sexta-feira, 27 de abril de 2018

Ciro se afasta do PT e tenta vice que seria de Lula

O candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes disse que pretende ter como vice um empresário do Sudeste e afirmou que a prioridade é Josué Alencar Gomes da Silva, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também tentava ter em sua chapa. "Eu já disse a ele: se quiser, é dele", afirmou. Ciro também negou uma eventual a aliança com o PT e disse que Lula está inelegível, embora essa decisão ainda não tenha sido tomada pela Justiça Eleitoral. "Seu principal líder preso e eles constrangidos a uma solidariedade que ainda afirma a candidatura do Lula, mesmo preso e inelegível. Olho com respeito o tempo do PT, mas toco minha bandinha", disse Ciro, que sinalizou apoio à prisão em segunda instância

 

Candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes disse que pretende ter como vice um empresário do Sudeste e afirmou que a prioridade é Josué Alencar Gomes da Silva, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também tentava ter em sua chapa. "Eu já disse a ele: se quiser, é dele", disse Ciro, em entrevista aos jornalistas Pedro Venceslau e Eduardo Kattah.


O pedetista também negou uma eventual a aliança com o PT e disse que Lula está inelegível, embora essa decisão ainda não tenha sido tomada pela Justiça Eleitoral. "Eu tenho que respeitar isso com toda dignidade, é o momento que eles estão vivendo. Seu principal líder preso e eles constrangidos a uma solidariedade que ainda afirma a candidatura do Lula, mesmo preso e inelegível. Olho com respeito o tempo do PT, mas toco minha bandinha."


Ciro disse que a prisão de Lula é cruel, mas se coloca como alternativa para tirar o Brasil do buraco. "Dói no meu coração ver um ex-presidente que fez tanto bem ao País preso. A política, entretanto, tem uma crueldade. Nossa responsabilidade é com o futuro de 206 milhões de pessoas. Minha solidariedade não me tira a disciplina de produzir uma alternativa para o Brasil, independentemente do destino do Lula e do PT."


No entanto, ele evitou contestar as decisões tomadas pela justiça nacional. "Não me parece ser a providência mais razoável fazer um acampamento com palavras de ordem insultando o Judiciário às vésperas do julgamento. Das duas uma: ou você confia nas instituições e recorre a elas para corrigir injustiças ou não confia", afirmou, sinalizando ainda que está satisfeito com a prisão após a segunda instância. "O mundo civilizado inteiro garante apenas dois graus de jurisdição para crimes comuns. É muito raro que se dê a um julgamento de crime comum quatro graus de jurisdição. O correto era corrigir a distorção institucional que, hoje, garante quatro graus de jurisdição."



Fonte: 247 

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