segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Bolsonaro uma mistura de al-Zarqawi com Hitler em tempos da "Cura Gay".

Em tempos de "Cura Gay" poderíamos estender este tratamento sinistro para outras anomalias que assombram o mundo por milênios e ameaçam em pleno século XXI a paz mundial e a própria humanidade.
Conhecido por posições racistas, homofóbicas, e por ser apoiado por grupos nazistas.  Bolsonaro é de fato um Mito para os desinformados, com um discurso digno de uma encenação de Hitler, ele está para o Brasil como Abu Musab al-Zarqawi (fundador do estado islâmico) está para o Iraque; beira a loucura mas tem quem o escute e propague seu discurso de ódio e intolerância, os discursos de Bolsonaro são quase que uma mistura da loucura de Hitler com o fanatismo de al-Zarqawi.
Ainda é possível comparar o atentado fracassado de Bolsonaro contra o exercito, com a fracassada tomada de um quartel em Bagdá por Al-Zarqawi. Mas deixando de lado essas comparações, é assustador para a sociedade que uma professora transmita a mensagem maligna de Bolsonaro, que em 2013 fazia total apoio ao projeto da cura Gay;  proposta feita pelo então ex-presidente da comissão de direitos humanos, o deputado Marco Feliciano. Este que usou o episódio para auto intitular-se um defensor da família cristã e se tornar alguém com algum prestigio.
Depois disso Feliciano voltou aos holofotes pelo suposto assédio a jornalista Patrícia Lélis (a louca que o apoiava até debaixo d’água), o mais estranho nessa zorra toda é que Patrícia Lélis depois se viu obrigada a pedir medida protetiva contra Eduardo Bolsonaro (namorado inconformado com o fim do relacionamento) filho do deputado Jair Bolsonaro e que segundo a mesma a estava ameaçando. 
Voltando ao assunto;  Bolsonaro era um completo ativista da homofobia que de repente quase que por um milagre, parece amar todo mundo. Mas a verdade é que ao ver as proximidades das eleições,  preferiu “mudar” seu perfil. O pior de tudo é nascer com ele, a grotesca figura da professora Pimentel; uma criatura que se diz “pessoa de Bem”, mas que ama pregar e espalhar  o discurso de intolerância política contra a esquerda, que antes apoiava em 100% as ideias de Bolsonaro, mas  que  agora menos de um ano das eleições e por puro oportunismo, postou recentemente uma foto no seu perfil do Facebook com a total contradição ao que é pregado e falado por ela e  seu candidato.
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Antes que alguns esqueçam vamos  relembrar as palavras ridículas e de puro retrocesso, no episódio em que Eleonora Menicucci (PT-MG), foi indicada pela presidente Dilma Rousseff para assumir a Secretaria de Políticas para Mulheres, Bolsonaro chamou Eleonora Menicucci  de “sapatona”.
“Dilma Rousseff não tem compromisso com a família, se tivesse não teria indicado Eleonora Menicucci para Ministra das Mulheres, onde ela declara no Correio Brasiliense que continua tendo relações com homens e mulheres. Ou seja, no linguajar popular, sapatona. E diz que o maior orgulho dela é a filha que é gay”, declarou o deputado. Caso este que não cabe a nós fazemos qualquer julgamento dela e muito menos abrir a boca para falar esta palavra atrás mencionada.
Outro caso que chamou atenção foi Em 2011, após o PSOL entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Bolsonaro disse que o partido era um partido de “pirocas” e disse que era “coisa de veados o que eles estavam fazendo”. “Ninguém gosta de homossexual, a gente suporta”, disse ainda. Não é por menos que atualmente as mulheres em sua maioria às desaprovam.
Não foi surpresa quando Bolsonaro teve apoio de grupos nazistas que e até marcha de apoio.

Bolsonaro já atacou negros no caso dos Quilombolas, e no caso mais famoso em resposta a Preta Gil que o perguntou: “o que você (Bolsonaro) faria se seu filho se apaixonasse por uma negra?” a resposta veio da forma mais esperada por um racista: “Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados ".
Esse tipo de resposta só poderia ser dada por quem não tem respeito a comunidade negra. Chamar relacionamento com mulheres negras de promiscuidade é algo que de fato possa entrar na cabeça de um cidadão como algo normal? Que tipo de educação Bolsonaro deu a seus filhos sobre Negros? Seria alguma falta de educação se relacionar com uma mulher negra?

O preconceito de Bolsonaro é reconhecido por ele mesmo: 
 
 
E no final ainda tem maluco que diz Bolsonaro Não é homofóbico, não é preconceituoso e não é nazista. E que ele é um MITO; de quê  é que me perguntaria todo dia; caso não tivesse algo mais a fazer.  Mas bem que este indivíduo poderia fazer uma contribuição para a "CURA GAY".
Fico me indagando o tempo todo no que passa na fraca mentalidade de pessoas que acreditam em falsos profetas e mitos indigestos; que pela graça de DEUS  ainda olha para o Brasil  e os conclama apenas no meio de uma  minoria desqualificada; os verdadeiros esquizofrênicos da psicologia, psiquiatria ou fortes candidatos escondidos nos armários para o desafio da cura.


Por Pedro Oliveira
Finalização e edição: Team GHammer
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