um vídeo em que acusa o PT pela opção sexual de jovens, o que não faz o menor sentido visto que as pessoas tem total liberdade de optarem por sua  sexualidade. Coisa que sabemos não ser verdade.

 

A pergunta que ela faz é a grande controvérsia: Essa é a universidade (educação) que você quer para seu filho? A pergunta que melhor cabe nesse momento seria: É esse tipo de professor que queremos para nossos filhos? Será esse o Futuro de nossos jovens a  intolerância e preconceito?
Precisamos de educação de qualidade, com respeito a todas as diferenças, sejam elas quais forem, ideológicas, religiosas, sexuais, raças ou de time de futebol. O discurso da professora Dayane Pimentel em nada ajuda a unir o Brasil, mas sim a cada dia afunda-lo num caos sem volta e sem rumo definido onde predomina a intolerância, o medo e o ódio e o preconceito. 
Só para efeito de informação; recentemente tivemos o caso de estremo preconceito conta a atual Miss Brasil; que por ser negra, nordestina e piauiense. Terminou sendo vitima do ódio e de algo relacionado ao texto acima. Assim como também o caso da Senadora Regina Sousa (PI). Que com o aval da justiça, também torna-se alvo de coisas aqui relacionadas.
VEJA NOS LINKS ABAIXO OS DOIS CASOS:

Racismo: ataques à Miss Brasil continuam na web


Em lágrimas, Regina demonstra indignação por decisão judicial sobre vídeo


Por Pedro Oliveira
Colaboração e Edição: G. Hammer 
VEJA TAMBÉM:

Assembleia Legislativa de MG rejeito título de cidadão honorário a João Doria (PSDB-SP)

Rovena Rosa/Agência Brasil

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