sexta-feira, 25 de maio de 2018

Acordo não mostra resultado e manifestação de caminhoneiros chega ao quinto dia

Protestos atingem pelo menos dez estados

Greve dos caminhoneiros 2018



O Governo anunciou na noite de quinta-feira (24) um acordo com representantes de caminhoneiros para a suspensão, por 15 dias, da greve nacional que, desde o início da semana, bloqueia estradas em todo o país e provoca desabastecimento em vários Estados. Das 11 entidades que iniciaram as negociações, duas decidiram não assinar o documento final. Além do Executivo se comprometer a zerar a Cide sobre o diesel, um dos principais pontos negociados foi o corte de 10% do preço do combustível nos próximos 30 dias. A redução do valor do diesel será mantida pela Petrobras nos primeiros 15 dias e depois será subsidiada pelo Governo.


No Rio Grande do Sul, são pelo menos 16 pontos de protestos nas rodovias estaduais e federais. A prefeitura de Porto Alegre decretou situação de emergência, No Rio de Janeiro, não há registros de bloqueios na Região Metropolitana, mas os caminhões-tanque da Petrobras não saíam da garagem na manhã desta sexta-feira. Em Manaus, a manifestação


Governo anunciou acordo



Em coletiva de imprensa concedida na noite desta quinta-feira (24), o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, informou que, após uma reunião de mais de 6 horas com representantes da categoria dos caminhoneiros, foi fechado um acordo para suspender a greve, que dura desde segunda-feira (21), por quinze dias. A noticia foi divulgada em tempo real pela Rede Globo e desmentida logo em seguida pelo movimento.


De acordo com o ministro, a desmobilização da paralisação começará ainda hoje. No acordo, foi firmado com os caminhoneiros que a greve seria suspensa por 15 dias, quando será feita uma nova reunião entre a categoria e o governo para avaliar o cumprimento dos compromissos estabelecidos.


“As entidades reconhecem o empenho do governo federal em buscar soluções para atender às demandas das categorias representadas pelas entidades, bem como se comprometem a apresentar aos manifestantes o presente termo para a suspensão do movimento paredista por 15 dias, quando será realizada nova reunião com o governo federal para acompanhamento do adimplemento dos compromissos estabelecidos nesse termo”, diz o texto do acordo lido por Padilha.


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Fonte: Revista Fórum /El País

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