quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Promotor de Justiça promove um festival de racismo e preconceito contra mulheres negras pobres e babás.


Até que a filosofia que sustenta uma raça Superior e outra inferior, Seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada, até que não existam cidadãos de 1º E 2º classe de qualquer nação, até que a cor da pele de um ser humano seja menos significante do que a cor dos seus olhos, até que todos os direitos básicos sejam igualmente garantidos para todos, sem discriminação de raça, haverá Guerra. (Trechos da musica WAR de Bob Marley, inspirada no discurso do imperador etíope,  Haile Selassie na assembleia geral da  ONU)
Começamos a matéria com um trecho de uma música que reflete bem os dias atuais.
Na semana em que a comunidade negra comemora a condenação de Jair Bolsonaro por insultar Quilombolas, vem à tona o caso de racismo e preconceito do promotor Avelino Grota.
O jornal o Estadão trouxe a tona mais um caso de racismo e preconceito, dessa vez o promotor Avelino Grota, usou as redes sociais para atacar pobres e negros num episódio lamentável e doentio. 

 

José Avelino Grota, do Ministério Público paulista, usa grupo MP/SP Livre no Face para falar de babás, negros e pobre e ironiza o caso com essa maravilhosa pérola da burguesia:  “que nasce feio e morrerá feio”‘;” ‘Fui sarcástico, ácido”, ele diz.
É aguardar para ver como agirá a justiça, a comissão de direitos humanos, os movimentos negro do país e claro a sociedade.

É triste e imoral ver um agente que deveria preservar a lei, simplesmente ataca-la de forma descarada e doentia, num país onde ser policial é ser rei, ser promotor é praticamente ser uma divindade. A certeza da impunidade de promotores, procuradores, juízes e desembargadores já foi denunciada anteriormente nesse blog, o que espanta é a falta de pudor e bom senso por parte de alguns integrantes da suposta elite brasileira. 
Há pouco menos de 2 meses fizemos uma reportagem falando da absurda absolvição da jornalista  Joice Hasselmann, que em um episódio ridículo e no mínimo estarrecedor quando ofendeu a senadora Regina Sousa (PT-PI). O Humorista Danilo Gentile que chamou a senadora de "tia do café"; por ser negra até hoje continua impune.  
Mas o caso do promotor se torna estarrecedor por ele ser um homem que esclarecido e conhecedor das leis e sabe o tipo de punição que poderia acarretar esse tipo de declaração. Mais nos parece que ainda reina a sensação de impunidade no Brasil de origem africana, quilombola entre outras etnias.


Na verdade, o caso do promotor não é um  isolado. O racismo e preconceito são doenças que afetam o cérebro de pessoas que se julgam melhores que as demais  por serem brancas ou terem uma posição social “superior”, como se no fim isso fosse a diferença entre caráter, honestidade e decência.

No fim negros, brancos, ricos e pobres sucumbirão perante a morte e nada mais restará deles a não ser a lembrança do quanto foram bons, ruins, úteis ou inúteis. (PeTer Tosh)  

Informações do Facebook /Estadão
Por: Pedro Oliveira
Finalização: TeamGHammer

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